"Em
suma, Žižek explicita aquilo que vinha sendo preparado há trinta anos,
desde a queda do muro de Berlim, quando o comunismo não desapareceu, mas
apenas dotou-se de novos instrumentos: o globalismo é o novo caminho do
comunismo. O vírus aparece, de fato, como imensa
oportunidade para acelerar o projeto globalista. Este já se vinha
executando por meio do climatismo ou alarmismo climático, da ideologia
de gênero, do dogmatismo politicamente correto, do imigracionismo, do
racialismo ou reorganização da sociedade pelo princípio da raça, do
antinacionalismo, do cientificismo. São instrumentos eficientes, mas a
pandemia, colocando indivíduos e sociedades diante do pânico da morte
iminente, representa a exponencialização de todos eles.
A
pretexto da pandemia, o novo comunismo trata de construir um mundo sem
nações, sem liberdade, sem espírito, dirigido por uma agência central de
"solidariedade" encarregada de vigiar e punir. Um estado de exceção
global permanente, transformando o mundo num grande campo de
concentração.
Diante
disso precisamos lutar pela saúde do corpo e pela saúde do espírito
humano, contra o Coronavírus mas também contra o Comunavírus, que tenta
aproveitar a oportunidade destrutiva aberta pelo primeiro, um parasita
do parasita."
2020 - Creio
que ninguém se negaria ao sacrifício de tentar cumprir as orientações
mais restritivas se elas se mostrassem coerentes com seus fins e com os
fatos diante de nossos olhos. Mas estes crescem e pululam para contrariar o quadro inicialmente
exposto. O brasileiro está vendo que os graves motivos que
justificariam a suspensão de direitos fundamentais NÃO EXISTEM, e que o
sacrifício exigido é desproporcionalmente grande e até mesmo impossível e
deve estar servindo a outro propósito. As conclusões prematuras, o
desinteresse e a censura à investigação e ao debate, a falta de senso de
proporção em todas as medidas são sintomas claros de má
fé. Todos estão percebendo o estranho comportamento dos governadores
que não condiz com sua alardeada preocupação com o bem público. Nosso
alarme soa: ainda é o antigo projeto criminoso de poder a todo vapor.
"Não existe pandemia, o que existe é privação de tratamento para uma doença contagiosa."
*
"Se querem saber agora por que os temas
fundamentais não podem ser enxergados e discutidos na sua essência, por
que as atenções são sempre desviadas para detalhes laterais e por que,
em suma, nenhum problema neste país tem solução, a resposta também não é
difícil: quem molda os debates públicos, por definição, é a elite
dominante, e esta não permite que nada seja discutido exceto nos moldes
do seu vocabulário, dos seus interesses, da sua agenda, da sua
irresponsabilidade psicótica, da sua ambição megalômana, da sua
auto-adoração abjeta."
https://olavodecarvalho.org/tag/universidades-brasileiras/
A
mentira repetida mil vezes só vira "verdade" se silenciarem as críticas
e as perguntas. Nenhuma outra opção deve emergir nas mentes. E eles
sabem que a democracia se faz pelo debate livre, pela livre concorrência
de ideias, pela busca da verdade. É ISTO o que elege os melhores. E
este é o problema deles. O comunismo é um sistema psicopático, sem verdade e sem a liberdade de buscá-la. Onde só existe a voz dos censores. Vão ter de inventar uma democracia como aquela da Coréia do Norte. https://conspiratio3.blogspot.com/p/triagem-filtragem-confronto-de.html
*
TOTALITARISMO E IDEOLOGIA - VACLAV HAVEL "No sistema "pós-totalitário", portanto, viver dentro da verdade tem mais
do que uma mera dimensão existencial (devolvendo a humanidade à sua
natureza inerente), ou uma dimensão noética (revelando a realidade como
ela é), ou uma dimensão moral (dando um exemplo para outros). Tem também
uma dimensão política inequívoca. Se o principal pilar do sistema é
viver uma mentira, então não é surpreendente que a ameaça fundamental ao
mesmo seja viver a verdade. É por isso que deve ser reprimido mais
severamente do que qualquer outra coisa." https://conspiratio3.blogspot.com/2023/11/tudo-e-politica.html
*
"O medo de enxergar o tamanho do mal já é sinal de submissão ao demônio." Olavo de Carvalho
"Quando se deixa de acreditar em Deus, passa-se a acreditar em qualquer coisa." G. K. Chesterton
RELATIVIZAR A VERDADE, ABSOLUTIZA A OPINIÃO. E aqueles que relativizam a verdade querem sua voz absolutizada.
Chegou o Comunavírus
O Coronavírus nos faz despertar novamente para o pesadelo comunista.
Chegou o Comunavírus.
É o que mostra Slavoj Žižek, um dos principais teóricos marxistas da
atualidade, em seu livreto “Virus”, recém-publicado na Itália (*). Žižek
revela aquilo que os marxistas há trinta anos escondem: o globalismo
substitui o socialismo como estágio preparatório ao comunismo. A
pandemia do coronavírus representa, para ele, uma imensa oportunidade de
construir uma ordem mundial sem nações e sem liberdade.
Cito e comento, a seguir, alguns trechos do livreto de Žižek, essa
obra-prima de naïveté canalha, que entrega sem disfarce o jogo
comunista-globalista de apropriação da pandemia para subverter
completamente a democracia liberal e a economia de mercado, escravizar o
ser humano e transformá-lo em um autômato desprovido de dimensão
espiritual, facilmente controlável:
“Tomara que se propague um vírus ideológico diferente e muito mais
benéfico, e só temos a torcer para que ele nos infecte: um vírus que
faça imaginar uma sociedade alternativa, uma sociedade que vá além do
Estado-nação e se realize na forma da solidariedade global e da
cooperação.”
