CENSURA, DITADURA, POLITICAMENTE CORRETO

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segunda-feira, 2 de novembro de 2020

CENSURA - O ESQUERDISMO SOBREVIVE DA OCULTAÇÃO DE EVIDÊNCIAS



No embate político entre esquerda e direita, uma questão se expõe evidente: a esquerda nunca teve a realidade factual a seu lado, tendo ela sempre precisado recorrer a toda sorte de embustes para provar o contrário do que estava evidente à luz clara da razão. A cosmovisão da esquerda é como a feminilidade de um travesti. Um travesti precisa se valer de substâncias que bloqueiem a produção dos hormônios masculinos, se a injeção dessas substâncias for descontinuada, naturalmente as características sexuais masculinas voltam a aparecer. Assim também é a cosmovisão da esquerda. Para manter a população favorável à agenda da esquerda, a elite política esquerdista precisa bloquear o acesso à informação, aos dados factuais. Não é à toa que em todos os países nos quais a esquerda governa, os meios de comunicação são controlados pelo governo para que as pessoas possam entrar em contato apenas com o que interessa ao regime. Repetindo: não basta apenas ter a supremacia da produção de narrativas, é preciso controlá-la completamente, estabelecer uma hegemonia absoluta, não permitir nenhum acesso a nenhum contraponto, alcançar a completa supressão do dissenso.


A sabedoria popular apregoa que a mentira tem perna curta. A mentira e a verdade são como as trevas e a luz. Não existe absolutamente nada que as trevas possam fazer para prejudicar a luz, mas, ao contrário, a mais tênue réstia de luz é suficiente para neutralizar as trevas. Esse é o motivo pelo qual a esquerda não aceita o debate. O debate pressupõe a justaposição e consequente comparação entre versões antagônicas dos fatos. Se a esquerda aceitar o debate, estará assinando sua sentença de morte. Se a esquerda permitir o acesso ao discurso contrário, se for dada oportunidade de que as pessoas conheçam o que defende a esquerda e o que defende a direita, se ambos os discursos forem comparados à luz da razão, quem os comparar não vai demorar a se dar conta de todos as falácias, maracutaias, malabarismos semânticos e demais tipos de embustes nos quais a esquerda se sustenta. É assim desde sempre.

Karl Marx tinha a tese de que o livre mercado aumentaria a desigualdade econômica. Segundo ele, os ricos enriqueceriam e os pobres empobreceriam até o patamar da miséria, na qual seriam mantidos pelos detentores dos meios de produção. No afã de comprovar sua tese, recorreu aos dados dos relatórios anuais do Parlamento da Inglaterra, os famosos Blue Books. Ocorre que após estudar esses relatórios, constatou que, ao contrário do que ele estava dizendo, a condição social da classe operária tinha melhorado muito mais do que a dos detentores dos meios de produção, o que na verdade se configurava como uma REDUÇÃO da desigualdade. Como os dados que ele tinha em mãos não corroboravam com a tese, o que fez o herói da esquerda? Ele fez o que a esquerda faz desde então: falsificou dados. Inventou dados da cabeça dele, em conformidade com a tese que queria provar e os publicou no compêndio de lorotas que leva o nome de “O Capital”. Karl Marx simplesmente esperou que ninguém conferisse os números, que a palavra dele fosse tomada como verdade apriorística e o engodo sobreviveria.

(...) Entra em cena o “hate speach”

"Toda a propaganda de guerra, toda a gritaria, as mentiras e o ódio, vêm invariavelmente das pessoas que não estão lutando."

George Orwell

Assustada com a perda da hegemonia da construção de narrativas, sentindo-se acuada com as objeções que passaram a questionar seu discurso, e sabendo que se entrasse em um embate com os opositores ela perderia, a esquerda hoje trabalha para neutralizar o que ela chama de “recrudescimento do conservadorismo”, mas que na verdade nada mais é do que o fenômeno do povo se libertando dos grilhões aos quais a esquerda lhe manteve sob julgo durante décadas. E qual a melhor maneira de realizar essa neutralização? Simples: é preciso fazer aqueles que ainda estão sob efeito do transe que antipatizem os que já se libertaram. Assim, a esquerda passou a associar a pecha de “discurso de ódio” a qualquer crítica que se realize contra ela. Esse é o motivo pelo qual assa expressão “discurso de ódio” entrou em moda de repente na mídia mainstream e na fala dos luminares da esquerda. Para onde quer que se olhe, lá estará um esquerdista se dizendo “vítima de discurso de ódio” ou, quando não é possível vitimizar a si mesmo, afirmando que “o recrudescimento da do conservadorismo burguês frente às conquistas do partido dos trabalhadores para os mais necessitados está despertando nessa mesma burguesia o discurso de ódio em relação aos agentes desse avanço popular”. 

http://meuprofessordehistoriamentiupramim.blogspot.com.br/2015/10/para-entender-o-que-se-esconde-por-tras.html

Filipe G. Martins

Há anos, qualquer pessoa que não seja de esquerda e que não se submeta ao silêncio absoluto ou não aceite ausentar-se totalmente dos debates públicos tem de lidar com a possibilidade de ver "mudadas em armadilhas as verdades que dissera".

