"Hoje entendo que o esquerdismo não é um
ideal, uma crença, uma filosofia: é uma doença moral horrível, a
substituição do senso instintivo do bem e do mal por um conjunto de
artifícios lógicos que, por etapas, vão levando da mera perversão à
inversão completa, à santificação do mal e à condenação do bem." Olavo de Carvalho https://conspiratio3.blogspot.com/2023/05/olavo-de-carvalho-forca-diabolica-que.html
*
TOTALITARISMO E IDEOLOGIA - VACLAV HAVEL "No sistema "pós-totalitário", portanto, viver dentro da verdade tem mais
do que uma mera dimensão existencial (devolvendo a humanidade à sua
natureza inerente), ou uma dimensão noética (revelando a realidade como
ela é), ou uma dimensão moral (dando um exemplo para outros). Tem também
uma dimensão política inequívoca. Se o principal pilar do sistema é
viver uma mentira, então não é surpreendente que a ameaça fundamental ao
mesmo seja viver a verdade. É por isso que deve ser reprimido mais
severamente do que qualquer outra coisa." https://conspiratio3.blogspot.com/2023/11/tudo-e-politica.html
*
"Filho
do homem, tu habitas no meio da casa rebelde, que tem olhos para ver e
não vê, e tem ouvidos para ouvir e não ouve; porque é casa rebelde." Ezequiel 12:2
*
"O medo de enxergar o tamanho do mal já é sinal de submissão ao demônio." Olavo de Carvalho
"fake news", na verdade o projeto dá super poderes ao Estado para vigiar
e censurar os cidadãos.
Também apelidado de Lei da censura, o projeto de lei parece inspirado nas
disposições leninistas de censura aos adversários. O Estado determina a
verdade e vigia todos os cidadãos.
Pablo Bello, diretor de políticas públicas do WhatsApp para a América
Latina, se opõe ao projeto de lei. Em entrevista ele afirmou: "Nós nos
opomos, não porque tecnologicamente não se pode fazer, mas porque é uma
solução que rompe com o princípio da privacidade dos usuários. Ela é um
presente para regimes autoritários, afeta jornalistas, ativistas de
direitos humanos e põe em risco pessoas inocentes. É ruim inclusive para
a liberdade de expressão".
A proposta de obrigar aplicativos de mensagem a registrar todo mundo que encaminhou uma mensagem, numa tentativa de conter a desinformação, é a mais nova polêmica do projeto conhecido como "Lei das fake news", que deve ser votado na quinta-feira (25).
Chamada de "cadeia de reencaminhamentos" pelo relator do PL, senador Angelo Coronel (PSD-BA), que entende que os registros podem ser usados na investigação de crimes cometidos nas redes sociais, a medida é considerada uma ameaça à privacidade pelo WhatsApp.
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Para Pablo Bello, diretor de políticas públicas do WhatsApp para América Latina, a rastreabilidade de mensagens "cria o princípio de criminalização de todos os usuários, todos somos classificados como suspeitos", dispara, em entrevista exclusiva a Tilt.
O substitutivo do senador ao PL 2630/20 exige que redes sociais e aplicativos de mensagem peçam o número de celular na hora da criação da conta. O texto obrigará as operadoras de telefonia a recadastrarem linhas pré-pagas de celular, para obter RGs e CPFs válidos.
Desta forma, quando alguém cometer um crime, os policiais podem obter na Justiça que Facebook e Twitter informem o número de celular do suspeito e que alguma tele, posteriormente, diga o CPF ou RG. Isso ajudaria a chegar à identidade real de quem agiu ilicitamente usando essas plataformas.
Para o diretor do WhatsApp, a medida é um "presente para regimes autoritários", que pode ter consequências globais e não considera a expectativa de privacidade que usuários depositam no WhatsApp.
Veja abaixo os principais trechos da entrevista:
Tilt - Qual a opinião do WhatsApp sobre o substitutivo?
Pablo Bello - O WhatsApp está fazendo um esforço sistemático para se manter como um espaço de conversação privada. Proteger a privacidade está no nosso DNA. É esta a preocupação que o WhatsApp tem com esse projeto de lei, que traz a rastreabilidade. É um assunto complexo e nenhum país do mundo adotou um sistema desses para mensagens privadas.
É algo que poderia mudar radicalmente como funciona o WhatsApp. Significaria gerar um registro não somente de quando Helton usou a plataforma nos últimos meses, mas com quem conversou, de quem recebeu mensagem, a quem enviou mensagem e para quem reenviou. Implicaria criar um sistema de informação extraordinariamente massivo que rompe com o princípio da privacidade, que é subjacente a uma plataforma de mensageira privada, como a do WhatsApp.