“Uma coisa é certa: novos muros e outras quarentenas não resolverão o
problema. O que funciona são a solidariedade e uma resposta coordenada
em escala global, uma nova forma daquilo que em outro momento se chamava
comunismo.”
Žižek não esconde seu anseio e sua convicção de que um vírus
“diferente e mais benéfico” do que o coronavírus, o vírus ideológico,
contagiará o mundo e permitirá construir o comunismo de uma forma
inesperada. Não está sequer interessado naquilo que funciona ou não
funciona para combater o coronavírus, a quarentena ou o fechamento de
fronteiras, pois o objetivo não é debelar a doença, e sim utilizá-la
como escada para descer até o inferno, cujas portas pareciam bloqueadas
desde o colapso da União Soviética, mas que finalmente se reabriu. Tudo
em nome da “solidariedade”, claro, do mesmo modo que no universo de 1984
de Orwell a opressão sistemática fica a cargo do “Ministério do Amor”.
Quem quiser defender suas liberdades básicas, quem quiser continuar
vivendo num Estado-Nação, estará faltando com o dever básico de
“solidariedade”.
“Um primeiro e vago modelo de uma tal coordenação na escala global é
representado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) (...) Serão
conferidos maiores poderes a outras organizações desse tipo.”
Não escapa a Žižek, naturalmente, o valor que tem a OMS neste momento
para a causa da desnacionalização, um dos pressupostos do comunismo.
Transferir poderes nacionais à OMS, sob o pretexto (jamais comprovado!)
de que um organismo internacional centralizado é mais eficiente para
lidar com os problemas do que os países agindo individualmente, é apenas
o primeiro passo na construção da solidariedade comunista planetária.
Seguindo o mesmo modelo, o poder deve ser transferido também para outras
organizações, cada uma em seu domínio. Žižek não o especifica, mas
provavelmente tem em mente uma política industrial global sendo ditada
pela UNIDO, um programa educacional global controlado pela UNESCO e
assim por diante.
“Tudo isto acaso não mostra com clareza a necessidade urgente de uma
reorganização da economia global que não esteja mais sujeita aos
mecanismos do mercado? E aqui não estamos falando do comunismo de
outrora, naturalmente, mas de algum tipo de organização global que possa
controlar e regular a economia, como também que possa limitar a
soberania dos Estados nacionais quando seja necessário.”
Sim, não é o comunismo de outrora, que instalava ora num país, ora
noutro, um sistema de planejamento econômico central, sempre fracassado
em proporcionar bem-estar, sempre exitoso em controlar e oprimir a
sociedade. Trata-se agora de um planejamento central mundial, que
certamente traria o mesmo fracasso e o mesmo êxito desse modelo quando
aplicado no passado na escala nacional.
“Muitos comentaristas progressistas moderados e de esquerda revelaram
como a epidemia do coronavírus se presta a justificar e legitimar a
imposição de medidas de controle e disciplina das pessoas até aqui
inconcebíveis no quadro das sociedades democráticas ocidentais."
Žižek menciona entre esses comentaristas a Giorgio Agamben, filósofo
de esquerda aparentemente não-marxista, que escreveu com grande
apreensão sobre o cerceamento de liberdades que está em curso e que
considerou a reação à pandemia um pânico altamente exagerado (**). Mas
aquilo que esses comentaristas vêem com preocupação, Žižek recebe com
júbilo, e intitula o capítulo em que trata desse tema justamente:
"Vigiar e punir? Sim, por favor!"
Refere-se Žižek, naturalmente, ao título do livro de 1975 de Michel
Foucault, Surveiller et Punir no original, que descrevia a evolução das
prisões do Século XIX para as prisões sem grades da sociedade de
controle da pós-modernidade ocidental.
"Não surpreende que, ao menos até agora, a China - que já empregava
largamente sistemas de controle social digitalizado - se tenha
demonstrado a mais bem equipada para enfrentar a epidemia catastrófica.
Deveremos talvez deduzir daí que, ao menos sob alguns aspectos, a China
represente o nosso futuro? Não nos estamos aproximando de um estado de
exceção global?”
“Mas se não é esse [o modelo chinês] o comunismo que tenho em mente,
que entendo por comunismo? Para entendê-lo, basta ler as declarações da
OMS.”
Žižek tem uma atitude ambígua em relação à China. Admira o que
considera o êxito chinês no controle social, mas ao mesmo tempo não
parece querer identificar a sua própria concepção de comunismo com o
regime chinês, talvez porque o comunismo, ao final das contas, exige o
fim do Estado, enquanto a China representa o modelo de Estado forte que o
comunismo visa a superar. Esse não-Estado, esse grau zero do Estado que
corresponde ao grau máximo do poder, Žižek vai buscá-lo nos organismos
internacionais, que permitiriam, no que parece ser a sua visão, o
exercício totalitário sem um ente totalizante, um ultrapoder rígido mas
difuso, exercido em nome da “solidariedade” e portanto inatacável – pois
quem ousaria posicionar-se contra a solidariedade? “Solidariedade” é
mais um conceito nobre e digno que a esquerda pretende sequestrar e
perverter, corromper por dentro, para servir aos seus propósitos
liberticidas. Já fizeram ou tentaram fazer o mesmo com os conceitos de
justiça, tolerância, direitos humanos, com o próprio conceito de
liberdade.
“Não é uma visão comunista utópica, é um comunismo imposto pelas
exigências da pura sobrevivência. Trata-se de uma variante do ‘comunismo
de guerra’ como foram chamadas as providências tomadas pela União
Soviética a partir de 1918”.
