Daniel, comprei esse livro "PÓS-VERDADE" e percebi que é o contrário do
que a gente pensa. Ele defende a agenda politicamente correta e ainda
põe a culpa das fake news nas redes. Seria bom alguém fazer um vídeo esclarecendo.
O que a sinopse dá a entender é o que gostaríamos de ler, só que o
livro é fake, todo de verdades torcidas por aquela velha fórmula
"Acuse-os do que vc faz." A única frase que revela um pouco do seu conteúdo de inversão esquerdista é esta: "Neste livro surpreendente e revelador, a pós-verdade é
diferenciada de uma longa tradição de mentiras políticas, mostrando o
poder das novas tecnologias e das mídias sociais de manipularem,
polarizarem e enraizarem opiniões."
Já escrevi para o CEDET avisando, mas nada foi feito.
Aqui está a sinopse enganadora:
Pós-Verdade - A Nova Guerra Contra os Fatos em Tempos de Fake News - Matthew D'Ancona
"O QUE ACONTECE DE NOVO AGORA NÃO É A DESONESTIDADE DOS POLÍTICOS, MAS A RESPOSTA DO PÚBLICO EM RELAÇÃO A ISSO.
Bem-vindos à era da pós-verdade: uma época em que a arte da mentira
está abalando as próprias fundações da democracia e do mundo como o
conhecemos. Neste livro surpreendente e revelador, a pós-verdade é
diferenciada de uma longa tradição de mentiras políticas, mostrando o
poder das novas tecnologias e das mídias sociais de manipularem,
polarizarem e enraizarem opiniões. Pós-verdade –
Segundo o dicionário: substantivo. Quando os apelos à emoção, a
crenças e a ideologias têm mais influência em moldar a opinião pública
que os fatos objetivos. Como podemos defender a verdade em uma época de
mentiras, os chamados fatos alternativos?
Nesta obra, um dos mais respeitados jornalistas políticos britânicos
investiga como chegamos até aqui, explica por que a resignação não é uma
opção e revela como podemos e devemos nos defender e contra-atacar."
O que a descrição omite está na capa: "Tudo o que foi previsto por todos os analistas aconteceu: o Brexit, a eleição de Donald Trump, o ceticismo em relação ao aquecimento global, as campanhas contra a vacinação e a perseguição aos grupos que pensam o contrário foram acontecimentos que se basearam no poder de evocar os sentimentos das pessoas e desprezar o que é real."
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DEMOCRACIA EM QUARENTENA: AUTORITARISMO E INCONSTITUCIONALIDADE NA ERA DO COVID-19 "Talvez
o único aspecto positivo desta presente crise epidemiológica seja a
revelação do caráter autoritário de alguns de nossos governantes." "A todos os demais entes federativos, quer sejam estes estadual,
municipal ou distrital, é constitucionalmente vedado adoção de quaisquer
medidas gerais e restritivas de direitos constitucionais básicos,
próprias da decretação presidencial do estado de sítio ou do estado de
defesa." "A imposição de quarentena consiste no confinamento de pessoas doentes
ou possíveis portadoras de doenças infecto-contagiosas. Por outro lado,
a extensão de“quarentena” a cidadãos saudáveis e não portadores de
qualquer tipo de doença infecto-contagiosa poder ser considerada como
exemplo sinalagmático de abuso arbitrário do poder. Dentro deste contexto, a imposição de suposta quarentena a pessoas
perfeitamente saudáveis, ou a limitação de seus diretos econômicos,
profissionais e de locomoção, violam direitos constitucionais que, de
acordo com a Constituição Federal, são direitos fundamentais e não podem
jamais ser suspensos or revogados por meio de decreto estadual ou
municipal. Desse modo, o problema maior das administrações estaduais e
municipais diante da presente epidemia reside na natureza arbitrária dos
atos praticados por diversos prefeitos e governadores. Eles
instituíram, na prática, o estado de sítio estadual e municipal, algo
para o qual não há o menor amparo na Constituição Federal." " As medidas tomadas por diversos de nossos entes estaduais e municipais
são desproporcionais, inconstitucionais e profundamente violadoras do
Estado Democrático do Direito. Elas representam não apenas uma afronta à
ordem econômica constitucional, mas também e, ainda mais
significantemente, à preservação dos direitos e liberdades fundamentais
da pessoa humana. E, caso se entenda serem estas medidas realmente necessárias, os únicos
instrumentos para tanto seriam o estado de defesa e o estado de sítio,
cuja iniciativa compete exclusivamente ao presidente da República." Artigo completo em: