Seguidores

Mostrando postagens com marcador ESTRATÉGIA TERRORISTA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ESTRATÉGIA TERRORISTA. Mostrar todas as postagens

sábado, 29 de março de 2014

O PLANO "B" DO PT

 
PLANO "B" EM CASO DE DERROTA DA DILMA
por:Jorge Oliveira (Jornalista )

Rio – O brasileiro precisa estar atento para o que vai acontecer a partir de janeiro de 2015 caso o PT seja derrotado nas eleições deste ano. Com o estado aparelhado, os petistas em represália vão tentar desestabilizar o país porque ainda são o partido mais organizado. Comanda as centrais de trabalhadores e milhares de sindicatos, portanto, têm como liderar greves e incentivar à massa a ir às ruas contra o novo governo. Os petistas não vão dar trégua porque, ressentidos com a derrota, tentarão de todas as formas inviabilizar o sucessor. Além disso, resistirão a abandonar os cargos para não perder os salários milionários sem antes boicotar o serviço público e paralisar as atividades afins do estado.

É assim que opera o PT. E foi assim que a cúpula do partido agiu nos primeiros anos do governo Collor, quando estimulou a paralisação da máquina estatal, criou CPIs, quebrou o sigilo fiscal de autoridades do governo, fabricou escândalos e levou às ruas milhares de jovens (os caras pintadas) para derrubar o primeiro presidente eleito pelo voto direto depois da ditadura. O PT não se contentou com a derrota do Lula e organizou suas bases (sindicatos e centrais) para confrontar o novo governo. Criou núcleos de espionagem dentro dos órgãos federais infestados de seus militantes e simpatizantes e em pouco tempo derrubou o Collor, que já estava na corda bamba pelo governo medíocre que fazia com denúncias de corrupção pipocando por todos os lados.

Na oposição a partir de janeiro, caso a Dilma não se reeleja, os petistas vão infernizar a vida de quem assumir o governo. Quatorze anos administrando a máquina pública, eles aparelharam o estado e agora conhecem como funciona a estrutura por dentro. Para desalojá-los do poder, o presidente eleito certamente gastará boa parte do mandato na assepsia das estatais onde os petistas estão infiltrados independente da qualificação profissional.

Lula está acompanhando com lupa a campanha da Dilma. Anunciou inclusive que estará na linha de frente dos trabalhos da reeleição da sua presidente. Acontece, porém, que ele hoje já tem dúvidas quanto ao êxito do sucesso dela e analisa prognósticos desfavoráveis a sua candidata. Por isso começou a trabalhar com outro cenário político: aumentar as bancadas petistas na Câmara e no Senado Federal.

A estratégia consiste em dominar o Congresso Nacional no caso do PT não conseguir reeleger a Dilma. Perde-se, portanto, o governo, mas em compensação ganha-se o parlamento submetendo o novo presidente às ordens petistas, leia-se lulista. Nos estados onde o PT não desponta como favorito ao governo, Lula tem estimulado uma aliança independente de ideologia para aumentar o número de parlamentares, o que permitiria o partido ter maioria no Senado e na Câmara e indicar os presidentes.

É assim que o ex-presidente quer permanecer soberano na política. Lula sabe que a Dilma estaria definitivamente fora da política se perder a reeleição porque não teria condição de se eleger nem a síndico de prédio. A dificuldade dela de se manter na política deve-se a sua falta de base eleitoral em Minas Gerais e no Rio Grande do Sul os dois estados que abraçou para viver. Lula sabe também por experiência própria que num regime presidencialista como o nosso, manter a presidência das duas Casas é dominar o destino político do país como fazem alguns partidos, a exemplo do PMDB de Sarney, de Renan e Michel que mantêm o Executivo sob seu jugo.

Não à toa, Lula não demonstra nenhum apetite para ocupar o lugar da Dilma. Conhece como ninguém a incompetência da sua presidente para administrar o país e do fracasso que ronda o setor econômico em 2014. Assim, previne-se ao entregar os anéis para preservar os dedos: quer a Câmara e o Senado para transformar o Executivo refém do seu partido, no caso de uma reeleição frustrada da Dilma.

 
*
 

A REVOLUÇÃO DOS RESSENTIDOS

É claro que os primeiros ressentidos (revolucionários) morrerão, muitos deles vítimas da máquina que construíram para destruir os outros. Talvez algum deles morra de causas naturais, embora uma das lições da história recente seja a descoberta de que são poucos. Por fim, a máquina passará a funcionar em piloto automático, e seu software se solidificará em seu hardware. Este é o estágio final do totalitarismo, um estágio que não foi alcançado pelos jacobinos nem pelos nazistas, mas apenas pelos comunistas. Em tal circunstância, que Václav Havel ousou chamar de "pós-totalitária", a máquina controla a si mesma e é abastecida por sua própria destilação do ressentimento original. As pessoas aprendem a "viver dentro da mentira", como disse Havel, e praticam suas traições cotidianas com uma condescendência rotineira, pagando sua dívida com a máquina e esperando que alguém, em algum lugar, saiba como desligá-la. (Texto com base em "ARGUMENTOS PARA O CONSERVADORISMO" de Roger Scruton) 
 
*
 
POR QUE O BRASIL ESTÁ AFUNDANDO?
 
VÍDEO DE OLAVO DE CARVALHO
Parte 1 -
http://youtu.be/623dy7hKJos
Parte 2 - http://youtu.be/ChJ14BSkOxs
Parte 3 -http://youtu.be/8rY8hIjVth4
 
 

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

ROLEZINHO ARMADO PARA CRIAR LUTA DE CLASSES - Rolezinhos e os massa de manobra,


 
Mais em:
 
Tolerar 'rolês' é o caminho do caos - Nivaldo Cordeiro
 
Hoje dois shopping center foram fechados em São Paulo por força do 'rolezão' perpetrado pelo MTST, os Sem-teto. O Brasil está a caminho do caos. Em marcha, a ação direta tão cara aos que militam em partidos revolucionários. O objetivo é derrubar o governador Geraldo Alckmin. Os 'rolês' são também uma forma de terrorismo.

Os custos dos rolês
http://youtu.be/S7AjiaUXpzo

Certos jornalistas estão passando uma imagem açucarada e anódina dos rolês sobre os shopping centers. Isso é desonestidade. Essa gente simpatiza com a causa anarquista e distorce os fatos para seus leitores. O fato é que rolês custam caro, para lojistas, empreendedores, governos e trabalhadores. Essa é a verdade dos fatos.
 
ROLEZINHO ARMADO PARA CRIAR LUTA DE CLASSES - Rolezinhos e os massa de manobra,
 
BLACK BLOCS: GUERRILHA URBANA TREINADA POR FARC E TUPAMAROS parte 1 de 2
BLACK BLOCS: GUERRILHA URBANA TREINADA POR FARC E TUPAMAROS parte 2 de 2
 
ARGENTINA, LABORATÓRIO DO FORO DE SAO PAULO - UM ALERTA PARA NÓS - 1 de 6
ARGENTINA, LABORATÓRIO DO FORO DE SAO PAULO - UM ALERTA PARA NÓS - 2 de 6
ARGENTINA, LABORATÓRIO DO FORO DE SÃO PAULO - UM ALERTA PARA NÓS - 3 de 6
ARGENTINA, LABORATÓRIO DO FORO DE SÃO PAULO - UM ALERTA PARA NÓS - 4 de 6
ARGENTINA, LABORATÓRIO DO FORO DE SÃO PAULO - UM ALERTA PARA NÓS - 5 de 6
ARGENTINA, LABORATÓRIO DO FORO DE SÃO PAULO - UM ALERTA PARA NÓS - 6 de 6
 
ROLEZINHO E MISTIFICAÇÕES BARATAS. OU: JORNALISTAS TÊM DE PARAR DE CUSPIR NO PRATO EM QUE COMEM
 
 
Rolezinho: O Apartheid Comunista
 
Rolezinho 2: Convulsão Social Programada - Libertar.in
SBT PR - ROLEZINHO
 
Para defender os rolezinhos, petista Eduardo Guimarães cria novas raças: baianos, pobres, favelados, etc.
 

POR TRÁS DOS PROTESTOS - A VERDADEIRA TEIA OCULTA 

sábado, 14 de dezembro de 2013

KGB, GOVERNO PELO TERROR, PAVLOV E LAVAGEM CEREBRAL







Abaixo, texto de Ipojuca Pontes

Assim, depois do assalto ao Palácio de Inverno, Lenin instalou no Estado soviético a famigerada Cheka, o órgão repressor que, mais tarde, sob a tirania de Stalin, ganharia o nome de NKVD e, posteriormente, KGB. Com a Cheka, que operava de forma clandestina sob o controle de um "jacobino firme" (Feliz Dzerzhinsky, ex-presidiário, que botava o carrasco de Stalin, Beria, no chinelo), Lênin criou as bases sólidas para a implantação do "Terror Vermelho", a devastadora prática bolchevique responsável pela fome endêmica, fuzilamento, tortura, campos de trabalho forçado, prisões e morte de milhões de camponeses, operários, soldados, burgueses e, em especial, dos próprios "camaradas" caídos em desgraça. 

Os métodos de tortura da Cheka, aprovados com entusiasmo por Lenin, ultrapassam o imaginário de qualquer gênio inquisitorial. Um deles, muito freqüente, o "truque da luva", consistia em mergulhar a mão da vítima em água fervente, até que estivessem em carne viva e sangrando, quando, então, os torturadores arrancavam a pele, de preferência inteira, guardando-a como um troféu; durante os interrogatórios, costumava-se serrar os ossos do prisioneiro ou, quando não, colocá-los em barricas crivadas de pregos, roladas, em seguida, de um lado para outro; em outras ocasiões, aquecia-se uma gaiola cheia de ratos presa ao tronco do condenado; desesperados pela ação do fogo, os ratos abriam caminho pelas vísceras do suspeito. 