Fazendo uma analogia, é como se colocassem uma tornozeleira eletrônica em todos os brasileiros, de tal forma que, ao sair na rua, podemos saber a qualquer momento com quem se reúnem, na casa de quem. Tudo somente para a eventualidade de essa pessoa cometer um delito e ser possível saber onde ela estava em tal dia e hora, em que lugar e com quem. É isso que a rastreabilidade faz: cria o princípio de criminalização de todos os usuários, todos somos classificados como suspeitos, ainda que de algo tão pouco perigoso como compartilhar uma mensagem.
É por isso que organizações da sociedade civil e de direitos humanos do Brasil e em nível global expressaram sua preocupação com a incorporação desse tipo de solução massiva. Seria a legislação brasileira rompendo com os princípios de privacidade.
Comunistas
são totalitários por natureza, tem um sistema que depende da
uniformidade de pensamento e qualquer dúvida provoca rachaduras. Isso
vem em defesa da mentira hegemônica. Só a sociedade que tem o critério
da verdade suporta a diversidade.
* "De
acordo com a fórmula de Stalin, a crítica era o mesmo que oposição; a
oposição inevitavelmente implicava conspiração; a conspiração
significava traição. Algebricamente, portanto, a mais leve oposição ao
regime ou a falha em reportar tal oposição era equivalente ao
terrorismo". (Vladimir Tismaneanu, "O Diabo na História")
A
grande mídia deveria ser condenada por fake news em série contra
Bolsonaro, por assédio midiático, por campanha difamatória, por forjar
uma falsa visão da realidade, pelo assassinato de reputação que precede o
assassinato real. E tudo isso combinado com a censura crescente das
redes. Nada disso está sendo investigado. Nem nossas reclamações estão
sendo ouvidas. É ainda a cínica ditadura comunista onipresente no Estado brasileiro, que nos amordaça em nome da democracia. E mordaça anuncia mais crimes.
O mal disfarçado de bem: até quando o povo vai crer nesse truque desgastado de tão velho???
Plataformas digitais aderiram hoje (22) ao Programa de Enfrentamento à
Desinformação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Em cerimônia na
sede da corte, em Brasília, representantes do Facebook, Google e
Whatsapp assumiram o compromisso de contribuir com a iniciativa da
Corte. O Twitter também passou a integrar o projeto, mas não compareceu
ao evento.
O programa foi lançado em agosto deste ano. Ele visa envolver
diversos setores, de empresas de tecnologia a meios de comunicação, para
desenvolver medidas que combatam a disseminação de conteúdos enganosos
nas eleições de 2020. Com a inclusão das redes sociais, o número de
integrantes da rede chegou a 40 entidades.
O problema da desinformação nas eleições gerou preocupações no pleito
ano passado. A profusão dessas mensagens foi intensa, segundo a missão da Organização dos Estados Americanos (OEA) responsável por acompanhar a votação e pesquisadores da área . O TSE chegou a reunir representantes de candidaturas e adotar medidas contra o compartilhamento de mensagens questionando a segurança das urnas eletrônicas.
Os representantes das plataformas não falaram com a imprensa nem
adiantaram que medidas poderão ser adotadas para as eleições de 2020. Em
2018, a pressão do TSE e de organizações da sociedade civil gerou
respostas, como a criação de uma biblioteca de anúncios políticos e acordos com agências de checagem no caso do Facebook .
Rosa Weber
A presidente do TSE, ministra Rosa Weber, saudou a entrada das
plataformas no programa e defendeu o aperfeiçoamento do que já foi
empregado para 2020. A magistrada cobrou das empresas atitudes concretas
para enfrentar o problema. Ela ponderou que, se por um lado a
legislação crie proteções a esses agentes, eles são responsáveis pelo
ambiente onde o fenômeno ocorre e ganha força e devem fazer parte das
respostas.
“As plataformas desempenham papel fundamental no enfrentamento à
desinformação. A existência de limites de imputação da responsabilidade
por conteúdos que por ela circulam não afasta a responsabilidade que têm
devido ao espaço que ocupam na livre circulação de informações na
internet. É importante que essas entidades multipliquem esforços para
mitigar os efeitos negativos da desinformação por meio de soluções
capazes de rebater essa prática”, disse a presidente.
Entre as possíveis providências a serem adotadas por essas
plataformas, Rosa Weber sugeriu a capacitação da sociedade em relação ao
tema e a implantação de ações voltadas a identificar perfis falsos em
automatizados, os chamados “bots”.
Educação
O coordenador do grupo gestor do programa e juiz auxiliar da
presidência do TSE, Ricardo Fioreze, informou que a equipe do projeto
deverá se reunir com representantes das plataformas para “colocar alguns
anseios” e discutir que tipo de contribuições essas empresas oferecerão
para reduzir a circulação desses conteúdos enganosos.