Žižek parece querer dizer: “Não se preocupem. Não há nada de
ideológico no que proponho. Apenas me guio pelo pragmatismo de quem quer
salvar a humanidade, e neste momento o pragmatismo dita a opção por um
sistema comunista, mas é um comunismo de emergência, só isso.” Então
perguntaríamos: “E quando vai acabar essa emergência? Quando vai acabar
esse estado de exceção?” Žižek possivelmente responderia, com um sorriso
cheio de “solidariedade”: “A emergência vai durar para sempre.”
Žižek não se preocupa com o resultado da quarentena para a contenção
do coronavírus, ele não se preocupa em conter o coronavírus, mas sim em
favorecer ao máximo o contágio do outro vírus, esse que ele mesmo
denomina o vírus ideológico, “diferente e muito mais benéfico”. Ele
louva a quarentena justamente pelo seu potencial destrutivo. Seu mundo
dos sonhos é Wuhan quarentenada:
“...Uma cidade fantasma, as lojas com a porta aberta e nenhum
cliente, somente aqui e ali uma pessoa a pé ou um carro, indivíduos com
máscaras brancas (...) fornece a imagem de um mundo não-consumista em
paz consigo mesmo.”
No pensamento de Žižek, à custa da destruição dos empregos que
permitem a sobrevivência digna e minimamente autônoma de milhões e
milhões de pessoas, ao preço do desmantelamento de sua liberdade e de
seu sustento, se atinge um mundo “em paz consigo mesmo”. O comunismo
sempre afirmou que seu objetivo é a paz e a emancipação de toda a
humanidade. Aí, numa cidade deserta, sem emprego, sem vida, onde cada um
é prisioneiro em seu cubículo, sob a supervisão de uma autoridade
suprema que nem sequer é o governo do seu próprio país (que por mais
ditatorial que seja ainda pelo menos tem um rosto e uma bandeira), mas
uma agência global anônima e inatingível, aí está a configuração
perfeita da paz e da emancipação comunista.
Mas o paralelo com o nazismo é talvez uma passagem ainda mais chocante do seu livro:
“'Arbeit Macht Frei' é ainda o lema correto, não obstante o péssimo uso que dele fizeram os nazistas.”
Žižek repete aqui o lema colocado na porta do campo de concentração
de Auschwitz, a ultracínica, perversa afirmação de que “O trabalho
liberta”. Segundo ele, portanto, os nazistas não erraram na substância,
erraram apenas no uso que fizeram dessa frase. (Aqueles que ainda não
acreditam que o nazismo é simplesmente um desvio de rota da utopia
comunista, e não o seu oposto, encontrarão aqui talvez um importante
elemento de reflexão.) Segundo esse expoente do marxismo, Arbeit macht
frei é o “lema correto” da nova era de solidariedade global que se
avizinha em consequência da pandemia, e o que diferencia este novo mundo
do campo de Auschwitz é que agora se fará bom uso desta horrível
mentira que perverte e humilha dois valores sagrados da humanidade, o
trabalho e a liberdade. Os comunistas não repetirão o erro dos nazistas e
desta vez farão o uso correto. Como? Talvez convencendo as pessoas de
que é pelo seu próprio bem que elas estarão presas nesse campo de
concentração, desprovidas de dignidade e liberdade. Ocorre-me propor uma
definição: o nazista é um comunista que não se deu ao trabalho de
enganar as suas vítimas.
“Não é talvez o espírito humano também uma espécie de vírus, que age
como parasita no animal humano, o utiliza para se reproduzir, e às vezes
ameaça destruí-lo? E se é verdade que o meio do espírito é a linguagem,
não seria oportuno considerar que, num plano mais elementar, a
linguagem é também alguma coisa mecânica, uma simples questão de regras
que devemos aprender e respeitar?”
Sempre sustentei que o controle da linguagem para destruí-la enquanto
meio de pensamento, ou meio do espírito como bem diz Žižek, é um dos
grandes objetivos do comunismo, para destruir a dimensão espiritual do
homem e assim assujeitá-lo completamente. Se o espírito vive na
linguagem e se a linguagem não passa de regras a serem aprendida e
respeitadas (sim, respeitadas!), isso significa que a linguagem está,
como o comportamento social na quarentena, sujeita aos mecanismos de
“vigiar e punir”. Já era assim com as regras do politicamente correto.
Agora o politicamente correto incorpora o sanitariamente correto, muitas
vezes mais poderoso. O sanitariamente correto te agarra, te algema e te
ameaça: “Se você disser isso ou aquilo, você coloca em risco toda a
sociedade, se você pronunciar a palavra liberdade você é um subversivo
que pode levar toda a sua população a morrer – então respeite as
regras.” Controlar a linguagem para matar o espírito, eis a essência do
comunismo atual, esse comunismo que de repente encontrou no coronavírus
um tesouro de opressão.
Também já disse e repito: o verdadeiro inimigo que o comunismo quer
abater não é o capitalismo, o inimigo do comunismo é o espírito humano,
na sua complexidade e beleza. É o espírito humano que o vírus ideológico
de Žižek chegou para destruir.
Uma pergunta surge após a leitura desse programa totalitário cheio de desfaçatez e hipocrisia: deve-se levar Žižek a sério?
Muito a sério. Žižek é provavelmente o escritor marxista mais lido
nos últimos trinta anos. Influencia faculdades e círculos intelecutais
“progressistas” ao redor do mundo, que por sua vez influenciam a mídia,
que influencia os políticos, que tomam decisões muitas vezes
inconscientes da raiz ideológica dos conceitos “pragmáticos” pelos quais
se deixam guiar. O que diferencia Žižek de muitos de seus pares é que
ele enuncia abertamente o que outros escondem nas entrelinhas.
