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quinta-feira, 16 de maio de 2019

ALERTA: O BRASIL AGORA TEM 2 PRESIDENTES. DE QUAL LADO VOCÊ VAI FICAR? - DANIEL LOPEZ - DITADURA MILITAR - PERIGO DE ATENTADO

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POR QUE DERAM ESSE PODER AO CARGO? Antes da saída de Santos Cruz? Conspiração militar?

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"A chefe da sucursal brasiliense do Valor contou que, em 29 de abril, durante a Agrishow, um grupo de ruralistas teve um encontro particular com Jair Bolsonaro.
Durante a conversa, os ruralistas elogiaram os militares e atacaram Olavo de Carvalho."
Jair Bolsonaro respondeu-lhes, segundo a jornalista:
“Olavo está certo, os militares estão contra mim.”
https://www.oantagonista.com/brasil/olavo-esta-certo-os-militares-estao-contra-mim/amp/

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OLAVO DE CARVALHO ESTÁ NOS ABANDONANDO AOS COMUNOGLOBALISTAS?
https://conspiratio3.blogspot.com/2019/05/critica-nacional-entrevista-professor.html

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JÁ ESTÁ TUDO ENGATILHAD0 EM BRASÍLIA PARA DERRUBAR BOLSONARO. MAS VOCÊ PODE AJUDAR
https://youtu.be/3c619n-s1UY

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A chefe da sucursal brasiliense do Valor contou que, em 29 de abril, durante a Agrishow, um grupo de ruralistas teve um encontro particular com Jair Bolsonaro.
Durante a conversa, os ruralistas elogiaram os militares e atacaram Olavo de Carvalho.
Jair Bolsonaro respondeu-lhes, segundo a jornalista:
“Olavo está certo, os militares estão contra mim.”
https://www.oantagonista.com/brasil/olavo-esta-certo-os-militares-estao-contra-mim/amp/
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"No Brasil só resta uma coisa a fazer: Orar sem cessar." Olavo de Carvalho




sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

NANDO MOURA - Sou um bolsominion ARREPENDIDO...



https://youtu.be/1T8q4k8NCtc

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BERNARDO KUSTER - CENSURA NO REGIME MILITAR?
https://conspiratio3.blogspot.com/2019/02/bernardo-kuster-censura-no-regime.html

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A MÍDIA VENDIDA PARA O GOVERNO - TERÇA LIVRE
https://youtu.be/qYGWVwbrOYQ?t=1129

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O ESQUERDISMO SOBREVIVE DA OCULTAÇÃO DE EVIDÊNCIAS
No embate político entre esquerda e direita, uma questão se expõe evidente: a esquerda nunca teve a realidade factual a seu lado, tendo ela sempre precisado recorrer a toda sorte de embustes para provar o contrário do que estava evidente à luz clara da razão.
A cosmovisão da esquerda é como a feminilidade de um travesti. Um travesti precisa se valer de substâncias que bloqueiem a produção dos hormônios masculinos, se a injeção dessas substâncias for descontinuada, naturalmente as características sexuais masculinas voltam a aparecer. Assim também é a cosmovisão da esquerda. Para manter a população favorável à agenda da esquerda, a elite política esquerdista precisa bloquear o acesso à informação, aos dados factuais. Não é à toa que em todos os países nos quais a esquerda governa, os meios de comunicação são controlados pelo governo para que as pessoas possam entrar em contato apenas com o que interessa ao regime. Repetindo: não basta apenas ter a supremacia da produção de narrativas, é preciso controlá-la completamente, estabelecer uma hegemonia absoluta, não permitir nenhum acesso a nenhum contraponto, alcançar a completa supressão do dissenso.
http://meuprofessordehistoriamentiupramim.blogspot.com.br/2015/10/para-entender-o-que-se-esconde-por-tras.html

segunda-feira, 9 de abril de 2018

1964 - O ELO PERDIDO - BRASIL NOS ARQUIVOS DO SERVIÇO SECRETO - 1





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LIVRO DE MAURO ABRANCHES "1964 - O ELO PERDIDO" - O BRASIL NOS ARQUIVOS DO SERVIÇO SECRETO COMUNISTA http://conspiratio3.blogspot.com.br/2017/11/livro-1964-o-elo-perdido-o-brasil-nos.html
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“1964 - O Elo Perdido -“ O Brasil nos arquivos do serviço secreto comunista - resenha http://www.quimerapost.com.br/2018/03/1964-o-elo-perdido-o-brasil-nos.html
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FINALMENTE RELANÇADO O LIVRO DO EX-AGENTE SOVIÉTICO ANATOLIY GOLITSYN - MEIAS VERDADES, VELHAS MENTIRAS - A Estratégia Comunista de Embuste e Desinformação http://conspiratio3.blogspot.com.br/2018/01/finalmente-republicaram-o-livro.html  
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DESINFORMAÇÃO - A PRINCIPAL ARMA COMUNISTA - ION MIHAI PACEPA, ANATOLIY GOLITSYN E OUTROS http://conspiratio3.blogspot.com.br/2016/01/desinformacao-livro-de-ion-mihai-pacepaq.html
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Operações da KGB/StB no Brasil http://www.anonymousbr4sil.net/2016/11/operacoes-da-kgbstb-no-brasil.html 



https://youtu.be/leoEPr-xIpc

PARTE 2
https://youtu.be/cz4zLLkxmRA

PARTE 3
https://youtu.be/BHZ3yZNzkok

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LULA DECLARA O QUE PRETENDE FAZER COM O PAÍS - URSAL
https://youtu.be/prYwxZC5AuQ


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"A busca pela verdade só é possível em uma discussão  livre. Por isso, o regime comunista que a proíbe é, por força das coisas, uma grande mentira. Ao nos encontrarmos em um mundo que respeita a liberdade individual e a liberdade de pensamento, devemos fazer todo o possível para não estreitar os horizontes de pensamento, mas amplia-los; não limitar a discussão, mas amplia-la". Józef Mackiewicz.

sábado, 18 de junho de 2016

A ditadura militar do canal Nostalgia

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 O estranho é encontrar pessoas que conviveram com testemunhas daquela época, mas com a memória modificada. Tive um primo em segundo grau que participou da luta armada e foi preso com 18 anos. Ele nunca afirmou que foi torturado. Aliás, ele e a sua turma pareciam se divertir na prisão, pelo que diz minha mãe, minha avó e outros que iam visitá-lo e levar mantimentos, livros, etc. Inclusive eles podiam cozinhar lá dentro. Pois bem, meu irmão veio me dizer que meu primo tinha sido HORRIVELMENTE TORTURADO, e que aquela época era de terror constante! De alguma forma, a esquerda fabricou uma falsa memória nele. O livro DESINFORMAÇÃO, de Ion Pacepa, diz que é uma especialidade comunista a falsificação da História e do passado. Isso já está acontecendo aqui.

sábado, 7 de dezembro de 2013

"DETURPARAM MARX" - FALÁCIAS E ARMADILHAS ESQUERDISTAS












 

"Deturparam Marx, ele jamais falou em matar pessoas"


É muito comum, entre os fanáticos de esquerda, dizer que "deturparam Marx". Milhares já disseram esta frase no velho estilo de mentir sempre até que se acredite nas próprias mentiras. É a única forma de não acordar e não buscar a realidade.
 
