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terça-feira, 15 de junho de 2021

LEANDRO RUSCHEL - PANE NO SISTEMA - O Paradoxo Moderno (Ep. 1)

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O comunismo implantado sorrateiramente: Sociedade Fabiana, Gramsci, Escola de Frankfurt, Saul Alinsky - https://youtu.be/s6lreLA-zIA?t=4168

GRAMSCI, ESCOLA DE FRANKFURTI, TEORIA CRÍTICA, DESCONSTRUCIONISMO, RELATIVISMO, MARCUSE, POLITICAMENTE CORRETO -  https://youtu.be/s6lreLA-zIA?t=4272

O grande engodo da esquerda: comparar situações reais com situações idealizadas. E destruir a sociedade por causa de um sonho sem consistência. https://youtu.be/s6lreLA-zIA?t=5197

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Olavo de Carvalho - "Preparem-se. Nos próximos anos a desordem do mundo atingirá o patamar da alucinação permanente e por toda parte a mentira e a insanidade reinarão sem freios. Não digo isso em função de nenhuma profecia, mas porque estudei os planos dos três impérios globais e sei que nenhum deles tem o mais mínimo respeito pela estrutura da realidade. Cada um está possuído pelo que Eric Voegelin chamava "fé metastática", a crença louca numa súbita transformação salvadora que libertará a humanidade de tudo o que constitui a lógica mesma da condição terrestre. Na guerra ou na paz, disputando até à morte ou conciliando-se num acordo macabro, cada um prometerá o impossível e estreitará cada vez mais a margem do possível. A Igreja Católica é a única força que poderia, no meio disso, restaurar o mínimo de equilíbrio e sanidade, mas, conduzida por prelados insanos, vendidos e traidores, parece mais empenhada em render-se ao espírito do caos e fazer boa figura ante os timoneiros do desastre. No entanto, no fundo da confusão muitas almas serão miraculosamente despertadas para a visão da ordem profunda e abrangente que continua reinando, ignorada do mundo. Muitas consciências despertarão para o fato de que o cenário histórico não tem em si seu próprio princípio ordenador e só faz sentido quando visto na escala da infinitude, do céu e do inferno. Essas criaturas sentirão nascer dentro de si a força ignorada de uma fé sobre-humana e nada as atemorizará."

Olavo de Carvalho - Por enquanto, o pessoal pode brincar de desconstrucionismo porque só o imagina como contestação da “lógica binária”. Mas, quando a última recordação da lógica binária tiver desaparecido da memória e só restar o desconstrucionismo enquanto tal, pensar “gugu dadá” será um desafio invencível.
Imagino um grupo de generais, num país sob ataque, planejando a defesa com base na lógica desconstrucionista. A premissa número um seria a de que o invasor não existe, é apenas uma diferença entre signos.

Olavo de Carvalho Quando os comunolarápios dizem coisas absurdas, não ria deles, achando que ganhou a discussão. O discurso deles já não tenta nem se parecer de longe com a verdade. Eles não precisam da verossimilhança, porque seu objetivo não é PERSUADIR, É DESORIENTAR, ATORDOAR, E POR ESSE MEIO ESCRAVIZAR PSICOLOGICAMENTE O PÚBLICO.
 

OLAVO DE CARVALHO - BRINCAR DE GENOCÍDIO

Logicamente falando, só há dois motivos possíveis para continuar respeitando uma ideologia depois que ela matou 100 milhões de pessoas: ou você admite que esse resultado letal foi um desvio acidental de percurso, um detalhe supérfluo na evolução histórica de um lindo ideal, ou parte logo para a legitimação ostensiva do genocídio. Ou você defende o marxismo mediante a supressão do nexo essencial entre fatos e idéias que é a própria base dele, ou o enaltece mediante um argumento que faz dele uma apologia do crime. No primeiro caso, você é um idiota; no segundo, é um monstro de amoralidade e frieza. Não há como escapar dessa alternativa quando se aceita apostar 100 milhões de vidas num ameno e respeitoso joguinho de idéias.

Tão logo entra nisso, com boa-fé e sem se dar conta das implicações morais de sua decisão, você se desliga de sua consciência profunda – que percebe essas implicações perfeitamente bem – e passa a raciocinar só com a periferia de seu ser pensante. Rompido o elo entre o coração e a máquina de tagarelar, você já é um esquizóide ao menos honorário: e quando a patologia adquirida começa a se manifestar em sintomas – um sentimento de culpa difusa, um medo sem razão, umas inibições súbitas e inexplicáveis – você já não tem a menor condição de saber de onde eles vieram.

Todas as neuroses, dizia Igor Caruso, são produzidas pela repressão da consciência moral, da voz interior que nos indica o sentido profundo de nossas escolhas e a lógica implacável de suas conseqüências. Quando você sufoca a voz da consciência, é essa lógica que você expele de seu horizonte de visão. Por não querer arcar com o peso da escolha moral consciente, você entrega as rédeas de seu destino à mecânica do inconsciente – ou ao primeiro que, em torno, deseje pegá-las. E quem mais desejaria pegá-las que o manipulador que sonha em conduzi-lo pela argola do nariz, como um boi sonso, a transigências e complacências que lúcido e consciente você não poderia aceitar de maneira alguma?

Então, ao admitir que matar ou não matar 100 milhões de pessoas é apenas uma livre escolha entre “linhas ideológicas”, você já nem pode se dar conta de que isso é o mesmo que um assassino declarar que entre ele e sua vítima nada mais se passou que uma divergência quanto à interpretação do Código Penal.

Contra essa insinuação, subentendida na exigência acima referida, é preciso reiterar com todo o vigor: a condenação do comunismo não é um ato político ou ideológico, é um ato moral. Não é livre escolha, é obrigação elementar e indeclinável como a condenação do nazismo e do fascismo. A moral transcende infinitamente a esfera das ideologias e dos jogos de poder. Submetê-la a essa esfera é prostituí-la, e ninguém a prostitui mais que o comunista que, após tê-la assim subjugado, alardeia querer “ética na política”, com uma piscadela maliciosa ao círculo dos iniciados que sabem aonde ele quer chegar com isso. https://olavodecarvalho.org/brincar-de-genocidio/



 

quarta-feira, 5 de abril de 2017

SOCIALISMO FABIANO - OLAVO DE CARVALHO


A MÃO DE STÁLIN ESTÁ SOBRE NÓS

Olavo de Carvalho
 03 de agosto de 2002

Neste país há três e não mais de três correntes políticas organizadas: o socialismo fabiano que nos governa, o socialismo marxista e o velho nacional-esquerdismo janguista.

O socialismo fabiano distingue-se do marxista porque forma quadros de elite para influenciar as coisas desde cima em vez de organizar movimentos de massa. Seu momento de glória veio com a administração keynesiana de Roosevelt, que, a pretexto de salvar o capitalismo, estrangulou a liberdade de mercado e criou uma burocracia estatal infestada de comunistas, só sendo salva do desastre pela eclosão da guerra. O think tank mundial do fabianismo é a London School of Economics, parteira da “terceira via”, uma proposta da década de 20, periodicamente requentada quando o socialismo revolucionário entra em crise e é preciso passar o trabalho pesado, temporariamente, para a mão direita da esquerda. No poder, os fabianos dão uma maquiada na economia capitalista enquanto fomentam por canais aparentemente neutros a disseminação de idéias socialistas, promovem a intromissão da burocracia em todos os setores da vida (não necessariamente os econômicos) e subsidiam a recuperação do socialismo revolucionário. Quando este está de novo pronto para a briga, eles saem de cena envergando o rótulo de “direitistas”, que lhes permitirá um eventual retorno ao poder como salvadores da pátria se os capitalistas voltarem a achar que precisam deles para deter a ascensão do marxismo revolucionário. Então novamente eles fingirão salvar a pátria enquanto salvam, por baixo do pano, o socialismo.

