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sábado, 21 de setembro de 2019

ALEXANDRE GARCIA - Dodge se despede vendo democracia em perigo?

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DEMOCRACIA E FACTOIDE
https://youtu.be/fRRkI8Z_h-Q 

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O factoide criado na campanha eleitoral, de que Bolsonaro é um perigo para a democracia ficou mais forte agora (*), depois que o sistema democrático o escolheu, por vontade da ampla maioria, chefe do Governo.
Os que criaram o factoide ficaram convencidos de sua criação. Tanto que o Vice Mourão diz o óbvio, de que o único caminho é a democracia, vira manchete, como se fosse notícia. Quando o futuro Procurador Geral, Augusto Aras diz também o óbvio, de que o Presidente não vai mandar nem desmandar na Procuradoria, destaca-se a frase como um desafio, fingindo que alguma vaz o Presidente tenha tentado mandar ou desmandar na procuradora Dodge. Aliás, o contrário é que aconteceu.

https://omunicipio.com.br/democracia-e-factoide/

(*) Na pseudo-imprensa

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Olavo de Carvalho Dezesseis anos de total silêncio sobre o Foro de São Paulo na mídia brasileira e nos círculos de estudiosos internacionais NÃO PODEM, de maneira alguma, ser explicados por uma acidental confluência de ignorâncias. São a primeira prova do PODER AVASSALADOR dessa entidade.




O politicamente correto é uma propaganda comunista escrita em letras pequenas. Em meu estudo das sociedades comunistas, cheguei à conclusão de que o objetivo da propaganda comunista não era persuadir ou convencer, nem informar, mas humilhar; e, portanto, quanto menos correspondesse à realidade, melhor. Quando as pessoas são forçadas a permanecer caladas enquanto recebem as mentiras mais óbvias, ou pior ainda, quando são forçadas a repetir as mentiras, perdem de uma vez por todas o senso de probidade. Aceitar mentiras óbvias é cooperar com o mal e, de alguma maneira, tornar-se mal consigo mesmo. A posição de alguém para resistir a qualquer coisa é assim corroída e até destruída. Uma sociedade de mentirosos castrados é fácil de controlar. Eu acho que se você examinar o politicamente correto, tem o mesmo efeito e se destina a isso.” Theodore Dalrymple



quinta-feira, 5 de setembro de 2019

DANIEL LOPEZ - O estranho último dia da PGR Raquel Dodge

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A Dodge denunciou Bolsonaro, por exemplo, ou o voto impresso, mas os crimes reais foram engavetados. É a inversão criminosa praticada habitualmente pela corja no poder.
"O crime sem castigo gera o castigo sem crime." Paulo Briguet

DODGE DENUNCIA BOLSONARO POR RACISMO
https://oglobo.globo.com/brasil/raquel-dodge-denuncia-bolsonaro-ao-stf-por-racismo-22589473

RAQUEL DODGE CONTRA O VOTO IMPRESSO
https://www.oantagonista.com/brasil/raquel-dodge-contra-o-voto-impresso/

Aliás, essa decisão da PGR nunca foi contestada oficialmente por ninguém, que eu saiba, e ela nunca teve de PROVAR sua argumentação chinfrim.

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CLICK TIME - E aí? Adeus Lava Jato? - Demissão coletiva na Lava Jato por causa da atitude da PGR protegendo Rodrigo Maia e Dias Toffoli
https://conspiratio3.blogspot.com/2019/09/click-time-e-ai-adeus-lava-jato.html

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CPMI DAS FAKE NEWS vai investigar fake news e cyberbullying que possam ter influído nas eleições, mas desprezam a CENSURA que discriminou a direita e INFLUIU NAS ELEIÇÕES.

quarta-feira, 4 de setembro de 2019

CLICK TIME - E aí? Adeus Lava Jato? - Demissão coletiva na Lava Jato por causa da atitude da PGR protegendo Rodrigo Maia e Dias Toffoli

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DELAÇÃO DE LÉO PINHEIRO MOTIVOU DEMISSÃO COLETIVA NA PGR
Dodge enviou ontem ao STF a delação de Léo Pinheiro para homologação, mas pediu arquivamento preliminar de trechos do acordo em que estariam citados Rodrigo Maia e um irmão de Dias Toffoli.
https://www.oantagonista.com/brasil/urgente-delacao-de-leo-pinheiro-motivou-demissao-coletiva-na-pgr/