Em suma, Žižek explicita aquilo que vinha sendo preparado há trinta
anos, desde a queda do muro de Berlim, quando o comunismo não
desapareceu, mas apenas dotou-se de novos instrumentos: o globalismo é o
novo caminho do comunismo. O vírus aparece, de fato, como imensa
oportunidade para acelerar o projeto globalista. Este já se vinha
executando por meio do climatismo ou alarmismo climático, da ideologia
de gênero, do dogmatismo politicamente correto, do imigracionismo, do
racialismo ou reorganização da sociedade pelo princípio da raça, do
antinacionalismo, do cientificismo. São instrumentos eficientes, mas a
pandemia, colocando indivíduos e sociedades diante do pânico da morte
iminente, representa a exponencialização de todos eles.
A pretexto da pandemia, o novo comunismo trata de construir um mundo
sem nações, sem liberdade, sem espírito, dirigido por uma agência
central de "solidariedade" encarregada de vigiar e punir. Um estado de
exceção global permanente, transformando o mundo num grande campo de
concentração.
Diante disso precisamos lutar pela saúde do corpo e pela saúde do
espírito humano, contra o Coronavírus mas também contra o Comunavírus,
que tenta aproveitar a oportunidade destrutiva aberta pelo primeiro, um
parasita do parasita.
(*) Žižek, Slavoj. Virus. Milão, Ponte Alle Grazie, 2020 (Quinta
edição digital.) (A tradução do italiano ao português de todos os textos
citados é minha.)
(**) Agamben, Giorgio. “Lo stato d’eccezione provocato da
un’emergenza immotivata”. Il Manifesto – Quotidiano Comunista,
26/02/2020.
Olavo de Carvalho · "Vencer
os comunolarápios não basta. É preciso bani-los da vida pública PARA
SEMPRE. Entenderam? PARA SEMPRE. E só há um meio de fazer isso: Não
deixar que a velha geração esqueça e as novas gerações ignorem o que
eles fizeram. Os crimes inumeráveis que eles cometeram -- e os muitos
outros que preparavam -- garantiram para eles o direito à imortalidade: a
imortalidade da vergonha, do opróbrio e da desonra. Negar-lhes isso é
fazer-lhes uma tremenda injustiça."
* O vírus é muito perigoso porque opera em conjunto com TRAIDORES nos países em que ataca.
GOVERNADORES TÊM DE PROVAR QUE A QUARENTENA DA DESTRUIÇÃO É NECESSÁRIA. PRECISAM SER OFICIALMENTE CONVOCADOS A ESCLARECER SUAS PROIBIÇÕES "FUNDAMENTADAS NA CIÊNCIA". Não podem matar um país baseando-se em achismos e interesses partidários. É urgente promover um debate público, oficial, entre especialistas confrontando os vários estudos e dados estatísticos, para pôr fim à desinformação que respalda arbitrariedades e abuso de autoridade.
A ESQUERDA COMEMORA:
"Brasil está voltando ao Mapa da Fome", diz membro da ONU Economista diz que 5,4 milhões de brasileiros devem passar para a extrema pobreza até o final de 2020
Ele afirma que a pandemia pode levar cerca de 130 milhões de pessoas no mundo para a extrema pobreza e dobrar o número de habitantes com fome crônica - aquelas que não têm alimentos suficiente no final do dia."
Chegou o Comunavírus
O Coronavírus nos faz despertar novamente para o pesadelo comunista.
Chegou o Comunavírus.
É o que mostra Slavoj Žižek, um dos principais teóricos marxistas da atualidade, em seu livreto “Virus”, recém-publicado na Itália (*). Žižek revela aquilo que os marxistas há trinta anos escondem: o globalismo substitui o socialismo como estágio preparatório ao comunismo. A pandemia do coronavírus representa, para ele, uma imensa oportunidade de construir uma ordem mundial sem nações e sem liberdade.
Cito e comento, a seguir, alguns trechos do livreto de Žižek, essa obra-prima de naïveté canalha, que entrega sem disfarce o jogo comunista-globalista de apropriação da pandemia para subverter completamente a democracia liberal e a economia de mercado, escravizar o ser humano e transformá-lo em um autômato desprovido de dimensão espiritual, facilmente controlável:
“Tomara que se propague um vírus ideológico diferente e muito mais benéfico, e só temos a torcer para que ele nos infecte: um vírus que faça imaginar uma sociedade alternativa, uma sociedade que vá além do Estado-nação e se realize na forma da solidariedade global e da cooperação.”
“Uma coisa é certa: novos muros e outras quarentenas não resolverão o problema. O que funciona são a solidariedade e uma resposta coordenada em escala global, uma nova forma daquilo que em outro momento se chamava comunismo.”
Žižek não esconde seu anseio e sua convicção de que um vírus “diferente e mais benéfico” do que o coronavírus, o vírus ideológico, contagiará o mundo e permitirá construir o comunismo de uma forma inesperada. Não está sequer interessado naquilo que funciona ou não funciona para combater o coronavírus, a quarentena ou o fechamento de fronteiras, pois o objetivo não é debelar a doença, e sim utilizá-la como escada para descer até o inferno, cujas portas pareciam bloqueadas desde o colapso da União Soviética, mas que finalmente se reabriu. Tudo em nome da “solidariedade”, claro, do mesmo modo que no universo de 1984 de Orwell a opressão sistemática fica a cargo do “Ministério do Amor”. Quem quiser defender suas liberdades básicas, quem quiser continuar vivendo num Estado-Nação, estará faltando com o dever básico de “solidariedade”.
“Um primeiro e vago modelo de uma tal coordenação na escala global é representado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) (...) Serão conferidos maiores poderes a outras organizações desse tipo.”
Não escapa a Žižek, naturalmente, o valor que tem a OMS neste momento para a causa da desnacionalização, um dos pressupostos do comunismo. Transferir poderes nacionais à OMS, sob o pretexto (jamais comprovado!) de que um organismo internacional centralizado é mais eficiente para lidar com os problemas do que os países agindo individualmente, é apenas o primeiro passo na construção da solidariedade comunista planetária. Seguindo o mesmo modelo, o poder deve ser transferido também para outras organizações, cada uma em seu domínio. Žižek não o especifica, mas provavelmente tem em mente uma política industrial global sendo ditada pela UNIDO, um programa educacional global controlado pela UNESCO e assim por diante.