Desde seus fundadores, Sidney e Beatrice Webb, o fabianismo nunca passou de um instrumento auxiliar da revolução marxista, incumbido de ganhar respeitabilidade nos círculos burgueses para destruir o capitalismo desde dentro. Os conservadores ingleses diziam isso e eram ridicularizados pela mídia, mas a abertura dos Arquivos de Moscou provou que o mais famoso livro do casal não foi escrito pelo marido nem pela esposa, mas veio pronto do governo soviético.

A articulação dos dois socialismos era chamada por Stalin de “estratégia das tesouras”: consiste em fazer com que a ala aparentemente inofensiva do movimento apareça como única alternativa à revolução marxista, ocupando o espaço da direita de modo que esta, picotada entre duas lâminas, acabe por desaparecer. A oposição tradicional de direita e esquerda é então substituída pela divisão interna da esquerda, de modo que a completa homogeneinização socialista da opinião pública é obtida sem nenhuma ruptura aparente da normalidade. A discussão da esquerda com a própria esquerda, sendo a única que resta, torna-se um simulacro verossímil da competição democrática e é exibida como prova de que tudo está na mais perfeita ordem.

No governo, nossos fabianos seguiram sua receita de praxe: administraram o capitalismo como se fossem capitalistas, ao mesmo tempo que espalhavam a doutrinação marxista nas escolas, demoliam as Forças Armadas, instituíam novas regras de moralidade pública inspiradas no marxismo cultural da Escola de Frankfurt, neutralizavam por meio da difamação midiática as lideranças direitistas, criavam um aparato de repressão fiscal destinado a colocar praticamente fora da lei a atividade capitalista e, last not least, subsidiavam com dinheiro público o crescimento do MST, a maior organização revolucionária que já existiu na América Latina. Em suma: fingiam cuidar da saúde do capitalismo enquanto destruíam suas bases políticas, ideológicas, culturais, morais, administrativas e militares, deixando o leito preparado para o advento do socialismo. Fizeram tudo isso sob o aplauso de uma classe capitalista idiota, incapaz de enxergar no capitalismo nada além da sua superfície econômica e ignorante de tudo o que é preciso para sustentá-la. Agora podem ir para casa, seguros de ter um lugar ao sol no socialismo, se ele vier amanhã, assim como no capitalismo, se ele durar mais um pouco.

Se o socialismo marxista tinha sua encarnação oficial no Estado soviético, enquanto o fabianismo era o braço “light” da estratégia stalinista, o nacional-esquerdismo que brotou na década de 30 também foi substancialmente uma invenção de Stalin. A grande especialidade de “tio Josef” era justamente o problema das nacionalidades, ao qual ele dedicou um livro que se tornou clássico. Foi ele que criou a estratégia de fomentar ambições nacionalistas, quando podia usá-las contra as potências ocidentais, ou freá-las, quando se opunham ao “internacionalismo proletário”. É verdade que falhou em aplicá-la com os nazistas, que se voltaram contra a URSS, mas obteve sucesso nas nações atrasadas, onde xenófobos de todos os naipes -- getulistas, nasseristas, peronistas, africanistas e aiatolás variados -- acabaram se integrando nas tropas da revolução mundial, varrendo suas divergências ideológicas para baixo do tapete e transmitindo uma impressão de unidade a seus adeptos nos países ricos (donde o milagre de feministas e gays marcharem contra os EUA ao lado de machistas islâmicos). A multidão dos nacionalistas revoltados dá um reforço externo à estratégia das tesouras, seja como massa de manobra ou, quando fardada, como arma de guerra.

Stalin foi o maior estrategista revolucionário de todos os tempos. Os efeitos de sua ação criadora chegaram às terras tupiniquins e ainda estão entre nós.Todo o panorama político nacional está hoje montado segundo o esquema delineado por ele nos anos 30. Mas, dos poucos que têm envergadura intelectual para enxergar isso, quantos têm interesse de discuti-lo em público?

http://www.olavodecarvalho.org/a-mao-de-stalin-esta-sobre-nos/
http://www.olavodecarvalho.org/semana/08032002globo.htm



A MÃO DIREITA DA ESQUERDA 
(...) Fabian Society. Foi um de seus membros mais ilustres o escritor H. G. Wells, que delineou já em 1928 o programa inteiro da Nova Ordem Mundial e o publicou no seu livro “Conspiração Aberta”.
“Aberta” é força de expressão. “Conspiração” também. O socialismo fabiano jamais se envolveu em atentados, comícios, passeatas, muito menos em conspirações de porão. Tudo o que ele faz é preparar intelectuais para colocá-los em altos postos de assessoria desde os quais possam, discretamente, mas sem nenhum segredo, incutir idéias socialistas nas cabeças dos governantes. O esquema foi inventado pelo teórico Graham Wallas, que com cinco décadas de antecedência formulou a estratégia gramsciana da “ocupação de espaços” e da “revolução passiva” (e dizer que Gramsci ainda passa por gênio!). A magnitude dos efeitos da coisa contrasta singularmente com a circunspecção dos meios. Praticamente todos os grandes giros da economia moderna no sentido centralizador e socializante do Estado previdenciário foram planejados por socialistas fabianos. Só para dar uma idéia do alcance da sua influência, os planos de governo de três dos mais poderosos — e dos mais estatizantes — dentre os presidentes dos EUA, Roosevelt, Kennedy e Johnson, foram diretamente copiados de obras de autores fabianos e adotaram até seus títulos: o “New Deal” de Roosevelt é um livro de Stuart Chase, a “New Frontier” de Kennedy um livro de Henry Wallace, e a “Great Society” de Johnson um livro do próprio Graham Wallas.
Malgrado seu estilo soft, antes social-democrático que comunista, os fabianos sempre consideraram a URSS uma valiosa aliada na sua luta contra o liberal-capitalismo. No fundo, ela foi bem mais que isso: desertores da KGB informaram que pelo menos um dos livros de Sidney Webb, o mais célebre presidente da Fabian Society, não foi escrito por ele, mas veio pronto do Ministério das Relações Exteriores soviético. É compreensível. Muito antes de Gramsci, a URSS também já havia descoberto as virtudes do gradualismo reformista que, pelo alto e no macio, socializa o mundo mais depressa do que poderiam fazê-lo alguns milhares de Ches Guevaras — os autênticos bois de piranha do único socialismo que sai sempre vencedor.
A suprema vantagem do método discreto é que, quando os engenhosos planos estatizantes de intelectuais socialistas desconhecidos do povão fazem por fim pesar sobre o bolso das massas o custo imensurável da sua tolice, nunca faltam na praça intelectuais de esquerda radical, que, ignorando ou fingindo ignorar tudo do trabalho de seus parceiros fabianos, lançam a culpa do desastre… no capitalismo liberal!
Não veja a tua mão esquerda o que faz a tua direita, ensina a Bíblia. O socialismo tem a sua própria versão demoníaca desse ensinamento: não vejam as tuas massas barulhentas o que fazem os teus aliados silenciosos — e assim, não sabendo quem as oprime, elas descarregarão sua fúria no bode expiatório que melhor convenha à tua estratégia.
Resta saber apenas se os nossos nacionalistas — sobretudo os das Forças Armadas — consentirão em reduzir-se ao papel de massas manipuladas.

https://web.archive.org/web/20180718023722/http://www.olavodecarvalho.org/a-mao-direita-da-esquerda/

PT e PSDB são os dois grandes pilares do esquerdismo nacional, Se um cai, o outro não se sustenta. Ambos nos impuseram a "Nova República", o MST, o abortismo, a ideologia de gênero, a propaganda comunista nas escolas, a destruição da educação nacional, a paparicação dos criminosos, a beatificação dos terroristas, o desarmamento civil, a tolerância para com o narcotráfico etc. Segundo o próprio FHC, não têm divergências ideológicas, brigam apenas pela partilha de cargos, e nenhum dos dois pretende que isso mude no mais mínimo que seja.
https://www.facebook.com/carvalho.olavo/posts/627380474080697