Segundo Fioreze, dentro do planejamento da iniciativa uma primeira
etapa focará em projetos de educação midiática visando conscientizar a
população e os eleitores sobre o fenômeno e seus efeitos negativos. O
intuito é reforçar junto à população cuidados ao receber uma mensagem,
como a checagem da fonte e da veracidade antes de encaminhar este
conteúdo a outras pessoas ou grupos em redes sociais.
“A educação é importante para conscientizar o cidadão de que hoje a
internet possibilita a participação no debate público, mas é preciso ter
cuidados. A ferramenta existe, mas ela está aí para ser usada de
maneira ética”, disse o juiz auxiliar da presidência da Corte.
Cristian Derosa · A
perda do dinheiro da Secom obrigou os blogs sujos do PT a ficarem só
com o dinheiro de George Soros, o que é obviamente humilhante para quem
gosta de se dizer contra o capital.
Felipe Moura Brasil, Augusto Nunes e José Maria Trindade comentam
denúncia de empresária de propaganda ilegal do partido que acusava Jair
Bolsonaro de disparo em massa pelo WhatsApp. https://youtu.be/mf7hbW2nQBY
INVERSÃO COMUNISTA - ALERTA DE OLAVO DE CARVALHO - "Onde quer que os esquerdistas acusem alguém de algum crime, vocês podem ter certeza: eles o cometeram primeiro ou planejam cometê-lo em seguida. Isso é infalível."
OLAVO DE CARVALHO · Se o governo não responsabilizar os desarmamentistas como co-responsáveis pelas mortes de milhares de cidadãos desarmados, os desarmamentistas
não vão parar de responsabilizar o governo por homicídios hipotéticos futuros.
OLAVO DE CARVALHO · Poucas coisas no mundo são tão imorais quanto um intelectual conservador discutindo educadamente suas divergências teóricas com um comunista enquanto os comunistas não param de roubar, torturar e matar.
Um mês depois, Folha admite falta de provas em reportagem sobre suposto caixa 2
A dez dias da eleição presidencial, o jornal Folha de São Paulo, em reportagem feita pela jornalista Patrícia Campos Mello, acusava a campanha do presidente eleito Jair Bolsonaro de ter sido beneficiada com disparos de mensagens via Whatsapp pagos por empresários. Os disparos não estavam sendo declarados na prestação de contas do então candidato, o que configuraria caixa 2, crime eleitoral.
A reportagem foi usada à exaustão pelos adversários de Bolsonaro na época. Petistas como Fernando Haddad e Gleisi Hoffmann, ironicamente investigados justamente por caixa 2 na Lava Jato, não falavam de outra coisa nas redes sociais.
Mas o efeito negativo da acusação entre os eleitores de Jair Bolsonaro foi nulo. A reportagem não apresentou provas das acusações, e todos os envolvidos no caso negaram. Alguns foram além e prometeram processar a Folha, como foi o caso do dono da Havan, Luciano Hang.
Poucos dias depois, milhões de apoiadores foram às ruas não só dar força à campanha de Jair como ironizar a acusação. Algumas pessoas foram às ruas fantasiadas de “caixa 2”, inclusive.
Agora, um mês depois do ocorrido, o OMBUDSMAN da Folha admite o óbvio: a reportagem pecou na falta de detalhes e provas. A redação do jornal alegou que os documentos não foram divulgamos para “preservar a identidade dos indivíduos que só aceitaram colaborar com o jornal sob compromisso de anonimato.”
Não seria o caso da Folha apagar nomes dos envolvidos e, assim, divulgar os supostos documentos? E por que no dia seguinte da divulgação da reportagem, ao repercutir o caso, o jornal deu o fato como incerto?
O OMBUDSMAN da Folha, escrito pela jornalista Paula Cesarino Costa, encerrou-se assim:
“A construção técnica do texto e dos enunciados —da primeira página e internos— poderia ser mais precisa e transparente. Faltaram detalhes que corroborassem as evidências, mesmo sem que fontes fossem reveladas. Essa fragilidade gerou dúvidas nos leitores. Serve de alerta. Obriga a Folha a não esmorecer nem dar por encerrada a investigação.”
De qualquer forma, a investigação continua no TSE e as gigantes das redes sociais já enviaram manifestações à justiça brasileira para esclarecer que não houve impulsionamento na campanha do Bolsonaro. Rafael Rizzo https://www.mblnews.org/notas/um-mes-depois-folha-admite-falta-de-provas-em-reportagem-sobre-suposto-caixa-2/
A INTERNET (VOCÊ) ESTÁ DESMASCARANDO AS FAKE NEWS - CONTINUE - FLÁVIO BOLSONARO
#BoletimDaManha
CONFIRMADO! NÃO HOUVE CAIXA 2 VIA WHATSAPP NA ELEIÇÃO
*** A informação circulando na internet destrói a hegemonia petista. A agenda comunista só avança controlando a informação. *** "A censura que os comunistas exercem sobre a circulação das idéias em
todos os canais de cultura que eles dominam é MIL VEZES MAIS OPRESSIVA E
INTOLERANTE do que aquela que os militares um dia exerceram no Brasil.'
https://www.facebook.com/carvalho.olavo/posts/823751014443641 OLAVO DE CARVALHO · Impor
situações por meio do dinheiro, da intimidação e da propaganda, e
depois apresentá-las como inevitabilidades históricas espontâneas,
condenando como inimigos do progresso todos os refratários e
recalcitrantes, é um truque tão velho que já começa a funcionar às
avessas. Quem vem com essa conversa é como se ostentasse na testa o
rótulo de vigarista.
OLAVO DE CARVALHO · O controle hegemônico das escolas é O MAIS VASTO E MAIS PREPOTENTE SISTEMA DE CENSURA QUE JÁ SE IMPÔS A ESTE PAÍS.
"A
experiência de todos os países comunistas prova, sem a menor margem de
dúvida, que a esquerda revolucionária sempre esteve consciente da
importância crucial da censura e dos limites à liberdade de expressão
para a conquista e o exercício do poder. Essa é a única razão pela qual
os esquerdistas tanto combatem essas coisas numa democracia sobre a qual
ainda não tenham o poder total: para assegurar que elas estarão sempre
sob o seu controle monopolístico, sem que o adversário tenha a menor
chance de usá-las -- ou se usar qualquer recurso que remotamente se
pareça com elas -- para a manutenção da ordem legal vigente.
Por isso não há nada de estranho em que as vozes da esquerda se
mobilizem tão entusiasticamente para censurar o filme "O Jardim das
Aflições" quanto para estigmatizar como hedionda tentativa de censura
qualquer protesto contra a exposição obscena do Santander. Seu lema é: "O poder de censura é nosso, de mais ninguém." Só um idiota pode ver nisso alguma "incoerência". É procedimento de rotina, nada mais."
OLAVO DE CARVALHO A estratégia
dos comunistas com relação à mídia no Brasil consiste de duas operações
sucessivas; parasitá-la e depois matá-la. Enquanto se sentiam fracos,
trataram de infiltrar-se em todas as redações, dominá-las por dentro
pouco a pouco, promover-se e premiar-se uns aos outros e usar os jornais
e canais de TV, de maneira discreta e informal, como instrumentos para a
conquista da hegemonia cultural.
Tão
logo tiveram nas suas mãos o controle do Estado, passaram à segunda
etapa: jogar fora o corpo parasitado e exausto, eliminar as empresas de
que se serviram e transferir ao Partido (diretamente ou por meio de
ONGs) o controle direto dos meios de comunicação.
O
processo desenrola-se diante de nós com uma clareza deslumbrante, e
ainda há gente na “direita” que se entusiasma com as passeatas
anti-Globo.
Os comunistas DOMINAM a grande mídia por dentro e a ACHINCALHAM por fora. A fórmula é infalível.
ROGER SCRUTON - A ideologia comunista descartou a idéia de verdade como se fosse uma construção burguesa.
O que importava era poder — e você batizou como verdade aquelas doutrinas que o fornecem.
Essa maneira invencível de marginalizar a realidade foi exposta para todos por Orwell, Koestler,
Solzhenitsyn e, mais recentemente, Havel. Somente a educação em uma universidade moderna,
com doses repetidas de Foucault, Deleuze e Vattimo, pode cegar para os perigos de uma filosofia
que vê o poder como o verdadeiro objetivo do discurso. Infelizmente, essa educação existe,
e temos que viver com o resultado disso. Todos os que encontraram a máquina comunista estavam familiarizados com a abolição da distinção
entre verdade e poder, incluindo companheiros de viagem como Eric Hobsbawm e Ralph Miliband, que
aprovaram isso. O que importava ao Partido Comunista era a meta: a instalação do controle comunista
sobre o máximo possível do mundo civilizado. O mito do “cerco capitalista” — a descrição da expansão
militar soviética como uma “ofensiva de paz”, as invasões da Hungria, da Tchecoslováquia e do Afeganistão
como “assistência fraterna”: tudo parte da diplomacia da pós-verdade. A falsificação do discurso político
estendia-se às minúcias. Os judeus eram perseguidos não como judeus, mas como parte da conspiração
burguesa-sionista-capitalista. Os católicos foram presos por “subversão da república em colaboração com
uma potência estrangeira”. As tentativas da OTAN de instalar defesas antimísseis tornaram-se “atos de
agressão que desestabilizavam a Europa”. E assim por diante. O resultado era uma espécie de discurso
paranóico que não podia ser respondido com argumento racional, já que cada argumento era mais uma
prova de que todos os que denunciavam as mentiras também as diziam. A máquina de propaganda soviética
enfrentava todos os fatos gritando a plenos pulmões “mentiras!”, como um lógico louco que grita
“essa frase é falsa!”
ROGER SCRUTON
*
"Não esqueçamos que foi Lênin quem escreveu, com todas as letras:
"DIZER A VERDADE É UM MESQUINHO PRECONCEITO BURGUÊS."
"Será necessário recordar o que dizia ALEXANDER SOLJENITSIN:
bastaria que os russos deixassem de mentir e o comunismo afundaria."
(Vladimir Volkoff, PEQUENA HISTÓRIA DA DESINFORMAÇÃO)
* SEM
CENSURA, A MENTIRA NÃO COLA - "O cidadão, no sistema comunista, vive
oprimido (...) Em última análise, todos os jornais são oficiais, bem
como o rádio e outros meios de comunicação. Os resultados de tudo isso
não são grandes, e em nenhum caso correspondem aos meios e medidas
empregados. Porém, resultados consideráveis são conseguidos tornando
IMPOSSÍVEL A MANIFESTAÇÃO DE OPINIÕES que não sejam as oficiais e
combatendo as idéias contrárias. " (Milovan Djilas – “A Nova Classe”) "A esquerda prospera na exploração da ignorância, própria e alheia.
Onde quer que ela exerça a hegemonia, impera o mandamento de jamais ler
as obras de adversários e críticos, mas espalhar versões deformadas e
caricaturais das suas ideias e biografias, para que a juventude
militante possa odiá-los na ilusão de conhecê-los. Universidades que
professam dar cursos de marxismo capricham nesse ponto até o limite do
controle mental puro e simples." http://www.olavodecarvalho.org/estudar-antes-de-falar/
OLAVO DE CARVALHO · Vencer
os comunolarápios não basta. É preciso bani-los da vida pública PARA
SEMPRE. Entenderam? PARA SEMPRE. E só há um meio de fazer isso: Não
deixar que a velha geração esqueça e as novas gerações ignorem o que
eles fizeram. Os crimes inumeráveis que eles cometeram -- e os muitos
outros que preparavam -- garantiram para eles o direito à imortalidade: a
imortalidade da vergonha, do opróbrio e da desonra. Negar-lhes isso é
fazer-lhes uma tremenda injustiça.
WHATSAPP NÃO É IMPRENSA E TUA OPINIÃO NÃO É NOTÍCIA FALSA OU VERDADEIRA SENSOINCOMUM · A
esquerda culpava a burguesia, depois o imperialismo, depois a mídia,
depois a CIA e o Sérgio Moro por seu fracasso. Hoje identificaram o
maior fascista: a tia Lourdes do Zapzap. http://sensoincomum.org/2018/10/21/legalizem-a-tia-lourdes-do-zapzap/
PAULO FERNANDO Conforme
reportagem da Folha de SP, do dia 18/10/2018, noticiando o uso de redes
sociais para caracterização de abuso dos veículos de comunicação
social, por parte da campanha de Bolsonaro, como especialista da área, temos os seguintes pontos que a ação (AIJE) não comprovou na inicial: Ponto 1: utilização indevida dos meios de comunicação social - falta de possibilidade jurídica do enquadramento do WhatsApp
A
ferramenta WhatsApp não se enquadra no tipo do artigo 22 da LC 64/90,
pois a ação referente à utilização indevida dos meios de comunicação
social exige o uso elevado dos VEÍCULOS DE IMPRENSA servindo de
instrumentos de promoção de candidatura e não empresas ou terceiras não
ligadas à imprensa. O WhatsApp não é veículo de imprensa, sua natureza
jurídica é totalmente diferente de imprensa. Como normas constitucionais
de soberania popular - direitos políticos - devem ser interpretados
restritivamente, não se pode ampliar o objeto da AIJE para WhatsApp
provocado por terceiros (empresas ou pessoas físicas em meio de WhatsApp
e não por veículo de imprensa), sob pena do Judiciário atuar como
legislador positivo.
Ponto 2: o abuso dos veículos
de imprensa, assim considerados, deve ter proporção suficiente a
comprometer a normalidade e legitimidade do evento eleitoral. Sem abuso,
por parte do veículo de imprensa e não de terceiros, não há abuso, ou
seja, se o objeto dos abusos (fake news) não forem instrumentalizados do
WhatsApp para os veículos de imprensa, não há sequer fato típico.
