"TUDO, na vida intelectual, depende de uma distinção clara entre o que
você SABE, o que lhe PARECE RAZOÁVEL, o que você ACHA e o que você
apenas IMAGINA. Os quatro discursos de Aristóteles."
Olavo de Carvalho
*
"Filho
do homem, tu habitas no meio da casa rebelde, que tem olhos para ver e
não vê, e tem ouvidos para ouvir e não ouve; porque é casa rebelde." Ezequiel 12:2
*
"O medo de enxergar o tamanho do mal já é sinal de submissão ao demônio." Olavo de Carvalho
PESQUISA EXPÕE A PREFERÊNCIA DA ESQUERDA POR CENSURA6:35
essa insegurança jurídica é mais uma vez exposta por uma pesquisa da
empresa Atlas, sobre essa decisão do supremo, em que 50.9% dos
entrevistados se colocaram contrários a essa decisão; enquanto 48.1 se
colocam a favor da decisão de bloquear o X no Brasil. E quando a gente
vê o breakdown da pesquisa nos demographics a gente vai ver que
basicamente quem apoiou Lula no segundo turno 92% está a favor da
decisão de censurar o X no Brasil em massa, enquanto 95.5%
dos que votaram em Jair bolsonaro no segundo turno estão declarando que
são contra essa decisão; enquanto os isentões 2/3 defendem a censura.
Então a gente vê que no Brasil há um alinhamento da esquerda e da maior
parte dos isentões com a censura, em caçar direitos individuais
básicos, enquanto na direita, nos apoiadores de Bolsonaro, há uma
defesa da liberdade de expressão."
7:45
"Supremo está adotando cada vez mais uma posição de esquerda e
recebendo o apoio massivo da esquerda e recebendo a condenação massiva
da direita, gerando então uma divisão com base ideológica. Ora, a base
da justiça é justamente você não definir uma posição ideológica, você
ser imparcial para decidir com base na lei e não com base na política. A
partir do momento que é uma percepção popular cada vez mais clara de
identificação da corte com uma corrente política, isso é muito negativo
para o país, para as instituições e para a própria Justiça."
E é essa "justiça" política, partidária, que conta nossos votos. "Cale-se agora e se cale para sempre".
AGENTES
DE INFLUÊNCIA - TIM POOL e outros INFLUENCIADORES AMERICANOS ACUSADOS
de RECEBER 10 MI de DÓLARES RUSSOS via RT - ANCAPSU https://youtu.be/fVfjqaS-Vvo
*
VPN
CRIMINALIZADO - Qual é a lógica de proibir que vejam (ouçam/leiam) alguma
coisa? Consigo conceber que se censure a fala, ou a emissão de idéias,
informações, sob algum pretexto. Mas, creio, a proibição de ver é
censura num grau acima. Já é controle explícito da vida privada e da vida
interior. Aonde vamos parar? A História nos diz: isso não pára nunca, porque destrói os limites do poder.
*
A
direita não tem canais
para se expressar, as plataformas estão dominadas, obedientes à
lei-Xandão. A direita renasceu com a liberdade na Internet, que permitiu o
ressurgimento do debate e da verdade, e pode morrer sem ela. CENSURA
FAVORECE A ESQUERDA. O STF ESTÁ INTERFERINDO NAS
ELEIÇÕES.
*
"EMERGÊNCIAS" PARA EXTINGUIR DIREITOS - O livro de G. Agamben foca
na atual prática, global, de substituir a democracia por estado de
sítio ou de exceção permanentes, de legitimar a eliminação dos direitos e
aumento do poder do Estado. Mas Agamben não reconhece a atuação de comunoglobalistas por trás disso. Do livro "Estado de Exceção" de G. Agamben: "Não
há nenhuma salvaguarda institucional capaz de garantir que os poderes
de emergência sejam efetivamente usados com o objetivo da salvar a
constituição. Só a determinação do próprio povo em verificar se são usados para tal fim é que pode assegurar isto
(...) As disposições quase ditatoriais dos sistemas constitucionais
modernos, sejam elas a lei marcial, o estado de sítio ou os poderes de
emergência constitucionais, não podem exercer controles efetivos sobre a
concentração dos poderes. Consequentemente, todos esses institutos
correm o risco de serem transformados em sistemas totalitários, se
condições favoráveis se apresentarem." (C. J. Friedrich) https://conspiratio3.blogspot.com/2024/08/leandro-ruschel-censura-global-mark.html
*
Bertrand de Jouvenel, "O PODER" - "Dai
que a Revolução da Inglaterra tenha reforçado o Poder com menos
eficácia e duração que a Revolução da França e esta menos que a
Revolução da Rússia. Em todas, porém, o processo foi o mesmo. Essas
revoluções foram apenas aparentemente revoluções contra o Poder.
Essencialmente, elas deram ao Poder um vigor e uma arrogância novos,
destruíram os obstáculos que se opunham de longa data a seu
desenvolvimento." "Todas as revoluções não fizeram senão tornar mais
perfeita a máquina governamental em vez de quebrá-la. Os partidos que,"
sucessivamente, lutaram pelo Poder viam na conquista desse enorme
edifício de Estado a presa oferecida ao vencedor. (Marx)" https://conspiratio3.blogspot.com/2024/01/john-stuart-mill-liberdade-de-expressao.html
TOTALITARISMO E IDEOLOGIA - VACLAV HAVEL "No sistema "pós-totalitário", portanto, viver dentro da verdade tem mais
do que uma mera dimensão existencial (devolvendo a humanidade à sua
natureza inerente), ou uma dimensão noética (revelando a realidade como
ela é), ou uma dimensão moral (dando um exemplo para outros). Tem também
uma dimensão política inequívoca. Se o principal pilar do sistema é
viver uma mentira, então não é surpreendente que a ameaça fundamental ao
mesmo seja viver a verdade. É por isso que deve ser reprimido mais
severamente do que qualquer outra coisa." https://conspiratio3.blogspot.com/2023/11/tudo-e-politica.html
São Paulo precisa de um milagre!
"Salvarei o Brasil se ouvir em todas as casas ao menos uma jaculatória da minha Coroa das Lágrimas" https://youtu.be/Po12Ny6K2kI?t=26
"São Joãonos
diz que o anticristo será investido com soberania absoluta e que seu
poder se estenderá sobre todas as tribos e povos, homens de todas as
nações e línguas. Enquanto
ele consegue vencer os santos por uma perseguição levada ao limite
extremo, simultaneamente dará rédea solta a todo tipo de licenciosidade e
não haverá liberdade exceto para o mal."
(Pe. Charles Arminjon (1824-1885) - "O Fim do Mundo e os mistérios da vida futura")
*
Intervenção Divina
"Acima
de tudo, recomendo que se façam preces, orações, súplicas, ações de
graças por todos os homens, pelos reis e por todos os que estão
constituídos em autoridade, para que possamos viver uma vida calma e
tranquila, com toda a piedade e honestidade. Isto é bom e agradável
diante de Deus, nosso Salvador, o qual deseja que todos os homens se
salvem e cheguem ao conhecimento da verdade." I Timóteo, 2
Diz Santo Tomás que "pela oração de muitos, às vezes se alcança o que pela oração de um só não se obteria."
DESDE 26 de Dezembro 2022, as visualisações deste blog caíram para 10% (um décimo).
Se
a gente não combater a censura, em breve não vai poder combater mais
nada. DRIBLE A CENSURA COMPARTILHANDO OU REPUBLICANDO, NÃO DEIXE A
INFORMAÇÃO MORRER!
"Vós
sois a luz do mundo" Mateus 5:14 "E ninguém, acendendo uma candeia, a
cobre com algum vaso, ou a põe debaixo da cama; mas põe-na no velador,
para que os que entram vejam a luz." Lucas 8:16
*
"A audácia dos maus se alimenta da covardia dos bons." Papa Leão XIII
"Quando o bem da Religião ou da Pátria corre perigo, a ninguém é lícito ficar inativo". Papa Pio XII
"Não reprovar um erro é o mesmo que aceitá-lo." Papa Félix III
"Estai,
pois, firmes na liberdade com que Cristo vos libertou, e não torneis a
colocar-vos debaixo do jugo da servidão." Gálatas 5:1
28 de novembro 2019 · Mais
um crime macabro choca o Brasil! O menino Davi Souza, de apenas 3 anos,
foi morto pela própria mãe e pela sua companheira em cidade-satélite de
Cuiabá – MT, tendo seu corpo sido abandonado em uma Unidade de Pronto
Atendimento da cidade.