"E não me venham falar em PSDB. É oposição biônica, dócil e castrada. A articulação do PSDB com o PT é tão profunda, tão comprometedora, que líderes tucanos e petistas já discutem abertamente a fusão de seus partidos."
http://www.olavodecarvalho.org/semana/040212jt.htm

Feagacê foi o pai da merda.
“Quem começou a propaganda comunista nas escolas? Quem começou a doação do território nacional a tudo quanto é ONG picareta e comunista? Quem sucateou e desfibrou as Forças Armadas? Quem começou a reprimir a polícia em vez dos bandidos? Quem encheu de dinheiro o MST, transformando-o de um grupinho de malucos numa temível organização militante? Quem destruiu a educação nacional? Não foi o PT. Este já recebeu de bandeja a situação de que precisava para virar o dono de tudo e poder roubar à vontade. Feagacê foi o pai da merda. Não foi à toa que ele se gabou de ser o melhor discípulo de Antonio Gramsci no Brasil.”https://olavodecarvalhofb.wordpress.com/2017/11/10/feagace-foi-o-pai-da-merda/

Quem foi que inventou o Brasil?
Foi então que um grupo de bilionários criou o plano estratégico mais maquiavélico da história econômica mundial -- inventaram a fórmula assim resumida ironicamente pela colunista Edith Kermit Roosevelt (neta de Theodore Roosevelt): “A melhor maneira de combater o comunismo seria uma Nova Ordem socialista governada por ‘especialistas’ como eles próprios.” Essa idéia espalhou-se como fogo entre os membros do CFR, Council on Foreign Relations, o poderoso think tank novaiorquino. A política adotada desde então por todos os governos americanos (exceto Reagan) para com o Terceiro Mundo, na base de combater a “extrema esquerda” mediante o apoio dado à “esquerda moderada”, foi criada diretamente pelo CFR. O esquema era infalível: se os “moderados” vencessem a parada, estaria instaurado o monopolismo; se os comunistas subissem ao poder, entraria automaticamente em ação o Plano B, o capitalismo clandestino. A “extrema esquerda”, apresentada como “o” inimigo, não era na verdade o alvo visado, era apenas a mão esquerda do plano. O verdadeiro alvo era o livre mercado, que deveria perecer sob o duplo ataque de seus inimigos e de seus “defensores” os quais, usando o espantalho da revolução comunista, o induziam a fazer concessões cada vez maiores ao socialismo alegadamente profilático da esquerda “boazinha”.
Reduzir o leque das opções políticas a uma disputa entre comunistas e socialdemocratas tem sido há meio século o objetivo constante dos bilionários inventores da Nova Ordem global. O Brasil de hoje é o laboratório dos seus sonhos.
http://www.olavodecarvalho.org/semana/060611zh.html

SOCIALISMO FABIANO E SOCIALISMO MARXISTA
O socialismo fabiano distingue-se do marxista porque forma quadros de elite para influenciar as coisas desde cima em vez de organizar movimentos de massa.
A articulação dos dois socialismos era chamada por Stalin de “estratégia das tesouras”: consiste em fazer com que a ala aparentemente inofensiva do movimento apareça como única alternativa à revolução marxista, ocupando o espaço da direita de modo que esta, picotada entre duas lâminas, acabe por desaparecer.
http://www.olavodecarvalho.org/semana/08032002globo.htm

 
As soberanias nacionais devem ser respeitadas, mas não para além do ponto em que se arrogam o direito ao genocídio
https://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz2702200410.htm

FHC FOI O PAI DA MERDA



ADEUS LIBERDADE
http://bomsenso.org/2016/06/22/adeus-liberdade/

O PACTO ENTRE LULA E FHC EM PRINCETON
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2014/11/o-pacto-entre-lula-e-fhc-em-princeton.html

“Teorias da Conspiração”: Clube Bilderberg e Diálogo Interamericano
http://midiasemmascara.org/arquivos/qteorias-da-conspiracaoq-clube-bilderberg-e-dialogo-interamericano/
RECUPERADO:
https://web.archive.org/web/20171107214259/http://midiasemmascara.org/arquivos/qteorias-da-conspiracaoq-clube-bilderberg-e-dialogo-interamericano/


José Dirceu: “Quem rompeu o pacto (de Princeton?) que assuma as consequências”
http://radiovox.org/2017/05/20/jose-dirceu-quem-rompeu-o-pacto-de-princeton-que-assuma-as-consequencias/

FHC, O COMUNISTA
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2016/09/fernando-henrique-cardoso-o-comunista.html

BLOQUEANDO O NOVO EIXO DO MAL - CONSTANTINE MENGES TINHA RAZÃO
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2014/03/bloqueando-o-novo-eixo-do-mal.html


quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

LEI DÁ PODERES DE DITADOR A OBAMA: NATIONAL DEFENSE AUTHORIZATION ACT


A notícia não é nova, já tem mais de um ano, mas como a imprensa a omitiu e continua omitindo, e a maioria dos brasileiros parece não avaliar sua gravidade,  nem mesmo acreditar nela, resolvi fazer este post.



BARACK OBAMA DITADOR - ATENTADO EM BENGHAZI, LIBIA - OLAVO DE CARVALHO
 http://youtu.be/LBI4GR17mDo



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True Outspeak - Olavo de Carvalho - 07 de novembro de 2012





OBAMA APROVA LEI QUE LHE DÁ DIREITOS DE DITADOR:



Comentários ao National Defense Authorization Act

http://jus.com.br/revista/texto/20889/comentarios-ao-national-defense-authorization-act

A lei é a maior aberração legislativa dos EUA: autoriza a intervenção militar, sob fundamento de suposta defesa nacional, possibilitando a prisão de qualquer pessoa por tempo indeterminado, sem acusação formal e sem observância do devido processo legal.




Nos EUA, os partidos Democrático e Republicano – oponentes políticos – uniram-se para elaborar projeto de lei para o ano fiscal de 2012, que foi aprovado quase por unanimidade pelo Congresso.
O Executivo norte-americano ameaçou vetar algumas disposições, contendo, assim, a opinião pública, mas, à véspera do primeiro dia do ano de 2012, o presidente Barack Obama sancionou o National Defense Authorization Act.

A lei é a maior aberração legislativa do país por destoar dos ideais de liberdade que sempre ali foram pregados. A lei autoriza a intervenção militar, sob fundamento de suposta defesa nacional, possibilitando a prisão de qualquer pessoa por tempo indeterminado, sem acusação formal e sem observância do due process of law.  Este ato legislativo é parcialmente marcial por abolir parte das liberdades públicas e garantias constitucionais, e por limitar o poder jurisdicional, desarmonizando a tripartição dos poderes enunciada por Charles-Louis de Secondatt, Montesquieu, acolhida pelos chamados países civilizados.

O presidente norte-americano sustentou verbalmente que os cidadãos americanos poderiam ficar despreocupados porque a lei não seria aplicada contra cidadãos norte-americanos, e que durante o governo dele não haveria prisão por tempo indeterminado, nem prisão arbitrária.


Ocorre que a letra da lei não diz bem assim; ela apenas determina a inaplicabilidade, aos cidadãos norte-americanos – descurando dos demais seres humanos, ofendendo a Declaração Universal dos Direitos Humanos –, das disposições do Sec. 1031, Subtitle D, Title X, que tratam dos requisitos para custódia militar.




Aplicáveis aos cidadãos norte-americanos são as disposições do Sec. 1032, Subtitle D, Title X, que versam sobre a autorização para as Forças Armadas deterem, por tempo indeterminado, sem acusação formal, sem devido processo legal, qualquer pessoa que tenha praticado certas ‘atividades subversivas’, para usar um termo conhecido por nós brasileiros.



Impressionante foi verificar o descaso dos meios de comunicação pela escassez de discussões sobre um tema tão relevante, que não é novidade para a política daquele país, mas está agora em um patamar gritante. O voice of Russia, entretanto, não ficou apático e se manifestou comparando a lei com a legislação introdutória do Terceiro Reich.