Todo comentário descuidado, toda opinião rapidamente esboçada, toda palavra dita no calor do momento e toda tentativa fracassada ou bem-sucedida de tirada humorística pode (e frequentemente é) distorcida e usada em acusações maliciosas, destinadas a mostrar que somos seres odiosos; racistas, sexistas, homofóbicos e seja lá qual for a última tendência em matéria de preconceito.

Tudo o que dizemos ou fazemos é sempre interpretado da pior maneira possível pelas criaturinhas tolerantes que povoam nossas universidades, redações e repartições públicas, num esforço de demonizar não apenas os nossos nomes, mas também as nossas crenças, os nosso valores, as nossas tradições e tudo o que consideramos mais elevado e sagrado.

Por outro lado, o establishment cultural, a esquerda e o beautiful people desejam produzir, colecionar e exibir "arte" que sexualiza crianças e retrata de modo positivo e propagandístico toda sorte de bestialidade sem ter de lidar com a acusação (de resto óbvia) de que isso os torna entusiastas de abominações como a pedofilia e a zoofilia. Mais: eles querem escarnecer, vilipendiar e tratar como objeto de chacota tudo o que há de mais sagrado para o povo brasileiro sem ter que lidar com qualquer tipo de reação negativa, mesmo as mais pacíficas e civilizadas como o boicote e a crítica, e fazem isso ao mesmo tempo que exigem que tratemos como sacro-santa qualquer tara ou bizarrice sexual por eles cultivada. Eles podem tudo. Nós não podemos nada.

Eis mais um dos muitos frutos perversos do relativismo moral e cultural: todo e qualquer ataque às tradições consagradas da civilização deve ser aplaudido e recebido com entusiasmo; entretanto, até a mais moderada das críticas ao freak show esquerdista deve ser tratada como um risco de segurança pública, uma ameaça à liberdade e ao mundo civilizado.

Não devemos nos deixar enganar por quem está tentando mudar de assunto e colocar a "liberdade de expressão" no centro da discussão. Este não é um debate sobre preceitos formais, é um debate sobre valores substantivos. O pessoal das micro-agressões, dos trigger warnings, dos safe spaces, dos lugares de fala, nada tem a dizer sobre a liberdade de expressão. Muito menos sobre a arte, a não ser nas nada infrequentes ocasiões em que essa gente está tentando proibir a leitura de Shakespeare, Dostoiévski e Monteiro Lobato ou exigindo a demolição de estátuas e esculturas. Para eles a questão é simples: não se trata de defender a liberdade ou a arte, mas de destruir a verdade, as virtudes e a beleza. Por isso mesmo, não é difícil se dar conta de que a única liberdade que está em risco é a liberdade do cidadão comum de defender seus valores e suas crenças contra a hidra diversionista que quer destruí-lo; a liberdade de perseverar na defesa daquilo que os engenheiros sociais querem extirpar e substituir. Nenhum texto alternativo automático disponível.
https://www.facebook.com/filipe.garcia.5621/posts/1155939414550407


A experiência de todos os países comunistas prova, sem a menor margem de dúvida, que a esquerda revolucionária sempre esteve consciente da importância crucial da censura e dos limites à liberdade de expressão para a conquista e o exercício do poder. Essa é a única razão pela qual os esquerdistas tanto combatem essas coisas numa democracia sobre a qual ainda não tenham o poder total: para assegurar que elas estarão sempre sob o seu controle monopolístico, sem que o adversário tenha a menor chance de usá-las -- ou se usar qualquer recurso que remotamente se pareça com elas -- para a manutenção da ordem legal vigente.
Por isso não há nada de estranho em que as vozes da esquerda se mobilizem tão entusiasticamente para censurar o filme "O Jardim das Aflições" quanto para estigmatizar como hedionda tentativa de censura qualquer protesto contra a exposição obscena do Santander.
Seu lema é: "O poder de censura é nosso, de mais ninguém."
Só um idiota pode ver nisso alguma "incoerência". É procedimento de rotina, nada mais.

https://www.facebook.com/olavo.decarvalho/posts/10155627390667192



A MANEIRA RUSSA DE MENTIR - ROGER SCRUTON
 A ideologia comunista descartou a idéia de verdade como se fosse uma construção burguesa. O que importava era poder — e você batizou como verdade aquelas doutrinas que o fornecem. Essa maneira invencível de marginalizar a realidade foi exposta para todos por Orwell, Koestler, Solzhenitsyn e, mais recentemente, Havel. Somente a educação em uma universidade moderna, com doses repetidas de Foucault, Deleuze e Vattimo, pode cegar para os perigos de uma filosofia que vê o poder como o verdadeiro objetivo do discurso. Infelizmente, essa educação existe, e temos que viver com o resultado disso. 