Stalin subiu ao poder dizendo que Trotski estava "deturpando Marx" e que era ele quem queria o verdadeiro marxismo. Subiu ao poder fazendo um marxismo muito pior que o de Trotski matando mais de 20 milhões de pessoas.
Então surge Mao Tsé-Tung dizendo que esses eram todos revisionistas e que haviam "deturpado Marx" e que, ele sim, faria o verdadeiro Marxismo. Acabou matando 70 milhões de pessoas.



Grande Crise de Fome (1958-1961) na China.
Décadas de governo comunista fizeram com
que o país tivesse grandes crises de alimentação.
Mao disse que Marx foi deturpado e que o seu
marxismo era o único "verdadeiro".


Antes de Marx e Engels, nenhum ideólogo de qualquer espécie havia jamais proposto a liquidação de "povos inferiores" (expressão do próprio Marx) como prática deliberada e condição indispensável para a instalação de um novo regime. Nem mesmo Maquiavel havia pensado numa coisa dessas. O genocídio é criação sui generis do movimento socialista, e sete décadas se passaram antes que uma dissidência interna desse movimento desse origem ao fascismo e depois ao nazismo, que tardiamente adotou a fórmula do morticínio salvador, então já posta em prática por Lênin na URSS.

Não é possível que "professores" de nossas escolas não saibam disso e continuem apenas tentando doutrinar nossos filhos com esse lixo.
Assim passam a ideia falsa de que todas as mortes são uma deturpação do ideal e que Marx era, na verdade, um santo e que seu pensamento foi usado por homens maus que, provavelmente, estavam a serviço do capitalismo ou da "burguesia".
Todas as ideias de Marx se resumem ao velho "os fins justificam os meios". Só que o fim nunca chega, ou melhor, o fim é a pobreza e a destruição da cultura, como se nota em todos os lugares onde o comunismo tomou o poder, e os meios são a mais sangrenta matança de inocentes que já se viu.



 Vladimir Lenin e Joseph Stalin alguns dos 
que repetiram à exaustão a frase, "Deturparam Marx".
Milhões morreram por suas ideias de ódio e sadismo puro 
mas sempre com o "verdadeiro" marxismo. 



Mas quem era essa figura tão adorada pelos que se guiam apenas pelo que a propaganda fala, há quase dois séculos, e que acham que é "bacana" ser esquerdista?

Heinrich Heine, escreveu que “Marx se julga um Deus Ateu autonomeado”, e era seu amigo.
Quando humilhou publicamente o operário Weitling, Pavel Annenkov, traçou-lhe o perfil: “Falava sempre com palavras imperiosas, que não admitiam contradição, e que se tornavam ainda mais incisivas pela sensação quase dolorosa do tom que perpassava tudo o que dizia. O tom expressava a firme convicção de sua missão de dominar a mente dos homens e de lhes ditar suas leis. Diante de mim erguia-se a encarnação de um ditador democrático.”
Proudhon, considerado pelo próprio Marx "o mais notável socialista francês", em resposta a uma carta de Marx convidando-o a ser membro do Comitê Comunista de Correspondência disse: ...“Devo ainda fazer algumas observações à expressão “momento de ação revolucionária de v. carta. Eu creio que não temos necessidade disso para vencer, e que, consequentemente, não devemos colocar a ação revolucionária como meio de reforma social, porque esse meio seria simplesmente um apelo à força, ao arbítrio; em suma, uma contradição.”
Proudhon, a rigor, jamais encarou o socialismo como uma ciência e repudiou sempre qualquer forma de ditadura, em especial a do proletariado. Depois de ler o arrazoado marxista, o francês resumiu-se a anotar num canto de página: “Um tecido de grosserias, calúnias, falsificações e plágios. Marx é o verme do socialismo.”

Marx disse que: "As classes e as raças, fracas demais para dominar as novas condições de vida, devem ser submetidas à dominação."

 


 
As ideias de Marx sobre classes e povos inferiores
que devem ser eliminados sendo postas em prática.

Era esse o comunismo que nossos Genoinos,
Dirceus e Dilmas, entre outros facínoras, 
tinham como meta para nosso país.
E ainda existem "mauricinhos de esquerda"
que tem orgulho deste tipo de conterrâneo.



Marx tentou destruir o prestígio de Bakunin, por quem nutria inveja acalentada pelo ódio, e publicou em seu jornal Nova Gazeta Renana informação de que o líder russo (Bakunin) era um "agente secreto da polícia czarista", dando como fonte suposta documentação em mãos da escritora Georg Sand (amante de Frédéric Chopin entre 1838 e 1847). Ao tomar conhecimento da calunia, Sand, indignada, exigiu imediata retratação. Marx justificou-se afirmando que assim procedia (mentia como sempre) “para defender o movimento socialista dos governos capitalistas”. Alguma semelhança com o que fazem, ainda hoje, os "moderninhos"?

Marx considerava que as leis morais não haviam sido criadas para ele.
A apropriação intelectual de Marx ultrapassa os limites da desonestidade. Toma como seu aquilo que foi criado por outros, sem apontar autoria. De Marat, se apropria da frase “o proletariado não tem nada a perder, exceto os grilhões”. De Heine, “a religião é ópio do povo”, de Louis Blanc, “de cada um segundo suas capacidades, a cada um segundo suas necessidades”, de Shapper, “trabalhadores de todo o mundo, uni-vos”, e, de Blanqui, a expressão “ditadura do proletariado”. Sua obra mais bem acabada, O Manifesto Comunista é plágio vergonhoso do Manifesto da Democracia, de Victor Considérant, escrito cinco anos antes.