Ora, este fato serve para relembrar a teoria de Ferdinand Lassalle, que afirmou ser a Constituição formal um pedaço de papel que não subsiste ao chocar-se com os interesses dos fatores reais de poder. Necessariamente enfraquecem-se as suas antíteses, de Konrad Hesse e José Joaquim Gomes Canotilho.




Com esta lei, o Estado norte-americano instaura nova ordem jurídica contrária à vontade geral, tornando-se ilegítima, limitando as liberdades públicas sem qualquer justificativa positivada. A ausência de tais justificativas legais remete a ausência de qualquer noção de limite, o que Giorgio Del Vecchio associa a impossibilidade de afirmação dos direitos humanos e fundamentais.



Importante estender o texto para indicar que entraram em vigor, neste ano de 2012, no país do sistema common law, mais de 40.000 leis, dentre as estaduais e federais. Ademais, o ato legislativo aqui aludido é extenso, com mais de 500 páginas. É este panorama que se inviabiliza o conhecimento do povo acerca da lei, e, consequentemente, qualquer reação popular, notadamente pela desorganização deste maior fator real de poder, o que se agrava numa sociedade altamente pluralista, em que os interesses são diversos e dispersos.




Há absoluto contraste entre o que a lei diz e o que é certo e verdadeiro, conforme a razão linear jusnaturalista, identificada desde Cícero. Agora há uma lei aparente, mas não substancial – non legis essent, sed monstra legum.

Como Francesco Carnelutti sustentou, a diferença entre o criminoso e o militar é o uniforme, representando o direito justo, o que se perde em um regime totalitário ou marcial, que é o caso dos Novos Estados Unidos da América do Norte


Leia mais: http://jus.com.br/revista/texto/20889/comentarios-ao-national-defense-authorization-act#ixzz2KGTpP6CD

AS ORDENS EXECUTIVAS DE OBAMA PARA INSTALAR A TIRANIA:
http://www.canadafreepress.com/index.php/article/49905

National Defense Authorization Act (NDAA)
http://en.wikipedia.org/wiki/National_Defense_Authorization_Act_for_Fiscal_Year_2012




Relembrando:

Obama promete 'justiça' após morte de embaixador em ataque na Líbia
http://g1.globo.com/revolta-arabe/noticia/2012/09/obama-promete-justica-apos-morte-de-embaixador-em-ataque-na-libia.html

Filme que provoca manifestações anti-EUA mostra Maomé caricato 'A Inocência dos Muçulmanos'
http://g1.globo.com/revolta-arabe/noticia/2012/09/filme-que-provocou-manifestacoes-anti-eua-diz-que-o-isla-e-um-cancer_1.html

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OBAMA (NOVA ORDEM MUNDIAL) DEMOLINDO A DEMOCRACIA NOS EUA - OLAVO DE CARVALHO - TRUE OUTSPEAK
https://youtu.be/QSR8KwwrQWU

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Ataque na Líbia coloca política externa de Obama no centro de campanha eleitoral http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/09/120912_analise_obama_libia_mm_cc.shtml


Opositores de Obama alegam que o presidente se mostra excessivamente simpático ao Islã e disposto a se desculpar pelos Estados Unidos no mundo.
Outros sugerem que o apoio aos movimentos da chamada Primavera Árabe permitiu que grupos antiamericanos se fortalecessem. Horas antes, a campanha do candidato republicano à presidência, Mitt Romney, reagiu a um comunicado da embaixada americana no Cairo condenando as supostas tentativas de ofender os muçulmanos. A embaixada no Egito também foi atacada por causa do filme.

"É vergonhoso que a primeira resposta da administração Obama não tenha sido a de condenar os ataques a nossas missões diplomáticas, mas simpatizar com as pessoas que realizaram os ataques."

A Casa Branca disse que o comunicado da embaixada egípcia não passou pela aprovação do governo. O ataque que matou os americanos em Benghazi também deve lançar um debate sobre o apoio de Obama à campanha militar da Otan na Líbia, que levou à queda do coronel Muamar Khadafi.


MAIS:

NOVA ORDEM MUNDIAL - AS TRÊS ELITES GLOBALISTAS - OLAVO DE CARVALHO
http://conspiratio.blogs.sapo.pt/77171.html

REVOLUÇÃO (ISLÂMICA) NO EGITO E A NOVA ORDEM MUNDIAL
http://conspiratio.blogs.sapo.pt/36911.html

BARACK OBAMA ISLAMICO E A NOVA ORDEM MUNDIAL - OLAVO DE CARVALHO
http://youtu.be/Z54JBeJhpk0

FONTES
http://www.youtube.com/user/CanalMSM http://www.blogtalkradio.com/olavo  http://www.olavodecarvalho.org/true_outspeak.html

 Outros sites:
http://www.youtube.com/user/trueoutspeak http://www.midiasemmascara.org
http://www.theinteramerican.org/
http://www.seminariodefilosofia.org/ http://www.olavodecarvalho.org/blog/
http://olavettes.org/
http://www.dcomercio.com.br/index.php/busca-avancada?searchword=olavo%20de%20carvalho&searchphrase=all

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"EMERGÊNCIAS" PARA EXTINGUIR DIREITOS - Do livro "Estado de Exceção" de G. Agamben: "Não há nenhuma salvaguarda institucional capaz de garantir que os poderes de emergência sejam efetivamente usados com o objetivo da salvar a constituição. Só a determinação do próprio povo em verificar se são usados para tal fim é que pode assegurar isto (...) As disposições quase ditatoriais dos sistemas constitucionais modernos, sejam elas a lei marcial, o estado de sítio ou os poderes de emergência constitucionais, não podem exercer controles efetivos sobre a concentração dos poderes. Consequentemente, todos esses institutos correm o risco de serem transformados em sistemas totalitários, se condições favoráveis se apresentarem." (C. J. Friedrich) https://conspiratio3.blogspot.com/2024/08/leandro-ruschel-censura-global-mark.html

 


segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

GOVERNANTES INVISÍVEIS E SOCIEDADES SECRETAS

 GOVERNANTES INVISÍVEIS E SOCIEDADES SECRETAS



Os Governantes Invisíveis

Os homens que se encontram no primeiro plano da vida política têm realmente o poder entre suas mãos? Para Serge Hutin, autor de Governantes Invisíveis e Sociedades Secretas, o destino das nações depende, freqüentemente de grupos de homens que não estão investidos de cargos oficiais. Trata-se de sociedades secretas, verdadeiros governos ocultos que decidem o nosso destino sem o nosso conhecimento.

Pesquisa de Iliana Marina Pistone

Ao observarmos um formigueiro, as formigas parecem perambular a esmo, numa atividade febril e inútil, quando, de fato, todas as ações individuais têm como fim o mesmo alvo comum, cujas constantes são determinadas da forma mais categórica pela "alma coletiva" do formigueiro. Observando-se toda a seqüência da história, repleta de acontecimentos humanos, de contínuas reviravoltas que se manifestaram durante séculos, somos levados a perguntar se tudo isso tem algum sentido de coerência e se esse conjunto aparentemente caótico constituído pela humanidade pode ser comparado a um imenso formigueiro.

Essa é a questão principal levantada por Serge Hutin, na tentativa de explicar os grandes enigmas da história através da existência de governantes invisíveis e sociedades secretas, que regeriam o mundo. Examinando-se a história humana de um ponto de vista geral, notamos, de um lado, o equilíbrio, a ordem harmoniosa, a organização sintética. De outro lado, o caos completo, a desorganização, a desagregação. Hutin questiona se essa continuidade de eventos pertence ao acaso ou se até mesmo as forças caóticas não estariam obedecendo a diretrizes detalhadas, sob a orientação de governantes invisíveis.