Mas Lênin, por conta da implantação do regime comunista na Rússia e em todo o mundo, não queria apenas se apossar do corpo das vítimas. Seu objetivo era muito mais ambicioso: queria dominar a alma das pessoas. Assim, conforme registra Sokolov em White Nights, convocou o fisiologista 1. P. Pavlov, o homem da teoria do reflexo condicionado, para uma conversa particular, quando explicou ao cientista que o seu desejo era fazer com que "as massas sigam o padrão comunista de pensamento e ação", pois, segundo ele, havia "individualismo demais na Rússia, resquício do passado burguês", uma "tendência", afirmava, "perniciosa que interfere nos planos da revolução socialista e que deve ser urgentemente abolida". 

(Diante da proposta do ditador, Pavlov, ele próprio vítima do "Terror Vermelho", indagou petrificado: `O senhor gostaria que eu fizesse todos se comportarem do mesmo modo?". "Exatamente", respondeu Lênin, eufórico: `0 homem pode ser corrigido, fazendo-se dele o que se quiser". Não havia o que duvidar: o infectante revolucionário socialista queria a robotização da natureza humana para melhor escravizá-la.) 

No capítulo destinado à exportação da revolução comunista, que nos toca de perto, Lenin, assim como o seu auxiliar Leon Trotski, sempre que podia não vacilava em "agir". Repetia para os comparsas, entre palavrões cabeludos, com ênfase incontrolada (quem sabe excitado pelo espiroqueta da sífilis?): "0 melhor é corromper! 0 melhor é corromper!". E, passando da teoria à prática, contratou os serviços do notório "camarada Thomas", uma mistura de Zé Dirceu, Delúbio Soares e Marcos Valério, com livre acesso a milhões em ouro e jóias saqueados da burguesia e dos cofres públicos para comprar futuros aliados e propagar o regime comunista em todo o mundo. 

LULA, LENIN E 0 OURO DE FIDEL 


Segue texto de GEORGE SCHPATOFF autor de "KGB - HISTÓRIA SECRETA"  
A eficácia da KGB foi comprovada através dos anos, e sua modernização atingia o zênite à medida que se ampliavam suas metas e objetivos. Em várias oportunidades foram realizadas alterações de rumo, mas o escopo final permanecia intacto. O esforço em obter o maior e o mais detalhado conhecimento de tudo que se passava nos países fora de sua órbita propiciara à KGB um rendimento estupendo. Sua criatividade também era notável.  

A LAVAGEM CEREBRAL, por exemplo, foi concebida nos anos cinqüenta, quando seus cientistas descobriram que o método, inédito, estava fadado ao sucesso. O processo consistia na aplicação direta de técnicas psicológicas geradoras de fenômenos de pânico, ou seja, inibição, obsessão, sentimentos de culpa e traição. De acordo com a classificação de Hipócrates dos quatro tipos humanos, a saber: colérico, sangüíneo, linfático e melancólico, qualquer lavagem cerebral, para ser minuciosa e completa, tem de levar em consideração esses tipos. Através do método, torna-se possível, cientificamente, reformar uma personalidade em todos os sentidos. Lavagem cerebral não significa exatamente violência física ou processo de hipnotizar o cérebro por intermédio de drogas. O método consegue inculcar uma forma abstrata de raciocínio sócio-político em um ser humano sem, entretanto, aniquilar os elementos psicológicos ocultos que representam a essência da sua criatividade.  

O método foi universalizado no decorrer dos conflitos da Coréia e Vietnã, quando o piloto Joe Danforth tornou-se famoso entre os milhares de casos análogos. Para desenvolvê-los, a KGB baseou-se na descoberta realizada pelo renomado cientista soviético Pavlov, que provou ser viável a transformação — in totum — do comportamento animal. Teleguiado por um "pesquisador", o prisioneiro era transformado, em apenas três dias, num robô racional. A lavagem provocava um rompimento brutal do ser como mundo real. Após quinze dias de isolamento, a vítima revelava indícios de ansiedade. Aos poucos, sua personalidade começava a desagregar-se. O "pesquisador" atormentava a vítima seguidamente até provocar-lhe confusão mental. Seguia-se então uma etapa de soluços infantis até o prisioneiro cair no chão. Ao acordar, já revelava um grau elevado de debilidade física. O "pesquisador" responsável pela experiência apresentava-se como um médico diante de seu doente e não como juiz defronte a um réu. O prisioneiro, já vencido, via nele uma espécie de salvador. Tinha início uma conversa sobre a infância, a juventude e a vida adulta do paciente. O "pesquisador", então, provocava-lhe sonhos, confirmando inteiramente a teoria dos sonhos descoberta por Freud. Se o prisioneiro ainda resistisse, uma seringa cheia de insulina ou de escopolamina era capaz de neutralizar rapidamente os últimos traços de resistência. Ignorando a sua responsabilidade de homem e sem capacidade de raciocínio, o paciente, desorientado, mergulhava numa profunda confusão. Ele já estava apto a se sentir culpado, não em conseqüência da insuportável pressão exercida, mas por causa — e isso é importante lembrar — de sentimentos reais de culpa. Assim, a lavagem cerebral atingia seu objetivo, com a vítima passando a fazer confissões e, ao mesmo tempo, acusando com rancor seu próprio país. 

A KGB nunca se preocupou com a escolha dos meios quando visava à obtenção de seus fins. Além disso, não perdia seu precioso tempo com futilidades. Para ela, a decifração do enigma da esfinge, por exemplo, não era mais do que prática banal de criptólogos. O Centro jamais teve dúvidas de que desvendaria, isto sim, todos os mistérios do universo, descobrindo, inclusive, a fórmula da vida eterna... 