Todos os que encontraram a máquina comunista estavam familiarizados com a abolição da distinção entre verdade e poder, incluindo companheiros de viagem como Eric Hobsbawm e Ralph Miliband, que aprovaram isso. O que importava ao Partido Comunista era a meta: a instalação do controle comunista sobre o máximo possível do mundo civilizado. O mito do “cerco capitalista” — a descrição da expansão militar soviética como uma “ofensiva de paz”, as invasões da Hungria, da Tchecoslováquia e do Afeganistão como “assistência fraterna”: tudo parte da diplomacia da pós-verdade. A falsificação do discurso político estendia-se às minúcias. Os judeus eram perseguidos não como judeus, mas como parte da conspiração burguesa-sionista-capitalista. Os católicos foram presos por “subversão da república em colaboração com uma potência estrangeira”. As tentativas da OTAN de instalar defesas antimísseis tornaram-se “atos de agressão que desestabilizavam a Europa”. E assim por diante. O resultado era uma espécie de discurso paranóico que não podia ser respondido com argumento racional, já que cada argumento era mais uma prova de que todos os que denunciavam as mentiras também as diziam. A máquina de propaganda soviética enfrentava todos os fatos gritando a plenos pulmões “mentiras!”, como um lógico louco que grita “essa frase é falsa!”
A paranóia institucionalizada não desapareceu com o colapso do comunismo. Poderá ser superada, mas apenas por uma imprensa livre, instituições livres e universidades que protegem a liberdade de expressão: coisas que estão sob ameaça em todo o mundo pós-verdade e que não existem na Rússia há cem anos. Quando foi mostrado que os mísseis russos derrubaram um avião civil malaio sobre a Ucrânia a resposta era outra vez “mentiras!” As acusações de doping de atletas russos, invasão de contas de e-mails dos EUA, mobilização de tropas na fronteira com a Polônia, movimentos de armamento para o enclave de Kaliningrado, constante violação do espaço aéreo da Suécia — todos encontraram a mesma resposta. A premissa da diplomacia russa é: “Não há verdade e portanto tudo o que você diz é uma mentira.” O que, se verdadeiro, é falso. Como foi demonstrado. 


Roger Scruton, “The Russian way of lying”, The Spectator, 23 de Março de 2017. 

https://web.archive.org/web/20170601092821/http://midiasemmascara.org/destaques/maneira-russa-de-mentir/
http://midiasemmascara.org/destaques/maneira-russa-de-mentir/ 



Mais de setenta anos atrás o Partido Comunista da URSS instruiu os militantes de todos os partidos comunistas do mundo para que dominassem as cátedras de História e as associações de historiadores de seus países respectivos, assim como todas as redações de dicionários e enciclopédias. Quando Antonio Gramsci teve essa idéia, Stalin já a estava realizando. As consequências propagam-se até hoje, no planeta inteiro.
https://www.facebook.com/carvalho.olavo/posts/893021860849889
 


Se o "Escola Sem Partido" se chamasse "Escola Sem Censura", ninguém precisaria ficar pedindo que lessem os seus documentos inteiros para compreender sua intenção. O nome já explicaria tudo.
Sabem por que, nos anos 50, os bem intencionados esforços do Parlamento americano para acabar com o comunismo em Hollywood fracassaram? Porque concentraram suas baterias na PROPAGANDA comunista e nem ligaram para o principal da história, que era a censura e o boicote exercidos pelos comun
istas sobre os seus adversários. No fim os comunistas, que tinham inventado e posto em ação a primeira "lista negra", acabaram, com sucesso, usando essa expressão como arma de autodefesa.
Do mesmo modo, o "Escola Sem Partido" se concentrou no combate a um fetiche denominado "doutrinação" e acabou ele próprio sendo acusado, persuasivamente, de "censura".
Oh, when will they ever learn?

https://www.facebook.com/carvalho.olavo/posts/896567753828633


http://meuprofessordehistoriamentiupramim.blogspot.com.br/2014/07/bombas-surgem-indicios-de-aparelhamento.html 

http://meuprofessordehistoriamentiupramim.blogspot.com.br/2013/12/estrategia-esquerdista-do-beco-sem-saida.html 

http://meuprofessordehistoriamentiupramim.blogspot.com.br/2013/10/indice-do-manual-de-resistencia.html 

https://www.facebook.com/persiomenezes/posts/10154704696981956 

https://www.facebook.com/persiomenezes/posts/10153239441511956 

 http://stbnobrasil.com/pt/revelando-os-agentes


Santander, MBL, e a Liberdade de Expressão
http://bdadolfo.blogspot.com.br/2017/09/santander-mbl-e-liberdade-de-expressao.html

Liberdade de expressão não é um cheque em branco
http://politica.estadao.com.br/blogs/ana-paula-henkel/liberdade-de-expressao-nao-e-um-cheque-em-branco/

A cultura do ódio contra o Brasil
http://www.gazetadopovo.com.br/blogs/bruno-garschagen/2017/09/11/cultura-odio-contra-o-brasil/

Welcome to 1984: Big Brother Google now watching your every political move
https://www.infowars.com/welcome-to-1984-big-brother-google-now-watching-your-every-political-move/