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INTEGRANTES DA LAVA JATO NA PGR ENTREGAM CARGOS
https://www.oantagonista.com/brasil/urgente-integrantes-da-lava-jato-na-pgr-entregam-cargos/

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Em novo podcast, Renan Ramalho explica que, ao tirar do Paraná uma ação contra Guido Mantega, Gilmar Mendes abre um novo caminho para esvaziar ainda mais a Lava Jato.
https://www.oantagonista.com/podcast/lava-jato-perde-mais-uma/

terça-feira, 16 de julho de 2019

JOSE ALFREDO DE PAULA Coordenador da Operação Lava Jato na PGR pede demissão do cargo por causa da PGR

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Glenn Greenwald: O Respaldo da Grande Imprensa & A Lentidão das Autoridades de Investigação
É fato que o agente político estrangeiro Glenn Greenwald continua agindo com desenvoltura no País, afrontando e confrontando autoridades constituídas com um amplo respaldo da grande imprensa e de instituições, usando do subterfúgio de estar supostamente fazendo jornalismo investigativo para encobrir suas atividades criminosas.
Por sua vez, a ala mais esquerdista do Ministério Público Federal, representada pela procuradora Deborah Duprat, também saiu em defesa da ação criminosa do editor do The Intercept, sob o argumento absurdo de que a ilegalidade, que a própria procuradora admite, da obtenção de informações privadas envolvendo o trabalho de investigação criminal de agentes públicos não pode obstaculizar a divulgação dessas informações.
Dessa forma, segundo essa ótica, a liberdade de imprensa inclui a liberdade de dar publicidade a informações obtidas ilegalmente. E na semana passada, o TCU agiu de maneira fora do padrão pressionando o COAF para que este órgão não viesse a adotar seus procedimentos usuais de análise da movimentação financeira de Glenn Greenwald e pessoas a ele associadas.
E por fim, no último final de semana, os principais jornais da grande imprensa trouxeram matérias dando respaldo e guarida às ações de Glenn Greenwald, especialmente seu argumento cínico e mentiroso de que a motivação de suas ações não é política, mas tão somente a de denunciar o que considera ser uma ação judicial injusta levada a cabo por razões políticas.
Oras, considerar a Lava Jato uma ação política destinada a perseguir lideranças políticas da esquerda, e não uma investigação de crimes de corrupção, faz parte do núcleo da narrativa mentirosa que a esquerda e parte da grande imprensa usam para tentar deslegitimar a operação. A ação de Glenn Greenwald veio justamente somar-se a essa narrativa, tentando dar a ela alguma materialidade por meio da divulgação de material privado roubado, suspeito de adulteração, disfarçado de trabalho de jornalismo investigativo.
A esse quadro de prática de crime continuado levado adiante por razões políticas, respaldado pela grande imprensa e por instituições e ancorado cinicamente em uma noção enviesada do direito ao sigilo de fonte, soma-se a a lentidão das autoridades encarregadas de investigar tais crimes. Ainda que o trabalho de investigação envolva sigilo, é inaceitável que até o momento Glenn Greenwald não tenha sido ao menos convocado a prestar esclarecimentos na Polícia Federal sobre suas ações.
A falta de resposta ou de satisfação ao público, ainda que parcial, por parte da Polícia Federal a respeito desse episódio é tão emblemática e inaceitável quanto a não elucidação plena, até o momento, da investigação sobre o real mandante da tentativa de assassinato do então candidato Jair Bolsonaro. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews
https://criticanacional.com.br/2019/07/16/glenn-greenwald-o-respaldo-da-grande-imprensa-a-lentidao-das-autoridades-investigacao/

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TRUMP FOI ESPIONADO
https://www.aim.org/aim-column/wapo-accuses-attorney-general-of-talking-about-obama-spying-on-trump-in-slanted-way/
A grande mídia não pode mais alegar que a campanha do presidente Donald Trump não foi espionada, então eles agora alegam que a espionagem era legítima, e Trump tem apenas a si mesmo como culpado.
 
Aaron Blake, do Washington Post, produziu uma história típica da semana passada, intitulada "Barr oferece mais uma citação tendenciosa sobre a investigação na Rússia".
 
"O procurador-geral William P. Barr tem sido um céptico sobre as origens da investigação do advogado especial sobre a interferência da Rússia nas eleições de 2016 desde antes mesmo do memorando de Nunes", dizia a liderança de Blake. "E na segunda-feira, ele ofereceu outro comentário curioso emoldurando a coisa toda de uma forma bem pró-Trump e anti-FBI."
 