No Congresso dos Sovietes, a 6 de dezembro de 1919, o camarada Lênin dizia: "O terror e a Tcheka (avó da KGB*) são coisas absolutamente necessárias. Nossa Tcheka está muito bem organizada". Mais tarde, entre 11 de maio e 16 de junho de 1920, Bertrand Russell manteve uma longa conversação com Lênin. Suas impressões: "Gradualmente passei a achá-lo algo cruel. É ditatorial... no desejo de ver sua teoria compreendida e na fúria para com aqueles que não compreendem ou que com suas idéias não concordem". Russell caracterizou o comunismo com uma afirmação: "a fonte final de toda a cadeia de mentiras danosas do bolchevismo reside em seu dogmatismo do ódio, em sua crença de que a natureza humana pode ser transformada pela força". 

Para depositar seu apoio na Nova Política Econômica - NEP, os camponeses exigiram de Lênin providências contra a polícia secreta que pilhava as suas colheitas. Queriam proteção contra a apreensão e confisco de seus ganhos e mercadorias. Pobres camponeses!... Nutriam enorme esperança de que a famosa Tcheka seria destituída de alguns de seus poderes. Mas ocorreu apenas uma mudança de nome. A GPU —Administração Política do Estado tornou-se sucessora da Tcheka. Essa metamorfose consagrou-se no calendário: 6 de fevereiro de 1922. Entretanto, no dia 1° de março, Lenin escreveu a J. X. Peters, segundo comandante da GPU: "A Administração Política do Estado pode e deve enfrentar o suborno, etc., e punir com fuzilamento, de acordo com a sentença do tribunal. A GPU deve coordenar-se com o Comissariado da Justiça e com todos os órgãos governamentais" (Louis Fischer, A Vida de Lenin, pág. 818). Nessa época, o Comissariado (ministério) controlava os tribunais, o Politburo, com a assistência da GPU. A justiça permanecia uma instituição eminentemente política, como na gestão da Tcheka. 

Na época de Lenin, os decretos de Moscou chegavam apenas onde havia núcleos do partido comunista e unidades da polícia secreta que pudessem executá-los. Quando os camponeses se recusaram a pagar impostos, a polícia secreta foi requisitada para agir. Por conseguinte, o terror não parou de proliferar e foi Lenin seu principal fomentador. Em correspondência dirigida ao ministro da Justiça, camarada Dimitri Kurski, Lenin disse: "... Estou-lhe enviando o texto de um parágrafo adicional do Código Criminal. A idéia básica, espero, está clara. Proclamar abertamente a proposição justa por princípio e justa politicamente (e não estritamente jurídica), que motiva a essência e a justificativa do terror, sua necessidade, seus limites. Os tribunais não devem eliminar o terror; prometer seria enganar a si próprio e aos outros" ( Lenin, Leninski Sbornik, vol. XXVII, pág. 296). 

A vontade inabalável de Lênin de fazer uso racional do terror vermelho contra inimigos reais ou imaginários serviu para equacionar, a princípio, problemas políticos, depois econômicos e, por último, sociais ou culturais. A profunda confiança depositada no terror acabou promovendo a simbiose entre o partido estatal e a polícia secreta.  

Nos primórdios da Glasnost, o ministro-chefe da KGB, Mktor Chebrikov, citou a justificativa de Lenin para o maciço terror contra os camponeses. Na cúpula do poder, Lenin advogava, de modo explícito, o uso da violência e do terror de massa para alcançar seus objetivos. Declarou em sua obra Estado e Revolução que, ao se referir à democracia, o que desejava significar o termo era "uma organização para o uso sistemático da força por uma classe contra a outra, por um setor da população contra o outro". 

Em suas Obras Selecionadas, Lenin permaneceu irredutível neste ponto: "A definição científica da ditadura é um poder não limitado por quaisquer leis, não atado por quaisquer regras e baseado diretamente na força. Nós estamos postados a seu lado e não podemos passar sem ela". (...) O terror fazia parte de cada pronunciamento: "Fuzilamento, no local, de um em cada grupo de dez considerados culpados de ociosidade". Kalinin, presidente decorativo do Presidium, e Molotov, ministro do Exterior, chegaram a compilar listas dos comunistas de primeira linha a serem fuzilados. Ao mesmo tempo, as vidas de suas mulheres permaneciam dependuradas por um fio na prisão. Lênin não era capaz de suportar alguém discordando de seu ponto de vista. Mandou prender Maria Spiridonova, sua leal amiga e uma das mais notáveis figuras do movimento revolucionário desde o fim do século XIX. Ela faleceu na prisão de frio e fome. 


IpojucaIpojuca Pontes é cineasta, jornalista, e autor de livros como A Era Lula, Cultura e Desenvolvimento e Politicamente Corretíssimos. Também é conferencista e foi Secretário Nacional da Cultura.

Artigos do autor

 *
mais:

A interferencia da KGB no Brasil e no mundo:

A História invertida    

por Olavo de Carvalho         
Os soviéticos foram sempre os campeões absolutos no recrutamento de jornalistas. Nos EUA, hoje conhecem-se um por um os nomes daqueles que, na mídia americana, serviram à KGB e ao GRU (serviço secreto militar).