Ponto
3: somente quando um veículo de comunicação social (rádio, jornal,
televisão), não observar a legislação eleitoral, causando benefício
eleitoral a determinado candidato ou prejuízo específico a outro ou
partido ou coligação é que ocorre o tipo do artigo 22 da LC 64/90. Vale
dizer que o abuso tem que ter participação ou anuência, ainda que tácita
do veículo de comunicação envolvido. Não se configura no entanto, se um
terceiro, empresa ou pessoa física, utilizando-se da compra de um
espaço midiático, ali prática a conduta abusiva, mas sem anuência do
titular do veículo de comunicação. E sendo WhatsApp não se enquadra como
veículo de comunicação e ainda que se enquadrasse, não teria ele
anuído, sendo “crime impossível” (analogia ao artigo 17 do CP) ou “abuso
impossível” por absoluta impropriedade do meio
Ponto
4: Supremo Tribunal Federal proibiu doação de empresa a partidos e
candidatos em pleito eleitoral (fonte vedada). Se uma empresa (pessoa
jurídica) fizer doação disfarçada de contrato de notícias falsas, sem
prova da anuência implícita do candidato, responderá ela e não o
candidato para não gerar “efeito colateral” que veremos a seguir.
Ponto
5: Os legitimados passivos na AIJE são os candidatos e terceiros
(apenas pessoa física e não jurídica !!!) que praticarem o abuso em
benefício de candidato e com sua anuência, ainda que implícita. Se não
houver identificação da anuência implícita e ainda identificação dos
terceiros que estejam ligados ao candidato e com nexo dessa ligação,
faltará a obrigatoriedade de litisconsórcio passivo entre candidato e
“extraneos benfeitor”, ou seja, a ação (AIJE) “nasceu morta”!
Aprofundemos.
Se
empresas estão fazendo contrato para disseminar fake news, somente tais
dirigentes destas é que responderão, porém, sem responsabilidade do
candidato, já que empresa não pode doar em campanha eleitoral(STF e Lei
13.165/2015), tanto que o artigo 81 da Lei 9.504/97 foi revogado pela
Lei 13.165/2015.
Do contrário, bastaria uma empresa do adversário fazer “fake news ao reverso” e acusar o candidato(efeito colateral).
Em
termos metafóricos, é a mesma coisa que processar o adversário por
abuso do meio político, pela facada que Bolsonaro sofreu, com base em
filiação do criminoso em partido de esquerda no passado, por mera
responsabilidade objetiva que é vedada na esfera criminal e na eleitoral
é apenas aceita se presente a teoria da anuência implícita.
Outro
absurdo seria responsabilizar Bolsonaro porque um eleitor dito
simpatizante e homicida resolve matar na Bahia um eleitor simpatizante
do outro partido. Faltaria nexo no liame subjetivo.
Seria o mesmo que responsabilizar o marceneiro que fez a cama para servir de adultério ou de prática de um homicídio na mesma.
Portanto,
mesmo em AIJE, é necessária a utilização da “teoria da anuência
implícita”(da jurisprudência do artigo 41-A da LE) para evitar fraude
eleitoral acusando candidato inocente(efeito colateral).
Assim,
não há no caso desta AIJE a chamada teoria da 'anuência implícita',
espécie de nexo causal entre a conduta do terceiro para o candidato que
pratique abuso como mandante.
Ademais, segundo as
resoluções do TSE para 2018, o Whatsapp se enquadra nas regras de uso
das redes sociais APENAS PARA FINS DE PROPAGANDA ELEITORAL, JAMAIS PARA
ABUSO envolvendo candidato sem prova de anuência implícita, ou seja, os
eleitores não podem pagar por impulsionamento e nem fazer propaganda
disfarçada de um candidato. Mas isto não pode automaticamente gerar
abuso para o candidato, senão o processo eleitoral com responsabilidade
objetiva pode servir de instrumento de fraude processual, preferência
política (ativismo judicial) em total ofensa à soberania popular.
Portanto,
FALTA TIPICIDADE ELEITORAL, além do ÔNUS PROBATÓRIO QUE COMPETE A PARTE
AUTORA que deve provar que houve gasto a favor da candidatura vindo
fora do orçamento da campanha e com “anuência implícita” do candidato,
senão o adversário pode contratar empresa para produzir fake news contra
si próprio e acusar o adversário (efeito colateral) para gerar
responsabilidade objetiva.
Assim, basta pedir ao
Corregedor Geral Eleitoral do TSE, mediante simples cognição sumária,
constatar a ausência de uma condição da ação e requerer a extinção do
processo SEM resolução do mérito, por carência de ação (art. 485, VI,
Novo CPC) ou caso instrua o feito no mérito, requerer ao final a
litigância temerária ou de má-fé e aplicar o crime do artigo 25 da LC
64/90 para parte contrária.
A Vera, como muitos eleitores mal informados, iguala Bolsonaro ao Haddad, iguala o peso de impressões e medos, oriundos muitas vezes de campanhas difamatórias, ao de provas concretas expostas pela Lava Jato.
***
OLAVO DE CARVALHO:
OLAVO DE CARVALHO · "A
diferença entre os crimes do Bolsonaro e os do PT é que aqueles são
todos futuros e hipotéticos, os do PT são fatos materiais passados e
presentes."