Blake apontou os leitores para uma entrevista ao New York Times , na qual Barr foi solicitado a explicar as perguntas que queria que fossem respondidas nesta investigação dos investigadores. "Preste muita atenção à segunda frase", escreveu Blake.
A citação de Barr: “O que estamos vendo é: Qual foi o predicado para conduzir uma investigação de contrainteligência na campanha Trump? Como a falsa narrativa começou que Trump estava essencialmente em conluio com a Rússia para interferir na eleição dos EUA ”.
 
Depois de dois anos e US $ 40 milhões em investigações , todas com as quais o governo Trump colaborou completamente , o advogado especial Robert Mueller escreveu em seu relatório que ele não poderia determinar quais os 10 atos que ele descreveu - incluindo demitir o diretor do FBI e brincar que se a imprensa Os 33.000 e-mails que faltavam no servidor privado de Hillary Clinton e que interessavam aos leitores - equivaliam à obstrução da justiça.
 
Mas ele afirmou inequivocamente que não havia evidência de que Trump ou sua campanha tivessem conspirado ou tentado conspirar com a Rússia, apesar das inúmeras solicitações dos russos para fazê-lo.
 
Assim, o problema de Blake é com a caracterização da alegação como falsa - uma noção que ele tem lutado na impressão durante todo o ano. Em janeiro, ele escreveu : “William Barr tenta limpar seus comentários de Clinton - mas se depara com um novo problema de Mueller” - subtítulo: “Um e-mail recém-lançado deixa claro que as sondas de Barr Thought Clinton eram mais garantidas do que a sonda de colusão de Mueller”.
 
Essa história tratou de uma citação que Barr deu ao New York Times dizendo que ele viu mais bases para investigar o acordo Clinton-Urânio 1 do que o suposto conluio entre Trump e Rússia.
Blake escreveu que “a tentativa de Barr de explicar como esses comentários não faziam muito sentido. E, em suma, eles sugerem que ele também não pensou muito na investigação de conluio de Mueller.
 
No artigo da semana passada , Blake novamente listou as razões pelas quais ele acha que o FBI “pode ter suspeitado legitimamente, ou pelo menos queria investigar uma possível conspiração da campanha Trump com os russos”.
Eles incluíram George Papadopoulos, o ex- consultor de campanha de Trump de baixo escalão, “dizendo a um diplomata estrangeiro que a Rússia tinha sujeira em Clinton ”, uma proposta que Papadopoulos discorda em seu novo livro.
Outros incluíram : Michael Flynn, primeiro assessor de segurança nacional de Trump, "compareceu a um jantar com o presidente russo Vladimir Putin", que contratou Carter Page, "assessor de campanha com ligações russas", que Paul Manafort, que serviu brevemente como gerente de campanha de Trump. "Trabalhou para um presidente da Ucrânia aliado à Rússia" e que Trump "pediu publicamente aos russos que hackeassem os e-mails de Hillary Clinton, depois que descobrimos que a Rússia já havia feito algo parecido com outros democratas".
 
Blake prossegue dizendo : “o enquadramento da segunda frase de Barr parece revelar o jogo” porque Barr está “atribuindo tacitamente a 'falsa narrativa' aos investigadores”. Ele admite que havia “atores políticos e especialistas que estavam acima de seus esquis. ao declarar que isso é uma conspiração, mas isso sugere que as forças de segurança decidiram o que aconteceu desde o salto ”.
 
Christopher Wray, diretor do FBI, e outros “não usam esse termo e / ou acham que ele é muito carregado”.
Então, em resumo, ele escreveu : “Este é um cara que parece ter desenvolvido sentimentos fortes há muito tempo - antes, até ele admitiu, ele estava a par de todas as informações - que a investigação de conluio era infundada e lançada para propósitos suspeitos. E seu comentário até hoje é consistentemente pouco caridoso para o pessoal da lei que serve sob ele ”.