Ao que tudo indica, Davi sofria tortura há
bastante tempo, trazendo marcas profundas de hematomas e mordidas pelo
corpo. Seu pai já havia denunciado sua ex-mulher e a companheira dela à
polícia e ao Conselho Tutelar por maus-tratos, além de ter acionado a justiça para conseguir a guarda do filho.
Caso análogo ao do menino Rhuan, brutalmente assassinado pela mãe e sua
companheira, o crime leva-nos a refletir sobre a cultura da violência
disseminada por certas correntes ideológicas que, destruindo a família
brasileira, fomentam a desordem e o crime por toda parte.
Causa-nos ainda mais tristeza o fato de que algumas instituições, mais
preocupadas em perseguir as famílias que proveem educação domiciliar,
pouco ou nada fizeram para garantir a Davi o seu direito à vida. Da
mesma forma, a esquerda segue silente, fazendo acepção de vítimas que
merecem ser lembradas e cujos crimes devem ser cobrados.
.
http://www.osarrafo.com.br/v1/2016/06/18/98413/
Pioneiros nas cirurgias de mudança de sexo e estudos clínicos recentes concordam que a maioria do transexuais sofrem de distúrbios psicológicos simultaneamente, levando à tragédia de um elevado número de suicídios. A proibição da psicoterapia para pessoas transexuais pode ser politicamente correta, mas mostra um desrespeito imprudente pela vida humana. Linha do tempo: 04 de outubro de 1966: A coluna de fofocas do New York Daily News informou que uma moça que estava circulando em clubes de Manhattan admitiu ser um homem em 1965. Ela tinha passado por uma operação de mudança de sexo em Baltimore, na clínica Johns Hopkins. Em 1979, treze anos mais tarde, um grande número de cirurgias desse tipo haviam sido realizadas, sendo possível avaliar os resultados. Era hora para uma pesquisa com base em pacientes reais. 1970: Qual a eficiência da cirurgia de mudança? Quais foram os resultados para os transexuais? O primeiro relatório vem do Dr. Harry Benjamin, um forte defensor de terapia hormonal com o sexo oposto e da cirurgia de “reatribuição de gênero”, que era realizada num clínica privada para transexuais. De acordo com umartigo no Journal of Gay & Lesbian Mental Health, “em 1972, Benjamin tinha diagnosticado, tratado e feito amizade com, pelo menos, mil dos dez mil americanos conhecidos por serem transexuais.” Um colega do Dr. Benjamin, o endocrinologista Charles Ihlenfeld, administrou a terapia hormonal para cerca de 500 pessoas “trans” ao longo de um período de seis anos na clínica de Benjamin – até que ficou preocupado com os resultados. “Há muito descontentamento entre as pessoas que fizeram a cirurgia”, disse ele. “Muitos deles acabam como suicidas. 80% dos que querem mudar de sexo não devem fazê-lo.” Mas, mesmo para os 20% que ele achava que poderiam ser bons candidatos para isso, a mudança de sexo não é de nenhuma maneira uma solução para os problemas da vida. Ele pensa nisso mais como uma espécie de alívio. “Compra-se talvez 10 ou 15 anos de uma vida mais feliz”, disse ele, “e vale a pena por isso.” Mas o próprio Dr. Ihlenfeld nunca fez mudança de sexo. Eu fiz, e discordo dele nesse último ponto: o alívio não vale a pena. Eu tive um alívio de sete ou oito anos, e depois? Eu estava pior do que antes. Eu parecia uma mulher – meus documentos legais me identificavam como uma mulher – mas eu achei que no final do “alívio” eu queria ser um homem com a mesma intensidade com que eu tinha uma vez desejado ser uma mulher. A recuperação foi difícil. No entanto, com base em sua experiência no tratamento de 500 transgêneros, o Dr. Ihlenfeld concluiu que o desejo de mudar os sexos provavelmente resultava de fatores psicológicos poderosos. Ele disse em ‘Transgender Subjectivities: A Clinicians Guide’: “o que quer que a cirurgia tenha feito, ela não cumpriu um desejo básico de algo que é difícil de definir. Conclui-se que estamos tentando tratar superficialmente algo que é muito mais profundo”. O Dr. Ihlenfeld deixou a endocrinologia em 1975 para começar uma residência