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sexta-feira, 17 de maio de 2013

ORVIL - TENTATIVAS DE TOMADA DE PODER - O OUTRO LADO DA HISTÓRIA DO TERRORISMO NO BRASIL


TABELA DE CONTEÚDO (PÁGINAS)
http://www.pesadelodospoliticos.com.br/livros/orvil/files/assets/basic-html/toc.html


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NA EDITORA SCHOBA


R. Melvin Jones, 223 - Vila Roma  Salto, 13322-441
(0XX 11) 4029-0326

SINOPSE


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Militares põem em livro versão sobre repressão

Vendido em apenas quatro livrarias, mas lançado em clubes e círculos militares de 14 cidades, Orvil - Tentativas de Tomada do Poder, versão de oficiais do Centro de Informações do Exército (CIE) sobre a repressão, volta às prateleiras até o fim do mês com uma tiragem de mais dois mil exemplares. As três primeiras remessas, de mil exemplares cada uma, esgotaram-se em três meses. O livro é assinado pelo tenente-coronel reformado Lício Augusto Maciel e pelo tenente reformado José Conegundes Nascimento, que trabalharam sob a coordenação do general Agnaldo Del Nero Augusto, falecido em 2009. Outros oficiais que participaram do projeto não quiseram que seus nomes aparecessem.
Disponível pela internet no site da mulher do coronel reformado Carlos Alberto Ustra, que chefiou o DOI- Codi (órgão de informação e repressão do Exército, em São Paulo) e assina a apresentação, o texto original do Projeto Orvil ficou pronto em 1987, mas o então ministro do Exército, general Leônidas Pires Gonçalves, que havia autorizado o levantamento, não permitiu que fosse publicado. A iniciativa CIE pretendia ser uma resposta ao livro Brasil: Nunca Mais, de denúncias de prisões, torturas e assassinatos durante o regime militar, escrito por uma equipe ligada ao cardeal d. Paulo Evaristo Arns.
A publicação de Orvil (Editora Schoba, R$ 72,90), segundo o general reformado Geraldo Luiz Nery da Silva, autor do prefácio, é uma reação à criação da Comissão Nacional da Verdade. "Releva enfatizar neste prólogo", escreve o general, "que os revanchistas da esquerda que estão no poder -- não satisfeitos com as graves restrições de recursos impostas às Forças Armadas e com o tratamento discriminatório dados aos militares sob todos os aspectos, especialmente o financeiro - tiveram a petulância de criar, com o conluio de um inexpressivo Congresso, o que ousaram chamar de comissão da verdade".
Volume de 924 páginas, Orvil - livro, escrito ao contrário - destaca o golpe - ou contrarrevolução de 1964, como preferem seus autores - que derrubou o presidente João Goulart e a ação de organizações clandestinas que no período de 1966 a 1975 combateram o regime militar pela luta armada. A primeira parte trata da Intentona Comunista de 1935 e a quarta parte analisa a opção da esquerda por uma nova estratégia - a "doutrinação" pelos meios de comunicação, instituições de ensino, sindicatos e movimentos populares sobre a necessidade da revolução.
Dilma. A presidente Dilma Rousseff é citada três vezes e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso uma vez, no índice onomástico de mais de 800 nomes de militantes e teóricos do marxismo que se envolveram direta ou indiretamente na luta armada. Dilma Vana Rousseff Linhares aparece como membro do setor de logística do Colina (Comando de Libertação Nacional), depois na VAR-P (Vanguarda Armada Revolucionária-Palmares), sempre em notas de rodapé. O livro informa que a ex-presidente foi presa.
"No Centro Brasileiro de Pesquisas (Cebrape) foram contatados Fernando Henrique Cardoso, José Artur Gianotti e outros elementos, em busca de inspiração", registram os autores, ao relatar a ação de Piragibe Castro Alves que viajou de Paris para São Paulo em busca de apoio para o Movimento Popular de Libertação (MPL). Esse grupo, liderado inicialmente por Miguel Arraes, então refugiado na França, tinha participação da Juventude Operária Católica e, segundo o CIE, de vários padres e religiosos, entre os quais o dominicano frei Tito de Alencar Lima, um dos frades que se envolveram no esquema de Carlos Marighella.
O livro descreve a agitação estudantil de 1968, citando o nome de José Dirceu de Oliveira e Silva, em rodapé, ao falar do congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE) em Ibiúna (SP), onde foram encontradas, segundo os arquivos, drogas, bebidas alcoólicas e grande quantidade de preservativos. "Alguns estudantes chegaram a declarar que havia, inclusive, uma escala de serviço de moças para atendimento sexual", afirma o texto. O deputado José Genoino é mencionado no episódio da guerrilha do Araguaia. Utilizava o codinome Geraldo e, ao ser preso na selva, teria dado "informações valiosas" sobre o armamento, nível de instrução e de suprimento dos "terroristas".
Outros episódios destacados, além do Araguaia, são a deserção, luta e morte do capitão Carlos Lamarca, a ação de Carlos Marighella e o caso Vladimir Herzog, sempre na versão oficial divulgada na época. Lamarca teria morrido num tiroteio no interior da Bahia, Marighella teria levado um tiro ao resistir a agentes de segurança na Alameda Casa Branca, em São Paulo, e Herzog se teria suicidado numa cela do DOI-Codi. Foram os frades dominicanos que entregaram Marighella, reitera o livro.
Os adeptos da teologia da libertação apoiaram a subversão e a luta armada, afirmam os autores. ao descrever o papel da Igreja Católica no período militar. O cardeal d. Paulo Evaristo Arns (São Paulo), os bispos d. Helder Câmara (Olinda e Recife), d. Waldir Calheiros (Volta Redonda-RJ) e d. Antônio Fragoso (Crateús-CE) e numerosos padres, muitos estrangeiros, são citados como líderes de uma corrente aliada dos subversivos.
Os autores de Orvil atribuem à censura dos meios de comunicação "a falta de conhecimento e de convicção que predisporiam a população a aceitar como verdade os fatos que lhe fossem oferecidos de forma racional ou emocional". Daí, segundo os militares, as repercussões negativas do Ato Institucional nº 5 (AI-5), a apresentação do regime como "brutal ditadura militar latino-americana" e a afirmação de que os órgãos de segurança e informações vinham sendo os algozes dos subversivos, "atingindo-os de forma sistemática e permanente". É uma referência à tortura, embora não se use a palavra.


