Todo o lucro e poder que a corja está obtendo vêm do perigo e do
medo que o teatro pandêmico impõe às populações. Superdimensionar o
perigo empodera essas autoridades, concede-lhes o CONTROLE cada vez maior sobre nossas liberdades e direitos, dá-lhes oportunidade de cometer todo tipo de atrocidades. Pesquise IRON MOUNTAIN REPORT.
Hoje
a adesão ao lockdown e a rejeição ao tratamento precoce são
motivadas pela pressão comunista que vai desde bullying, cancelamento,
até
criminalização. Ao invés de realizar pesquisas e discussões com
especialistas (e convencer as pessoas ao invés de obrigá-las), a corja
PERSEGUE ESPECIALISTAS. Resultado: a verdade é esmagada pelo rolo
compressor do poder espúrio esquerdista. Comunismo é isso, sempre foi. É
assim que eles conseguem o consenso, é consenso por pressão. É assim
que eles forçam a alma a se trair. É preciso desmascarar esse modus
operandi.
Por que, em 1984, Winston Smith trabalha no Ministério da Verdade,
destruindo
os registros de fatos passados? Porque apagar a memória permite ao PODER
atomizar a sociedade (extinguindo identidades e os elos sociais) e
reescrever a história.
A
esquerda não precisa da verdade, a verdade a ameaça. A esquerda precisa
de censura para poder mentir e erguer seu Império do Engodo, onde o poder define tudo: o que é verdade, o que é bem e mal, quem são os inimigos
a ser cancelados. A esquerda só precisa do poder.
Acabei de ler um livro "Uma Nova Doença Mental na Urss : a Oposição" onde os autores (Vladimir Boukovsky, etc.) expõem o absurdo artifício de transformar o pensamento dissidente em uma categoria de doença mental, perigosa, passível de internação forçada e, ao mesmo tempo, de PUNIÇÃO, ilegal e portanto sem controle, chegando ao risco de morte.
"Todos
os registros foram destruídos ou falsificados, todos os livros foram
reescritos, todos os quadros foram repintados, todas as estátuas, todas
as ruas, todos os edifícios renomeados, todas as datas foram alteradas. E
o processo continua dia a dia, minuto a minuto. A história se
interrompeu. Nada existe além de um presente interminável no qual o
Partido tem sempre a razão.” George Orwell
*
"Então em que os espiões romenos e soviéticos empregavam seu tempo nos
anos da Guerra Fria? Gen. Pacepa diria que "enquadrando", ou seja,
reescrevendo a história e manipulando registros, documentos etc., a fim
de causar acontecimentos. Qual o propósito dessa dezinformatsiya? Ah,
ninharias como usar vazamento de informações através da imprensa para
destruir a reputação de um líder nacional ou religioso, promover a
disseminação do anti-semitismo, criar ressentimento contra os Estados
Unidos e Israel no mundo árabe."
"Gen. Pacepa escreveu que no bloco soviético havia mais gente
trabalhando em DEZINFORMATSIYA do que nas forças armadas ou na indústria
de defesa."
Do livro DESINFORMAÇÃO
*
"O totalitarismo comunista, como organização social, política,
cultural, econômica é caracterizado por três elementos. Em primeiro
lugar, pela recusa à memória. A aversão, a hostilidade diante da memória
o faz mnemófobo. Ele age, por todas as suas instituições, para a
destruição da memória. Em segundo lugar, é uma organização que procura a
destruição dos valores, e, neste sentido, é axiófobo. E, não em último
lugar, detesta o espírito, portanto é uma organização de tipo noofóbica.
Portanto, o comunismo é mnemofóbico, axiofóbico e noofóbico.”" (Do
Comunismo - O Destino de Uma Religião Política, de Vladimir Tismăneanu) https://livrariadobernardo.com/do-comunismo
*
"Numa análise do livro de Orwell (1984), Allain
Besançon argumenta que a sociedade totalitária imaginada por este autor
só pode ser compreendida em termos teológicos. Pois é uma sociedade
fundada numa negação transcendental, numa suprema recusa da condição
humana, para a qual não há nem pode haver nenhuma réplica. Nessa
sociedade só há poder, e a finalidade do poder é obter mais poder. Onde
deveria haver amor há apenas uma ausência; no lugar da lei, da
obrigação, da amizade, da responsabilidade e do justo também ocorre o
mesmo. A verdade é definida pelo poder, e a realidade é apenas um
constructo do poder." (Roger Scruton - Argumentos para o
Conservadorismo)
* "Mais
de setenta anos atrás o Partido Comunista da URSS instruiu os
militantes de todos os partidos comunistas do mundo para que dominassem
as cátedras de História e as associações de historiadores de seus
países respectivos, assim como todas as redações de dicionários e
enciclopédias. Quando Antonio Gramsci teve essa idéia, Stalin já a
estava realizando. As consequências propagam-se até hoje, no planeta
inteiro." https://www.facebook.com/carvalho.olavo/posts/893021860849889
*
A questão é a seguinte: o vandalismo de hoje demonstra a franca
disposição em APAGAR A MEMÓRIA NACIONAL, para que a história seja
reescrita mantendo-se apenas os elementos ideológicos PERMITIDOS.
Começam substituindo as palavras. “Mas é só uma palavrinha, o que que tem, amigue?”
Depois, vão retirando pessoas “inconvenientes” das redes sociais.
Após, vão queimando estátuas.
Ver também
Daqui a pouco queimarão os livros, digamos, inoportunos…
Depois, as igrejas – essas reacionárias!
Ao final do processo, queimar pessoas – os inimigos do regime – já não soará tão terrível assim.
“Ruas, pedras comemorativas, estátuas, nomes de ruas – tudo quanto
pudesse lançar luz sobre o passado fora sistematicamente alterado.
– Nunca soube que foi uma igreja.” (George Orwell, 1984)
Holocausto foi o nome dado à aniquilação sistemática de milhões de
judeus em mãos dos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. Mas esse
acontecimento foi precedido pelo Bibliocausto, a destruição dos livros.
"Onde queimam livros, acabam queimando homens", escreveu Heinrich
Heine. A destruição de livros em 1933 foi apenas o prólogo da matança
que se seguiu.
A barbárie começou em 30 de Janeiro de 1933, quando o presidente da
República de Weimar designou Hitler como chanceler. Hitler, líder do
fracassado golpe de Estado de 1923, não perdeu tempo e concebeu uma
estratégia de intimidação contra judeus, sindicatos e o resto dos
partidos políticos. Em 4 de Fevereiro, a Lei de Proteção do Povo Alemão
restringiu a liberdade de imprensa e definiu o esquema de confisco de
qualquer material definido como perigoso. No dia seguinte as sedes do
Partido Comunista foram atacadas e suas bibliotecas incendiadas. No dia
27, foi a vez do Parlamento Alemão, incendiado, juntamente com seus
arquivos.
No dia seguinte, a mesma lei de "proteção ao povo" foi
reformada para legitimar mais medidas aberrantes: autorizou o governo a
suspender direitos constitucionais que garantiam liberdades individuais,
de expressão e opinião, bem como a liberdade de imprensa e o direito de
reunião e formação de associações. O sigilo de comunicação postal foi
suspenso, e o governo estava autorizado a conduzir operações de busca e
apreensões nas residências. O decreto estabelecia que aquele que
estivesse envolvido em "graves tumultos" por meio do uso de armas ou
cooperação voluntária com pessoas armadas estaria sujeito à pena de
morte ou prisão perpétua.
Então, em eleição manipulada, o Partido Nazista obteve a maioria do novo Parlamento e nasceu o Terceiro Reich.
Goebbels convenceu Hitler sobre a necessidade de levar ao extremo as
medidas que estavam sendo executadas e criou o Ministério do Reich para a
Educação do Povo e para a Propaganda. Em 8 de Abril enviou um memorando
às organizações estudantis propondo dar continuidade à destruição de
livros proibidos. Daí em diante o movimento incendiário só cresceu.
Intelectuais e alguns dos mais importantes filósofos aderiram. Em 9 de
maio Goebbels convocou a classe artística para extirpar os traços
judaicos da cultura alemã. Em 10 de maio foram queimados livros em
várias cidades: Bonn, Bremen, Breslau, Dreden, Frankfurt, Gottingen,
Hannover, Munique, Nuremberg e outras.
O bibliocausto se estendeu Alemanha afora, seguindo o caminho da
expansão alemã. Wacław Sierpiński, matemático alemão, que teve suas
obras e sua biblioteca arrasadas escreveu: "Eles queimaram a biblioteca
da Universidade de Varsóvia que continha milhares de volumes, revistas,
obras matemáticas e milhares de reimpressões de livros matemáticos de
diversos autores. Todas as edições de Fundamenta Mathematica (32 tomos) e
dez tomos de Monografia matemática foram completamente queimados."
(Dos livros História Universal da Destruição dos Livros, de Fernando Baéz, e Hitler e o Desarmamento de Stephen Halbrook)
* Por
que há tantos livros e filmes sobre cada um dos genocidas nazistas,
mesmo os mais insignificantes, enquanto sobre os seus concorrentes
comunistas reina o mais discreto silêncio, como se a criminalidade
comunista existisse apenas como generalidade abstrata sem autores
individuais exceto Stalin? Mais se escreveu sobre Goebbels, um medíocre
deslumbrado, do que sobre o verdadeiro gênio da propaganda, Willi
Munzenberg, criador do sistema comunista de dominação mental das massas.
Por que? É simples: as artimanhas de Goebbels são curiosidades do
passado histórico, enquanto a rede Munzenberg está viva e atuante em
toda a grande mídia ocidental. https://www.facebook.com/olavo.decarvalho/posts/10159303514567192
*
E tem mais: para que um punhado de esquerdista pareça ser mais do que é, basta destruir grandes marcos da História. Destruir é muito mais fácil do que construir, e ser esquerdista também é.
O perigo da censura é MUITO maior que o de qualquer fake news. Diria que hoje é o maior
perigo de todos. Mentiras sobrevivem graças à censura e à
falta de informações. É a FALTA de informações, e não o excesso, o que
nos atrapalha. A censura apenas blinda as fake news dos poderosos, dos
que tem o poder de esclarecer mas preferem censurar. Se o povo não tem
liberdade total de opinião, de expressão, ele não pode fazer o que
SEMPRE faz: a triagem e o fact checking das informações e a vigilância
democrática sobre os poderes. O POVO É O ÚNICO QUE DESEJA A VERDADE. E a
internet, por isso, é a pedra no sapato de quem tem muito a esconder.
"Preparem-se. Nos próximos anos a desordem do mundo atingirá o
patamar da alucinação permanente e por toda parte a mentira e a
insanidade reinarão sem freios. Não digo isso em função de nenhuma
profecia, mas porque estudei os planos dos três impérios globais e sei
que nenhum deles tem o mais mínimo respeito pela estrutura da
realidade. Cada um está possuído pelo que Eric Voegelin chamava "fé
metastática", a crença louca numa súbita transformação salvadora que
libertará a humanidade de tudo o que constitui a lógica mesma da
condição terrestre. Na guerra ou na paz, disputando até à morte ou
conciliando-se num acordo macabro, cada um prometerá o impossível e
estreitará cada vez mais a margem do possível. A Igreja Católica é a
única força que poderia, no meio disso, restaurar o mínimo de
equilíbrio e sanidade, mas, conduzida por prelados insanos, vendidos e
traidores, parece mais empenhada em render-se ao espírito do caos e
fazer boa figura ante os timoneiros do desastre. No entanto, no fundo
da confusão muitas almas serão miraculosamente despertadas
para a visão da ordem profunda e abrangente que continua reinando,
ignorada do mundo. Muitas consciências despertarão para o fato de que o
cenário histórico não tem em si seu próprio princípio ordenador e só
faz sentido quando visto na escala da infinitude, do céu e do inferno.
Essas criaturas sentirão nascer dentro de si a força ignorada de uma fé
sobre-humana e nada as atemorizará." Olavo de Carvalho