*
TÉCNICAS DE ENGODO E MANIPULAÇÃO
 
*
 
Será Ion Mihai Pacepa um agente triplo? Isso é desinformatzya!Será Ion Mihai Pacepa um agente triplo? Isso é desinformatzya!
http://grogdocarlosreis.blogspot.com.br/2013/10/sera-ion-mihai-pacepa-um-agente-triplo.html

*

LAVAGEM CEREBRAL - ALDOUS HUXLEY

http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/04/lavagem-cerebral-aldous-huxley.html



Como diz Graça Salgueiro, não dá para separar terrorismo e comunismo. A filosofia terrorista não morre com a conquista do poder. Depois de destruir tudo o que ordena, legitima e consolida uma sociedade, o poder só pode ser mantido pela força.

domingo, 27 de outubro de 2013

O CRIME ORGANIZADO NO COMANDO DO BRASIL - LOBÃO, OLAVO DE CARVALHO, DANILO GENTILLE



http://youtu.be/QYsBjOBYCFs

Completo em:
Lobão e Olavo recebem Danilo Gentili ao vivo: censura, ensino e politica
http://www.youtube.com/watch?v=AQoutkY7nmI
Do canal
www.youtube.com/user/lobaoentrevista

*

Pré-sal e China. Para a China tomar o Brasil é fácil. A máfia chinesa já entrou em todo quanto é lugar. E a máfia chinesa é o próprio governo chinês.
O mundo inteiro está empenhado em levantar e defender a economia chinesa. Os EUA não fazem outra coisa há 20 anos. Graças a isso os EUA passou de maior credor do mundo para maior devedor do mundo. E agora a China é o maior credor dos EUA, ela tem a economia americana no bolso. .Por que não teria a brasileira?

Está ficando cada vez mais nítida a parceria do PT com o PCC. E o PCC vai querer sua fatia do poder. Daqui uns anos as correntes políticas serão apenas o PT e o PCC, mensaleiros e narcotraficantes. O PCC apareceu em algumas escutas mandando votar no Genoíno. Além de ameaçarem de morte o Alckmin (http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2013/10/1355204-faccao-planejou-morte-de-alckmin-diz-promotoria.shtml). Eles já disseram que querem se transformar numa organização política. Estão seguindo os passos das Farc. E o fato de se tornarem uma organização política não quer dizer que vão desistir das armas. Ao contrário. Só quem estrega as armas são os brasileiros trouxas. Eles serão uma força político-militar. Nesse sentido eles já entram na concorrencia em vantagem sobre o PT. O PT não tem propriamente uma força armada. Existem 150 mil militantes do MST armados, alguns treinados. Os centuriões da Dilma é para nos pegar e não ao PCC.

O que nós temos, que não está compremetida nem com um nem com outro, é a população brasileira, que não tem voz nem voto, não tem canais de expressão, mas tem suas convicções, e temos as Forças Armadas. Força política não tem nenhuma.

Como o PCC entraria na concorrencia? Ele não precisa se legalizar, ele nem precisa ter seus candidatos, ele pode dominar os que já estão lá. Se eles apoiam o Genoíno, o Genoíno vai virar office-boy deles, e se desobedecer está morto no dia seguinte. Então quem manda é o PCC e não o PT. 

O PCC parece que estaria investindo pesado em imóveis, estão comprando a cidade inteira, isso tudo facilitado pelo governo. Estão expandindo. Parece que estão contratando tb os black blocs.

Desde que o Fernando Haddad assumiu a prefeitura de Sao Paulo, a invasão de imóveis pelo movimento sem-teto. Aquela menina do movimento passe-livre mencionou "reforma agrária" rural e urbana... Propriedade privada pra eles é um palavrão.

Em todas as revoluções socialistas sempre houve a mobilização do banditismo. A diferença específica do Brasil é que o pessoal do narcotráfico é muito mais poderoso que o partido político que está tentando manipulá-los. (e se as pessoas parassem de consumir?) . E eles tb têm gente inteligente e preparada lá. Se vc ler o livro de William Lima da Silva (http://www.proibidao.org/wp-content/uploads/2011/12/William-da-Silva-Lima_-Quatrocentos_Contra_Um.pdf),
fundador do Comando Vermelho, você vê que esses projetos políticos já estão sendo discutidos há muito tempo.

Existe a ligação PCC e FARC. As FARC estão relacionadas com todas quadrilhas brasileiras. O Fernandinho Beira-Mar comprava armas no Líbano, trazia para a América Latina e trocava por 200 toneladas de cocaína das FARC e inundava o mercado brasileiro.  As FARC tem praticamente o monopólio do fornecimento da cocaína, então traficantes  têm negócios com as FARC.