 

CENSURA EM "1984" "O objetivo da Novafala não era somente fornecer um meio de expressão compatível com a visão de mundo e os hábitos mentais dos adeptos do Socing (socialismo inglês), mas também inviabilizar todas as outras formas de pensamento. A ideia era que, uma vez definitivamente adotada a Novafala e esquecida a Velhafala, um pensamento herege — isto é, um pensamento que divergisse dos princípios do Socing — fosse literalmente impensável, ao menos na medida em que pensamentos dependem de palavras para ser formulados. O vocabulário da Novafala foi elaborado de modo a conferir expressão exata, e amiúde muito sutil, a todos os significados que um membro do Partido pudesse querer apropriadamente transmitir, ao mesmo tempo que excluía todos os demais significados e inclusive a possibilidade de a pessoa chegar a eles por meios indiretos. Para tanto, recorreu-se à criação de novos vocábulos e, sobretudo, à eliminação de vocábulos indesejáveis, bem como à subtração de significados heréticos e, até onde fosse possível, de todo e qualquer significado secundário que os vocábulos remanescentes porventura exibissem. Vejamos um exemplo. A palavra livre continuava a existir em Novafala, porém só podia ser empregada em sentenças como: “O caminho está livre” ou: “O toalete está livre”. Não podia ser usada no velho sentido de “politicamente livre” ou “intelectualmente livre”, pois as liberdades políticas e intelectuais já não existiam nem como conceitos, não sendo, portanto, passíveis de ser nomeadas. Por outro lado, embora fosse vista como um fim em si mesma, a redução do vocabulário teve alcance muito mais amplo que a mera supressão de palavras hereges: nenhuma palavra que não fosse imprescindível sobreviveu. A Novafala foi concebida não para ampliar, e sim restringir os limites do pensamento, e a redução a um mínimo do estoque de palavras disponíveis era uma maneira indireta de atingir esse propósito."

"1984" de George Orwell - Apêndice - Os Princípios da Novafala (novilíngua)
http://planetalibro.net/leerlibro/orwell-george-1984_pt/496
http://home.ufam.edu.br/edsonpenafort/GEORGE%20ORWELL%20-%201984.pdf
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"Todos os registros foram destruídos ou falsificados, todos os livros foram reescritos, todos os quadros foram repintados, todas as estátuas, todas as ruas, todos os edifícios renomeados, todas as datas foram alteradas. E o processo continua dia a dia, minuto a minuto. A história se interrompeu. Nada existe além de um presente interminável no qual o Partido tem sempre a razão.” George Orwell 

Dissolvidas as soberanias nacionais pela elite global e demolida pela ação pertinaz da ralé militante toda hierarquia de valores e critérios, não restará na sociedade outro princípio ordenador reconhecido como legítimo exceto a pura racionalidade econômica e tecnológica impessoal e anônima, imposta por grupos megabilionários a cujo poder, a essa altura, ninguém mais poderá resistir. Esse desenvolvimento do presente estado de coisas é INEVITÁVEL, exceto na hipótese de guerras ou catástrofes de escala mundial.



Ao se conferir a dezena de páginas do memorando, percebe-se que James Damore se esforçou. O então engenheiro do Google organizou todas as suas percepções, apresentou o conflito da forma mais pacífica que encontrou, referenciou cada um dos dados mais polêmicos que citou, gerou gráficos e, ao final, dispôs-se não só a ouvir quem dele discordasse, como ainda a ajudar a empresa a ajustar os problemas listados. Nada disso o impediu de ser sumariamente demitido.


Em dado momento, Damore foi direto ao ponto: “parem de alienar os conservadores“. E seguiu explicando:

“A diversidade de pontos de vista é, sem dúvida, a diversidade mais importante e a orientação política é uma das formas mais significativas e fundamentais para que as pessoas vejam as coisas de formas distintas.

Em ambientes altamente progressistas, os conservadores são uma minoria que precisa ficar no armário para evitar a hostilidade explícita. Devemos capacitar aqueles com ideologias diferentes para que possam se expressar.

Alienar os conservadores é nada inclusivo e, em geral, um negócio ruim pois conservadores tendem a ser mais conscientes, o que é necessário para uma grande parte do trabalho de manutenção característico de uma empresa madura.”

Em vão – ainda que a demissão tenha servido para provar que os reclames do engenheiro faziam sentido.

De esporádicos, casos assim tornaram-se rotineiros. Em especial, no Vale do Silício, o mais recente objeto de desejo da esquerda americana. O exemplo do Google é grave em si, pois se trata de uma das marcas que mais se colocavam na defesa da liberdade de expressão. Mas, ao que tudo indica, a coisa desandou no último ano, especialmente após a eleição de Donald Trump.

A exemplo do ocorrido no Facebook, para saciar os críticos que se ancoravam no factoide das “fake news”, o motor de busca permitiu-se uma interferência humana. No YouTube, qualquer tema mais delicado corre agora o risco de perder anunciantes, com o canal marcado como sensível. Medida semelhante foi tomada no Twitter. Para tanto, basta alguma militância se organizar e denunciar o desafeto para automaticamente o perfil entrar em modo impróprio – correndo, inclusive, o risco de permanecer assim eternamente.

Não há descando nem quando tentam emplacar iniciativas com o objetivo específico de trabalhar a liberdade de expressão. Sem jamais ter sido aprovado na Apple Store, o GAB foi banido do Google Play sob o argumento de disseminar “discurso de ódio”. Com isso, 95% do mercado mobile fechou às portas ao aplicativo que prometia ter por prioridade a luta contra a censura.

Está muito claro para qualquer usuário que se aventura na redes sociais: há regras, mas, salvo raras exceções, só são aplicadas contra os inimigos de quem “ocupou” as empresas de TI. No Twitter, um projeto nacional tenta provar tal ponto enumerando casos de “twitteiros” que aderiram ao tal “discurso de ódio”, mas do lado que a indústria o tolera. Em questão de dias, com apenas 130 tweets, acumulou 13 mil seguidores. Mas é tanta a certeza de que cairá antes mesmo de qualquer “denunciado” que já há um perfil reserva publicado aguardando o fatídico dia em que será suspenso.

Há quem veja as empresas agindo no direito delas, cabendo repúdio para iniciativa do tipo apenas quando com origem estatal. Mas a Declaração Universal dos Direitos Humanos é clara em seu 19º artigo:

“Todo o indivíduo tem direito à liberdade de opinião e de expressão, o que implica o direito de não ser inquietado pelas suas opiniões e o de procurar, receber e difundir, sem consideração de fronteiras, informações e idéias por qualquer meio de expressão.”

Em outras palavras, a liberdade de expressão é um direito humano. Ou seja, um direito que se encontra acima do Estado, quanto mais das regras da iniciativa privada. Ora… Se um projeto é devidamente repudiado ao fazer uso, por exemplo, de mão de obra escrava, por que a sociedade deveria acompanhar calada a supressão de direito tão fundamental?

A situação está crítica num ponto que há artigo na National Review defendendo que os principais serviços da web sejam tratados como coisa pública. Mas não deveria ser para tanto. Uma vez que, independente da vontade do Estado, certos direitos precisam ser preservados.

Fonte: Declaração Universal dos Direitos

https://www.implicante.org/marlosapyus/artigos/a-liberdade-de-expressao-e-um-direito-humano-e-precisa-ser-defendida-no-publico-e-no-privado/


CENSURA À INTELIGÊNCIA
A experiência de todos os países comunistas prova, sem a menor margem de dúvida, que a esquerda revolucionária sempre esteve consciente da importância crucial da censura e dos limites à liberdade de expressão para a conquista e o exercício do poder. Essa é a única razão pela qual os esquerdistas tanto combatem essas coisas numa democracia sobre a qual ainda não tenham o poder total: para assegurar que elas estarão sempre sob o seu controle monopolístico, sem que o adversário tenha a menor chance de usá-las -- ou se usar qualquer recurso que remotamente se pareça com elas -- para a manutenção da ordem legal vigente.
Por isso não há nada de estranho em que as vozes da esquerda se mobilizem tão entusiasticamente para censurar o filme "O Jardim das Aflições" quanto para estigmatizar como hedionda tentativa de censura qualquer protesto contra a exposição obscena do Santander.
Seu lema é: "O poder de censura é nosso, de mais ninguém."
Só um idiota pode ver nisso alguma "incoerência". É procedimento de rotina, nada mais.
A linguagem da mídia e do "beautiful people" é calculada para espalhar endemicamente o transtorno de personalidade limítrofe, que consegue raciocinar verbalmente ou matematicamente mas não consegue transformar em CONSCIÊNCIA o sentido do que raciocina.

Frases como "mulher em corpo de homem" são calculadas para impedir o falante de perceber o sentido do que diz.
A profusão de frases desse tipo na linguagem popular de hoje é uma obra de engenharia psicológica montada para destruir não a família ou a moralidade (antes fosse apenas isso!), mas as operações básicas da inteligência humana.


O IMPÉRIO DA VONTADE OLAVO DE CARVALHO - O relativismo militante é um véu de análise racional feito para camuflar a imposição, pela força, de uma vontade irracional. Sua função é cansar, esgotar e calar a inteligência para abrir caminho ao “Triunfo da Vontade”. É um método de discussão inconfundivelmente nazista. Se você estudar Nietzsche direitinho, verá que toda a filosofia dele não é senão a sistematização e a apologética desse método, hoje adotado pela tropa inteira dos ativistas politicamente corretos. Por trás de toda a sua estudada complexidade, a estratégia do nietzscheísmo é bem simples: trata-se de dissolver em paradoxos relativistas a confiança no conhecimento objetivo, para que, no vácuo restante, a pura vontade de poder tenha espaço para se impor como única autoridade efetiva. Descontada a veemência do estilo pseudoprofético, não raro inflado de hiperbolismo kitsch , não há aí novidade nenhuma. É o velho Eu soberano de Fichte, que abole a estrutura da realidade e impera sobre o nada. É a velha subjetividade transcendental de Kant, que dita regras ao universo em vez de tentar conhecê-lo.
http://www.olavodecarvalho.org/semana/060105jb.htm


