O comunismo nunca foi um erro bem-intencionado, esse é o projeto criminoso mais perigoso da história. Roubo, assassinato, infiltração cultural, controle intelectual: nada é improviso. Neste vídeo, Olavo fala sobre a farsa da “ideologia inocente” e mostra como o crime político funciona de verdade: não na base do caos, mas da organização fria, silenciosa e contínua. Quem domina a vida intelectual domina o resto.
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0:00 Quer dizer, você rouba para comprar armas para cometer homicídio em massa. Sempre foi assim! Você vê que essa articulação profunda entre o comunismo e o crime é o fato dominante da história do século XX. Ninguém cometeu mais crime do que os comunistas. Se você pegar todos os crimes avulsos cometidos pela máfia, não dá nada comparado com que os comunistas fizeram. Não é isso? E também não deixem de ler o livro da Claire Sterling, que era repórter do Reader's Digest. O livro se chama "O mundo dos Ladrões", "Thieves’ World". E ela mostra que por volta de 2003 a máfia russa (que é o próprio Partido Comunista, não é outra coisa, é a máfia russa, é o governo russo, o qual é o Partido Comunista, o qual é a KGB) havia conseguido unificar todas as máfias do mundo, de modo que as guerras de máfia iam acabar. Não tem mais guerra, tá tudo em ordem, porque se um brigar com o outro, a máfia russa manda matar todo mundo. Então ficaram todos bonzinhos, né? Então a conexão entre comunismo e crime é íntima e inseparável. E os crimes pequenos cometidos por comunistas nunca são crimes individuais cometidos por iniciativa deles mesmo. Ao contrário, estão todos dentro do plano e são crimes para fomentar e facilitar a prática de outros crimes maiores. É sempre assim! Quer dizer, você rouba para comprar armas para cometer homicídio em massa. Sempre foi assim. Você veja, do que o Partido Comunista Russo, ele no começo viveu de assaltar trens. Quem era o assaltante máximo de trens? Stalin, né? E ele por ter sustentado o partido, ele ganhou um prestígio muito grande e acabou virando o chefe daquela porcaria, não é isso? Então, todo o nosso combate à corrupção foi assim extra ideológico. Não mexemos ideologia, nós somos puros, nós somos técnicos, nós somos positivistas, nós só ligamos para a letra da lei. A realidade por trás não nos interessa. Só interessa o formalismo jurídico que nos ajuda a encobri-la, a encobrir o crime sob aparência de combate ao crime. Olavo de Carvalho
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"Vejam só o caso da Rússia: com o seu contingente duplicado, a KGB conta, hoje em dia, com milhares de pseudópodos espalhados pelo mundo, operando legalmente sob o disfarce de bancos, indústrias, firmas de consultoria, o diabo; tem ademais a seu serviço a máfia russa, que desde o começo dos anos 90 possui o domínio sobre todas as grandes redes criminosas do mundo, da Sibéria à Venezuela e à Colômbia (v. Claire Sterling, Thieves’ World: The Threat of the New Global Network of Organized Crime, New York, Simon & Schuster, 1994, bem como Helène Blanc e Renata Lesnik, L’Empire de Toutes les Mafias, Paris, Presses de la Cité, 1998), mais o terrorismo islâmico que é criatura sua (v. Ion Mihai Pacepa, “The Arafat I Knew” em http://www.weizmann.ac.il/home/comartin/israel/pacepa-wsj.html) e todos os movimentos revolucionários militantes do mundo, agora unidos a ela por laços cada vez mais complexos e difíceis de rastrear. Que poder, no mundo, jamais se organizou para enfrentar uma coisa dessas? Por favor, não caiam no ridículo de mencionar a CIA, organização incomparavelmente menor, cuja inermidade ante essa máquina infernal já se comprovou centenas de vezes." A tradição revolucionária – 3 Olavo de Carvalho 2011
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