Depois da inevitável derrocada da União Soviética, levantada a cortina do terror, viu-se que milhões de pessoas tinham sido destroçadas em nome de uma absurda “moral proletária”, que, estranhamente, parece ainda pontificar como se nada tivesse ocorrido.  Antes de ordenar, para dar um só exemplo, de maneira autoritária, que o cinegrafista de um documentário parasse de filmá-lo, o stalinista Oscar Niemeyer vociferou: “Matam tanto operário, é um regime de merda, qual é a importância que mataram lá, estão matando todo dia gente aí, invadindo as favelas”. Muitos operários morreram na construção da horrorosa Brasília. Todos os operários são iguais, mas alguns são mais iguais do que os outros.

Marx morreu só tendo como vítima, também, sua família. Abandonou os filhos. Dos que teve com a aristocrata Jenny três morreram na infância em decorrência da penúria (pelo abandono) e os outros três se mataram mais tarde. O único sobrevivente foi o filho que teve quando abusou da empregada Helene, o qual jamais foi reconhecido pelo pai e foi adotado por Engels para salvar as aparências. Jenny morreu com 43 anos envelhecida pelo desgosto e nunca perdoou Marx por ter engravidado a empregada.

Marx não compareceu ao enterro de seu pai pois segundo suas palavras "não tinha tempo a perder". Sua mãe, por esse motivo, cortou relações com o filho e, cansada de pagar por suas contas disse: "Você deveria juntar algum capital em vez de só escrever sobre ele". Marx jamais entrou numa fábrica ou pegou numa ferramenta.

Acabando este tópico sobre o "herói" dos psicopatas e histéricos fica frase do próprio Marx dirigida ao
amigo magoado (por Marx) Engels: "... em geral meu único recurso é o cinismo".






"Embora haja referências a duas revoluções russas, em 1917, uma em fevereiro e outra em outubro —, apenas a primeira merece esse nome. Realmente, em fevereiro de 1917, a Rússia vivenciou uma genuína revolução que derrubou o regime czarista, e cujas desordens, ainda que provocadas e esperadas, irromperam espontaneamente. O Governo Provisório que assumiu o poder ganhou a imediata aceitação de todo o país. O mesmo não vale para outubro de 1917. Os fatos que levaram á queda do Governo Provisório não foram espontâneos, mas tramados com cuidado e desencadeados por uma conspiração altamente organizada. Os conspiradores precisaram de três anos de Guerra Civil para subjugar a maioria da população. Outubro foi um clássico golpe de estado, mediante o qual um pequeno grupo de homens apossou-se da autoridade governamental, sem praticamente nenhum envolvimento das massas. "

(...) 

" A exemplo de qualquer outro conquistador bem-sucedido, Lênin possuía um senso apurado das fraquezas de seus adversários. Conhecendo a intelligentsia liberal e socialista pelo que eram, homens que apesar de todas as suas poses revolucionárias temiam tanto a violência quanto a responsabilidade — "tigres vegetarianos", conforme a expressão de Clemenceau —, ultrapassou-a, percebendo que o país fervia com ressentimentos e aspirações insatisfeitas que, atiçados e adequadamente direcionados, poderiam conduzi-lo ao poder.

 "Para alcançar seu objetivo, os bolcheviques tinham de distanciar-se do Governo (Provisório*) e de outros partidos, e aparecer como a única alternativa ao status quo. Na sua liderança, Lênin aplicava à política os ensinamentos de Clausewitz — no "Sobre a Guerra". O objetivo não se resumia em derrotar o oponente, mas destruí-lo,  privando-o de uma força armada e desmantelando suas instituições. A resistência poderia determinar também sua eliminação física.

Guiava-se por um conceito de Marx, enunciado quase por acaso em 1871. Analisando o colapso da Comuna de Paris, o pensador alemão concluíra que os communards teriam cometido um erro fundamental: em vez de aniquilar, eles tomaram as estruturas políticas e militares existentes. As futuras revoluções, segundo Marx, deveriam proceder de forma diferente, e "não transferir de um conjunto de mãos para outro a máquina burocrático-militar, como tem sido feito até agora, mas cuidar de esmagá-la' Gravadas na mente de Lênin, essas palavras mostravam-lhe como evitar a volta do açoite contra-revolucionário, ruína de todas as revoluções anteriores. Elas explicam a destruição com que ele e seu sucessor, Stálin, impuseram ao país, após conquistar o poder.

"A experiência de fevereiro parece ter persuadido Lênin de que o Governo Provisório podia ser derrubado pelas ações de rua, como ocorreu com o czarismo. Ao contrário de 1905, porém, tais levantes deveriam ser cuidadosamente administrados pelo Partido Bolchevique. Para fins revolucionários, Lênin adotou a tática militar da escaramuça — tiraillerie — criada por Napoleão, a fim de descobrir os pontos fracos do inimigo, antes de enviar a guarda de elite e desferir o golpe decisivo. Ele estudou, ainda, "Psicologia da Multidão", trabalho do sociólogo francês Gustav

"Le Bon, uma análise pioneira do comportamento das massas  anos e dos modos de manipulá-lo. O livro de Le Bon forneceu orientação similar a Mussolini e a Hitler."


 A INVENÇÃO DO TOTALITARISMO

Chegando ao poder, Lênin estabeleceu um regime inédito, em termos históricos, diferente de tudo o que o mundo já conhecera, do sistema comunal de autogestão à autocracia: a extrema ditadura do "partido" exercia-se por trás da fachada de autogestão popular dos sovietes. A direita e à esquerda, o sistema prestava-se muito bem a todas as causas radicais e, graças à ausência de precedentes, muitos anos se passaram até que se desvendasse a sua natureza. O conceito de totalitarismo só se tornou claro para definir o regime nascido em solo russo quando os métodos políticos dos comunistas passaram a ser utilizados por fascistas e nazistas.

O estado subseqüente à revolução nunca esteve no centro das preocupações de Marx e de seus seguidores. Ignorando como resolver problemas espinhosos, como a contradição entre "ditadura do proletariado"e democracia proletária, ou de que forma pôr em funcionamento a economia socialista sem dinheiro, eles preferiram deixar a solução dessas questões para o futuro. Os bolcheviques também nâo deram muita atenção a esses fatores, convictos de que estavam na iminência da revolução mundial que os livraria de erigir um governo nacional. Até hoje, a confusa tentativa empreendida por Lênin no sentido de projetar o futuro comunista em "O Estado e a Revolução" contribuiu para deixar todos os críticos perplexos.

(...)

O Estado unipartidário requeria medidas destrutivas e construtivas. Antes de tudo, os bolcheviques tinham de extirpar tudo o que permanecera do Antigo Regime, tanto czarista, quanto "burguês (democrático)" — os órgãos provinciais autônomos, os partidos políticos e sua imprensa, as Forças Armadas, o sistema judiciário e toda a estrutura econômica baseada na propriedade privada. Realizada em cumprimento às determinações de Marx, de não apenas tomar, mas "esmagar" a velha ordem, essa fase da revolução produziu decretos, aias foi levada a cabo, sobretudo, pelo anarquismo espontâneo das massas, que os bolcheviques fizeram o máximo para estimular.