Robert Payne, um autor inglês, publicou, em 1951, o livro intitulado Zero, The Story of Terrorism, no qual relata a existência de dirigentes ocultos que, à sombra de governos visíveis, manejavam essa terrível arma do terrorismo, sobrepujando até os poderosos grupos econômicos, cujo papel secundário limitava-se ao financiamento. Fatos estranhos passaram a acontecer após a publicação do livro, desde a compra de todos os estoques disponíveis por misteriosos emissários, até a quase falência da Wingate , uma das sólidas editoras no mercado londrino e, finalmente, a morte inexplicável do autor, alguns meses depois.




UMA PIRÂMIDE DE TRÊS DEGRAUS

Quanto a isso, Jacques Bergier, pesquisador dos enigmas da humanidade, revelou a existência de uma lista de assuntos proibidos para a imprensa, minuciosamente relatados em um caderno preto. Segundo ele, a proibição é de alcance mundial e universal, não levando em consideração o regime político dos vários países, e todo diretor de jornal importante tem uma cópia desse caderno, seja ele de tendências comunistas ou capitalistas.
Entende-se por sociedade secreta um grupo mais ou menos numeroso de pessoas, que se caracteriza por manter reuniões estritamente limitas a seus adeptos, e também por manter o mais absoluto sigilo a respeito das cerimônias e dos rituais onde se manifestam os símbolos que esta sociedade se atribui. As finalidades das sociedades secretas são as mais variadas: políticas, religiosas, espirituais, filosóficas e até criminosas.
Em 1945, em Paris, Raoul Husson (1901-67), fisiólogo e psicólogo, publicou um livro, sob o pseudônimo de Geoffroy de Charnay, nome de um dos grandes templários franceses, condenado à morte pelo fogo, em 1314, junto com o grande mestre Jacques de Molay. Nesse livro, Husson revelou que as sociedades secretas mundiais formavam uma pirâmide de três degraus. No primeiro degrau, de fácil acesso, encontram-se os homens considerados úteis. No segundo degrau, o acesso é mais selecionado e seus adeptos desempenham papéis importantes, influenciando no plano nacional e internacional. No cimo da pirâmide estariam as sociedades secretas superiores, que agem por trás dos bastidores. Todos os assuntos importantes da política internacional estariam nas mãos dessas sociedades.

CEMITÉRIOS REPLETOS DE GENTE INSUBSTITUÍVEL

Gurdjieff, o conhecido "mago" caucasiano, teria sido, no século 20, um destes personagens que chegaram ao ponto mais alto do domínio invisível dos assuntos humanos. De fato, Gurdjieff declarou: "Tive a possibilidade de me aproximar do sancta sanctorum de quase todas as organizações herméticas, ou seja, sociedades religiosas, ocultas, filosóficas, políticas ou místicas, e que são vedadas aos homens comuns".

Muito já foi dito da ação, freqüentemente ignorada, mas poderosa, das sociedades secretas que "dominam o mundo". Como exemplo, há a franco-maçonaria e seu desempenho marcante ao longo da Revolução Francesa. Outro grupo de ação notável foi o dos iluminados da Bavária, no século 18, cujo "poder oculto" teria levado Napoleão Bonaparte ao poder. Havia, entre os iluminados, Goethe, Herder, o alquimista rosacruciano Eckartshau-sem e muitas outras personalidades que não desconfiavam em absoluto dos verdadeiros objetivos políticos da seita.

Bonaparte teria alcançado o mais alto grau na Ordem dos Iluminados, além de Ter sido maçom e alto dignitário de outras ordens fraternais ; entre elas a Fraternidade Hermética, que ele conheceu na época da campanha egípcia.

Gérard Serbanesco, terceiro volume de sua obra Historie de la Franc-Maçonnerie Universelle, reproduz o relato de Napoleão sobre a cerimônia de sua iniciação. Lamentavelmente, a partir do momento em que Napoleão se deixou dominar pela sua ambição pessoal, não sendo mais o executador de planos secretos, a boa sorte o abandonou e o seu destino mudou.

Outra personalidade que recebeu iniciação numa seita de filiação templária foi Cristóvão Colombo, que, contrariamente à teoria tradicional, não teria iniciado sua viagem às cegas. Em Les Mystéres Templiers, Louis Charpentier conta como Colombo recebeu, dos navegadores a serviço do Templo, o conhecimento de uma rota que levava ao novo mundo e a missão da descoberta. Charpentier reuniu, a esse propósito, provas realmente interessantes.


Questões podem ser igualmente levantadas quanto à fulminante carreira de Joana D'Arc. Numa época em que todas as mulheres eram categoricamente excluídas de qualquer atividade política, todas as portas, até as mais fechadas, abriram-se para ela. Apesar de ser mais fácil explicar a sua atuação através da santidade, pode-se também supor que a sua missão tenha sido apoiada, se não preparada, pela intervenção de uma poderoso sociedade secreta. A que estaria relacionado o grande segredo que ela só quis confiar ao futuro Carlos VII?

Por outro lado, toda vez que algo ou alguém parece obstacular o determinismo cíclico da evolução do mundo, a ação dos governos invisíveis, que agem implacavelmente, faz-se presente. Desse forma, vários atentados políticos, atribuídos a fanáticos isolados, foram reconhecidos como execuções friamente decididas. Nesses casos, o assassino existe, mas ele é somente o agente que executa uma tarefa decidida por um poderoso grupo oculto.
O assassinato do presidente Kennedy permanece ainda hoje envolto em mistério, e a impressão que se tem é de que "alguém" não quer vê-lo esclarecido. Quanto a isso, Hutin menciona quatro pontos inquietantes:

1) "Por acaso", somente o prédio de onde saíram os tiros fatais não estava sendo vigiado pela polícia de Dallas.

2) Vários assassinos estavam em posições estratégicas, e suas atuações eram sincronizadas pelos gestos que um misterioso "diretor de orquestra" estava fazendo com seu guarda-chuva, sobre uma elevação (fotos que revelam isto foram publicadas por várias revistas, entre as quais a Paris Match); na eventualidade de Lee Oswald errar o alvo, um dos outros atiradores teriam entrado em ação

3) Já preso, o sicário foi convenientemente liquidado por um "justiceiro", que, por sua vez, morreu convenientemente de "câncer generalizado".

4) Por uma série de estranhas coincidências, um número impressionante de testemunhas do crime desapareceu e, em todos os casos, foi por acidente.


Não seria interessante levarmos em conta a intervenção de estranhos "invisíveis"que seguram o fio da história?
Bastante elucidativa é a sentença que diz: "Os cemitérios estão repletos de gente in-substituível".
Os jovens políticos que conhecem as manobras complicadas que se passam por trás dos bastidores são muito raros, e, quando certas figuras começam a atrapalhar os planos secretos que estão sendo executados, quer tenham ou não consciência disso, são tomadas as medidas necessárias, que podem ser sumárias ou secretas, para eliminá-las. Via de regra, os atentados políticos da história se caracterizam pela presença de um assassino fanático, instrumento de um grupo poderoso e insuspeito que permanece fora de cena. Em seguida, esses fanáticos são eliminados depois do atentado (por policiais ou pelo próprio povo) ou, quando presos com vida, se há dúvidas quanto à garantia de seu silêncio, são eliminados de forma definitiva. Foi isso o que teria acontecido a Lee Oswald, o assassino de Kennedy.


Em 15 de setembro de 1912, Revue Internationale des Sociétés Secrètes relata uma sentença dita por uma personalidade importante, uma espécie de eminência parda da política européia, que se teria manifestado da seguinte forma, a respeito do arquiduque Francisco Fernando, da Áustria: "É um bom moço. É uma lástima que esteja condenado. Vai morrer nos degraus do trono". Esse tipo de declaração nos faz refletir: o destino do arquiduque Francisco Fernando, cujo assassinato em Serajevo daria ensejo à deflagração da Primeira Guerra Mundial, já estava decidido dois anos antes do fato. Quem teria tomado a decisão? Voltamos novamente aos governantes invisíveis.

Dessa forma, tudo leva a crer que a guerra de 1914 já estava sendo esperada, preparada e "programada", dois ou três anos antes do seu início. Muitos acontecimentos mostram o contínuo esforço, através de slogans e de imagens, para exacerbar o entusiasmo bélico das massas na investida contra o inimigo.