A doença mental mais disseminada na nossa "civilização científica" é a crença generalizada de que a dificuldade de definir uma coisa é um forte argumento contra a existência dessa coisa.
Essa idéia tem efeitos devastadores sobre a inteligência humana e sobre toda a sociedade. Desde logo, ela torna a experiência uma função da linguagem disponível, bloqueando o acesso a toda percepção que já não esteja catalogada no vocabulário admitido.
Com isso, ela confere à classe acadêmica o poder de censura sobre toda a experiência humana: "Afinal, você vai crer em mim ou nos seus próprios olhos?"

https://www.facebook.com/olavo.decarvalho/posts/10155776701167192

Não existe islamofobia. Existe a negação da realidade pelo Ocidente cegado pelo marxismo cultural, que ignora a natureza criminosa assassina do islã ao mesmo tempo em que esconde a tragédia da cristofobia.
https://www.facebook.com/paulo.eneas.5/posts/10214510425731864

Bolsonaro não só NÃO DEVE dar dinheiro público à mídia, como isso deveria ser PROIBIDO ao governo: é COMPRAR a imprensa e fazer a "regulação econômica da mídia", ou o controle das informações por pressão financeira. A mídia deve ser sustentada e depender do consumidor de notícias, que pode exigir dela a verdade. Dinheiro público corrompe a imprensa e ameaça a democracia que precisa de informações reais e opiniões sinceras.

 
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No tempo de Collor, a conversa vagamente suspeita entreouvida por um motorista indiscreto desencadeou a mais vasta investigação que já se fez contra um presidente. Hoje em dia, seis testemunhas mortas no caso Celso Daniel não abalam em nada a reputação de governantes ungidos pelo dom da inatacabilidade intrínseca.
 http://www.olavodecarvalho.org/semana/040904globo.htm

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Flávio Gordon - "Se, durante a ditadura, tínhamos uma censura autoritária e visível (frequentemente burlada, como muitos artistas e jornalistas da época já cansaram de confessar, até com certa graça), hoje temos uma censura totalitária, invisível, grave, onipresente. Ela não comporta gracejos nem brechas. Se, antes, ela vinha exclusivamente do governo, hoje ela é mais de tipo soviético-chinês, e o censor pode estar ao lado."
http://obrasileouniverso.blogspot.com/2013/11/censura.html

George Orwell - “Não é exatamente proibido dizer isso ou aquilo, mas é ‘impróprio’ dizê-lo, assim como na época vitoriana era ‘impróprio’ mencionar calças na presença de uma senhora. Quem desafia a ortodoxia dominante se vê silenciado com surpreendente eficácia. Uma opinião genuinamente fora de moda quase nunca recebe uma atenção justa, seja na imprensa popular ou nos ditos periódicos cultos (...) Desde que o prestígio da União Soviética não esteja envolvido, o princípio da liberdade de expressão tem sido razoavelmente mantido. Há outros temas proibidos (...), mas a atitude predominante em relação à União Soviética é o sintoma mais grave. É como se fosse espontânea e não se devesse à ação de nenhum grupo de pressão (...) A intelligentsia literária e científica, as próprias pessoas que deveriam ser os guardiões da liberdade, começa a desprezá-la, tanto na teoria como na prática.”
http://obrasileouniverso.blogspot.com/2013/11/censura.html

Doris Lessing - "A mais poderosa tirania mental naquilo que chamamos de mundo livre é o Politicamente Correto, que é tanto e imediatamente evidente, observado em toda parte, quanto invisível, qual um gás venenoso, pois suas influências estão frequentemente distantes da fonte originária, manifestando-se como uma intolerância generalizada (...) O problema é que as pessoas que precisam da rigidez, dos dogmas, das ideologias são sempre as mais estúpidas, portanto o Politicamente Correto é uma máquina auto-perpetuadora de afastar os inteligentes e os criativos.”
http://obrasileouniverso.blogspot.com/2013/11/censura.html
 

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Olavo de Carvalho Recebi, por inbox, da Márcia Dutra: O Governo do estado da Bahia, através da Secretaria de Educação está "punindo" professores não identificados com a ideologia imposta nas universidades e demais instituições educacionais, deixando-os propositalmente fora da folha de pagamento DESDE AGOSTO DE 2018. Quando conseguem atendimento tudo o que fazem é solicitar dados e documentos que já têm, desde o momento da contratação! Lembrando que não é o caso de um concursado que ainda não entrou na folha, mas de um contrato cumprido pelo professor e descumprido pelo Estado, que nunca pagou apesar dos alunos terem tido aulas, terem sido avaliados e suas notas lançadas! Pedimos que publiquem a exaustão em todas as mídias sociais, pois o governo da Bahia submete a represália política profissionais altamente qualificados com mestrado e doutorandos, situação esta que condena ao tratamento desumano não só os professores como também suas famílias a penúria e o constrangimento da dependência de terceiros para a simples sobrevivência. Gratos a todos que sensibilizados, compartilharem.
https://www.facebook.com/olavo.decarvalho/posts/10157011145602192