Do livro "HISTÓRIA CONCISA DA REVOLUÇÃO RUSSA" de Richard Pipes





 "Agora o prof. Duguin promete salvar o mundo pela destruição do Ocidente. Sinceramente, prefiro não saber o que vem depois. A mentalidade revolucionária, com suas promessas auto-adiáveis, tão prontas a se transformar nas suas contrárias com a cara mais inocente do mundo, é o maior flagelo que já se abateu sobre a humanidade. Suas vítimas, de 1789 até hoje, não estão abaixo de trezentos milhões de pessoas – mais que todas as epidemias, catástrofes naturais e guerras entre nações mataram desde o início dos tempos. A essência do seu discurso, como creio já ter demonstrado, é a inversão do sentido do tempo: inventar um futuro e reinterpretar à luz dele, como se fosse premissa certa e arquiprovada, o presente e o passado. Inverter o processo normal do conhecimento, passando a entender o conhecido pelo desconhecido, o certo pelo duvidoso, o categórico pelo hipotético. É a falsificação estrutural, sistemática, obsediante, hipnótica. O prof. Duguin propõe o Império Eurasiano e reconstrói toda a história do mundo como se fosse a longa preparação para o advento dessa coisa linda. É um revolucionário como outro qualquer. Apenas, imensamente mais pretensioso."  Olavo de Carvalho

Mais em:

SOCIALISMO É CONCENTRAÇÃO DE PODER - OLAVO DE CARVALHO
http://youtu.be/g5yYml8C6nA

COMUNISMO, SUA NATUREZA DESUMANA, DO PRINCÍPIO AO FIM, E A NOVA ORDEM MUNDIAL
http://youtu.be/yiHGrwxwDCY

O SOCIALISMO REAL - CRIMES E ARGUMENTAÇÕES DESONESTAS
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/10/o-que-e-socialismo-olavo-de-c

"DETURPARAM MARX" - FALÁCIAS E ARMADILHAS ESQUERDISTAS

É PRECISO QUEBRAR O ESQUEMA DE PODER - REFLEXÕES DE OLAVO DE CARVALHO
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/12/e-preciso-quebrar-o-esquema-de-poder.html

A ESQUERDA E O CRIME JUSTIFICADO - REINALDO AZEVEDO

O PRAZER REVOLUCIONÁRIO DA DESTRUIÇÃO - O SONHO DA RAZÃO PRODUZ MONSTROS
Sobre Valores – Maynard Marques de Santa Rosa

"Quando um país se encontra à deriva, a vítima principal é a confiança, um ingrediente vital. Sem ela, grassa a insegurança e falta crédito na economia. Sem crédito, não há investimento. E sem investimento, não há progresso, nem emprego.

"O revisionismo cultural produzido pela opinião ideológica é antinatural e corrosivo. A Dra. Marie Louise von Franz concluiu, na década de 1950, que: “O sucesso da propaganda provoca uma repressão das reações inconscientes. E a repressão da massa leva à dissociação neurótica e à enfermidade mental, já que está em oposição aos nossos instintos
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"O bolchevismo não é meramente uma doutrina política, é também uma religião, com dogmas elaborados e escrituras inspiradas. Quando Lênin deseja provar uma suposição, ele o faz citando, sempre que possível, textos de Marx e Engels. Um comunista completamente amadurecido não é apenas um homem que acredita que a terra e o capital devem pertencer a todos, e seus produtos distribuídos tão equitativamente quanto possível. É também um homem que mantém certo número de crenças dogmáticas, tal como o materialismo filosófico, por exemplo, que podem ser verdadeiras, mas não podem ser conhecidas com certeza por um espírito científico. Esse hábito, de ter certeza partidária sobre assuntos passíveis de dúvidas é um dos que, desde a Renascença, têm surgido gradualmente no mundo, afogando aquela tendência ao ceticismo construtivo e proveitoso que constitui a atitude científica." (Bertrand Russell)



 SOCIALISMO É A PROMESSA DE OBTER UM RESULTADO POR MEIOS QUE PRODUZEM O RESULTADO INVERSO - "Revolucionários são doentes mentais. Os exemplos de sua incapacidade para lidar com a realidade como pessoas maduras e normais são tantos e tão gigantescos que seu mostruário não tem mais fim. Cito um dentre milhares. O sentimento de estar constantemente exposto à violência e à perseguição por parte da "direita" é um dos elementos mais fortes que compõem a auto-imagem e o senso de unidade da militância esquerdista. No entanto, se somarmos todos os ataques sofridos pelos esquerdistas desde a "direita", eles são em número irrisório comparados aos que os esquerdistas sofreram dos regimes e governos que eles próprios criaram. Ninguém no mundo perseguiu, prendeu, torturou e matou tantos comunistas quanto Lenin, Stálin, Mao Tsé Tung, Pol Pot e Fidel Castro. A militância esquerdista sente-se permanentemente cercada de perigos, e nunca, nunca percebe que eles vêm dela própria e não de seus supostos "inimigos de classe". Olavo de Carvalho
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2016/08/socialismo-e-promessa-de-obter-um.html

sábado, 17 de agosto de 2013

A VERDADEIRA MORTE DE WLADIMIR HERZOG

HOJE É ONZE DE AGOSTO
FALAR LATIM, DAR NÓ DE GRAVATA E BEBER CERVEJA...
QUE TEM ISSO A VER COM A MORTE DE HERZOG?
Estava ainda em vigência o AI5. Vi nos jornais a foto de W.Herzog supostamente acusado de suicídio na prisão.

Dias depois cruzo na rua com um “camarada” que não sabia que eu há muito havia abandonado os “cumpanheros” por não concordar com a violência.

Após os cumprimentos e minha explicação da cirurgia, ele perguntou: “Paga uma cerveja pra mim?”

Concordei. Assentamos num bar do centro de SP. Não deixei encher meu copo e fui perguntando: “Como se sente com a repressão?” Responde ele: “Não temos grandes problemas... Estamos infiltrados em toda parte...” Continuei: “Viu o Herzog? Nenhum de nós pode aceitar suicídio, após ver aquela foto...”

Após mais uma cerveja ele completou: ”Foi uma bênção para o Partidão essa morte.”