em psiquiatria. Há cerca de três anos, ao escrever meu livro ‘Paper Genders’, fiquei curioso e chamei Dr. Ihlenfeld para perguntar se alguma coisa tinha mudado em suas idéias sobre os comentários que fez em 1979. Ihlenfeld foi educado comigo no telefone e rapidamente disse que não, nada tinha mudado. É interessante, na atmosfera de hoje do politicamente correto, que o Dr. Ihlenfeld, um homossexual, sustente a opinião que a cirurgia de “redesignação de gênero” não é a resposta para aliviar os fatores psicológicos que levam à compulsão para mudar de sexo. Eu aprecio sua honesta avaliação clínica, da evidência e recusa em dobrar os resultados médicos a um ponto de vista político particular. Em seguida, vamos dar uma olhada na Clínica de Gênero da Universidade Johns Hopkins, onde a moça transgênero da fofoca no New York Daily News fez sua cirurgia. O Dr. Paul McHugh tornou-se diretor de Psiquiatria e Ciências Comportamentais em meados da década de 1970 e pediu ao Dr. Jon Meyer, diretor da clínica na época, a realização de um estudo aprofundado dos resultados de pessoas tratadas na clínica. McHugh diz: [Aqueles que foram submetidos a cirurgia] foram pouco modificados em sua condição psicológica. Eles tinham praticamente os mesmos problemas com relacionamentos, trabalho e emoções como antes. A esperança de que eles iriam agora emergir de suas dificuldades emocionais para florescer psicologicamente não tinha se cumprido. Em 2015 eu estava sentado em frente ao Dr. McHugh em seu escritório na Universidade Johns Hopkins e fiz-lhe a mesma pergunta que havia feito ao Dr. Ihlenfeld: Alguma coisa tinha mudado em suas idéias a respeito da mudança cirúrgica de sexo? McHugh me disse que ele ainda deve ter uma justificação médica para a alteração cirúrgica da genitália, e que é obrigação dos médicos praticantes seguir a ciência até onde ela leva, em vez de ignorar a ciência para avançar o politicamente correto. Estes dois médicos poderosos e influentes foram pioneiros no tratamento do transexualismo. Dr. Ihlenfeld é um psiquiatra homossexual. Dr. Paul McHugh é um psiquiatra heterossexual. Ambos chegaram à mesma conclusão: fazer a cirurgia não resolve os problemas psicológicos dos pacientes. Década de 2000: Os fatores psicológicos das clínicas Hopkins e Benjamin foram confirmados por estudos posteriores? Estudos mostram que a maioria das pessoas transexuais têm outros transtornos psicológicos coincidentes, ou co-morbidades (1). Um estudo de 2014 constatou que 62,7% dos pacientes diagnosticados com disforia de gênero (ver o conceito aqui) tinham pelo menos um distúrbio associado e 33% foram diagnosticados com graves transtornos depressivos ligados à ideação suicida. Outro estudo de quatro países europeus em 2014 descobriu que quase 70% dos participantes apresentaram um ou mais transtornos do Eixo I(2), principalmente transtornos afetivos (humor) e ansiedade. Em 2007, no Departamento de Psiquiatria da Case Western Reserve University, em Cleveland, Ohio, observou-se a avaliação clínica das comorbidades dos últimos 10 pacientes entrevistados em sua Gender Identity Clinic. Eles descobriram que “90% destes diversos pacientes tinham, pelo menos, uma outra forma significativa de psicopatologia… [incluindo] problemas de humor e regulação de ansiedade e de adaptação no mundo. Dois dos 10 tiveram arrependimentos significativos persistentes sobre suas transições anteriores”. No entanto, em nome de “direitos civis”, as leis estão sendo aprovadas em todos os níveis de governo para impedir que os pacientes transexuais recebam terapias para diagnosticar e tratar os transtornos mentais concomitantes. Os autores do estudo da Case Western Reserve University pareciam prever esta onda legal chegando quando eles disseram: “Esta constatação (média) parece contrastar com a retórica pública, forense, e profissional de muitos que cuidam de adultos transgêneros… A ip ênfase nos direitos civis não é um substituto para o reconhecimento