4 h
Atenção: Punir a "doutrinação esquerdista" nas escolas é censura, coisa que ninguém em sã consciência pode aprovar. Mas punir a repressão esquerdista do anticomunismo, endêmica em toda a universidade nacional, é obrigação moral urgente,
3 h
O governo deve suprimir TODA verba estatal de universidades que proibam ou reprimam idéias anticomunistas.
4 h
Bravo, general! O controle ideológico das universidades é não só o maior problema do Brasil mas a raiz de todos os outros.
https://renovamidia.com.br/santos-cruz-quer-fim-da-manipulacao-ideologica-nas-universidades/
Santos Cruz quer fim da manipulação ideológica nas universidades
14 h
No Brasil, mídia não é jornalismo e universidade não é educação. Ambas sao ORGANIZAÇÕES POLÍTICAS a serviço do movimento comunista internacional.
16 h
O culto idolátrico do "currículo lattes" é o instrumento mais óbvio de controle de toda a vida cultural pelas universidades e, portanto, pelo establishment comunista.
16 h
Em qualquer universidade, a orientação de teses é o mecanismo central e mais decisivo de controle ideológico: é ela que barra o acesso dos politicamente inconvenientes aos escalões superiores do ensino universitário e garante, ao longo das gerações, a continuidade do poder hegemônico sobre a vida acadêmica. E, na medida em que as universidades usurpam monopolisticamente todo o espaço da vida cultural, é a cultura inteira que se torna instrumento da propaganda comunista,.
16 h
Em Washington o nosso presidente declarou alto e bom som que o objetivo central da sua luta e de toda a sua vida era a destruição da ideologia esquerdista. Quem quer que, tendo subido na vida política levado pela onda Bolsonaro, não consagre a esse objetivo o melhor dos seus esforços, subordinando a ele tudo o mais, É UM TRAIDOR E UM CARREIRISTA.
17 h
Na mídia o PNPP -- Programa Nacional de Polícia do Pensamento -- também está em vigor, apenas de maneira um pouco mais camuflada : permite falar um pouco de mal do comunismo antigo na medida exata do que seja necessário para dar a impressão de que o atual é mais bonzinho
17 h
Notem bem: eu não disse uma palavra contra a "doutrinação", nem mesmo contra a mais grosseira propaganda comunista. Disse contra o mecanismo de controle repressivo que, em todas as universidades, os comunistas põem em ação contra as idéias que os desagradam, proibindo-as e expulsando-as da vida cultural superior.
Não se trata de instituir uma censura -- como alguns idiotas na direita gostariam --, mas de ELIMINÁ-LA.
17 h
A pergunta decisiva sobre o ensino universitário no Brasil é: Nos últimos trinta ou quarenta anos, nas áreas de filosofia, direito, letras e ciências humanas, quantas teses com conteúdo anticomunista foram aprovadas nas nossas instituições de "ensino superior"? Basta meditar um pouco nessa pergunta para perceber esta verdade aterradora: O ANTICOMUNISMO ESTÁ PROIBIDO nas universidades brasileiras. Em todas elas vigora, onipotente e incontestado, o PROGRAMA NACIONAL DE POLÍCIA DO PENSAMENTO, financiado, na maior parte delas, com dinheiro dos impostos, o que o torna um exemplo maior de CORRUPÇÃO, de roubo do dinheiro público em favor de um grupo político -- não por coincidência, o mesmo grupo que arruinou a economia nacional e espalhou por toda parte a miséria e o crime.

Um excelente texto do Filipe G. Martins sobre a palhaçada do Santander Brasil. Leiam, compartilhem e divulguem.
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LULA COMPROU A IMPRENSA
https://conspiratio3.blogspot.com/2015/11/censura-imprensa-de-rabo-preso-o-inicio.html

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Hoje essa tal agência "Aos Fatos" fez aquilo que ela anuncia como um "pente fino" na mensagem de Bolsonaro ao Congresso Nacional, dizendo que as palavras do Presidente sobre rejeitar ditaduras que espezinham os direitos humanos não correspondem à realidade. Por quê? É aqui que entra a agenda cultural: porque Bolsonaro teria sido, no passado, defensor de tortura e de agressão a mulheres.

E foi assim que uma (mentirosa) agência de checagem de "fake news" usou descaradamente as "fake news" de campanha contra o presidente para dizer que a mensagem de Bolsonaro era... "fake"!