"TUDO, na vida intelectual, depende de uma distinção clara entre o que você SABE, o que lhe PARECE RAZOÁVEL, o que você ACHA e o que você apenas IMAGINA. Os quatro discursos de Aristóteles."
"Trinta anos de estudos sobre a mentalidade revolucionária convenceram-me de que ela não é a adesão a este ou àquele corpo de convicções e propostas concretas, mas a aquisição de certos cacoetes lógico-formais incapacitantes que acabam por tornar impossível, para o indivíduo deles afetado, a percepção de certos setores básicos da experiência humana. A mentalidade revolucionária não é um conjunto de crenças, é um sistema de incapacidades adquiridas, que começam com um escotoma intelectual e culminam numa insensibilidade moral criminosa.."
"SABER algo é apenas perceber, num dado momento, que determinada afirmação confere com a realidade dos fatos. TER CONSCIÊNCIA de algo é sabê-lo permanentemente e levá-lo em conta mesmo quando você não está pensando nisso."
"Analisar os escritos de pessoas insuficientemente alfabetizadas, ( ...) é sempre um trabalho duplo, porque suas idéias não brotam nem da natureza dos objetos sobre os quais falam, nem das potências estéticas do idioma, nem da lógica das coisas, nem de tradições culturais objetivamente identificáveis, mas de associações verbais gratuitas e idiossincráticas (pessoais ou grupais), de simulações histéricas ou de macaqueações sem sentido, que têm de ser analisadas como os sonhos de um neurótico no divã do psicanalista."
"A imparcialidade do jornalismo brasileiro, especialmente da Fôia, consiste em manter uma severa e neutra equidistância entre a verdade e a mentira."
***
Olavo de Carvalho · Carroll
Quigley, o grande historiador americano (e professor do Bill Clinton),
ensinava que, quando as armas são baratas e de fácil acesso, há uma
época de igualitarismo e liberdade; quando as armas se tornam caras e
de difícil manejo, vêm as épocas de tirania e controle social opressivo.
O MESMO, DIGO EU, SE DÁ COM OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO. Quando só os de
cima podem falar, aos de baixo só resta gemer escondidos no porão. É por
isso que petistas e similares têm uma ânsia irrefreável de controlar a
internet, tirando a única arma de que dispomos, a arma que, furando a
placa de chumbo da censura branca, vai eleger o Bolsonaro.
OLAVO DE CARVALHO · "Repito:
O Caggad deseja a legitimação do erotismo entre mães e filhos como uma
POLÍTICA DE ESTADO. Não se trata de uma simples opinião pessoal dele --
que, de fato, ele nunca emitiu, porque não é homem de dizer sinceramente
o que pensa --, mas uma estratégia global de mudança dos valores e
critérios de conduta em toda a sociedade, especialmente na vida íntima
das famílias. Uma opinião pessoal seria apenas uma indecência sem maior
importância. O plano que ele JÁ pôs em ação -- felizmente com resultados
pífios até agora -- é uma manobra de engenharia social simplesmente
MACABRA,"
OLAVODECARVALHO · “O
Comunismo foi fundado pelo demônio. Lúcifer é o seu chefe e a
disseminação de sua doutrina é a guerra do diabo contra Deus. Conheço o
comunismo e sei que é diabólico. É a continuação da guerra dos anjos
maus contra o criador e seus filhos”.
JAIR MESSIAS BOLSONARO-
"Mensalão, Petrolão; mais de 60 mil assassinatos e 50 mil estupros por
ano; apoio às ditaduras venezuelana e cubana; ex-presidente,
tesoureiros, ministros, parlamentares, marketeiros, presos e
investigados por corrupção... quem precisa de Fake News quando se tem
esses fatos?" * EMÍLIO DO PÂNICO MANDA A REAL SOBRE HADDAD E DEIXA TODO MUNDO BOLADÃO 😂👇👇 https://www.facebook.com/gilda.eliote/videos/2215062075170798/
*** OLAVO DE CARVALHO · Essa
petezada, enlouquecida pela humilhação e pelo medo de ter de pagar
pelos seus crimes, parte agora para o golpe de Estado, querendo impugnar
a eleição que ela mesma, até ontem, proibia criticar. 4 h · "O
deputado Dana Rohrabacher está pedindo que o secretário de Estado Mike
Pompeo fique de olho na interferência do Irã, da Venezuela e do
Hezbollah nas eleições brasileiras." 4 h · Vocês
já notaram a permanente expressão de medo nos olhos do Caggad? Não é
medo do Bolsonaro. É medo do que o PT vai fazer com o seu candidato
perdedor. 5 h - Foi
nas CPIs de 1993 que o PT começou a aplicar o truque de mandar algum
jornalista publicar uma fofoca qualquer contra algum de seus adversários
e depois usar essa mesma notícia como "prova" judicial (por absoluta
inexistência de outras). Decorrido um quarto de século, essa organização
criminosa ainda faz uso do mesmo expediente e os jornalistas continuam a
ajudá-la com a mesma subserviência abjeta e a mesma falta de
escrúpulos. 5 h · Recebi
por inbox. Não sei se a informação procede ou não, mas é claro que
merece atenção. De fato, como diz o autor, só ao PT, partido do
desespero e da histeria, interessam a violência e o caos. O resto da
nação quer votar em paz e eleger o candidato que o coração do povo já
escolheu.