Mais uma cerveja e ele comentou: “Foi um camarada encarregado de fazer o trabalho... Foi lá e outro camarada lhe abriu o caminho como amigo que ia consolar o jornalista... E depois, não havia registro dessa visita.” Revidei: “Mas, como isso pode aproveitar ao PC?” Com uma boa risada, após esvaziar mais um copo, completa ele: ”O Wladô era judeu... Burguês, classe média. Escrevia muito bem. Porém era contra a revolução armada. Agora atiramos a culpa nos militares, ao mesmo tempo que ficamos livres de um companheiro inconveniente”.

Ele já não estaria enxergando bem. Não percebeu que fiquei gelado. Eu também sabia ter ascendência dos ladinos da Espanha... Também tinha renda de classe média. Também gostava de escrever e recebi elogios pelas redações. E também havia deixado os que queriam terror...  

Paguei a conta e segui meu caminho, que passava pelo Largo de São Francisco. Relembrei os tempos de estudante. Monologuei: “Dar nó de gravata... Assim se foi o Wladô... Beber cerveja? Nem pensar. Falar Latim? Nem poderia contar isso a ninguém, em Latim ou em qualquer língua! Como fazer as provas?”

Passei muitos anos relembrando essa noite, com um nó na garganta.

Hoje é Onze de agosto.

Agora posso dizer – Eu entendi nessa noite de 1975 o verdadeiro significado de “Saber o que é falar, ou calar, em Latim; saber dar nó em gravata; saber beber ou não beber cerveja”.
Texto completo em

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OLAVO DE CARVALHOUm absurdo gritante na narrativa esquerdista da era militar é que, de um lado, a tortura fosse descrita como um processo complicadíssimo, que requeria a assistência de técnicos e cientistas estrangeiros (entre os quais cita-se, evidentemente sem provas, o capitão americano Charles Chandler, que sob esse pretexto viria a ser assassinado pelos comunistas); e que, de outro lado, os tais técnicos não fossem capazes nem mesmo de simular um suicídio verossímil no caso do Vladimir Herzog, deixando o morto, ao contrário, numa posição em que só faltava mesmo ele voltar à vida para informar que fora assassinado. Na época, a contradição patente entre os propalados requintes da arte da tortura e a grosseria pueril do suicídio simulado me escapou totalmente, e, tendo sido um dos primeiros a promover o abaixo-assinado que exigia a investigação do episódio, tive toda a razão em apostar na hipótese do homicídio, mas, levado pela gritaria geral que eu mesmo ajudara a fomentar, dei por pressuposto, sem exame, que se homicídio houvera seus autores só poderiam ter sido os militares. Estes, por seu lado, insistindo na tese do suicídio, caíram no ridículo e acabaram levando a culpa do ocorrido. Hoje em dia, porém, vejo que entre as duas hipóteses há uma terceira que foi rapidamente varrida para baixo do tapete e jamais investigada. Na época, o consul da Inglaterra em São Paulo informou ao então governador paulista, Paulo Egydio Martins, que Herzog era um agente do serviço secreto inglês infiltrado entre os comunistas brasileiros. O cônsul dizia ainda ter sido um dos últimos a encontrar-se com Herzog antes da morte deste. Martins, sabe-se lá por que, em vez de mandar tirar isso a limpo preferiu guardar a informação em segredo, só a revelando muito depois no seu livro de memórias, onde ela não teve a menor repercussão e foi enterrada ainda mais fundo pelo decurso do tempo, consagrando na memória jornalística e popular a versão do homicídio praticado pelos militares contra um intelectual comunista inocente de qualquer participação em atos terroristas. Para mim, hoje, É CLARO que a declaração do cônsul inglês fornece a única explicação possível para a hipótese absurda de que os habilíssimos torturadores científicos não fossem capazes de simular um suicídio mais acreditável. Herzog não foi, obviamente, assassinado por militares treinados, mas por militantes comunistas, presos como ele, alertados pela intimidade suspeita entre o prisioneiro e o cônsul. A coisa toda não foi um “crime da ditadura”, mas um dos tantos “justiçamentos” praticados pelos comunistas contra aqueles a quem consideravam traidores e espiões.


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Revisão da Revolução Russa
http://diariodonordeste.globo.com/1999/10/18/050052.htm

A TRAGÉDIA DE UM POVO

 Revolução: rebelião armada; revolta; conflagração, sublevação. Estes e outros significados do vocábulo encontrados em dicionário não são capazes de dar conta do verdadeiro sentido de uma ‘revolução’. Principalmente quando ela envolve milhares de pessoas e interesses políticos e econômicos. A Revolução Russa, por exemplo, um dos maiores eventos da história mundial, pelo menos nos seus efeitos a curto e a longo prazos. A partir da criação do poder soviético, e no espaço de uma única geração, um terço da humanidade passou a viver sob regimes inspirados nesse poder.

     Esta história que definiu a forma do mundo contemporâneo, a partir principalmente do ano de 1917, é revista agora no livro “A Tragédia de um Povo – A Revolução Russa (1891 - 1924)”, de Orlando Figes, lançado recentemente pela Record. Figes defende a tese de que na verdade a Revolução Russa não foi exatamente uma revolução, “mas todo um complexo de diferentes revoluções, desencadeadas em meio à Primeira Guerra Mundial, e que provocaram uma reação em cadeia de mais revoluções, guerras, civis, étnicas e entre nações”.

     O historiador de Cambridge, Orlando Figes, escreve com a convicção de quem foi um dos primeiros a vasculhar os arquivos da Revolução de Outubro e do partido Comunista em Moscou quando eles foram abertos no final dos anos 80. Este livro é o resultado de suas pesquisas, um trabalho rigoroso e fundamental, sob a ótica do povo russo. É assim que sai do porão a história da mais importante revolução política dos tempos modernos, desde a decadência do czarismo no final da década de 1890 até a tomada do poder por Stalin nos anos de 1920, terminando com a morte de Lenin, em 1924, quando a revolução já tinha feito um círculo completo e estavam estabelecidas as instituições básicas, se não todas as práticas do regime stalinista. Portanto, a proposta é abrangente e aborda todo o período revolucionário e não apenas o do seu estopim.

     O objetivo é explicar por que a Rússia não seguiu um curso mais democrático e sim o da ditadura bolchevique. O autor sugere que o fracasso democrático da Rússia decorreu das profundas raízes culturais, políticas e histórico-sociais do seu povo. A primeira parte do livro fala da ausência de um contrapeso em nível estatal, capaz de fazer frente ao despotismo do czar; o isolamento e a fragilidade da sociedade civil liberal; o atraso e a violência vigentes na aldeia russa, fato que levou muitos camponeses a sair em busca de uma vida melhor nos centros industriais; e o estranho fanatismo da “intelligentsia” radical russa, temas que aparecem constantemente nos capítulos dois, três e quatro.