OPUS DEI LIGADA AOS GOVERNANTES SECRETOS

Observando-se os acontecimentos de nossos dias , os antagonismos, as desforras militares, políticas ou de espionagem, poderíamos encontrar a prova irrefutável, de que vários grupos "espirituais", alguns dos quais talvez ligados aos governantes secretos do mundo, têm realmente uma atividade temporal definida. Em 1969 vários dirigentes da Opus Dei entraram ativamente no governo franquista, apresentando, dessa forma, o problema da sua influência política concreta, não somente na Península Ibérica, com um movimento que já contava, há cinco anos, com mais ou menos 50 mil membros no mundo inteiro. Tal organização, fundada na Espanha em 1928, pelo reverendo pe. José Maria Escriva de Balaguere, não pode ser considerada uma sociedade secreta na acepção da palavra. A Opus Dei afirma: "Somos unicamente uma associação de fiéis, cujas finalidades são só religiosas e apostólicas", fazendo com que seus adeptos sigam normas de vida católica na sua totalidade, não apenas no que diz respeito à vida particular, mas também na integração dentro da profissão e da sociedade. Contudo, os altos dirigentes de tal instituição, apesar da vida asceta e altruísta, não deixaram de se utilizar das condições objetivas do mundo moderno, não se esquecendo das finanças e da atividade política. Muitas obras beneficentes e fundações altruístas surgiram: clínicas, escolas, centros culturais e casas para estudantes. Seria o caso de não excluirmos a eventualidade de contatos sigilosos entre essa organização e sociedades ou até remanescentes ocultos da Inquisição espanhola.

A SINARQUIA DO IMPÉRIO

Para se reconhecer, entre os personagens conhecidos ou desconhecidos da grande história, quais deles teriam recebido suas tarefas diretamente dos governantes invisíveis, é preciso distinguir duas categorias de personalidades: uma constituída por homens que tiveram papel de destaque no plano histórico e que estavam a par dos grandes segredos, tais como Richelieu, Benjamin Disraeli, o primeiro-ministro da rainha Vitória, e Lenin.

A segunda categoria compreenderia os personagens que não aparecem em nenhum livro de história: tiveram um papel ativo, apesar de secreto, influenciando a situação histórica e política.

Timothée-Ignatz Trebitsch, um aventureiro judeu, foi uma eminência parda, utilizado para facilitar o advento do nazismo na Alemanha. Outra personalidade que parece ter tido um papel importante no campo da política secreta é o "mago" inglês Aleister Crowley (1875-1947). Num passado mais remoto, vamos encontrar as enigmáticas figuras do conde de Saint-Germain e de Cagliostro.



O nome "sinarquia", pela sua etimologia grega, pressupõe a realização de uma ordem sagrada num equilíbrio perfeito, de uma harmonia complexa, que seria o reflexo das leis cósmicas. Está associado a uma das mais misteriosas sociedades secretas modernas de governantes invisíveis, tendo sido introduzido pelo grande esoterista Alexandre Sain-Yves, que viveu entre 1842 e 1909. Recebeu do papa o título de marquês de Alveydre e tornou-se conhecido como Saint-Yves d' Alveydre. Viu-se escolhido pelos governantes invisíveis do mundo para executar seus planos, tendo deixado um número de obras muito estranhas: Mission des Souverrains, Mission des Juifs, Mission de l'Inde, L'Archéomètre. Saint-Yves apregoava o ideal de uma sinarquia universal, a Sinarquia do Império, e não restam dúvidas de que manteve contato direto com os mais altos governantes secretos.

A Sinarquia do Império tinha uma estrutura hierárquica, essencial para o sistema, e que era resumida no seu símbolo: um triângulo em quatro níveis , mostrando, em seu interior, um olho, e cujo vértice coincidia com a extremidade de uma estrela de cinco pontas. Em todas as sociedades secretas realmente poderosas encontramos sempre esta estrutura hierárquica, cujos diferentes níveis de atividades são estritamente separados, de forma que cada grupo atue no seu nível e para que os chefes supremos possam agir sem nunca serem percebidos.

O GRANDE MONARCA, ANUNCIADO POR NOSTRADAMUS

É muito interessante notar como o antagonismo entre o bem e o mal se faz presente em todos os campos. No fim do ciclo terrestre, a ação das forças demoníacas seria terrível, prega a tradição. A profecia revelada a Salete, na França, em 1846, com relação ao fim do mundo, é apavorante. Ainda segundo uma tradição francesa, espera-se a aparição, para depois dos acontecimentos apocalípticos, de um legítimo soberano, o grande monarca, anunciado por Nostradamus e aguardado com tanta ansiedade. São várias as versões quanto à identificação desse grande monarca.


O que se conclui é que os aspectos negativos no mundo, o lado demoníaco da continuidade histórica, enfim, o que se chama de mal, pode ser encarado como um aspecto decididamente lamentável, mas cosmicamente inevitável no desenvolvimento do ciclo terrestre. O próprio mal é uma necessidade metafísica a ser integrada no plano divino.

De acordo com uma tradição oral, as Sinarquias do Império usariam, também, como senha, o antigo símbolo chinês que indica a complementação indissolúvel e a ligação inexplicável entre os dois pólos cósmicos universais, positivo e negativo, ou masculino e feminino. Esse tradicional e significativo símbolo é formado por um círculo branco e preto. A parte branca e a preta estão separadas por uma linha em espiral; na parte preta encontra-se um ponto branco e na parte branca há um ponto preto. Isto quer dizer que, no apogeu da fase evolutiva do ciclo terrestre (o triunfo do branco), o preto nunca desaparece completa-mente, e sua presença está assinalada por aquele ponto e, inversamente, na fase involutiva do ciclo (triunfo do preto), o ponto branco sempre permanece. Nenhuma manifestação poderia ter acontecido nem acontecer sem essa complementação cósmicas dos dois contra-pontos. É comum encontrar-se em todas as tradições alusão à existência de governantes invisíveis secretos, personalidade misteriosas que controlam o desenvolvimento da história humana e modo minucioso. E o que se sabe dizer é que essas figuras misteriosas aparecem quando sua presença é muito necessária.

Na tradição dos rasacruzes existe uma hierarquia de mestres desconhecidos, um conselho constituído por doze homens, que supervisionam a evolução da humanidade. Acima deles existiria outra hierarquia de entidades que já superaram o nível mortal humano, conhecida como o invisível permanente.
Assim como existe a iniciação autêntica, que transporta a um estado supra-humano, há em contrapartida a "pseudo-iniciação", cuja finalidade é a divulgação da subversão e do caos, trabalhando para o "fim do mundo". Ao que parece, essas forças contrárias estão incluídas no plano divino.
Todo homem possui no seu íntimo a possibilidade de adquirir poderes para elevar-se a um nível superior, mas poucos são os que o conseguem. Ouspensky, discípulo de Gurdjieff, cita em Fragments d'un Enseignement Inconnu a seguinte observação feita por seu mestre: "Se dois ou três homens despertos se encontram no meio de uma multidão de adormecidos, eles se reconhecem imediatamente, enquanto os adormecidos não poderão vê-los... Se duzentos homens conscientes achassem necessária uma intervenção , poderiam mudar todas as condições de existência na Terra".