quarta-feira, 29 de maio de 2019

RAQUEL DODGE E SUA ATUAÇÃO CONTRA A TRANSPARÊNCIA ELEITORAL


De O Observador:
CUIDADO, BOLSONARO!
A conduta inadequada e suspeita de Raquel Dodge contra a Lei de Bolsonaro e a Constituição Federal
No final de 2017 Gilmar Mendes, presidente do TSE foi surpreendido com uma denuncia contra o plano que havia engendrado para impedir a aplicação da lei do voto impresso, aprovada por ampla maioria dos parlamentares dois anos antes.
O plano de Gilmar era o de adquirir 500 mil novas urnas eletrônicas a um custo estimado pelos TSE de 2,5 bilhoes de Reais, sob a alegação de que tal investimento era necessário ao cumprimento da legislação que determinou a impressão do voto. Para retardar o cumprimento da lei, Gilmar e o TSE ocultaram o fato de que as urnas eletrônicas existentes, sob a guarda do tribunal, são dotadas de portas para o acoplamento de impressoras, e utilizaram o alto custo das novas urnas, desnecessárias, como justificativa para a procrastinação da implantação da lei de autoria de Jair Bolsonaro, que tem por objetivo sanar a lacuna existente em função da ausência do registro físico do voto.
Surpreendidos pelas denuncias de que a aquisição de novas urnas eletrônicas eram desnecessárias, e garantidos os recursos no orçamento aprovado pelo parlamento para a compra de impressoras para a totalidade das urnas eletrônicas existentes, no caso 250 milhões de Reais, iniciou se no TSE, presidido por Gilmar Mendes, um esforço para a suspensão da lei eleitoral, único meio de garantir a continuidade da utilização das urnas eletrônicas sem que os votos pudessem ser contados de forma pública, como exige a Constituição, e os resultados das eleições pudessem ser auditados, justamente pela inexistência do registro físico do voto.
É aí que surge a infeliz e absolutamente suspeita participação da Procuradora Geral da República, Raquel Dodge: no último dia de Gilmar na presidência do TSE, 5/02/2018, a procuradora protocolou uma ação de inconstitucionalidade no STF, questionando a lei de Bolsonaro, que acabou resultando na suspensão da legislação quatro meses depois.
Além dos argumentos inconsistentes utilizados pela procuradora, alegando risco de quebra de sigilo do voto, algo absolutamente improcedente, os seguintes fatores indicam uma conduta suspeita e totalmente inadequada por parte da representante máxima do ministério público, que se constitue em indício de que ela atuou a mando ou sob pressão de Gilmar Mendes:
1 - desrespeito ao princípio da anualidade da lei eleitoral, disposto no artigo 16 da Constituição Federal.
O mesmo determina que a lei que alterar o processo eleitoral seja inaplicável ao pleito a ocorrer dentro de um ano da data de publicação. Portanto, na prática, faltando apenas oito meses para as eleições de outubro de 2018, não caberia qualquer alteração na legislação, pois as normas legais e os princípios constitucionais devem ser observados por todos. Se tinha algum questionamento quanto à lei de autoria de Bolsonaro, por que motivo Raquel Dodge não se atentou antes para este fato, só interferindo no processo pouco tempo antes das eleições e justamente após as denuncias apresentadas contra a gestão de Gilmar Mendes a frente do TSE?
2 - Ciente de que a lei eleitoral até então em vigência não havia sido implementada pelo TSE, presidido por Gilmar Mendes nos dois anos anteriores à data do protocolo da ação no STF, o que colocava o ministro na condição de ser processado justamente por sua conduta no mínimo suspeita e irresponsável, Raquel Dodge simplesmente se omitiu e não tomou qualquer providência no sentido de impedir a relatoria da ADI 5889 por parte de Gilmar Mendes, que infringriu de forma clara o artigo 39 da Lei 1079/1950, que define como crime de responsabilidade julgar ação na qual tenha interesse. É justamente esse o caso de Gilmar nesta ação, até pelo fato de que já existia na época uma denuncia contra o mesmo protocolada no Senado através das petições 9/2017 e 5/2018.
Ao deixar de agir para que a relatoria da ação permanecesse sob a responsabilidade de Gilmar, a Procuradora não só prevaricou como deixou de zelar pela lisura do processo no STF. Por quais motivos Raquel Dodge aceitou calada essa situação de total desrespeito à lei dos crimes de responsabilidade?
Para piorar sua situação, passados quase doze meses da data do julgamento no qual a PGR teve atendido o seu pedido de liminar, até hoje não houve nenhuma manifestação da Procuradora a respeito da ausência da publicação do acórdão da decisão, como se isso não fosse nada demais, sendo que o prazo regulamentar definido pelo próprio STF é de apenas dois meses.
Outro fato que chama a atenção é a total indiferença da senhora Procuradora quanto ao princípio da publicidade, disposto no artigo 37 da Constituição Federal, que exige a transparência dos atos públicos administrativos. Como se explica a aceitação por parte da representante máxima do Ministério Público Federal com relação a um sistema eleitoral eletrônico que é incapaz de proporcionar o escrutínio público na etapa da apuração dos resultados? Não conhece a Constituição a Procuradora? Não bastasse isso, não está a par do parecer da Associação dos Peritos Criminais da Polícia Federal, que atestou a impossibilidade do sistema eleitoral eletrônico ser auditado sem que o registro físico do voto seja produzido?
É realmente um escárnio com a população brasileira, com a lei e com a Constituição Federal a forma como esta senhora vem se posicionando nesta questão, e uma afronta também ao Presidente da República, que até o momento teve reduzida a pó, por obra da interferência indevida da Procuradora, sua pretensão de prover ao país um sistema eleitoral confiável e passível de ser auditado.
Não é por acaso que Raquel Dodge é alvo de um pedido de impeachment protocolado no Senado Federal este ano, petição 11/2019, justamente por sua conduta lesiva aos interesses da nação, que pode ser acessado no link abaixo.
Abra o olho Bolsonaro, pois Dra Raquel vem manobrando para continuar a frente da PGR, sabe se lá com quais interesses.
https://www25.senado.leg.br/…/ati…/materias/-/materia/136479