***
BANDIDOS DE CIMA CONLUIADOS COM OS BANDIDOS DE BAIXO
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2017/11/datena-entrevista-o-ministro-da-justica.html

*
ESQUERDAS, TERRORISMO E CRIME ORGANIZADO
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/06/as-esquerdas-o-terrorismo-e-o-crime.html

*
PODER ABSOLUTO - KGB AINDA AMEAÇA O MUNDO
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/09/poder-absoluto-kgb-ainda-ameaca-o-mundo.html

*
ABAIXO A LEI!
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/10/abaixo-lei-abaixo-o-estado-de-direito.html


*
AMEAÇAS DO CRIME ORGANIZADO AO ESTADO DE SÃO PAULO
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/10/ameacas-do-crime-organizado-ao-estado.html

*
TÉCNICAS DE ENGODO E MANIPULAÇÃO
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/10/tecnicas-de-engodo-e-manipulacao-de.html

*
Polícia investiga se facção criminosa agiu em protestos
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidiano/136504-policia-investiga-se-faccao-criminosa-agiu-em-protestos.shtml

http://delinks.blogspot.com.br/

sexta-feira, 28 de junho de 2013

MOVIMENTO PASSE LIVRE - OLAVO EXPLICA - ESTRATÉGIAS REVOLUCIONÁRIAS

Análise da atual situação política brasileira

http://www.youtube.com/watch?v=CRENnVnRWTQ&feature=share&list=UUs7SSwJrkcmZp9R2N92ssCw


Tomando como ponto de partida o fato de que “o movimento” teve como seus criadores e mentores o Foro de São Paulo e a elite globalista condensada simbolicamente na pessoa do sr. George Soros, o seu objetivo geral já foi declarado muito antes de que o movimento eclodisse.

Nossos liberais e conservadores lêem Ludwig von Mises e Friedrich von Hayek e, vendo que eles tratam o marxismo como uma pseudo-ciência econômica, concluem alegremente que ele não vale nada, não merece maior atenção. Acontece que o marxismo enquanto ciência e técnica da ação revolucionária não depende em nada da “base econômica” que nominalmente o sustenta. Essa ciência e essa técnica são de uma exatidão assustadora e não podem ser compreendidas só com a leitura dos “pais fundadores” do movimento ou com a da sua crítica liberal: requer o acompanhamento de toda uma evolução do pensamento estratégico marxista, que começa com Marx e se prolonga até Saul Alinsky e Ernesto Laclau. Este último, invertendo a fórmula clássica das relações entre “infra-estrutura” e “super-estrutura”, propõe abertamente a tese de que a propaganda revolucionária cria livremente a classe da qual em seguida se denominará representante. Maior independência de toda “base econômica” não se poderia conceber. Aqueles que imaginam ter dado cabo do marxismo tão logo refutaram seus princípios econômicos se acreditam muito realistas, porque eles próprios são crentes devotos da “base econômica” do acontecer político, a qual os próprios marxistas já superaram há muito tempo. O marxismo deve ser estudado, em primeiro lugar, como uma “cultura”, no sentido antropológico do termo. Remeto os interessados a três artigos em que resumo o que penso a respeito

(v. http://www.olavodecarvalho.org/semana/031218jt.htm, http://www.olavodecarvalho.org/semana/040101jt.htm e http://www.olavodecarvalho.org/semana/040108jt.htm).

Em segundo lugar, deve ser estudado como ciência e técnica da ação revolucionária, da intervenção ativa da elite revolucionária na sociedade e na história. Essa ciência é tão veraz, e a técnica que nela se arraiga é tão eficiente, que delas resulta este fato, tão fundamental entre todos e tão solenemente ignorado pelos críticos do marxismo: há pelo menos um século e meio o comunismo é o único – repito: o único – movimento político organizado unitariamente em escala mundial e dotado de uma consciência clara da sua continuidade, bem como das suas metamorfoses estratégicas. Todos os seus pretensos adversários e concorrentes são fenômenos locais, inconexos e passageiros, espalhados no tempo e no espaço como grãos de poeira soltos no vento, incapazes não só de fazer face ao rolo compressor do movimento comunista, mas até de enxergá-lo como um todo.

Sem nenhuma presunção de expor aqui o fenômeno no seu conjunto, mas raciocinando antes em função exclusiva dos últimos acontecimentos no Brasil, destaco adiante alguns pontos que, se não forem levados em conta, tornarão inviável qualquer tentativa de compreender os lances mais recentes da história continental e nacional.
O primeiro desses pontos é o seguinte: nenhuma ação comunista tem jamais – repito: jamais – um objetivo único e linear. Todas as decisões do comando estratégico comunista são sempre de natureza dialética e experimental. De um lado, jogam sempre com uma multiplicidade de forças em conflito, não interferindo jamais no quadro antes de ter uma visão bem clara das contradições em jogo e dos múltiplos sentidos em que elas podem ser trabalhadas. Sob esse aspecto, o pensamento marxista não mudou muito desde o começo. Apenas aprimorou formidavelmente a sua visão das contradições, integrando no seu retrato mental da sociedade inúmeros tipos de conflitos novos que ou não existiam no tempo de Marx ou ele não julgou relevantes; por exemplo, o conflito entre os impulsos sexuais e a ordem social, ou entre pais e filhos. De outro lado, a essa visão dialética cada vez mais sutil e aprimorada o marxismo acrescenta o caráter experimental e não dogmático de todas as suas decisões e ações estratégicas. A articulação de dialética e experimentalismo permite que as ações do movimento comunista se beneficiem, por um lado, de uma multiplicidade de direções simultâneas que desnorteiam o adversário, e, por outro, de uma capacidade de agir por avanços e recuos mediante contínuas e não raro velocíssimas mudanças de rumo.
Quem quer que, ao analisar a recente explosão de protestos, concentre sua atenção nas reivindicações nominais – redução das tarifas de transporte público, “mais educação”, “mais saúde” etc. – para discutir sua justiça e viabilidade já prova, só nisso, sua total incompetência para lidar com o assunto. Mas quem quer que, furando essa primeira barreira de aparências, procure encontrar por trás delas um objetivo determinado e único que explique o conjunto, se engana talvez ainda mais desastrosamente.
Se os protestos têm um objetivo político determinado, este só é definido, na mente dos seus planejadores estratégicos maiores, em termos muito gerais e vagos. Gerais e vagos o bastante para admitir, a cada momento, novas e – para o adversário – imprevistas mudanças de rumo.