O domínio dos dirigentes ocultos dos grupos por eles supervisionados se faz também do uso sistemático da força psíquica dos símbolos. É fácil constatar, especialmente nas ideologias que exploram as massas, o uso e a eficácia dos símbolos, verdadeiras "armas" que ativam e despertam a energia que se encontra profundamente arraigada na psique humana, na parte que constitui o inconsciente coletivo da humanidade. Assim, vamos encontrar a cruz gamada ou suástica, um dos símbolos mais antigos e mais significativos da humanidade, encontrado no mundo inteiro, ao longo da história. Num primeiro tempo a suástica representou, simbolicamente, a rotação das sete estrelas da Ursa Maior em volta da estrela Polar. Em seguida, o seu significado ampliou-se e passou a ser o símbolo do movimento cósmico. Dependendo da direção em que se dobram os braços da cruz, a suástica chama-se direita, representando a fase evolutiva, ou, ao contrário, invertida, representando a fase regressiva de um ciclo terrestre no seu conjunto. Os chefes nazistas teriam escolhido a suástica invertida como símbolo da sua ideologia de maneira proposital, com o intuito de se valer das forças involutivas, caóticas e desintegrantes. No seu delírio, a ideologia nazista usou uma influência invertida do Antigo Testamento, no que diz respeito ao povo eleito, à raça eleita. É bem possível, portanto, que Hitler tentasse "ajudar" o ciclo terrestre, pensando que quanto mais apresentasse as catástrofes, mais rapidamente chegaria a Idade de Ouro, e todo o mal desapareceria!





O texto sânscrito Vishnu Purana descreve que a época de Kali, ou seja, da detruição, poderá ser identificada quando "a sociedade atingir um nível em que a propriedade outorgue categoria, a riqueza for a única fonte de virtude, a paixão constituir o único laço de união ente marido e mulher, a falsidade for a matriz do sucesso na vida, o sexo o único meio de prazer, e quando os ornamentos exteriores se confundirem com a religião interior".

Guénon, um espírito muito lúcido e sensível à percepção dos sinais apocalípticos do nosso tempo, é autor do livro A Era da Quantidade e o Sinal dos Tempos, escrito no período entre as duas guerras, onde preconiza a robotização das massas: "Os homens ficarão uns autômatos, animados artificial e momentaneamente por uma vontade infernal, e isto dará uma idéia nítida do que acontece à própria beira da dissolução final".

Hoje, o que podemos perceber é que as influências mágicas mudaram na sua forma, no seu ritual e na sua aparência, mas as técnicas de condicionamento mágico continuam existindo. Basta observarmos com que facilidade se lança uma moda. O que pode ser feito com a moda pode ser aplicado em muitos outros campos, porque o comprimento de uma saia e um slogan político, além do controle da informação, podem ser divulgados da mesma maneira, observou Robert Mercier.

Goebbels, o único ministro da propaganda nazista, sabia perfeitamente que as massas podem ser manobradas, porque prevalece a lei pela qual o comportamento de uma coletividade desorganizada é sempre caracterizado pelo nível intelectual mais baixo.




Governantes Invisíveis e Sociedades Secretas, de Serge Hutin, publicado no Brasil pela editora Hemus, examina em profundidade uma tese defendida por muitos estudiosos ligados à corrente do realismo fantástico (entre os quais o falecido Jacques Bergier). Essa tese afirma que, desde os primórdios da história, o mundo é governado na realidade por homens ou grupos de homens só muito raramente conhecidos: os membros de sociedades supersecretas. Sua existência nunca é pressentida, até o momento em que um fato imprevisível os leva a manifestarem-se abertamente.

Esses homens, por sua vez, obedeceriam a determinações de poderosas inteligências ainda mais ocultas e de compreensão praticamente impossível para o comum dos homens. Como escreveu o autor americano Philip José Farmer, em seu livro O Universo às Avessas: "Poderes sobre-humanos dirigem, do vértice da pirâmide dos governantes visíveis e invisíveis, toda a evolução de todos os sistemas planetários e das galáxias, incluindo todos os homens e os seres que os habitam. Se isso for verdade, a limitada inteligência humana seria incapaz de configurar o conjunto dos ciclos dos planetas e das galáxias, da mesma forma que uma célula de nosso organismo não tem a capacidade de entender a estrutura do conjunto ao qual pertence".

http://www.umanovaera.com/conspiracoes/governantes_invisiveis.htm

 Texto Extraído da Revista Planeta - Sociedades Secretas 

Governantes Invisíveis e Sociedades Secretas - Serge Hutin



MAIS:

 OLAVO DE CARVALHO- SOCIEDADES SECRETAS, MAÇONARIA, ILLUMINATI, ETC 
 http://videos.sapo.pt/8zzUClShODqYV7qf6ZdO

O POVO DO SEGREDO - UMA INFLUÊNCIA DIRETIVA POR TRÁS DO PROCESSO HISTÓRICO
http://conspiratio.blogs.sapo.pt/134534.html

SOCIEDADES SECRETAS, ILLUMINATI E REVOLUÇÕES NO MUNDO
 http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/01/sociedades-secretas-illuminati-e.html

SOCIEDADES SECRETAS SABEM A AGENDA ILLUMINATI - FABIAN SOCIETY - DAVID ICKE
http://youtu.be/b9jwXrJ3FP8



quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

BILDERBERGS, METACAPITALISTAS, GLOBALISTAS ILLUMINATI SÃO SOCIALISTAS FABIANOS - OLAVO DE CARVALHO

É O TOTALITARISMO AVANÇANDO NA PONTA DOS PÉS... (David Icke)



O primeiro logotipo da Fabian Society era um lobo em pele de cordeiro, que depois foi trocado pelo símbolo da tartaruga.


 O sentido é óbvio, agora. É o totalitarismo avançando devagar, traiçoeiro, invisível, até que seja tarde. (veja a técnica da rã na panela, abaixo). Todo um arsenal de estratégias dissimuladas e manipuladoras é dirigido contra nós, armas silenciosas para guerras secretas.


Versão mais longa do vídeo:
NOVA ORDEM MUNDIAL E O TOTALITARISMO FABIANO - 1 de 2

NOVA ORDEM MUNDIAL E O TOTALITARISMO FABIANO - 2 de 2

Olavo de Carvalho - Estratégia Gramsciana no Brasil

O QUE ESTÁ ACONTECENDO
Escrito por Olavo de Carvalho | 29 Agosto 2012
A verdadeira "Guerra Fria" só agora está começando -- e, aliás, já veio quente. A concorrência entre "capitalismo" e "socialismo" foi apenas um véu ideológico para uso das multidões, mas a luta entre Oriente e Ocidente é para valer.

AGENDA ILLUMINATI - ALDOUS HUXLEY E GEORGE ORWELL A CONHECIAM ATRAVÉS DA FABIAN SOCIETY - DAVID ICKE

História de quinze séculos
 
CONSPIRAÇÃO ABERTA - H. G. WELLS

SOCIEDADES SECRETAS SABEM A AGENDA ILLUMINATI - FABIAN SOCIETY - DAVID ICKE
 
SOCIALISMO FABIANO E SOCIALISMO MARXISTA
O socialismo fabiano distingue-se do marxista porque forma quadros de elite para influenciar as coisas desde cima em vez de organizar movimentos de massa.
A articulação dos dois socialismos era chamada por Stalin de “estratégia das tesouras”: consiste em fazer com que a ala aparentemente inofensiva do movimento apareça como única alternativa à revolução marxista, ocupando o espaço da direita de modo que esta, picotada entre duas lâminas, acabe por desaparecer.
http://www.olavodecarvalho.org/semana/08032002globo.htm
 





A TÉCNICA DA DESSENSIBILIZAÇÃO OU A RÃ NA PANELA



A HISTÓRIA DA RÃ – Oliver Clerc


Olivier Clerc
Imagine uma panela cheia de água fria, na qual nada, tranquilamente, uma pequena rã. Um pequeno fogo é aceso embaixo da panela, e a água se esquenta muito lentamente.
Fiquem vendo: se a água se esquenta muito lentamente, a rã não se apercebe de nada! Pouco a pouco a água fica morna e a rã, achando isso bastante agradável, continua a nadar… e a temperatura da água continua subindo…
Com o inevitável avanço dos minutos a água se torna mais quente do que a rã poderia apreciar, então ela se sente um pouco cansada, mas, não obstante isso, não se amedronta e continua seu “banho” fatal.


Mais alguns minutos e a água está realmente quente. A rã começa a achar desagradável, mas está muito debilitada então suporta e não faz nada. Com o passar do tempo e a subida constante da temperatura a rã acaba simplesmente cozida e morta!
Devemos observar que se a mesma rã tivesse sido lançada diretamente na água a 50 graus com um golpe de pernas ela teria pulado imediatamente para fora da panela. Isto mostra que, quando uma mudança acontece de um modo suficientemente lento escapa à consciência e não desperta, na maior parte dos casos, reação alguma, oposição alguma, ou mesmo, alguma revolta.
Se nós olharmos para o que tem acontecido em nossa sociedade desde há algumas décadas, podemos ver que nós estamos sofrendo uma lenta mudança no modo de viver, para a qual nós estamos nos acostumando. Uma quantidade de coisas que nos teriam feito horrorizar 20, 30 ou 40 anos atrás, foram pouco a pouco banalizadas e hoje, apenas incomodam ou deixam completamente indiferentes a maior parte das pessoas.
Em nome do progresso, da ciência e do lucro, são efetuados ataques contínuos às liberdades individuais, à dignidade, à integridade da natureza, à beleza e à alegria de viver. Estes ataques são efetuados lentamente, mas inexoravelmente com a constante cumplicidade das vítimas, desavisadas e agora, assim como a rã de nossa historinha, incapazes de se defenderem.
Estamos meio cozidos ou não?
Estamos meio cozidos ou não?
As previsões para nosso futuro, em vez de despertar reações e medidas preventivas, não fazem outra coisa senão preparar psicologicamente as pessoas a aceitarem algumas condições de vida decadentes, aliás, dramáticas. O martelar contínuo de informações, pela mídia, satura os cérebros, que não podem mais distinguir as coisas. Há uma cauterização da consciência. A rã está sendo cozida e não sabe!
Quando eu falei pela primeira vez destas coisas, era para um amanhã. Agora, é para hoje!!!


Consciência ou cozido? Você precisa escolher!
Então, se você ainda não está como a rã, meio cozido, dê um saudável golpe de pernas, antes que seja tarde demais.
NÓS JÁ ESTAMOS MEIO COZIDOS? OU NÃO?
Outra versão: A FÁBULA DO SAPO


Parábola do palácio (Jorge Luís Borges)

Naquele dia, o Imperador Amarelo mostrou o seu palácio ao poeta. Foram deixando para trás, num longo desfile, os primeiros terraços ocidentais que, como degraus de um quase inabarcável anfiteatro, descem até a um paraíso ou jardim cujos espelhos de metal e cujas intrincadas cercas de zimbro prefiguravam já o labirinto. Alegremente nele se deixaram perder, a princípio como se condescendessem com um jogo e depois não sem inquietação, porque as suas rectas avenidas apresentavam uma curvatura muito suave mas contínua e secretamente eram círculos.

Por volta da meia-noite, a observação dos planetas e o oportuno sacrifício de uma tartaruga permitiram-lhes libertar-se da região que parecia enfeitiçada, mas não da sensação de se encontrarem perdidos, que os acompanhou até ao fim. Percorreram depois antecâmaras e pátios e bibliotecas e uma sala hexagonal com uma clepsidra, e uma manhã, do alto de uma torre, divisaram um homem de pedra, que logo perderam de vista para sempre.

Muitos resplandecentes rios atravessaram em canoas de sândalo, ou um único rio muitas vezes. O séquito imperial passava e a gente prosternava-se, mas um dia arribaram a uma ilha onde alguém não se prosternou, por não ter visto nunca o Filho do Céu, e o verdugo teve de o decapitar. Negras cabeleiras e negras danças e complicadas máscaras de oiro viram com indiferença os seus olhos; o real confundia-se com o sonhado, ou melhor, o real era uma das configurações do sonho. Parecia impossível que a terra fosse outra coisa que não jardins, águas, arquitecturas e formas de esplendor.

De cem em cem passos uma torre cortava o ar; para os olhos a cor era idêntica, mas a primeira de todas era amarela e a última escarlate, tão delicadas eram as gradações e tão comprida era a série. Foi ao pé da penúltima torre que o poeta (como que alheado dos espectáculos que constituíam uma maravilha para todos ) recitou a breve composição que hoje vinculamos indissoluvelmente ao seu nome e que, segundo repetem os historiadores mais elegantes, lhe proporcionou a imortalidade e a morte,

O texto perde-se; há quem pretenda que constava de um verso; outros, de uma só palavra. O que é certo, o que é incrível é que no poema estava inteiro e minucioso o palácio enorme, com cada ilustre porcelana e cada desenho em cada porcelana e as penumbras e as luzes dos crepúsculos e cada instante desditoso ou feliz das gloriosas dinastias de mortais, de deuses e de dragões que nele habitaram desde o interminável passado. Todos ficaram calados, mas o Imperador exclamou: Arrebataste-me o palácio. E a espada de ferro do verdugo segou a vida do poeta. Outros referem a história de outra maneira. No mundo não pode haver duas coisas iguais; bastou (dizem-nos) que o poeta pronunciasse o poema para que desaparecesse o palácio, como que abolido e fulminado pela última sílaba. Tais lendas, claro está, não passam de ficções literárias. O poeta era escravo do imperador e morreu como tal; a sua composição caiu no esquecimento porque merecia o esquecimento e os seus descendentes procuram ainda — e não a hão-de encontrar — a palavra do universo.



HABITUAR-SE É ENVELHER

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Olavo de Carvalho
O Brasil perante os Conflitos da Nova Ordem Mundial. Palestra - http://youtu.be/UpqFxWMAa8U
ENTREVISTA CENSURADA
 LIVROS
"é um tratado de patifaria intelectual, não para uso dos patifes e sim de suas possíveis vítimas, isto é, nós, o povo. Obra de um espírito arguto e particularmente sensível aos ardis da malícia humana, é um receituário de precauções contra a argumentação desonesta - aquele tipo de polêmica interesseira onde o que importa não é provar, mas vencer. No Brasil de hoje, a edição deste livro é um empreendimento de saúde pública." Comentado por Olavo de Carvalho
A mentira divide e a verdade integra. Com o uso sistemático da mentira, eles obtém o que eles querem; a MENTE DISSOCIADA, superficial e submissa, preparada para aceitar tudo. Depois de matar uma  parte de si,  eles podem matar qualquer coisa, destruir tudo, eles não se importam.



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O objetivo dos revolucionários/Illuminati é inverter a ordem e o sentido de tudo, extinguir e criminalizar o critianismo e os valores cristãos, e impor o neo-paganismo ou o ateísmo que lhes permita fazer o que quiserem com a humanidade: escravidão, genocídio, tortura, experimentos "científicos", ou o que seja. O importante é rebaixar a dignidade humana e apagar a memória da origem divina.

De novo, está havendo um esforço para o congresso legalizar não só o aborto, mas o aborto e a eutanásia.  Esse pessoal não desiste. É importante ver que isso É UM ESFORÇO MUNDIAL, uniforme em todo o planeta, não é uma coincidência, não são acontecimentos isolados, mas sim um plano mundial feito por esses círculos globalistas, para implantar em todo o mundo uma concepção zoológica do ser humano e da sociedade.  https://conspiratio3.blogspot.com/2023/08/flavio-gordon-descristianizacao-do.html

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OLAVO DE CARVALHO - "Não se esqueçam: em TODOS os países onde o comunismo foi implantado, o povo estava maciçamente CONTRA, e nada pôde fazer. A violência, o cinismo e a determinação da elite revolucionária não têm limites. Combatê-la com meias-medidas é fortalecê-la."

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"Quando se deixa de acreditar em Deus, passa-se a acreditar em qualquer coisa." G. K. Chesterton

RELATIVIZAR A VERDADE, ABSOLUTIZA A OPINIÃO. E aqueles que relativizam a verdade querem sua voz absolutizada.

 

REZE PELO BRASIL. REZE PELA VERDADE.

Ela está em perigo de extinção permanente, substituída por ideologias e pretextos.