e tratamento da psicopatologia associada. Especialistas em identidade de gênero, ao contrário da mídia, precisam se preocupar com a maioria dos pacientes, não apenas com os que estão aparentemente indo bem na transição”. Como alguém que passou pela cirurgia, estou inteiramente de acordo. A política não se mistura bem com a ciência. Quando a política se impõe sobre medicina, os pacientes são os que sofrem. E sobre os suicídios? Vamos ligar os pontos. Transexuais relatam tentativas de suicídio em um índice dramático – acima de 40%. De acordo com Suicide.org, 90% de todos os suicídios são resultado de distúrbios mentais não tratados. Mais de 60% (e possivelmente até 90%, como mostrado na Case Western) das pessoas trans têm comorbidades psiquiátricas, que muitas vezes são totalmente negligenciadas. Poderia o tratamento das doenças psiquiátricas subjacentes prevenir suicídios transexuais? Acho que a resposta é um sonoro “sim”. A prova está na cara. Um número tragicamente elevado de pessoas trans tenta o suicídio. O suicídio é o resultado de distúrbios mentais não tratados. A maioria das pessoas transexuais sofre de distúrbios de comorbidade não tratados. E, desafiando toda a razão, leis estão sendo introduzidas para impedir o seu tratamento. Escrevo levado pela profunda preocupação pelos homens e mulheres transexuais que tentam o suicídio, que são infelizes, e que querem voltar ao seu sexo de nascimento. Os outros – aqueles que parecem estar funcionando bem em transição, pelo menos por agora durante o seu “alívio” –, são celebrados na mídia. Mas eu ouvi de outros que preferem ficar no anonimato, que estão, sim, contemplando o suicídio; suas vidas estão dilaceradas pois, apesar da cirurgia, ainda têm questões debilitantes físicas ou psicológicas: aqueles para os quais o “alívio” já acabou. Na década de 1970 e também hoje a cirurgia de redesignação de sexo tem sido realizada rotineiramente quando solicitada. As pessoas trans constituem a única população autorizada a se auto-diagnosticar com disforia de gênero, apenas com base em seu desejo pela cirurgia de reatribuição sexual, e não porque a comunidade médica tenha encontrado provas objetivas de que essa cirurgia é medicamente necessária. Depois de cinquenta anos de intervenção cirúrgica nos Estados Unidos, uma base científica para o tratamento cirúrgico das pessoas trans ainda está faltando. Uma força-tarefa encomendada pela Associação Psiquiátrica Americana fez uma revisão da literatura sobre o tratamento do transtorno de identidade de gênero e em 2012 e declarou: “A qualidade das provas referentes à maioria dos aspectos do tratamento em todos os subgrupos foi determinada como sendo baixa”. Em 2004, a revisão de mais de 100 estudos médicos pós-operatórios internacionais de transexuais não encontrou “nenhuma evidência científica sólida de que a cirurgia de mudança de sexo seja clinicamente eficaz”. Nós ouvimos os ecos dos pioneiros nas clínicas Hopkins e Benjamin e vemos as suas primeiras conclusões confirmadas em estudos de hoje, mostrando mais uma vez que existem transtornos psiquiátricos e psicológicos nas psiques dos que mudam de sexo – mas quem está prestando atenção? Escárnio e vilipêndio aguardam quem se atreve a sugerir que a psicoterapia é necessária para tratar eficazmente a disforia de gênero. Dr. McHugh, Dr. Ihlenfeld, e outros como eles mostram grande integridade quando levantam publicamente preocupações sobre os problemas psicológicos daqueles que mudam de sexo, e quando respondem contra a “abordagem rolo compressor”, de tratamentos que fornecem hormônios e cirurgia de mudança sem antes buscarem tratamentos menos invasivos e que alterem a vida. Advogados e clientes trans temem que, se um psicólogo ou um psiquiatra olhar muito profundamente na psique do paciente eles possam descobrir a presença de uma doença que, se tratada adequadamente, tiraria o sonho de mudança de sexo, uma fantasia que alimentaram na maior parte de suas