“Tudo isto acaso não mostra com clareza a necessidade urgente de uma reorganização da economia global que não esteja mais sujeita aos mecanismos do mercado? E aqui não estamos falando do comunismo de outrora, naturalmente, mas de algum tipo de organização global que possa controlar e regular a economia, como também que possa limitar a soberania dos Estados nacionais quando seja necessário.”
Sim, não é o comunismo de outrora, que instalava ora num país, ora noutro, um sistema de planejamento econômico central, sempre fracassado em proporcionar bem-estar, sempre exitoso em controlar e oprimir a sociedade. Trata-se agora de um planejamento central mundial, que certamente traria o mesmo fracasso e o mesmo êxito desse modelo quando aplicado no passado na escala nacional.
“Muitos comentaristas progressistas moderados e de esquerda revelaram como a epidemia do coronavírus se presta a justificar e legitimar a imposição de medidas de controle e disciplina das pessoas até aqui inconcebíveis no quadro das sociedades democráticas ocidentais."
Žižek menciona entre esses comentaristas a Giorgio Agamben, filósofo de esquerda aparentemente não-marxista, que escreveu com grande apreensão sobre o cerceamento de liberdades que está em curso e que considerou a reação à pandemia um pânico altamente exagerado (**). Mas aquilo que esses comentaristas vêem com preocupação, Žižek recebe com júbilo, e intitula o capítulo em que trata desse tema justamente:
"Vigiar e punir? Sim, por favor!"
Refere-se Žižek, naturalmente, ao título do livro de 1975 de Michel Foucault, Surveiller et Punir no original, que descrevia a evolução das prisões do Século XIX para as prisões sem grades da sociedade de controle da pós-modernidade ocidental.
"Não surpreende que, ao menos até agora, a China - que já empregava largamente sistemas de controle social digitalizado - se tenha demonstrado a mais bem equipada para enfrentar a epidemia catastrófica. Deveremos talvez deduzir daí que, ao menos sob alguns aspectos, a China represente o nosso futuro? Não nos estamos aproximando de um estado de exceção global?”
“Mas se não é esse [o modelo chinês] o comunismo que tenho em mente, que entendo por comunismo? Para entendê-lo, basta ler as declarações da OMS.”
Žižek tem uma atitude ambígua em relação à China. Admira o que considera o êxito chinês no controle social, mas ao mesmo tempo não parece querer identificar a sua própria concepção de comunismo com o regime chinês, talvez porque o comunismo, ao final das contas, exige o fim do Estado, enquanto a China representa o modelo de Estado forte que o comunismo visa a superar. Esse não-Estado, esse grau zero do Estado que corresponde ao grau máximo do poder, Žižek vai buscá-lo nos organismos internacionais, que permitiriam, no que parece ser a sua visão, o exercício totalitário sem um ente totalizante, um ultrapoder rígido mas difuso, exercido em nome da “solidariedade” e portanto inatacável – pois quem ousaria posicionar-se contra a solidariedade? “Solidariedade” é mais um conceito nobre e digno que a esquerda pretende sequestrar e perverter, corromper por dentro, para servir aos seus propósitos liberticidas. Já fizeram ou tentaram fazer o mesmo com os conceitos de justiça, tolerância, direitos humanos, com o próprio conceito de liberdade.
“Não é uma visão comunista utópica, é um comunismo imposto pelas exigências da pura sobrevivência. Trata-se de uma variante do ‘comunismo de guerra’ como foram chamadas as providências tomadas pela União Soviética a partir de 1918”.
Žižek parece querer dizer: “Não se preocupem. Não há nada de ideológico no que proponho. Apenas me guio pelo pragmatismo de quem quer salvar a humanidade, e neste momento o pragmatismo dita a opção por um sistema comunista, mas é um comunismo de emergência, só isso.” Então perguntaríamos: “E quando vai acabar essa emergência? Quando vai acabar esse estado de exceção?” Žižek possivelmente responderia, com um sorriso cheio de “solidariedade”: “A emergência vai durar para sempre.”
Žižek não se preocupa com o resultado da quarentena para a contenção do coronavírus, ele não se preocupa em conter o coronavírus, mas sim em favorecer ao máximo o contágio do outro vírus, esse que ele mesmo denomina o vírus ideológico, “diferente e muito mais benéfico”. Ele louva a quarentena justamente pelo seu potencial destrutivo. Seu mundo dos sonhos é Wuhan quarentenada:
“...Uma cidade fantasma, as lojas com a porta aberta e nenhum cliente, somente aqui e ali uma pessoa a pé ou um carro, indivíduos com máscaras brancas (...) fornece a imagem de um mundo não-consumista em paz consigo mesmo.”
No pensamento de Žižek, à custa da destruição dos empregos que permitem a sobrevivência digna e minimamente autônoma de milhões e milhões de pessoas, ao preço do desmantelamento de sua liberdade e de seu sustento, se atinge um mundo “em paz consigo mesmo”. O comunismo sempre afirmou que seu objetivo é a paz e a emancipação de toda a humanidade. Aí, numa cidade deserta, sem emprego, sem vida, onde cada um é prisioneiro em seu cubículo, sob a supervisão de uma autoridade suprema que nem sequer é o governo do seu próprio país (que por mais ditatorial que seja ainda pelo menos tem um rosto e uma bandeira), mas uma agência global anônima e inatingível, aí está a configuração perfeita da paz e da emancipação comunista.