Agência Estado



A MAIS ESCANDALOSA DAS METÁFORAS

EM QUASE OITO ANOS!


(...)
O negócio de Dilma era bem outro. Em 1min38s, ela afirma:

“Eu? Eu lutei, sim. Eu lutei pela liberdade e pela democracia. Lutei contra a ditadura do seu primeiro ao seu último dia”.

 
Bem, até que alguém me traga um documento, um indício que seja, evidenciando que os grupos terroristas Colina, VPR e VAR-Palmares lutaram pela democracia, serei obrigado a sustentar: é mentira! Dilma até pode ter “lutado” pela democracia, mas só  depois de ter abandonado aquelas organizações. Enquanto pertenceu a elas, lutou, “do primeiro ao último dia”, para implantar uma ditadura comunista no Brasil. Também é falaciosa a tese de que nada mais havia a fazer a não ser partir para o terrorismo. Seria desmerecer a resistência pacífica que, ela sim, pôs fim ao regime militar.


Dilma afirma: “[lutei] com os meios e as concepções que eu tinha”.
Ok.
Os meios: arma na mão.
As concepções: comunismo.
O que isso tem a ver com democracia?
E segue adiante:
“Quando o Brasil mudou, eu mudei. Mas nunca, nunca mesmo, mudei de lado”.
Vamos pensar?
“Quando o Brasil mudou…” Não! O Brasil não mudou! O Brasil foi mudado. E foi mudado por aqueles que não acreditaram na saída armada e que tinham, pois, uma concepção diversa de luta política. Se ela só mudou depois que o Brasil mudou, então não ajudou a operar a mudança, feita à revelia dela e dos que pensavam como ela. Não deixa de ser a parte sincera da sua fala.
E o que significa não ter “mudado de lado”? Aquele a que ela pertencia, o das organizações terroristas, não era exatamente bom. Se afirma que está do mesmo lado, das duas uma: ou tomava o seu comunismo de então por democracia, o que é besteira, ou, Deus nos acuda!, toma a democracia de agora como o comunismo possível. E isso pode significar que, sob seus eventuais cuidados, a democracia tende a ser menos… democrática!
As palavras têm sentido. E eu cuido do sentido das palavras. Desde aqueles testes de leitura lá do primário…
Por Reinaldo Azevedo      
 http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/a-mais-escandalosa-das-metaforas-em-quase-oito-anos/


BOLSONARO, TERRORISMO NO BRASIL E A COMISSAO DA MEIA VERDADE
http://www.youtube.com/watch?v=XX7XrPI0c0s


Olavo de Carvalho - O que é a Comissão da Verdade
 https://www.youtube.com/watch?v=HQfzdOSstPc

"CONVERSA CALMANTE É PARA ANESTESIAR A VÍTIMA..."
Olavo de Carvalho
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Mini-Manual do Guerrilheiro Urbano

Carlos Marighella

Junho de 1969

- See more at: http://www.marxists.org/portugues/marighella/1969/manual/index.htm#sthash.XT8AMbG8.dpuf
MINI MANUAL DO GUERRILHEIRO URBANO
CARLOS MARIGHELLA 1969
http://www.marxists.org/portugues/marighella/1969/manual/index.htm
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AS ESQUERDAS E O CRIME ORGANIZADO
Olavo de Carvalho 
 http://www.olavodecarvalho.org/livros/neesquerdas.htm
A criação do COMANDO VERMELHO pelos ativistas presos em Ilha Grande: 

Comando Vermelho nasceu da convivência entre criminosos comuns e ativistas políticos dentro do presídio da Ilha Grande, entre os anos de 1969 a 1978. Ali os militantes esquerdistas ensinaram aos bandidos as técnicas de guerrilha que eles viriam a usar em suas operações criminosas e os princípios de organização político-militar sobre os quais viria a estruturar-se o Comando Vermelho, bem como a fraseologia revolucionária com que o bando hoje glamuriza suas façanhas.

*
 Olavo de Carvalho e a comissão da verdade

https://www.youtube.com/watch?v=kpxkDzKSr98


Lénin, «A mentira é sagrada e o engano será a nossa principal arma.»

Promessa cumprida
Olavo de Carvalho
Diário do Comércio, 28 de maio de 2012

 

Amigos e leitores perguntam o que penso da “Comissão da Verdade”. Nem há muito o que pensar. Ao entregar à admiração pública essa criatura dos seus sonhos, a presidenta Dilma Rousseff prometeu “transparência”, e confesso raramente ter visto coisa tão transparente, tão aberta à inspeção de seus mais íntimos segredos. Tão cândido é o despudor com que ela se apresenta, que vai até um pouco além da obscenidade. A mais exaurida das imagens diria que desde a roupa nova do rei não se via nada igual. Mas, comparadas a este espetáculo, as vestes inexistentes de Sua Majestade têm a impenetrabilidade de uma burqa. De um só lance, o sistema que nos governa rasga as vestes e, lançando às urtigas até o manto diáfano da fantasia, exibe ao mundo suas banhas, suas partes pudendas e suas entranhas com o devido conteúdo excrementício.
O nome da porcaria já diz tudo. Nenhuma comissão investigadora com alguma  idoneidade e honradez pode prometer, antecipadamente, “a verdade”. No máximo, uma busca criteriosa, o respeito aos fatos e documentos e um esforço sincero de interpretá-los com isenção. Se antes mesmo de constituir-se a coisa já ostentava o rótulo de “a verdade”, é porque seus membros não esperam encontrar pelo caminho aquelas incertezas, aquelas ambigüidades que são inerentes tanto ao processo histórico quanto, mais ainda, à sua investigação. Se têm tanta certeza de que o resultado de seus trabalhos será “a verdade”, é porque sentem que de algum modo já a possuem, que nada mais têm a fazer do que reforçar com novos pretextos aquilo que já sabem, acreditam saber ou desejariam fazer-nos crer.
E quem, ó raios, ignora que verdade é essa? Quem já não conhece, para além de toda dúvida razoável, o enredo, os heróis, os vilões e a moral da história no script da novela que os sete membros da Comissão terão dois anos para redigir? Quem não sabe que o produto final da sua criatividade literária será apenas o remake, retocado num ou noutro detalhe, de um espetáculo já mil vezes encenado na TV, nas páginas dos jornais e revistas, em livros e teses universitárias, em manuais escolares e em discursos no Parlamento?
Se é certo que quem domina o passado domina o futuro, qualquer observador atento poderia prever, já nos anos 60, a conquista do poder pela esquerda revolucionária e a instauração de um sistema hegemônico que eliminaria de uma vez por todas a mera possibilidade de uma oposição “direitista” ou “conservadora”. Sim, desde aquela época, quando os generais acreditavam mandar no país porque controlavam a burocracia estatal, a esquerda, dominando a mídia, o movimento editorial e as universidades, já tinha o monopólio da narrativa histórica e portanto, o controle virtual do curso dos acontecimentos. Os militares, que em matéria de guerra cultural eram menos que amadores, nada perceberam. Imaginaram que a derrota das guerrilhas havia aleijado a esquerda para sempre, quando já então uma breve leitura dos Cadernos do Cárcere teria bastado para mostrar que as guerrilhas nunca tinham sido nada mais que um boi-de-piranha, jogado às águas para facilitar a passagem da boiada gramsciana, conduzida pelo velho Partidão no qual os luminares dos serviços de “inteligência” militares só enxergavam um adversário inofensivo, cansado de guerra, ansioso de paz e democracia, quase um amigo, enfim.
A história que a “Comissão da Verdade” vai publicar daqui a dois anos está pronta desde a década de 60.
O simples fato de que os comissionados se comprometam a excluir do seu campo de investigações os crimes cometidos pelos terroristas já determina que, no essencial, nada na narrativa consagrada será alterado, exceto para reforçar algum ponto em que a maldade da direita e a santidade da esquerda não tenham sido realçadas com a devida ênfase.
Com toda a evidência, não é possível a reconstituição histórica de delitos cometidos por uma tropa em combate sem perguntar quem ela combatia, por que combatia e quais critérios de moralidade, iguais para ambos os lados, eram vigentes na ocasião dos combates. O prof. Paulo Sérgio Pinheiro não entende essa obviedade, mas quando foi que ele entendeu alguma coisa?
Os membros da Comissão enfatizam que os trabalhos da entidade “não terão caráter jurisdicional nem persecutório”, que visarão apenas a reconstituir a “verdade histórica”. Mas quem não enxerga que essa presunção já nasce desmascarada pelo fato de que, entre os incumbidos da missão historiográfica, não há um único historiador, nem unzinho: só juízes, advogados e – sem outra razão plausível fora a homenagem de praxe ao charme e à beleza da mulher brasileira – uma psicanalista.
Já imaginaram um tribunal penal ou cível sem um único juiz, tão somente professores de História e um ginecologista?
Juristas não têm treinamento profissional para a averiguação histórica de fatos, só para a sua posterior catalogação e avaliação legal. E é precisamente disto que se trata. Não é preciso pensar nem por um minuto para enxergar que a finalidade da coisa não é a verdade histórica, mas o julgamento, a condenação moral e publicitária, a humilhação dos acusados, preparando o terreno para um festival de punições sob o título cínico de “reconciliação”.
Tudo isso é óbvio, transparente à primeira vista. A promessa da presidenta, portanto, já está cumprida. Apenas, S. Excia. se esqueceu de avisar, ou de perceber, que o objeto visível por trás da transparência não é a verdade do passado, mas a do presente: não o que sucedeu entre militares e guerrilheiros nos anos 60-70, mas o que se passa nas cabeças daqueles que hoje têm o poder de julgar e condenar. 


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 O ERRO DOS MILITARES


Olavo de Carvalho - Regime militar: despreparo e desinteresse pelo conhecimento

https://www.youtube.com/watch?v=YnoL2QBocfg

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Antecedentes do Movimento Democrático de 31 de Março de 1964

http://wikiterrorismobrasil.blogspot.com.br/2012/08/antecedentes-do-movimento-democratico.html
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Guerrilha comunista no Brasil
Escrito por Félix Maier
http://www.midiasemmascara.org/artigos/movimento-revolucionario/12328-guerrilha-comunista-no-brasil.html

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ANTES DE 1964 MILITARES JÁ COMBATIAM TENTATIVA DE GOLPE COMUNISTA
  http://youtu.be/mi5tyHRRmLM

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A VERDADEIRA MORTE DE WLADIMIR HERZOG
http://mariosanchezs.blogspot.com.br/2013/08/onze-de-agosto.html


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Estou lendo O CONCLAVE de Malachi Martin, onde ele retrata um pouco das lutas internas no Vaticano contra a infiltração marxista em todas as fileiras da Igreja até os mais altos escalões, no final dos anos 70. Já na época consideravam a Igreja da América Latina tomada pela ideologia soviética, materialista e totalmente incompatível com a religião cristã. O papa Paulo VI tinha tentado certos acordos com os soviéticos, mas isso só apressou a degradação do cristianismo e a sua contaminação pelo marxismo.

Aqui o padre Paulo Ricardo fala um pouco sobre a teologia da libertação:

TEOLOGIA DA LIBERTAÇAO, RELIGIÃO GLOBAL E NOVA ORDEM MUNDIAL
http://youtu.be/GTJ_vFvSaOA

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SOCIEDADE MILITAR
 http://sociedademilitar.com.br

 PARTIDO MILITAR
 http://www.pmbnacional.org.br/imprensa-pmb/noticias-em-destaques/apoio-ao-pmb-partido-militar-brasileiro






quinta-feira, 16 de maio de 2013

CONSPIRAÇÃO CONTRA A CIVILIZAÇÃO OCIDENTAL - VIOLÊNCIA E CAOS SÃO PARTE DA AGENDA (ORVIL E YURI BEZMENOV)




Vídeo de origem:
A Conspiração Comunista Mundial
http://www.youtube.com/watch?v=ToVhVj1mNVo




http://kitmantv.blogspot.com.br/2009/06/soviet-subversion-of-free-world.html

Tomas D. Schuman autor do livro Carta de Amor para a América, WIN, Almanaque Panorama, Los Angeles 1984, ISBN 0-935090-13-4.  Em carta de amor para a América, escreve ele, "Like a verdadeira vida Winston Smith, do George Orwell livro de 1984, Tomas Schuman trabalhou para o equivalente comunista do Ministério da Verdade de Orwell -. A Agência de Imprensa Novosti (RIA Novosti) Novosti, o que significa "News" em russo, existe para produzir histórias inclinadas e falso para plantar nos meios de comunicação estrangeiros. O prazo para esse esforço KGB é "desinformação".
O paradeiro de Yuri Bezmenov, ou Tomas Schuman David, é desconhecido, mas fontes da internet não confirmadas relatam que ele morreu em 1997, no Canadá.  O G. Edward Griffin entrevista, juntamente com muitas outras palestras proféticas por Yuri Yuri ou Tomas Schuman pode ser visto no YouTube.

Mais:

CARTA DE AMOR À AMÉRICA
LOVE LETTER TO AMERICA


AGENTE DA KGB DÁ A RECEITA PARA DERRUBAR UM PAÍS - YURI BEZMENOV
http://videos.sapo.ao/yjKTZLkaAC5z3sGdJgwT
http://videos.sapo.ao/J0upH7lbFCulPHnWB3ER

A Subversão nos Países-alvo da Extinta URSS - Yuri Bezmenov (Palestra Completa)
http://www.youtube.com/watch?v=iK4kZSU-5Cg
http://www.youtube.com/watch?v=8_2vBhLf0xU


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ORVIL



PARTE 1
A primeira tentativa de tomada do poder
Capítulo I
A fonte da violência 

1. Os objetivos da Revolução Comunista 

O objetivo final da revolução marxista-leninista é atingir o comunismo – “a última e grande síntese” –, uma sociedade sem Estado e sem classes. Sem classes e, portanto, sem a luta de classes, o comunismo seria a “sociedade perfeita”, onde, não havendo contradições, o materialismo histórico não seria aplicado. 
Segundo essa ideologia, para a chegada ao objetivo final, terá que ser atingido um estágio anterior, transitório, verdadeiro trampolim para “o salto final”. É o estágio do socialismo, da destruição do Estado burguês, sobre cujas ruínas o proletariado erigirá um Estado próprio, caracterizado pela “ditadura do proletariado” sobre as demais classes. Esta etapa, do socialismo marxista-leninista, também chamada de “socialismo científico”, não deve ser confundida com outros tipos de socialismo, ditos democráticos e não leninistas.
Mas, ainda antes de chegar ao socialismo ou à ditadura do proletariado, os comunistas defendem a existência de um objetivo intermediário, onde seria implantado um Estado do tipo “progressista”, cujo governo seria composto pelo proletariado, pelo campesinato e, ainda, por uma parcela da burguesia – a pequena parcela “nacionalista”. 

O esquema, a seguir apresentado, sintetiza os objetivos dos marxista-leninistas, a partir da democracia – um triângulo em equilíbrio instável. (...Quanto mais débil e sem defesa a democracia, mais fácil sua desestabilização e a deflagração do processo de tomada do poder.) 

2. Os caminhos da Revolução 

Para atingir seus objetivos estratégicos, a violência tem sido o caminho apontado pelos ideólogos comunistas. Na prática, a história mostra ter sido a violência a tônica de sua revolução. Em nenhum país do mundo, os comunistas lograram alcançar o poder por outra via. Marx, referindo-se à Comuna de Paris, disse que um dos seus erros fundamentais “foi a magnanimidade desnecessária do proletariado: em vez de exterminar os seus inimigos, dedicou-se a exercer influências morais sobre eles”. 

Engels, seu dileto companheiro, complementou: “A violência joga outro papel na história, tem um papel revolucionário: é, seguindo a frase de Marx, a porteira de toda a velha sociedade, é o instrumento com a ajuda do qual o movimento social se dinamiza e rompe formas políticas mortais”.

Lênin, em seu famoso livro “O Estado e a Revolução”, dizia: “A liberdade da classe operária não é possível sem uma revolução sangrenta” (Lenin, V. I.: “O Estado e a Revolução”, 1935, página 9).  

Embora Marx e Engels insistissem na necessidade universal da violência, chegaram a admitir, em casos especiais, a possibilidade de uma mudança social por meios pacíficos. Seria inaceitável que inteligências tão lúcidas não a admitissem.  Sun Tzu já nos ensinava há 500 anos a.C., e é princípio de guerra cada vez mais válido, que não se faz uso da força quando se pode conquistar os objetivos almejados, a despeito do inimigo, sem fazê-lo. Ademais, o emprego da força apresenta sempre um risco pela resposta violenta que necessariamente provoca. 

Porém, a base de toda a doutrina de Marx e Engels está na necessidade de inculcar sistematicamente nas massas a ideia da revolução violenta. No entanto, na sua obra antes citada, ao expor a doutrina marxista do Estado e as tarefas do proletariado na revolução, examina a utilização da violência para a tomada do poder, mas considera, também, a possibilidade da passagem pacífica para o socialismo, bem como trata da necessidade de um estágio intermediário, para a implantação da ditadura do proletariado. 

Assim, reduzidos às suas formas mais simples, podem ser sintetizados em dois os caminhos utilizados pelos comunistas para a tomada do poder: o uso da violência (ou luta armada) e a “via pacífica”.

(...)

3. O Trabalho de Massa

As formas utilizadas pelos comunistas para alcançar seu objetivo fundamental – a tomada do poder –, possivelmente por ter sido um estudioso de Clausewitz e ter sua própria filosofia da guerra, assemelham-se muito às da conquista de um objetivo militar na guerra, o que nos oferece uma imagem propícia para a compreensão do problema. 

Para a conquista de um objetivo na guerra, há um árduo e persistente trabalho de preparação a realizar. As tropas precisam ser mobilizadas e organizadas; devem aprender táticas e técnicas de combate, durante um período

relativamente longo de instrução; precisam ser equipadas e supridas de uma quase interminável série de artigos; necessitam de apoio de fogo, de engenharia, de comunicações, de saúde, etc.

Deixando de lado uma série de outras necessidades, tais como o conhecimento sobre o campo de batalha, as informações sobre o inimigo, dentre outras, devem, sobretudo, estar moralmente preparadas e possuir determinação e vontade de lutar. Eis, então, que se deslocam para o campo da luta. Chegado esse momento – o da batalha – o combate pode ou não se realizar. Se o inimigo está organizado, tem forças suficientes e vontade de lutar, haverá, fatalmente, o combate. Se o inimigo, porém, é fraco ou está combalido, mal posicionado ou sem determinação, ele pode entregar-se praticamente sem luta. Na terminologia militar, nesta última situação, diz-se que o inimigo “caiu pela manobra”. Sem ser necessário o uso da força, será atingido o mesmo fim: sua submissão à vontade do exército que empreendeu a operação.  

Esses são, pois, os dois caminhos para a conquista do objetivo: o da violência – da luta armada – e o das manobras. Este último, em relação ao anterior, pode ser considerado “pacífico”; o árduo trabalho prévio é indispensável para se

utilizar ambos os caminhos, porque se ele não existir, não haverá, no momento do combate, a necessária desproporção de força e de vontade, suficiente para que a ação contra o inimigo seja bem-sucedida ou o obrigue a render-se sem
combater.
Para a tomada do poder pelos comunistas, também existe um trabalho prévio, árduo e persistente, denominado por eles de trabalho de massa. O trabalho de massa consiste nas atividades de infiltração e recrutamento, organização e mobilização, desenvolvidas sob técnicas para a mudança radical das estruturas e do regime.  (Agitação - em russo Ojegov - atuação junto às grandes massas, com o objetivo de inculcar algumas ideias e lemas destinados à sua educação política e a atraí-las para a solução dos deveres políticos e sociais mais importantes. Em todos os partidos comunistas existe uma Seção de Agitação e Propaganda (SAP), que se encarrega dessa atividade. A teoria comunista distingue, porém, uma atividade da outra: a agitação promove uma ou poucas idéias, que apresenta à massa popular. A propaganda, ao contrário, oferece
muitas idéias a uma ou poucas pessoas. A agitação e a propaganda são processos condicionantes.)


O trabalho de massa objetiva: incutir em seus alvos a ideologia comunista como a única solução para todos os problemas; minar a crença nos valores da sociedade ocidental e no regime; enfraquecer as salvaguardas e os instrumentos jurídicos de defesa do Estado; controlar a estrutura administrativa, influir nas decisões governamentais, e, atuando sobre os diversos segmentos sociais, reeducá-los, organizá-los, mobilizá-los e orientá-los para a tomada do poder.

O trabalho de massa é a preparação para o combate. Na hora decisiva da batalha, a sociedade organizada pode reagir e lutar – o que é normal –, ou, se desmoralizada e sem determinação, pode, simplesmente, “cair pela manobra”, pacificamente.
(...)
 A III Internacional, também conhecida como Comintern ou Internacional Comunista (IC), foi criada em 1919, por . Aproveitando-se da base física conseguida com a revolução russa, em 1917, a Internacional Comunista (IC) pôde colocar em prática sua doutrina de expansão mundial do comunismo, alicerçada na experiência dos sovietes. No II Congresso Mundial, realizado em 1920, a IC aprovou seu estatuto e estabeleceu 21 condições exigidas para a filiação dos diversos partidos comunistas, das quais algumas são transcritas a seguir: 

....................................................................................
“3a - Nos países burgueses, a ação legal deve ser combinada com a ação ilegal. Nesses países, deverá ser criada uma aparelhagem clandestina do Partido, capaz de atuar decisivamente no momento oportuno”. ....................................................................................