É assim que a esquerda funciona: invertendo tudo e lavando-se na própria lama. Tristes dos ingênuos.

https://www.facebook.com/TaiguaraFernandesS/photos/a.1491577147774249/2192732270992063/

A NORMALIDADE CRIMINALIZADA

Estamos sob um regime de censura velada há anos e, com a Internet, ela está se tornando mais visível e descarada. O Legislativo e o Judiciário transgridem continuamente o direito de livre expressão, com mordaças politicamente corretas. O Google já declarou que faz censura política, e as redes sociais caçam incessantemente páginas conservadoras aplicando-lhes um tratamento 2 pesos e 2 medidas. Os algorítimos estão calculados para agir contra conservadores. Isso não é censura? Mas aí vem a esquerdalha e nos acusa de usar bots, que até deveriam nos ser permitido como legítima defesa ou compensação. Ou seja, o lado transgressor usa a lei para nos amarrar a um bom comportamento que ele abomina e nunca terá. Enfrentamos uma guerra assimétrica o tempo todo. Querem nos perseguir por uso de bots e outros artifícios que na realidade são utilizados por ELES (nossos acusadores), como já foi divulgado. Isso pode ser demonstrado preto no branco e até matematicamente.
Por que ninguém se mexe para desmascarar a censura? 99% dela se apoia no politicamente correto, que não tem fundamento, mas sim financiamento. Dá para se rastrear isso. Fake news está nessa categoria, mas tem outros pontos vulneráveis. A censura contra a mentira é feita por PODERES que têm ao dispor todos os recursos para desmentír, esclarecer ou combatê-la de outra forma. Por que não o fazem? Não podem competir com a verdade dos fatos?

CENSURA É TUDO DE QUE ELES PRECISAM. 
Se a internet for completamente silenciada, a direita deixa de existir e a esquerda continua. A esquerda não depende completamente da Internet, tem todo o resto, os jornais, as TVs, editoras, universidades, meios de comunicação de massas, tudo. A esquerda não depende da liberdade de expressão, depende do controle da expressão.

Já passou da hora de nos organizarmos fora da Internet.

Acho que se poderia organizar um grupo de estudos e concluí-los com um relatório bilíngue, com estatísticas e tudo o mais. 

NÃO É A CENSURA, MAS A VERDADE QUE DESTRÓI A MENTIRA, a verdade que está sendo ocultada pela censura.



Vão nos destruir se conseguirem nos CENSURAR. Vc já viu os vários passos que o Judiciário e Legislativo estão dando nesse sentido? O Renova Mídia publicou no Facebook:
STF, OAB e velha imprensa unidos no ‘combate a fake news’ "Em parceria com veículos da velha imprensa, a OAB e outras entidades jurídicas, o presidente do STF, Dias Toffoli, anunciou que em junho será lançado um painel de checagem de informações e combate a fake news."
https://www.facebook.com/renovamidia/posts/504079840130707

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Eles sabem muito bem que O PROBLEMA DA MENTIRA ESTÁ NA SUA CREDIBILIDADE, muito mais que na própria mentira. Ou seja, na falta de informações que a contradigam e na ignorância do receptor. 

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A imprensa não nos representa, o Legislativo também não e o Judiciário quer nos destruir. O que nos resta fazer? Se os poderes quisessem a verdade, mediriam com precisão o movimento dentro das redes e o fluxo de informações na internet, para validá-lo ao invés de CENSURÁ-LO!!!

Quando os questionamentos e os desmentidos não fazem obstáculo à mentira e ela cresce desimpedida, é porque há censura e controle do fluxo de informações. O resultado disso, pressentido, mas não pensado racionalmente, é a TRAGÉDIA. As pessoas sabem que o poder de censurar vem de cima, e baixam a cabeça, a sociedade pode sentir que o mal está no comando, mas só alguns indivíduos têm coragem de traduzir isto em palavras e enfrentá-lo. Estes podem se tornar líderes naturais, como é o caso de Olavo de Carvalho. 



Quando nos impuseram o Estatuto do Desarmamento, contavam com o raciocínio abstrato, indefinido, automático "Menos armas, menos crimes", que confia no desarmamento de todos, incluindo, logicamente, dos criminosos e ainda crê no governo. 
 
Mas um pensamento mais alerta, com os pés na realidade, considera os fatos históricos e presentes e a possibilidade de que os governos que desarmam a população com leis, desarmam só um lado, o lado da vítima obediente à lei. Esta é a nossa percepção hoje. Apesar de toda tentativa de desarmar nossa inteligência, sabemos bem hoje que o governo que desarma não tem boas intenções. A prova disso é, por exemplo, que ele se esforça para ignorar e ocultar todos os dados de realidade que mostram o efeito inverso do Estatuto: MENOS ARMAS , MAIS CRIMES. 

Desarmar, censurar, e inverter a culpa punindo os justos e libertando criminosos é uma confissão de que a sociedade é o inimigo. 

 

 

CENSURA - O ESQUERDISMO SOBREVIVE DA OCULTAÇÃO DE EVIDÊNCIAS - https://conspiratio3.blogspot.com/2020/11/censura-o-esquerdismo-sobrevive-da.html


Aceitar a censura é permitir que o MAL se blinde completamente contra toda a correção e limite que a sociedade possa lhe impor, e se torne incontrolável. A partir de então seu poder só crescerá. É o totalitarismo.

 

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