vidas. Viver em negação é muitas vezes um meio de fuga, uma maneira de evitar olhar para trás, para eventos da primeira infância, e de lidar com um passado doloroso. As causas desses distúrbios estão enterradas profundamente, e agita-las leva a níveis elevados de ansiedade. E então a mudança da identidade e aparência – embora extrema – parece preferível. Trinta e três anos atrás passei por uma cirurgia de redesignação de sexo apenas para descobrir que era um alívio temporário, não uma solução para as comorbidades subjacentes. Tenho escrito livros, publicado artigos, e falado publicamente com todo o mundo para esclarecer as pessoas sobre a prevalência de suicídio entre as pessoas transexuais e sobre os riscos e os arrependimentos da mudança de sexo. As redes de televisão, tais como a ABC, que exaltam transgêneros como Bruce Jenner em sua turbulência psicológica, fazem um grande desserviço para transexuais e para aqueles que os tratam, negando-lhes um ambiente seguro no qual resolvam os problemas mais profundos de comorbidades e suicídio. Continuar a ignorar a história e as advertências de estudos e relatórios – embora inconvenientes ou politicamente incorretas que possam parecer – não é solução para o tratamento de distúrbios psicológicos. Ignorar os suicídios não vai ajudar a preveni-los. Proibir certas intervenções médicas quando sabemos que 90% dos suicídios são devido a transtornos mentais não tratados, e que a maioria das pessoas trans coexistem com transtornos psicológicos, não avança os protocolos de tratamento eficazes, e perde-se a liberdade de seguir até onde a ciência conduz. Ao se permitir que uma agenda política anule e silencie o processo científico, não irá se impedir os suicídios, nem levar melhores tratamentos para esse grupo. Isso não é compaixão, é desrespeito imprudente para com a vida das pessoas. Notas de Heitor De Paola: (1) Co-morbidade (Comorbidity) é a preseça de uma ou mais doença ou síndrome que ocorre simultaneamente com uma condição clínica primária. O distúrbio secundário pode ser de ordem mental ou comportamental. (2) Axis I é um dos cinco eixos considerados pelo Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders (DSM) para determinação diagnóstica. O diagnóstico das principais perturbações depressivas geralmente estão acompanhados de distúrbios no trabalho, problemas físicos como hipertensão, tristeza e desespero. (Psychiatric Axis I Comorbidities among Patients with Gender Dysphoria) – http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/25180172 Walt Heyer é um autor e orador público com paixão para ajudar os outros que lamentam a mudança de sexo. Através de seus site, SexChangeRegret.com, e blog, WaltHeyer.com, Heyer sensibiliza a opinião pública sobre o arrependimento e outras trágicas consequências sofridas. A história de Heyer pode ser lida de forma inovadora no Kid Dakota and The Secret at Grandma’s House , bem como em sua autobiografia, A Transgender’s Faith. Outros livros de Heyer incluem Paper Genders e Gender, Lies and Suicide. Publicado originalmente em The Public Discourse. Tradução: William Uchoa Divulgação: Papéis Avulsos – http://heitordepaola.com
A falta de senso de proporções, da percepção do real tamanho das coisas e das relações das partes com um todo é um dos efeitos do controle da informação, da deseducação e da mentira politicamente correta, e frequentemente gera depressão.
Professor Olavo de Carvalho já disse, mais de uma vez, que a mentira é causa de doença mental. E hoje, com excessão do governo Bolsonaro, a mentira é a língua oficial das autoridades e da imprensa. Eu já nem preciso assistir ou ler os jornais para saber o que eles estão dizendo.
Ainda ontem estava lendo, no livro de Cristian Derosa "FAKE NEWS", que a construção das pautas no jornalismo é feita antes do conhecimento dos fatos. É como uma grade de interpretações politicamente corretas onde os fatos são encaixados para enterrá-las mais fundo na opinião pública.