     Porém, como sugere o próprio título, o foco principal aqui é o povo comum, as principais forças sociais – o campesinato, a classe trabalhadora, os solados e as minorias nacionais – participantes do drama revolucionário e não meras vítimas da revolução.

     Na verdade, o autor considera as provas de que há um lado complexo e convincente do relacionamento entre o partido e o povo do que aquele apresentado pelas antigas versões ‘de cima para baixo’. “ “A Tragédia de um Povo” é um esforço no sentido de sintetizar essa reavaliação e levar a questão a um estágio mais avançado, demonstrando, como o título indica, que a revolução popular continha as sementes de sua própria degeneração na violência e na ditadura”, defende Figes no prefácio do livro.

     Nas quase mil páginas da obra, há ainda as histórias pessoais de várias figuras ilustres, como o escritor que mantinha uma relação de amor e ódio com Lenin, Maximo Gorki, o general Brusilov e o príncipe Lvov, e também o esquecido camponês reformista Sergei Semenov e o soldado Dmitry Os'kin. Tal cuidado reforça a preocupação do historiador em apresentar a revolução como um evento humano de complicadas tragédias individuais. “Uma história em grande dimensão de pessoas que abraçam elevados ideais e acabam chegando a resultados muito diferentes.”

     Trata-se de uma percepção construída ao longo de seis anos. Para este historiador inglês, a revolução foi uma grande tragédia para os russos, tanto como povo quanto individualmente. As fotos que ilustram o livro reforçam a força da argumentação mas também colocam em jogo a própria versão do historiador que subestima ou eleva ao historicismo empírico outras grandes conquistas sociais do sistema que se implantou na Russia pós-czarista.



sexta-feira, 17 de maio de 2013

ORVIL - TENTATIVAS DE TOMADA DE PODER - O OUTRO LADO DA HISTÓRIA DO TERRORISMO NO BRASIL


TABELA DE CONTEÚDO (PÁGINAS)
http://www.pesadelodospoliticos.com.br/livros/orvil/files/assets/basic-html/toc.html


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NA EDITORA SCHOBA


R. Melvin Jones, 223 - Vila Roma  Salto, 13322-441
(0XX 11) 4029-0326

SINOPSE


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Militares põem em livro versão sobre repressão

Vendido em apenas quatro livrarias, mas lançado em clubes e círculos militares de 14 cidades, Orvil - Tentativas de Tomada do Poder, versão de oficiais do Centro de Informações do Exército (CIE) sobre a repressão, volta às prateleiras até o fim do mês com uma tiragem de mais dois mil exemplares. As três primeiras remessas, de mil exemplares cada uma, esgotaram-se em três meses. O livro é assinado pelo tenente-coronel reformado Lício Augusto Maciel e pelo tenente reformado José Conegundes Nascimento, que trabalharam sob a coordenação do general Agnaldo Del Nero Augusto, falecido em 2009. Outros oficiais que participaram do projeto não quiseram que seus nomes aparecessem.
Disponível pela internet no site da mulher do coronel reformado Carlos Alberto Ustra, que chefiou o DOI- Codi (órgão de informação e repressão do Exército, em São Paulo) e assina a apresentação, o texto original do Projeto Orvil ficou pronto em 1987, mas o então ministro do Exército, general Leônidas Pires Gonçalves, que havia autorizado o levantamento, não permitiu que fosse publicado. A iniciativa CIE pretendia ser uma resposta ao livro Brasil: Nunca Mais, de denúncias de prisões, torturas e assassinatos durante o regime militar, escrito por uma equipe ligada ao cardeal d. Paulo Evaristo Arns.
A publicação de Orvil (Editora Schoba, R$ 72,90), segundo o general reformado Geraldo Luiz Nery da Silva, autor do prefácio, é uma reação à criação da Comissão Nacional da Verdade. "Releva enfatizar neste prólogo", escreve o general, "que os revanchistas da esquerda que estão no poder -- não satisfeitos com as graves restrições de recursos impostas às Forças Armadas e com o tratamento discriminatório dados aos militares sob todos os aspectos, especialmente o financeiro - tiveram a petulância de criar, com o conluio de um inexpressivo Congresso, o que ousaram chamar de comissão da verdade".
Volume de 924 páginas, Orvil - livro, escrito ao contrário - destaca o golpe - ou contrarrevolução de 1964, como preferem seus autores - que derrubou o presidente João Goulart e a ação de organizações clandestinas que no período de 1966 a 1975 combateram o regime militar pela luta armada. A primeira parte trata da Intentona Comunista de 1935 e a quarta parte analisa a opção da esquerda por uma nova estratégia - a "doutrinação" pelos meios de comunicação, instituições de ensino, sindicatos e movimentos populares sobre a necessidade da revolução.
Dilma. A presidente Dilma Rousseff é citada três vezes e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso uma vez, no índice onomástico de mais de 800 nomes de militantes e teóricos do marxismo que se envolveram direta ou indiretamente na luta armada. Dilma Vana Rousseff Linhares aparece como membro do setor de logística do Colina (Comando de Libertação Nacional), depois na VAR-P (Vanguarda Armada Revolucionária-Palmares), sempre em notas de rodapé. O livro informa que a ex-presidente foi presa.
"No Centro Brasileiro de Pesquisas (Cebrape) foram contatados Fernando Henrique Cardoso, José Artur Gianotti e outros elementos, em busca de inspiração", registram os autores, ao relatar a ação de Piragibe Castro Alves que viajou de Paris para São Paulo em busca de apoio para o Movimento Popular de Libertação (MPL). Esse grupo, liderado inicialmente por Miguel Arraes, então refugiado na França, tinha participação da Juventude Operária Católica e, segundo o CIE, de vários padres e religiosos, entre os quais o dominicano frei Tito de Alencar Lima, um dos frades que se envolveram no esquema de Carlos Marighella.
O livro descreve a agitação estudantil de 1968, citando o nome de José Dirceu de Oliveira e Silva, em rodapé, ao falar do congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE) em Ibiúna (SP), onde foram encontradas, segundo os arquivos, drogas, bebidas alcoólicas e grande quantidade de preservativos. "Alguns estudantes chegaram a declarar que havia, inclusive, uma escala de serviço de moças para atendimento sexual", afirma o texto. O deputado José Genoino é mencionado no episódio da guerrilha do Araguaia. Utilizava o codinome Geraldo e, ao ser preso na selva, teria dado "informações valiosas" sobre o armamento, nível de instrução e de suprimento dos "terroristas".
Outros episódios destacados, além do Araguaia, são a deserção, luta e morte do capitão Carlos Lamarca, a ação de Carlos Marighella e o caso Vladimir Herzog, sempre na versão oficial divulgada na época. Lamarca teria morrido num tiroteio no interior da Bahia, Marighella teria levado um tiro ao resistir a agentes de segurança na Alameda Casa Branca, em São Paulo, e Herzog se teria suicidado numa cela do DOI-Codi. Foram os frades dominicanos que entregaram Marighella, reitera o livro.
Os adeptos da teologia da libertação apoiaram a subversão e a luta armada, afirmam os autores. ao descrever o papel da Igreja Católica no período militar. O cardeal d. Paulo Evaristo Arns (São Paulo), os bispos d. Helder Câmara (Olinda e Recife), d. Waldir Calheiros (Volta Redonda-RJ) e d. Antônio Fragoso (Crateús-CE) e numerosos padres, muitos estrangeiros, são citados como líderes de uma corrente aliada dos subversivos.
Os autores de Orvil atribuem à censura dos meios de comunicação "a falta de conhecimento e de convicção que predisporiam a população a aceitar como verdade os fatos que lhe fossem oferecidos de forma racional ou emocional". Daí, segundo os militares, as repercussões negativas do Ato Institucional nº 5 (AI-5), a apresentação do regime como "brutal ditadura militar latino-americana" e a afirmação de que os órgãos de segurança e informações vinham sendo os algozes dos subversivos, "atingindo-os de forma sistemática e permanente". É uma referência à tortura, embora não se use a palavra.