Tomando como ponto de partida o fato de que “o movimento” teve como seus criadores e mentores o Foro de São Paulo e a elite globalista condensada simbolicamente na pessoa do sr. George Soros, o seu objetivo geral já foi declarado muito antes de que o movimento eclodisse e não requer nenhum esforço especial de interpretação. Trata-se, em resumo, de encerrar a fase “de transição” e partir para a “ruptura” ou destruição ativa de um “sistema” já cambaleante e debilitado pela onipresente “ocupação de espaços”. Os slogans escolhidos para instigar a massa não têm, em si, a mais mínima importância. Podem ser trocados a qualquer momento, conforme o rumo que as coisas vão tomando. A técnica da mutação também não é rígida, mas adapta-se velozmente a uma conjuntura em constante transformação; transformação que o próprio movimento acelera por sua vez. Não se trata, portanto, de alcançar este ou aquele objetivo concreto em particular, mas de operar com um leque de possibilidades em aberto e conservar, na medida do possível, algum controle do conjunto.
Essas possibilidades são exploradas simultaneamente e, conforme uma ou outra se revele mais viável ou mais problemática, será intensificada ou refreada pelo comando do processo. As mais importantes, a meu ver, são as seguintes:

(a) Trocar a própria liderança visível da esquerda, substituindo os agentes da “transição” pelos agentes da “ruptura”, decididos a ações mais drásticas.

(b) Espalhar o caos para justificar medidas de força, aproveitando para, no mesmo ato, testar os “agentes de transição”: se conseguirem controlar repressivamente a situação e aumentar o poder do grupo dominante, sobreviverão; caso contrário, serão trocados.

(c) Incitar à ação pública as forças antagônicas (cristãos, patriotas, conservadores etc.), para mapeá-las e averiguar as possibilidades de controlá-las ou extingui-las.

(d) Caso a evolução do movimento se mostre majoritariamente favorável aos objetivos dos planejadores, fomentá-lo ainda mais para que a própria ação da militância enragée adquira autonomia e conquiste autoridade por si própria, transmutando-se em nova estrutura de governo.

Esta possibilidade, a mais ostensivamente “revolucionária”,.parece já ter sido excluída, na medida em que as forças antagônicas, malgrado sua total desorganização e ausência de comando, se mesclaram ao movimento, ocuparam as praças públicas e acabaram, em certos casos, por acuar e sobrepujar a militância esquerdista.
O próprio comando da esquerda militante ordenou que as manifestações cessassem, o que imediatamente deixa o campo livre para as massas antagônicas e favorece, ipso facto, a adoção da via repressiva para estrangular a ameaça de um “golpe teocrático e fascista”. Se esse estrangulamento tomará a forma de uma repressão policial violenta ou de um simples incremento do aparato de investigação e controle social, é cedo para dizer.
O detalhe mais importante, aí, é que as forças antagônicas se constituem exclusivamente de massas amorfas e desorganizadas, sem o mais mínimo comando estratégico e até sem aquelas figuras de heróis improvisados que um erro terminológico denomina “líderes”, quando o certo seria chamá-los apenas de “símbolos aglutinadores”. Essa massa é numericamente superior, seja à militância organizada do Foro de São Paulo, seja às tropas de arruaceiros subsidiadas pelo sr. George Soros. Sua presença nas ruas, bem como a vaia multitudinária que despejou sobre a presidenta Dilma Rousseff, são, no sentido mais estrito do termo, explosões espontâneas e anárquicas no mais alto grau, contrastando, nisso, com a ação bem planejada dos militantes do outro lado, que ocupam o espaço público armadas de instruções precisas, de slogans bem ensaiados (em Brasília, viu-se até o texto de uma convocatória inteira recitado em côro pela multidão). Desse modo, o que se viu nas ruas não foi uma competição entre forças de um mesmo gênero – duas militâncias, duas ideologias, duas forças políticas –, mas entre dois tipos de multidão radicalmente heterogêneos: a massa e a militância, a revolta confusa e a ação premeditada.