Mas o paralelo com o nazismo é talvez uma passagem ainda mais chocante do seu livro:
“'Arbeit Macht Frei' é ainda o lema correto, não obstante o péssimo uso que dele fizeram os nazistas.”
Žižek repete aqui o lema colocado na porta do campo de concentração de Auschwitz, a ultracínica, perversa afirmação de que “O trabalho liberta”. Segundo ele, portanto, os nazistas não erraram na substância, erraram apenas no uso que fizeram dessa frase. (Aqueles que ainda não acreditam que o nazismo é simplesmente um desvio de rota da utopia comunista, e não o seu oposto, encontrarão aqui talvez um importante elemento de reflexão.) Segundo esse expoente do marxismo, Arbeit macht frei é o “lema correto” da nova era de solidariedade global que se avizinha em consequência da pandemia, e o que diferencia este novo mundo do campo de Auschwitz é que agora se fará bom uso desta horrível mentira que perverte e humilha dois valores sagrados da humanidade, o trabalho e a liberdade. Os comunistas não repetirão o erro dos nazistas e desta vez farão o uso correto. Como? Talvez convencendo as pessoas de que é pelo seu próprio bem que elas estarão presas nesse campo de concentração, desprovidas de dignidade e liberdade. Ocorre-me propor uma definição: o nazista é um comunista que não se deu ao trabalho de enganar as suas vítimas.
“Não é talvez o espírito humano também uma espécie de vírus, que age como parasita no animal humano, o utiliza para se reproduzir, e às vezes ameaça destruí-lo? E se é verdade que o meio do espírito é a linguagem, não seria oportuno considerar que, num plano mais elementar, a linguagem é também alguma coisa mecânica, uma simples questão de regras que devemos aprender e respeitar?”
Sempre sustentei que o controle da linguagem para destruí-la enquanto meio de pensamento, ou meio do espírito como bem diz Žižek, é um dos grandes objetivos do comunismo, para destruir a dimensão espiritual do homem e assim assujeitá-lo completamente. Se o espírito vive na linguagem e se a linguagem não passa de regras a serem aprendida e respeitadas (sim, respeitadas!), isso significa que a linguagem está, como o comportamento social na quarentena, sujeita aos mecanismos de
“vigiar e punir”. Já era assim com as regras do politicamente correto. Agora o politicamente correto incorpora o sanitariamente correto, muitas vezes mais poderoso. O sanitariamente correto te agarra, te algema e te ameaça: “Se você disser isso ou aquilo, você coloca em risco toda a sociedade, se você pronunciar a palavra liberdade você é um subversivo que pode levar toda a sua população a morrer – então respeite as regras.” Controlar a linguagem para matar o espírito, eis a essência do comunismo atual, esse comunismo que de repente encontrou no coronavírus um tesouro de opressão.
Também já disse e repito: o verdadeiro inimigo que o comunismo quer abater não é o capitalismo, o inimigo do comunismo é o espírito humano, na sua complexidade e beleza. É o espírito humano que o vírus ideológico de Žižek chegou para destruir.
Uma pergunta surge após a leitura desse programa totalitário cheio de desfaçatez e hipocrisia: deve-se levar Žižek a sério?
Muito a sério. Žižek é provavelmente o escritor marxista mais lido nos últimos trinta anos. Influencia faculdades e círculos intelecutais “progressistas” ao redor do mundo, que por sua vez influenciam a mídia, que influencia os políticos, que tomam decisões muitas vezes inconscientes da raiz ideológica dos conceitos “pragmáticos” pelos quais se deixam guiar. O que diferencia Žižek de muitos de seus pares é que ele enuncia abertamente o que outros escondem nas entrelinhas.
Em suma, Žižek explicita aquilo que vinha sendo preparado há trinta anos, desde a queda do muro de Berlim, quando o comunismo não desapareceu, mas apenas dotou-se de novos instrumentos: o globalismo é o novo caminho do comunismo. O vírus aparece, de fato, como imensa oportunidade para acelerar o projeto globalista. Este já se vinha executando por meio do climatismo ou alarmismo climático, da ideologia de gênero, do dogmatismo politicamente correto, do imigracionismo, do racialismo ou reorganização da sociedade pelo princípio da raça, do antinacionalismo, do cientificismo. São instrumentos eficientes, mas a pandemia, colocando indivíduos e sociedades diante do pânico da morte iminente, representa a exponencialização de todos eles.
A pretexto da pandemia, o novo comunismo trata de construir um mundo sem nações, sem liberdade, sem espírito, dirigido por uma agência central de "solidariedade" encarregada de vigiar e punir. Um estado de exceção global permanente, transformando o mundo num grande campo de concentração.
Diante disso precisamos lutar pela saúde do corpo e pela saúde do espírito humano, contra o Coronavírus mas também contra o Comunavírus, que tenta aproveitar a oportunidade destrutiva aberta pelo primeiro, um parasita do parasita.
(*) Žižek, Slavoj. Virus. Milão, Ponte Alle Grazie, 2020 (Quinta edição digital.) (A tradução do italiano ao português de todos os textos citados é minha.)
(**) Agamben, Giorgio. “Lo stato d’eccezione provocato da un’emergenza immotivata”. Il Manifesto – Quotidiano Comunista, 26/02/2020.
Moscou e a desinformação na crise do coronavírus
Relatório da União Europeia enumera dezenas de casos de notícias falsas de origem russa sobre a covid-19. Tática para confundir opinião pública segue o mesmo modelo usado pela União Soviética na época da Guerra Fria.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) já fala numa "infodemia" em conexão com a crise do coronavírus. Não apenas o vírus, mas também uma quantidade crescente de informações circula pelo mundo. No entanto, muitas informações são pura desinformação e são usadas como um meio de exercer influência política. https://www.dw.com/pt-br/moscou-e-a-desinforma%C3%A7%C3%A3o-na-crise-do-coronav%C3%ADrus/a-52872305
Interessante. Olavo de Carvalho, no tempo do True Outspeak, explicou algumas vezes que o bloco socialista era parceiro dos globalistas do ocidente no projeto criminoso de tomada de poder global, mas era também seu rival e vivia vazando informações reais que expunham o maquiavelismo da elite ocidental. O livro de Daniel Stulin "A Verdadeira História do Clube Bilderberg" é um exemplo disso. Talvez seja este o caso, aqui.