Não é apenas a Internet a causa da superficialidade das relações. Há uma
causa anterior: o relativismo institucionalizado que desorienta e
esvazia a busca da verdade. Sem a bússula da verdade, vc aceita qualquer
coisa, vc iguala o valor da opinião, da mentira, ou do conhecimento.
Vc perde a noção do que é conhecer, do que é bem e do que é nocivo. E vc pode acreditar
piamente e ser vítima de seus próprios maus pensamentos. Gente, a verdade é um anticorpo do sistema imunológico psíquico.
Bia Kicis · MC
Reaça encontrado morto. Sua advogada diz que estão inventando que ele
sofria de depressão mas afirma que isso é mentira. Amigos que o
encontraram na Paulista dia 26 afirmam que ele estava feliz e cheio de
planos. Muito triste! Mas é preciso investigar!
DICA PARA DEPRESSÃO E OUTROS MALES O relativismo nos deixa sem referências e critérios, desarmados frente aos ataques internos e externos à nossa mente. Quando recuperamos a noção de verdade, recuperamos nosso sistema imunológico psíquico que faz a triagem e organiza as informações falsas, duvidosas, prováveis ou verdadeiras, ou seja, o que devemos aceitar, deixar em suspenso ou rejeitar.
A depressão não entra se você questiona seu fundamento de idéias venenosas. Este foi um dos efeitos que constatei depois de ouvir Olavo de Carvalho por alguns anos. Ele soube diagnosticar o MAL e o ensina, assim como a combatê-lo. Não conheço ninguém mais fazendo isso, curando uma sociedade inteira.
Eu
vivi uma depressão constante até recuperar este sistema imunológico
psíquico, o critério da verdade, que faz a triagem e organiza conteúdos mentais. Absorvi isto sem querer, assistindo a quase
todos os True Outspeak do prof. Olavo.
Prof.
Olavo deixa claro que estamos sentindo os efeitos degradantes de
lideranças deformadas, monstruosas, em todos os quadrantes da nossa vida e não só na
economia, como muitos pensam. A escassez é de verdades, antes de tudo. A
falta de verdades circulantes permite a onipresença da mentira, plena, sem confrontos e questionamentos. Isso enlouquece as
pessoas que, ao invés de investigar a estranheza e o mal-estar sutil decorrente, abandonam seus critérios naturais, legítimos de
avaliação e sua capacidade de perceber.
"O psicopata, ao contrário, escreve para insinuar que você
NÃO SENTIU O QUE SENTIU, NÃO VIU O QUE VIU, NÃO SABE O QUE SABE." Olavo de Carvalho
"TUDO,
na vida intelectual, depende de uma distinção clara entre o que você
SABE, o que lhe PARECE RAZOÁVEL, o que você ACHA e o que você apenas
IMAGINA. Os quatro discursos de Aristóteles." Olavo de Carvalho "Uma pessoa que
diz que a verdade é relativa está pedindo para que você não acredite
nela." (Roger Scruton)
"Chegará o dia em que teremos que provar ao mundo que a grama é verde." G.K. Chesterton
Hoje é o politicamente correto, artificialmente construído e imposto de cima para baixo, martelado dia e noite pelas fake mídias, escolas, órgãos de cultura, é o que está nos desfigurando a razão. Acho que é o que Lobaczewski chamaria de paramoralismo:
"A língua dupla é somente um dos muitos sintomas. Outro sintoma é a
facilidade específica para produzir novos nomes que tenham efeitos
sugestivos e sejam aceitos praticamente sem críticas, particularmente
fora da abrangência imediata de tal sistema de governo. Nós devemos
ressaltar que o caráter paramoralista e as qualidades paranóicas estão
freqüentemente contidos nesses nomes. A ação de paralogismos e
paramoralismos na ideologia deformada se torna compreensível para nós,
baseada na informação apresentada no Capítulo IV. Qualquer coisa que
ameace o governo patocrático se torna profundamente imoral." ("Ponerologia - Psicopatas no Poder")
Este é o radicalismo da direita: Diz a "extrema" direita: 2+2= 4 A esquerda revolucionária responde: 2+2= 5 Aí vem a esquerda "moderada" e conclui: gente, não seja radical, 2+2= 4,5. A verdade não é uma média.