https://www.facebook.com/convergenciasbr/

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QUE TAL VOCÊ AJUDAR A DIVULGAR A CAMPANHA PELA CONTAGEM PÚBLICA DOS VOTOS?
Lembre-se: sem isso, não teremos eleições honestas e os poderosos continuarão a eleger quem eles quiserem, e o SEU VOTO SERÁ PERDIDO!
COMPARTILHE!
#contagempublicadosvotos
#convergencias

MOVIMENTO NACIONAL PELA CONTAGEM PÚBLICA DOS VOTOS
http://convergencias.org.br/movimento-nacional-pela-contagem-publica-dos-votos-ganha-banners/

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Acreditar em ideias socialistas pode tornar você uma pessoa infeliz - Uma filosofia baseada no ressentimento impede o progresso do indivíduo 
https://www.mises.org.br/Article.aspx?id=2837

terça-feira, 16 de abril de 2019

CENSURA DO STF - Raquel Dodge pede arquivamento de inquérito sobre fake news aberto pelo STF

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O Andreazza disse tudo.
Investigação sem crime é ditadura.
O STF é um tribunal de excessão.
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Injúria, calúnia, difamação, fake news, são crimes porque o povo é ignorante e crédulo, ou seja, a ignorância e a credulidade dão consistência à mentira. Se a esquerda não tivesse forjado estas condições, se a verdade fosse ainda um critério, o povo sairia em busca da apuração dos fatos e do confronto de informações. E é por este meio que a Internet, e só a Internet, está possibilitando o aclaramento dos fatos. E é por isso que a censura é prioridade para os mentirosos.
Os danos causados pela censura são mil vezes maiores do que os danos feitos ao STF por quem quer que seja. E o relativismo da Vera é insuportável.

sábado, 23 de junho de 2018

TERÇA LIVRE - O JOGO SUJO DA MÍDIA CONTRA TRUMP, HUNGRIA CAMPANHA STOP SOROS - MÍDIA PERDENDO CREDIBILIDADE DE TANTO MENTIR - RAQUEL DODGE GLOBALISTA



https://torinonews.org/

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Parlamento da Hungria aprova legislação “Stop-Soros”
https://renovamidia.com.br/parlamento-da-hungria-aprova-legislacao-stop-soros/

O Parlamento da Hungria adotou nesta quarta-feira (20) uma série de leis apelidadas de “Stop-Soros”, criminalizando ONGs que contribuem com o avanço da imigração ilegal.

A legislação é uma iniciativa antiga do primeiro-ministro conservador, Viktor Orban, que foi reeleito de forma confortável para um terceiro mandato consecutivo em abril.

A nova lei, que tem como alvo “os organizadores da imigração ilegal”, foi aprovada por 160 votos a favor e 18 contra.

De acordo com informações da Gaúcha ZH:

Esta nova reforma jurídica institui, em especial, uma pena máxima de um ano de prisão para quem ajudar uma pessoa que tenha entrado ilegalmente na Hungria a partir de um país que não pertença ao espaço Schengen, se a vida da pessoa em causa não estiver imediatamente em perigo.