O silêncio de Vladimir Putin chama a atenção! Vejam o papel da Rússia nesta crise global.
Grupo de Telegram: https://t.me/bkuster
Semana do Leitor Brasil Sem Medo: https://brasilsemmedo.com
SE O BRASIL PARAR, ALÉM DO CORONA, TEREMOS MORTES POR DESABASTECIMENTO E CAOS - Por que tenho de dizer o ÓBVIO?
André · Parabéns a turma do #fiqueemcasa,
comida, remédios e insumos essenciais a vida deixarão de ser entregues.
Vocês conseguiram o caos que tanto almejavam. Três meses assim, não é
isso o que vocês querem? Transforme um vírus em que a imensa maioria das
pessoas sobrevive sem maiores problemas em um morticínio de
desabastecimento.
* Isto tem de ser considerado: o pânico faz parte dessa gripe se ela for uma armação comunoglobalista. E este comportamento irracional está sendo induzido e incitado pela comunicação irracional e obsessiva da imprensa. Este pânico autoriza a transferência de mais poder aos poderosos. Veja bem, não é o perigo real que está fazendo isso, pois eles são o perigo maior, é o que a população, teleguiada pela imprensa, imagina que seja o perigo. Esta é a mesma imprensa que está de rabo preso com a pior máfia já vista por aqui e que tem de se livrar de Bolsonaro para se safar da cadeia e dar prosseguimento ao "projeto criminoso de poder". * FALSAS ESTATÍSTICAS - Num dos últimos "surtos" de dengue, não lembro se no governo Dilma ou
Temer, um pronto-socorro particular queria obrigar minha vizinha a
assinar uma declaração de que ela tinha dengue, quando, na verdade, ela
não tinha. Ela não tinha os sintomas, nenhum teste foi aplicado e nenhum
argumento razoável foi dado. Ela se recusou.
*
André · Medidas
sensatas que deveriam ter sido tomadas: isolamento dos grupos de risco,
aumento dos leitos de internação intensiva e propaganda de
conscientização.
Medidas estúpidas que foram tomadas: quarentena
generalizada, contratar artista para fazer bobagem nas janelas,
desabastecimento em massa e propaganda de pânico.
Todo mundo está vendo, 24 horas por dia, você festejando ininterruptamente a morte de cada brasileiro atribuída ao #coronavírus, porque você se alimenta da miséria, da fome, do sofrimento humano. Entretanto, será derrotado.
Prefeito de SP decreta fechamento do comércio a partir de sexta-feira
Segundo a prefeitura, a medida não vale para farmácias, supermercados, padarias, feiras livres, mercados, lanchonetes, restaurantes, lojas de venda de alimentação para animais e postos de combustível, que terão, no entanto, que intensificar as ações de limpeza, além de disponibilizar álcool gel para os clientes. https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2020-03/prefeito-de-sp-decreta-fechamento-do-comercio-partir-de-sexta-feira
Bruno Covas afirmou que nós substimamos a malignidade do
coronavírus. É que a malignidade da classe política, toda de esquerda, tem ofuscado a do
vírus e não confiamos em suas "boas intenções". O próprio vírus foi
disseminado por comunistas, que ainda pretendem coisa muito pior.
O
problema da velocidade de propagação se soma à promoção do pânico e
da corrida ao sistema de saúde feita pela mídia. Isto é o que transfere
poder a esses políticos. Que, aliás, são também amiguinhos da China e
não têm como prioridade o bem da população, mas derrubar o governo de
direita que os ameaça com a verdade e com a lei.
.
* CRIAR O PROBLEMA PARA VENDER A SOLUÇÃO é um truque velho, mas as pessoas ainda caem. A esquerda precisa do caos: a destruição da ordem abre caminho para a nova ordem que é muito parecida com o inferno.
Estado
grande já é mal sinal. É sinal de que povo não está no controle e por
isso está sendo controlado, usado, esmagado cada vez mais. Se o povo não controla o
Estado, o Estado controla o povo.
Cuidado com os adeptos da democracia de retroescavadeira, porque, a fim
de satisfazer suas taras pelo fascismo imaginário, se tiverem algum
poder sobre suas vítimas, são capazes de praticar qualquer ato ignóbil,
hediondo, macabro.
Se todas as pessoas saudáveis fora dos grupos de risco se enclausurarem em casa motivadas por pânico, quem vai continuar produzindo alimentos, materiais de limpeza, remédios, insumos e equipamentos hospitalares para tratar dos doentes de #coronavírus e de todas as outras causas?
É
inútil suspender serviços públicos, transportes, comércios, fábricas,
mandar as pessoas se enclausurarem em suas casas, sem que elas tenham
água nas torneiras.
A cobertura do jornalismo de retroescavadeira sobre o #coronavírus
no dia 17 de março de 2020 foi exemplo da lobotomia coletiva e da
promoção de pânico social. A morte do 1º doente com o vírus foi exposta
exaustivamente. Mas no mesmo dia morreram 3.480 pessoas por outras
causas.
Devemos seguir as recomendações do Ministério da Saúde
@minsaude para lidar com o #coronavírus.
Porém, se as pessoas ficarem ligadas 24 horas por dia no jornalismo de
retroescavadeira à espera de “notícias” salvadoras, sofrerão lobotomia
coletiva e se tornarão zumbis.