“4a - Deverá ser feita ampla campanha de agitação e propaganda nas organizações militares, particularmente no Exército”.
....................................................................................
“6a – Todos os partidos comunistas devem ser internacionais e devem renunciar ao patriotismo e ao pacifismo social. Deverá ser demonstrado aos operários, sistematicamente, que sem a derrubada revolucionária do capitalismo não haverá desarmamento nem paz mundial.”
.....................................................................................
“14a – Todos os partidos comunistas são obrigados a prestar todo o auxílio necessário às Repúblicas Soviéticas, na sua luta face à contrarrevolução.”
.....................................................................................
 “16a - Todos os partidos comunistas são obrigados a obedecer às resoluções e decisões da Internacional Comunista, considerada como um partido mundial único.
......................................................................................

OUTROS:

O EX-REVOLUCIONÁRIO DOSTOIEVSKY CONTA TUDO EM "OS DEMÔNIOS"
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/05/dostoievsky-publicou-os-demonios-em.html

LAVAGEM CEREBRAL
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/04/lavagem-cerebral-aldous-huxley.html

PSICOPOLÍTICA
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/04/psicopolitica.html

TERRORISMO, CRISES ECONÔMICAS, REVOLUÇÕES, GUERRAS SÃO PROGRAMADOS NAS SOCIEDADES SECRETAS - KARL MARX , ADAM WEISHAUPT, ALBERT PIKE, GIUSEPPE MAZZINI E A REVOLUÇÃO ILLUMINATI DA NOVA ORDEM MUNDIAL
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/03/terrorismo-e-sociedades-secretas-karl.html

GOVERNO NEGOCIA COM O CRIME ORGANIZADO?
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/02/governo-negocia-com-o-crime-organizado.html

GLOBALISTAS ILLUMINATI SÃO SOCIALISTAS FABIANOS - OLAVO DE CARVALHO
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/01/globalistas-illuminati-sao-socialistas.html

SOCIEDADES SECRETAS, ILLUMINATI E REVOLUÇÕES NO MUNDO
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/01/sociedades-secretas-illuminati-e.html

CONSPIRAÇÃO CONTRA A CIVILIZAÇÃO CRISTÃ
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/01/conspiracao-contra-civilizacao-crista.html

AGENDAS GLOBALISTAS
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/01/agendas-globalistas-serem-estudadas.html

CRISES, CRIMES E MENTIRAS SÃO FERRAMENTA DE TRABALHO (MARXISTA/ILLUMINATI, NOVA ORDEM MUNDIAL)
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/02/crimes-e-mentiras-sao-ferramenta-de.html

EDUCAÇÃO NA NOVA ORDEM MUNDIAL - MAQUIAVEL PEDAGOGO - PASCAL BERNARDIN
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/02/educacao-na-nova-ordem-mundial-e.html

MANIPULAÇÃO DOS DIREITOS DEMOCRÁTICOS PARA ATACAR A DEMOCRACIA POR DENTRO
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/03/manipulacao-dos-direitos-democraticos.html

FORMAÇÃO DO IMBECIL COLETIVO PELA EDUCAÇÃO
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/02/formacao-do-imbecil-coletivo-pela.html

FILHOS CONTRA OS PAIS: É O QUE QUER A LEI DA PALMADA - PROTESTO
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/07/filhos-contra-os-pais-e-o-que-quer-lei.html
As deserções e as técnicas de terror
Orvil_Tentativas_de_Tomada_do_Poder (LINK).
http://www.pesadelodospoliticos.com.br/livros/orvil/files/assets/basic-html/page363.html

terça-feira, 14 de maio de 2013

RITALINA E OUTRAS DROGAS PARA MODIFICAR O COMPORTAMENTO DE CRIANÇAS EM LUGAR DE EDUCAÇÃO?



Dr. John Virapem que trabalhou dentro da Big Pharma, neste vídeo, conta a respeito da Ritalina e outras drogas que estão receitando para controlar o comportamento de crianças, em substituição à educação. Mais abaixo, um artigo que já alertava sobre este problema na década de 70, tirado de um apêndice do manual PSICOPOLÍTICA, de lavagem cerebral.

É o conhecido problema-reação-solução: ELES (Nova Ordem Mundial) inventam o problema e depois oferecem a "solução" DELES. Lembrando ainda que a Big Pharma, (veja tb MÁFIA MÉDICA e CODEX ALIMENTARIUS ), é um dos grandes pilares da N.O.M. para lucrar e controlar através de procedimentos que visam a "$aúde".