A Assembleia legislativa foi precedida por uma emenda à Constituição estipulando que nenhuma autoridade pode prejudicar a “composição da população húngara”, uma disposição destinada a tornar inconstitucional a imposição de quotas de migrantes da pela União Europeia.

O premiê da Hungria é o crítico mais forte do magnata George Soros.

Viktor Orban denuncia o plano do globalista de inundar a Europa com imigrantes ilegais através do seu exército de ONGs há muitos anos.

Renova Mídia vem cobrindo este duelo desde a nossa fundação. Abaixo você pode encontrar algumas matérias interessantes sobre o tema.

Em discurso ano passado, o primeiro-ministro Viktor Orbán deixou claro que a #Hungria não aceitará a imposição da agenda globalista:

"O que não toleramos do Império Soviético, também não iremos tolerar do império de Soros" https://t.co/8XFibCk2Px pic.twitter.com/PgBWw3cKUM

— RENOVA (@RenovaMidia) June 7, 2018

George Soros perdeu a guerra contra Viktor Orban, primeiro-ministro da #Hungria.

A fundação do globalista, que financia diversas ONGs com viés esquerdista ao redor do mundo, anunciou que está deixando o país.#MaioRenovahttps://t.co/rrXHBfkjgc

— RENOVA (@RenovaMidia) June 2, 2018

Primeiro-ministro da #Hungria, Viktor Orbán, disse que o objetivo do globalista Soros é "enfraquecer as nações e dar o golpe final na cultura cristã". https://t.co/L3C0F1dDoJ

— RENOVA (@RenovaMidia) April 20, 2018

segunda-feira, 16 de abril de 2018

O QUE HÁ POR TRÁS DOS PROCESSOS CONTRA OS BOLSONAROS? #JornalDaJoice - ATIVISMO JUDICIAL CONTRA BOLSONARO E OUTROS








Rogério Morais ...sobre Eduardo Bolsonaro - "A PGR Raquel Dodge não foi enganada por Patrícia Lélis, ela demonstra partidarismo e relativismo moral, o que é muito pior !
obs: Rachel Dodge nunca poderia ser considerada uma neófita, inexperiente, incauta, ingênua e/ou desprovida de malícia, pois atua a décadas no MPF para se deixar ser enganada por acusações tão frágeis, ainda mais feitas por pessoa( a mitômana Patrícia Lélis ) já envolvida em processos de difamação anteriormente ocorridos...
A PGR Raquel Dodge por deferir e encaminhar tais acusações infundadas ao STF, deixa suas digitais nessa armação... vide processos...

https://www.jusbrasil.com.br/topicos/131467264/patricia-de-oliveira-souza-lelis "

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"O espanto foi total! Diante de fatos graves, envolvendo um parlamentar que detém expressivo mandato eletivo federal - comumente atacado por seus adversários políticos - e é também filho do presidenciável Jair Bolsonaro, a douta representante do Ministério Público deu-se por satisfeita para, formalmente, denunciá-lo apenas pela simples confirmação de uma operadora de telefonia móvel, onde há o reconhecimento do número telefônico usado pelo deputado e aquele constante dos prints trazidos pela suposta vítima."
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=2076363472578488&set=a.1443560112525497.1073741830.100006145662012&type=3

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

RAQUEL DODGE, GILMAR MENDES E A FARSA DA NOVA URNA ELETRÔNICA - MODESTO CARVALHOSA

O texto a seguir foi feito por muitas mãos. É grande, mas explica, de modo ordenado e histórico, o que está verdadeiramente acontecendo. Pedimos que COMPARTILHEM. Precisamos que a OPINIÃO PÚBLICA saiba o que está acontecendo. Marque seus amigos, seus conhecidos. Marque a imprensa e quem interessa. Contamos com TODOS vocês. É a nossa chance.

"RAQUEL DODGE, GILMAR MENDES e a farsa da 'nova urna eletrônica'
A ação de inconstitucionalidade movida pela procuradoria-geral da república CONTRA a lei do VOTO IMPRESSO, protocolada no STF às vésperas da transmissão da presidência de Gilmar Mendes ao ministro Luiz Fux, dia 05 de fevereiro, sem dúvida tem relação com algo extremamente GRAVE.