Agência Estado



A MAIS ESCANDALOSA DAS METÁFORAS

EM QUASE OITO ANOS!


(...)
O negócio de Dilma era bem outro. Em 1min38s, ela afirma:

“Eu? Eu lutei, sim. Eu lutei pela liberdade e pela democracia. Lutei contra a ditadura do seu primeiro ao seu último dia”.

 
Bem, até que alguém me traga um documento, um indício que seja, evidenciando que os grupos terroristas Colina, VPR e VAR-Palmares lutaram pela democracia, serei obrigado a sustentar: é mentira! Dilma até pode ter “lutado” pela democracia, mas só  depois de ter abandonado aquelas organizações. Enquanto pertenceu a elas, lutou, “do primeiro ao último dia”, para implantar uma ditadura comunista no Brasil. Também é falaciosa a tese de que nada mais havia a fazer a não ser partir para o terrorismo. Seria desmerecer a resistência pacífica que, ela sim, pôs fim ao regime militar.


Dilma afirma: “[lutei] com os meios e as concepções que eu tinha”.
Ok.
Os meios: arma na mão.
As concepções: comunismo.
O que isso tem a ver com democracia?
E segue adiante:
“Quando o Brasil mudou, eu mudei. Mas nunca, nunca mesmo, mudei de lado”.
Vamos pensar?
“Quando o Brasil mudou…” Não! O Brasil não mudou! O Brasil foi mudado. E foi mudado por aqueles que não acreditaram na saída armada e que tinham, pois, uma concepção diversa de luta política. Se ela só mudou depois que o Brasil mudou, então não ajudou a operar a mudança, feita à revelia dela e dos que pensavam como ela. Não deixa de ser a parte sincera da sua fala.
E o que significa não ter “mudado de lado”? Aquele a que ela pertencia, o das organizações terroristas, não era exatamente bom. Se afirma que está do mesmo lado, das duas uma: ou tomava o seu comunismo de então por democracia, o que é besteira, ou, Deus nos acuda!, toma a democracia de agora como o comunismo possível. E isso pode significar que, sob seus eventuais cuidados, a democracia tende a ser menos… democrática!
As palavras têm sentido. E eu cuido do sentido das palavras. Desde aqueles testes de leitura lá do primário…
Por Reinaldo Azevedo      
 http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/a-mais-escandalosa-das-metaforas-em-quase-oito-anos/


BOLSONARO, TERRORISMO NO BRASIL E A COMISSAO DA MEIA VERDADE
http://www.youtube.com/watch?v=XX7XrPI0c0s


Olavo de Carvalho - O que é a Comissão da Verdade
 https://www.youtube.com/watch?v=HQfzdOSstPc

"CONVERSA CALMANTE É PARA ANESTESIAR A VÍTIMA..."
Olavo de Carvalho
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Mini-Manual do Guerrilheiro Urbano

Carlos Marighella

Junho de 1969

- See more at: http://www.marxists.org/portugues/marighella/1969/manual/index.htm#sthash.XT8AMbG8.dpuf
MINI MANUAL DO GUERRILHEIRO URBANO
CARLOS MARIGHELLA 1969
http://www.marxists.org/portugues/marighella/1969/manual/index.htm
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AS ESQUERDAS E O CRIME ORGANIZADO
Olavo de Carvalho 
 http://www.olavodecarvalho.org/livros/neesquerdas.htm
A criação do COMANDO VERMELHO pelos ativistas presos em Ilha Grande: 

Comando Vermelho nasceu da convivência entre criminosos comuns e ativistas políticos dentro do presídio da Ilha Grande, entre os anos de 1969 a 1978. Ali os militantes esquerdistas ensinaram aos bandidos as técnicas de guerrilha que eles viriam a usar em suas operações criminosas e os princípios de organização político-militar sobre os quais viria a estruturar-se o Comando Vermelho, bem como a fraseologia revolucionária com que o bando hoje glamuriza suas façanhas.

*
 Olavo de Carvalho e a comissão da verdade

https://www.youtube.com/watch?v=kpxkDzKSr98


Lénin, «A mentira é sagrada e o engano será a nossa principal arma.»