Quem não levar em conta esses fatores não entenderá absolutamente nada do que está acontecendo e estará privado até da mera possibilidade teórica de uma ação conseqüente.
  ***
O que acabo de dizer pode levar o leitor surpreso a concluir que no meu entender, ou mesmo na realidade das coisas, os mentores do movimento comunista são gênios fora do comum, capazes de pensar em todas as alternativas ao mesmo tempo e de manejar todas as peças do tabuleiro.
Decerto não é bem assim. Comparado com a vastidão do seu alcance, o movimento comunista teve um número relativamente pequeno de gênios estratégicos, a começar por Lênin e Stálin, e um número um pouco maior mas nada notável de talentos estratégicos secundários, como Saul Alinsky, Ernesto Laclau ou a dupla Cloward & Piven. Mas algumas regras explícitas e tácitas que esses e outros seguiram acabaram por se incorporar à “cultura” comunista, isto é, a um conjunto de hábitos reflexos de pensamento compartilhados por toda a militância, que os assimila sem grande exame crítico, às vezes até num nível semiconsciente e pré-verbal. Isso quer dizer que essas regras transparecerão nebulosamente na conduta de líderes e militantes como as regras da gramática transparecem, deformadas mas não abolidas, na fala de quem nunca estudou gramática.
Não é preciso dizer que, na passagem dos princípios estratégicos explícitos e criticamente elaborados às regras semiconscientes automatizadas, o que era tirocínio estratégico se rebaixa ao estatuto de cacoetes mentais e de uma espécie de estupidez astuta; a complexidade do raciocínio dialético aparece agora como pensamento dúplice e escorregadio, uma espécie de incompreensão maliciosa que tudo deforma, mas deforma num sentido coerente com os propósitos gerais do movimento comunista e benéfico aos interesses do Partido.
Quem estudou o livro do psiquiatra polonês Andrew Lobaczewski, Political Ponerology, reconhecerá aí a queda de nível desde uma liderança original psicopática a uma classe de epígonos histéricos. A psicopatia é compatível com elevado grau de inteligência e aguda consciência da situação real. O epigonato histérico copia a conduta psicopática sem compreendê-la muito bem e, por isso, não diferencia claramente o diagnóstico objetivo da situação e o discurso de auto-identidade partidária. Dito de outro modo: não percebe muito bem quando está descrevendo uma situação objetiva e quando a está deformando para reforçar o sentimento de unidade da militância, fomentar o ódio ao inimigo ou persuadir a militância a seguir determinada linha de ação. O psicopata, quando mente, sabe que mente. No histérico, a mentira conveniente já se interiorizou ao ponto de não poder ser discernida como tal. O resultado é que uma visão totalmente falsa da situação pode, paradoxalmente, produzir uma ação relativamente eficiente, na medida em que reflete ainda, de longe e obscuramente, a visão estratégica originária. É como se disséssemos que o epígono ou militante histérico é louco, mas não rasga dinheiro: tem uma visão deformada da realidade, mas deformada num sentido que, por força dos automatismos acumulados na cultura comunista e da sua raiz longínqua numa visão estratégica consciente, ainda favorece a ação partidária.

Um exemplo claríssimo desse fenômeno é o recente pronunciamento do sr. Valter Pomar, reproduzido abaixo como Apêndice 2.
Ele começa assim: “Quem militou ou estudou os acontecimentos anteriores ao golpe de 1964 sabe muito bem que a direita é capaz de combinar todas as formas de luta.”
Historicamente isso é falso. A direita brasileira nunca teve, por exemplo, um partido de massas ou uma militância adestrada e organizada. Muito menos teve uma rede mundial de partidos aliados, uma “internacional”. Nem teve uma rede organizada de editoras de livros como o Partido Comunista sempre teve. E, durante todo o tempo de ocupação esquerdista do governo, nunca teve à sua disposição centenas de jornais “nanicos” como a esquerda teve durante o regime militar. Muito menos uma militância estudantil significativa. Muitas são as “formas de luta” que lhe faltaram e faltam.
Pomar não parece ter a mínima consciência disso. No entanto, tomar a falsidade como um fato ajuda a fortalecer a unidade da militância esquerdista pelo temor a um inimigo comum evocado de um passado quase mítico.
Pomar não está mentindo intencionalmente. Está mesclando e confundindo os dois níveis de discurso – a descrição da realidade e o apelo à unidade do grupo ouvinte --, como é próprio dos epígonos histéricos e da “estupidez astuta” a que me referi, quase que uma “deficiência eficiente”, expressão paradoxal que corresponde à natureza paradoxal do fenômeno mesmo.

[Continua]
*

MOVIMENTO PASSE LIVRE E O GOLPE DO PLEBISCITO ( REFORMA POLÍTICA) http://youtu.be/VKNG57oqJng



Movimento do Passe Livre = "Primavera Árabe"?
http://www.youtube.com/watch?v=5EFS4KhodWo

*
A MODA TERRORISTA
http://www.midiasemmascara.org/artigos/governo-do-pt/14339-a-moda-terrorista.html
*
ESTRATÉGIA CLOWARD-PIVEN - PLANO PARA DERRUBAR UM PAÍS PELA ECONOMIA
https://youtu.be/EmFDcRfTfTU  
*
BOLSAS-ESMOLA E ARMADILHAS. OU COMO SE CAPTURAM PORCOS SELVAGENS
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/12/bolsa-esmola-e-armadilhas-ou-como-se.html