Na ação, a Dra. Raquel Dodge requer em caráter liminar a suspensão das atividades do TSE relativas à IMPLEMENTAÇÃO da lei, sendo o próprio ministro Gilmar Mendes o relator da matéria na suprema corte.
Na ânsia de boicotar a todo custo a impressão do voto, aprovada DUAS VEZES por AMPLA MAIORIA do congresso em 2015, refletindo a vontade da população brasileira, conforme já apontado em diversas pesquisas de opinião pública, Gilmar, como presidente do TSE, endossou uma farsa insustentável, que tinha por objetivo ser usada como justificativa para a NÃO IMPLEMENTAÇÃO do voto impresso.

A estória contada pelo TSE é de que seria necessário adquirir um novo modelo de urna eletrônica para o atendimento da legislação no que tange à impressão do voto. De forma absolutamente irresponsável, a primeira providência da secretaria de tecnologia da informação foi OCULTAR o fato de que as urnas existentes sob a guarda do TSE, cerca de 550 mil, SÃO APTAS para a impressão do voto, bastando para isso o simples acoplamento de impressoras, a um custo significativamente mais baixo que o de se adquirir urnas novas, que IGUALMENTE iriam precisar de impressoras.

Em seguida a ocultação da verdade, contrataram, sem licitação, um instituto de pesquisa privado a um custo de SETE MILHÕES de reais para desenvolver o projeto da nova urna eletrônica, desnecessariamente, DESPREZANDO as 550 mil existentes que poderiam acoplar impressoras.

Protelando de toda a forma a implementação da legislação, o TSE lançou em 2017 o prospecto da "nova urna eletrônica", tendo ocorrido inclusive uma cerimônia de lançamento na qual diversos ministros evidenciaram a "beleza e o design" do equipamento. Não houve nenhum comentário relativo ao CUSTO EXTRA de aquisição comparado ao custo das impressoras, o que era o verdadeiramente necessário.
Este prospecto é realmente uma das pérolas da farsa engendrada pelo TSE. Tal documento é uma demonstração cabal da má fé e da conduta inadequada e nitidamente MALICIOSA de alguns servidores do tribunal, que agiram sob o endosso de seu presidente.

O prospecto se configura, portanto, uma coleção de PROVAS.
A proposta de substituir 35 mil urnas a cada dois anos é simplesmente inacreditável. Parece uma forma encontrada para ludibriar quem não entende do assunto.

É preciso notar que de acordo com esta proposta, o TSE JAMAIS viria a implementar a lei. A matemática não mente:

Se a necessidade de reposição anual é de dez por cento, conforme informações do próprio TSE, cerca de 55 mil urnas por ano, a pergunta é: de que tipo seriam as outras 35 mil urnas adquiridas por ano para atender a necessidade de reposição? Iriam ser desprovidas de impressoras?



É surreal a desfaçatez dos irresponsáveis que fizeram este documento vir a público dessa maneira. Não se deram sequer ao cuidado de fazer as contas, pois se o objetivo era realmente implementar aos poucos, a medida da necessidade de reposição, o número correto seria de 55 mil urnas por ano, e não 17.500 em média. Uma vergonha que a máquina pública seja utilizada dessa forma na tentativa de se obstruir a aplicação da lei.

Até o final de novembro, a farsa ia caminhando bem, atingindo seu objetivo.

O que o TSE não contava, porém, foi com uma denúncia feita em audiência pública na Câmara dos Deputados, no dia 30/11/17, na qual foi apresentado um comunicado do próprio TSE, datado de 2009 e assinado pelo Ministro Carlos Ayres Britto, atestando que as urnas eletrônicas adquiridas daquela data em diante se prestavam TODAS ao ACOPLAMENTO de IMPRESSORAS.

A BOMBA estourou no TSE imediatamente, e no dia seguinte ao da audiência pública o coordenador de sistemas eleitorais admitiu, ao ser questionado durante entrevista coletiva, que as urnas existentes realmente poderiam ser utilizadas para a impressão do voto, desde que acopladas a impressoras!

Estava finalmente desmascarada a farsa da necessidade de uma nova urna para o cumprimento do disposto na lei eleitoral.
O que se viu a partir daí foi mais uma sequência de horrores, e de novos atos ilícitos em sequência, na tentativa de encobrir a verdade e obstruir a ação da justiça, no que se refere aos crimes praticados contra a administração pública até aquele momento.