9 h · Esse sujeito não teve 35 milhões de votos NEM CAGANDO.
https://www.facebook.com/apoioajairmessiasbolsonarobrasil/videos/2135213646806232/ 10 h · Como
se não bastasse ter de lutar contra toda a grande mídia e uma legião de
intelectuais venais, ainda tenho de enfrentar a equipe do Facebook,
mais petista que o PT, que some com as minhas postagens: 10 h · Assim
como num dia louva a psicanálise por ser materialista e no dia seguinte
está comendo hóstia para parecer católico, num dia o filho da puta quer
a "desconstrução" das famílias, no dia seguinte o voto delas. Nunca
houve, na política brasileira, figura mais abjeta do que esse Caggad.
Nem o Lula era tão nojento. 14 h · Repito:
ao subscrever a estratégia frankfurtiana de "desconstrução da família" e
adotá-la para o PT, o Caggad NECESSARIAMENTE aprova e incentiva
práticas de tipo incestuoso 14 h · Armaram
um jogo de aparências simplórias para jogar areia nos olhos do leitor,
ocultando uma estratégia complexa e maliciosa. Não há mais jornalistas
na mídia nacional. Só cabos eleitorais do Caggad. 15 h · Às vezes um comunista diz a verdade que todos os outros estão escondendo: LINDBERGH FARIAS COM MEDO DE SER PRESO 19 h · Senso Incomum
Além
da Rússia, a hashtag "Caixa 2 do Bolsonaro" desponta em destaque na
Ucrânia e em Belarus, após ser criada em cima de uma fake news sem
provas da Folha de S. Paulo
20 h · Quando
falam de Antonio Gramsci, louvam a sua habilidade de dizer as coisas
sem que o inimigo as entenda. Mas, quando dizemos que estão fazendo
exatamente o que ele fazia, se fingem de escandalizadinhos. 20 h · Desde
1848 os comunistas têm uma longa prática de escrever em jargão obscuro
para burlar, seja a censura, seja a platéia hostil, dizendo tudo de modo
a poder, em caso de necessidade, tudo desdizer. O Caggad aprendeu
direitinho OLAVO DE CARVALHO · Escrevi em 2004 e repeti em 2015:
“O PT, como digo há anos, não veio para alternar-se no poder com outros
partidos — muito menos com os da ‘direita’ — segundo o rodízio normal
do sistema constitucional-democrático. Ele veio para destruir esse
sistema, para soterrá-lo para sempre nas brumas do passado, trocando-o
por algo que os próprios petistas não sabem muito bem o que há de ser,
mas a respeito do qual têm uma certeza: seja o que for, será definitivo e
irrevogável."
Olavo de Carvalho · Carroll
Quigley, o grande historiador americano (e professor do Bill Clinton),
ensinava que, quando as armas são baratas e de fácil acesso, há uma
época de igualitarismo e liberdade; quando as armas se tornam caras e
de difícil manejo, vêm as épocas de tirania e controle social opressivo.
O MESMO, DIGO EU, SE DÁ COM OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO. Quando só os de
cima podem falar, aos de baixo só resta gemer escondidos no porão. É por
isso que petistas e similares têm uma ânsia irrefreável de controlar a
internet, tirando a única arma de que dispomos, a arma que, furando a
placa de chumbo da censura branca, vai eleger o Bolsonaro.
*
BIA KICIS · Esquerda desesperada entra com ação contra Bolsonaro. Ainda querem nos tirar o WhatsApp:
Uma coisa é CRIAR notícia falsa e outra é
compartilhar uma opinião, suspeita, hipótese, e toda informação que
precise ser confrontada e investigada para se chegar à verdade. É obrigação da
população fazer isto, já que a imprensa abdicou dessa função e se
transformou em máquina de propaganda e manipulação. Não sei em que
categoria se encaixam os atos dessa mulher. Precisamos saber e
defendê-la, se for o caso. O TSE, a PGR e o STF são os verdadeiro culpados das desconfianças do eleitor quando impediram a transparência do processo eleitoral. O que se soma a todo o descrédito que as instituições colhem hoje depois de Mensalões, Petrolões, Lava Jato...