Promessa cumprida
Olavo de Carvalho
Diário do Comércio, 28 de maio de 2012

 

Amigos e leitores perguntam o que penso da “Comissão da Verdade”. Nem há muito o que pensar. Ao entregar à admiração pública essa criatura dos seus sonhos, a presidenta Dilma Rousseff prometeu “transparência”, e confesso raramente ter visto coisa tão transparente, tão aberta à inspeção de seus mais íntimos segredos. Tão cândido é o despudor com que ela se apresenta, que vai até um pouco além da obscenidade. A mais exaurida das imagens diria que desde a roupa nova do rei não se via nada igual. Mas, comparadas a este espetáculo, as vestes inexistentes de Sua Majestade têm a impenetrabilidade de uma burqa. De um só lance, o sistema que nos governa rasga as vestes e, lançando às urtigas até o manto diáfano da fantasia, exibe ao mundo suas banhas, suas partes pudendas e suas entranhas com o devido conteúdo excrementício.
O nome da porcaria já diz tudo. Nenhuma comissão investigadora com alguma  idoneidade e honradez pode prometer, antecipadamente, “a verdade”. No máximo, uma busca criteriosa, o respeito aos fatos e documentos e um esforço sincero de interpretá-los com isenção. Se antes mesmo de constituir-se a coisa já ostentava o rótulo de “a verdade”, é porque seus membros não esperam encontrar pelo caminho aquelas incertezas, aquelas ambigüidades que são inerentes tanto ao processo histórico quanto, mais ainda, à sua investigação. Se têm tanta certeza de que o resultado de seus trabalhos será “a verdade”, é porque sentem que de algum modo já a possuem, que nada mais têm a fazer do que reforçar com novos pretextos aquilo que já sabem, acreditam saber ou desejariam fazer-nos crer.
E quem, ó raios, ignora que verdade é essa? Quem já não conhece, para além de toda dúvida razoável, o enredo, os heróis, os vilões e a moral da história no script da novela que os sete membros da Comissão terão dois anos para redigir? Quem não sabe que o produto final da sua criatividade literária será apenas o remake, retocado num ou noutro detalhe, de um espetáculo já mil vezes encenado na TV, nas páginas dos jornais e revistas, em livros e teses universitárias, em manuais escolares e em discursos no Parlamento?
Se é certo que quem domina o passado domina o futuro, qualquer observador atento poderia prever, já nos anos 60, a conquista do poder pela esquerda revolucionária e a instauração de um sistema hegemônico que eliminaria de uma vez por todas a mera possibilidade de uma oposição “direitista” ou “conservadora”. Sim, desde aquela época, quando os generais acreditavam mandar no país porque controlavam a burocracia estatal, a esquerda, dominando a mídia, o movimento editorial e as universidades, já tinha o monopólio da narrativa histórica e portanto, o controle virtual do curso dos acontecimentos. Os militares, que em matéria de guerra cultural eram menos que amadores, nada perceberam. Imaginaram que a derrota das guerrilhas havia aleijado a esquerda para sempre, quando já então uma breve leitura dos Cadernos do Cárcere teria bastado para mostrar que as guerrilhas nunca tinham sido nada mais que um boi-de-piranha, jogado às águas para facilitar a passagem da boiada gramsciana, conduzida pelo velho Partidão no qual os luminares dos serviços de “inteligência” militares só enxergavam um adversário inofensivo, cansado de guerra, ansioso de paz e democracia, quase um amigo, enfim.
A história que a “Comissão da Verdade” vai publicar daqui a dois anos está pronta desde a década de 60.
O simples fato de que os comissionados se comprometam a excluir do seu campo de investigações os crimes cometidos pelos terroristas já determina que, no essencial, nada na narrativa consagrada será alterado, exceto para reforçar algum ponto em que a maldade da direita e a santidade da esquerda não tenham sido realçadas com a devida ênfase.
Com toda a evidência, não é possível a reconstituição histórica de delitos cometidos por uma tropa em combate sem perguntar quem ela combatia, por que combatia e quais critérios de moralidade, iguais para ambos os lados, eram vigentes na ocasião dos combates. O prof. Paulo Sérgio Pinheiro não entende essa obviedade, mas quando foi que ele entendeu alguma coisa?
Os membros da Comissão enfatizam que os trabalhos da entidade “não terão caráter jurisdicional nem persecutório”, que visarão apenas a reconstituir a “verdade histórica”. Mas quem não enxerga que essa presunção já nasce desmascarada pelo fato de que, entre os incumbidos da missão historiográfica, não há um único historiador, nem unzinho: só juízes, advogados e – sem outra razão plausível fora a homenagem de praxe ao charme e à beleza da mulher brasileira – uma psicanalista.
Já imaginaram um tribunal penal ou cível sem um único juiz, tão somente professores de História e um ginecologista?
Juristas não têm treinamento profissional para a averiguação histórica de fatos, só para a sua posterior catalogação e avaliação legal. E é precisamente disto que se trata. Não é preciso pensar nem por um minuto para enxergar que a finalidade da coisa não é a verdade histórica, mas o julgamento, a condenação moral e publicitária, a humilhação dos acusados, preparando o terreno para um festival de punições sob o título cínico de “reconciliação”.
Tudo isso é óbvio, transparente à primeira vista. A promessa da presidenta, portanto, já está cumprida. Apenas, S. Excia. se esqueceu de avisar, ou de perceber, que o objeto visível por trás da transparência não é a verdade do passado, mas a do presente: não o que sucedeu entre militares e guerrilheiros nos anos 60-70, mas o que se passa nas cabeças daqueles que hoje têm o poder de julgar e condenar. 


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 O ERRO DOS MILITARES


Olavo de Carvalho - Regime militar: despreparo e desinteresse pelo conhecimento

https://www.youtube.com/watch?v=YnoL2QBocfg

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Antecedentes do Movimento Democrático de 31 de Março de 1964

http://wikiterrorismobrasil.blogspot.com.br/2012/08/antecedentes-do-movimento-democratico.html
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Guerrilha comunista no Brasil
Escrito por Félix Maier
http://www.midiasemmascara.org/artigos/movimento-revolucionario/12328-guerrilha-comunista-no-brasil.html

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ANTES DE 1964 MILITARES JÁ COMBATIAM TENTATIVA DE GOLPE COMUNISTA
  http://youtu.be/mi5tyHRRmLM

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A VERDADEIRA MORTE DE WLADIMIR HERZOG
http://mariosanchezs.blogspot.com.br/2013/08/onze-de-agosto.html


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Estou lendo O CONCLAVE de Malachi Martin, onde ele retrata um pouco das lutas internas no Vaticano contra a infiltração marxista em todas as fileiras da Igreja até os mais altos escalões, no final dos anos 70. Já na época consideravam a Igreja da América Latina tomada pela ideologia soviética, materialista e totalmente incompatível com a religião cristã. O papa Paulo VI tinha tentado certos acordos com os soviéticos, mas isso só apressou a degradação do cristianismo e a sua contaminação pelo marxismo.

Aqui o padre Paulo Ricardo fala um pouco sobre a teologia da libertação:

TEOLOGIA DA LIBERTAÇAO, RELIGIÃO GLOBAL E NOVA ORDEM MUNDIAL
http://youtu.be/GTJ_vFvSaOA

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SOCIEDADE MILITAR
 http://sociedademilitar.com.br

 PARTIDO MILITAR
 http://www.pmbnacional.org.br/imprensa-pmb/noticias-em-destaques/apoio-ao-pmb-partido-militar-brasileiro