Na tentativa de passar despercebido, sem dar a menor explicação do motivo pelo qual havia desistido das novas urnas eletrônicas, o TSE, logo no primeiro dia útil após a farsa ter sido desmarcada, anunciou em seu site, na segunda feira 4 de dezembro, que iria promover uma licitação para a compra de impressoras.

Na semana seguinte, no dia 12, anunciou, novamente em seu site, a realização de uma sessão pública marcada para apenas dois dias depois, visando dar caráter de legalidade e transparência ao processo licitatório decidido às pressas, resultante da impossibilidade de se levar adiante a farsa mal sucedida.

Mal organizado, mal divulgado e lançado durante o recesso da maioria das empresas, com fortes indícios de superfaturamento e direcionamento, o certame foi alvo de severas críticas e recursos por parte da sociedade civil organizada, que, vigilante, denunciou na mídia mais uma tentativa do TSE de favorecer à empresa Smartmatic, velha conhecida do tribunal, desclassificada do pregão eletrônico após as fortes pressões, "por razões técnicas" de acordo com o alegado pelos membros da comissão de assessoramento técnico da licitação, promovida durante o período de recesso do próprio tribunal.
Coincidentemente, exatamente nesta mesma data, 05 de fevereiro, dia da desclassificação da Smartmatic, justamente na véspera da transmissão do cargo de presidente do TSE do Ministro Gilmar Mendes para o Ministro Luiz Fux, foi protocolada no STF a ação de Raquel Dodge, mais de dois anos após o Congresso ter DERRUBADO o veto imposto pela presidente Dilma à lei do voto impresso.
Alguém, em sã consciência, seria capaz de dizer que a ação da PGR não tem nada a ver com todos estes fatos?

O que está parecendo é que o TSE, pressionado e acuado após ser flagrado em conduta ilícita, tenta resolver o problema causado por ele mesmo através de uma solução jurídica, uma chicana, na qual não se sabe de que forma foi envolvida a procuradora-geral da república, que é também a procuradora-geral eleitoral.

A procuradora-geral, que já havia sido alertada no dia 4 de dezembro, por membros do CMind - Comitê Multidisciplinar Independente, profundos conhecedores do assunto, através de petição na qual requereram a realização de uma audiência pública para fins de esclarecimentos, nem ao menos respondeu à demanda da sociedade. Posteriormente, outra petição relativa à questão foi protocolada na PGR, no mesmo sentido, desta vez pelo Movimento Convergências, mas novamente a PGR se fez de morta, preferindo se manter em silêncio até o dia 05 de fevereiro deste ano, quando deu entrada no STF na ADI contra a lei do voto impresso, aparentando uma articulação com o TSE.

A petição do CMind pode ser acessada através do link: http://cic.unb.br/~rezende/trabs/PeticaoAudPublicaTSE2017.pdf
A decisão no momento está, a exemplo do que aconteceu antes das eleições de 2014, nas mãos do STF.

Cabe a TODOS, cabe ao POVO BRASILEIRO, aos parlamentares, às entidades da sociedade civil e à imprensa, o dever de DEFENDER a LEI do VOTO IMPRESSO, único meio de se garantir a segurança, a transparência e a lisura do processo eleitoral, e a integridade e a veracidade do resultado das urnas nas próximas eleições."

https://www.facebook.com/modestocarvalhosa/posts/1962627014054263
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ORGANIZAÇÃO DOS ESTADOS AMERICANOS (OEA/ONU) E GILMAR MENDES JUNTOS. Entre na página da OEA e diga a eles que os brasileiros não confiamos no Gilmar Mendes e muito menos no TSE:
https://www.facebook.com/OASofficial/posts/1611371518925895
Quem eles querem enganar?? COMPARTILHE!
https://www.facebook.com/nasruas/videos/1576840992407792/

 

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DILMA ELECTION IN 2014 - Only 23 people witnessed the presidential election
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2018/02/dilma-election-in-2014-only-23-people.html

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PROTESTOS E AÇÕES JUDICIAIS PARA UMA ELEIÇÃO HONESTA!!! - BIA KICIS - TERÇA LIVRE




 O TSE É UM PROBLEMA PARA A DEMOCRACIA BRASILEIRA - MARIA APARECIDA CORTIZ



O TSE NÃO RESPEITA O ELEITOR - TSE, URNA ELETRÔNICA, VOTO IMPRESSO, SMARTMATIC E AÇÕES CIVIS



 ATO NACIONAL PELO VOTO IMPRESSO

sexta-feira, 24 de novembro de 2017