Militantes esquerdistas ficam furiosos diante de qualquer postagem no
Twitter que expõe visão contrária à promoção de pânico social em função
PANDEMIA DE DESINFORMAÇÃO em torno do #coronavírus.
Os ingleses, conhecedores da própria história, sabem que o sistema de
saúde do país não teria condições de atender todas as pessoas
integrantes de grupos de risco do #coronavírus. Em lugar de promessas mágicas oferece-se realismo. Isolamento apenas de quem integra tais grupos.
A Inglaterra age corretamente, isolando apenas quem está nos grupos de risco do #coronavírus.
Sabem que o sistema de saúde inglês não teria condições de absorver
todos os pacientes desses grupos. Age para reduzir danos sociais,
econômicos e institucionais.
O Brasil está ensinando o mundo como usar jabuticaba para impedir que o #coronavírus se propague entre os presidiários: soltando-os para que peguem e transmitam o vírus entre as pessoas que não cometeram crimes.
A esquerda não quer que você fale VÍRUS CHINÊS. O Nhonho também não. A
Globo também não. Então, amigo, não use a expressão VÍRUS CHINÊS. Pode
dar a impressão que esse vírus veio da China. Em seu podcast,@PauloBriguet fala sobre o tal VÍRUS CHINÊS.
Como pode o povo atentar contra a democracia ao criticar um poder, se é
o próprio povo quem lhe dá legitimidade? Democracia é a vontade do
povo. Se o povo está insatisfeito, é porque sua vontade não foi
atendida. Quem ignora sua vontade é que atenta contra a democracia.
* Olavo de Carvalho · Para
aquele tipo de idiotas liberais e isentistas, em cuja imaginação os
comunistas são apenas pessoas normais, boazinhas, fiéis às regras do
comércio honesto, o truque sujo do Corona vírus talvez ensine alguma
coisa.
Olavo de Carvalho · A
população inteira sai às ruas para apoiar o presidente, e NO DIA
SEGUINTE a classe política pede o impeachment dele, com total desprezo
pela opinião popular. Que é que falta para vocês perceberem que o povo,
no Brasil, NÃO TEM PODER NENHUM?
Querem rir um pouquinho???
Maia, Witzel, Tofolli, Doria e Ibaneis, todos os que estavam
preocupados com a difusão do coronavírus durante as manifestações,
estiveram na festa para 1.300 convidados, em ambiente fechado, de
lançamento da CNN Brasil!
Por que, por que, por que o Bolsonaro não manda logo prender os abusados que tomaram parte na festança da CNN?
* * *
QUEM É DÓRIA? https://youtu.be/ewaDkQuAsNM
.
DE ONDE VEIO A FORTUNA DE JOÃO DORIANA JR. https://www.facebook.com/photo.php?fbid=3129983320369758&set=a.618824928152289
João Doria Jr. começou há 31 anos, em 89 trabalhando com o presidente
Sarney. Ele foi ministro do turismo e foi demitido por conta de um rombo
6,5 milhões na Embratur. Depois disso ele foi ser o marqueteiro
Fernando Collor, quanto levou vantagens do Governo no valor de 25
milhões. Calma que ainda não acabou. Ele abriu a empresa LIDE e começou a
prestar SERVIÇOS PARA O GOVERNO DO PT, isso mesmo, você não tá lendo
errado ELE RECEBEU DE LULA 5 MILHÕES no primeiro mandato e 6 MILHÕES NO
SEGUNDO MANDATO. Ao mesmo tempo ele começava a receber dos amigos dele
do PSDB. GERALDO ALCKMIN deu de patrocínio ao LIDE 6 MILHÕES no primeiro
mandato, e mais 14 MILHÕES nos outros mandatos do PSDB em São Paulo. A
mamãe Dilma, que ele tanto critica, também deu no primeiro mandato ao
LIDE 10 MILHÕES e no segundo mandato, que foi apenas um ano, mais 2
MILHÕES em patrocínio. Depois que caiu a Dilma o Doria fez um pacto com
Temer e recebeu de patrocínio da Caixa mais 10 MILHÕES para o LIDE. Viu
como é fácil ficar rico como o Doria. É só você vender sua alma aos
políticos e entrar no jogo sujo da politicagem.
*
Se o alarde obsessivo que a imprensa está fazendo sobre o
coronavírus é desproporcional à sua periculosidade (do vírus), então podemos
concluir que há PLANOS para esta pandemia midiática. Quanto mais pânico ela gerar, mais poder ela dará à
corja que pretende nos controlar. E o controle comunoglobalista do
problema é muito pior que o problema.
Eles já tentaram outras vezes, mas temos a memória curta.
É
preciso estudar o caso da pandemia de gripe suína em 2009/2010 para se
informar como uma doença infecciosa pode ter sua gravidade falsamente
aumentada para dar mais poder à ONU, OMS e governos subordinados e,
sobretudo, para aprender que não se pode confiar nessa corja capaz de
qualquer coisa. É preciso investigar tudo o que vem deles.
2010 - FALSA PANDEMIA DESMASCARADA
Em
2010, depois de muita luta e pressão pela Internet e fora dela, a OMS e
sua pandemia fake de gripe suína foram desmascaradas oficialmente. E,
enquanto ainda pedia desculpas para o mundo, a OMS sugeria um novo
IMPOSTO para controlar a Internet! Lembro que o Ministério da Saúde de
Lula deixava advertências, para nos atemorizar, nos comentários dos
nossos posts! O post a seguir é tirado desse passado que talvez tenhamos
que reviver com a Zika e outras epidemias a serem criadas. "Aqueles que
não podem lembrar o passado, estão condenados a repeti-lo" http://conspiratio3.blogspot.com.br/2016/02/depois-que-internautas-desmascararam.html