HIPERATIVIDADE

Minha irmã teve vários gatinhos hiperativos que, por isso, morreram muito cedo, com menos de um ano de idade. Eram muito cativantes e charmosos, sempre fazendo gracinhas, às vezes inteligentíssimos, mas sofreram acidentes bobos, longe de casa, por excesso de exposição e falta de atenção. Depois de um tempo, comecei a estranhar a coincidência, a semelhança dos fatos. E cheguei, há uns anos, à conclusão de que era a "educação" ou a falta dela, o denominador comum. Diferente das gatas mães, minha irmã deixa os gatinhos, em qualquer idade, fazer tudo o que querem, absolutamente tudo, mesmo aquilo que os ponha em risco.  Já observei várias gatas com suas crias e vi que elas educam os filhotes, trazendo-os de volta para a segurança do "ninho", quando são muito novinhos para andar por aí,  até batendo neles por isso, e os acompanham aonde forem, até os quatro meses quando estão aptos a explorar o ambiente. Então, suponho que a falta de limites e disciplina é o que deixa a mente hiperativa e sem concentração. O porquê, não sei. Imagino que tenha a ver com o cultivo da supremacia dos desejos e da expectativa de uma satisfação ilimitada sobre todas as outras instâncias da mente. Ou por aí. É preciso investigar, e talvez seja interessante somar a ausência da mãe nessa equação.

Dr. John Rengen Virapen:Confesiones de un Ex Director General de la Industria

http://www.youtube.com/watch?v=nT9zOld5Als





 http://de.wikipedia.org/wiki/John_Virapen


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PASSOS NA DIREÇÃO DO CONTROLE DA MENTE

Pelo Deputado Federal norte-americano

JOHN G. SCHMITZ

Milhares de crianças em idade escolar estão sendo forçadas a tomar anfetaminas, muitos milhares têm sofrido lobotomias e controle eletrônico da mente, que agora está sendo rapidamente desenvolvido.


A suprema ditadura é o controle direto da mente humana. É a culminação lógica do impulso na direção da escravização do homem pelo homem, que tanto tem maculado a história do mundo . 

Em tempos mais simples, escravizavam-se os corpos dos homens com o emprego de força bruta, chicote e correntes. Eles eram postos a trabalhar para seus donos, assistidos por feitores, dirigidos e vigiados. Era-lhes dito que deveriam aceitar seu destino passivamente, e os submissos freqüentemente faziam isso; mas homens e mulheres de coragem não faziam. Havia fugas e rebeliões. Com o tempo, a consciência do homem ocidental não toleraria mais uma perversidade tão flagrante e a escravidão, como instituição legal, foi abolida em fins do século passado em todas as nações do ocidente. 

Mas, tão logo foi legalmente abolida, a escravidão ressurgiu sob nova forma, mais sutil e mais perigosa, disfarçada em propaganda, e firmou-se em nome de ideologias nobres. Tendo deixado de ser legal como instituição privada, a escravidão tornou-se pública. Ao invés de permitir que alguns homens escravizassem outros homens, o Estado agora escraviza todo mundo e chama a isso de igualdade 

Uma vasta estrutura nova, sob um partido único, um conselho comunitário ou Soviete; polícia secreta; um líder glorificado; e um aparato administrativo compacto foram estabelecidos para escravizar totalmente o homem, tanto no pensamento como na ação, usando todos os instrumentos de propaganda, para convencer os homens submetidos a essa escravidão e aqueles geográfica e politicamente fora de seu alcance de que tudo isso era bom. Assim foi sistema na Alemanha Nazista, e assim é o sistema na União Soviética, China Maoísta e em toda ditadura comunista. O controle do pensamento pela propaganda, apoiando o controle ditatorial da palavra e da ação pela força, tem feito mais maldade nas ações totalitárias do século XX do que os mais cruéis escravizadores, dos tempo antigos. Mesmo assim, as técnicas modernas para manter ditadura não são inabaláveis. A propaganda é altamente eficaz, mas não convence a todos indistintamente. Haverá sempre alguns homens e não sucumbirão, cujas mentes permanecerão livres. E como a meia verdade e a mentira seguem uma à outra, numa corrente aparentemente interminável, o número dos céticos tende a crescer. 

Mesmo na Rússia Soviética, o «Pravda» não é universalmente acreditado. E a maioria dos nossos homens aprisionados pelos comunistas na Coréia resistiu com grande sucesso à lavagem cerebral. Mais instrutivo é o exemplo, agora quase esquecido, de milhares de prisioneiros chineses (vermelhos) capturados na Guerra da Coréia — homens que tinham vivido exclusivamente sob a influência da propaganda comunista e que pediam para ir para Formosa em vez de serem mandados de volta para seus lares, na China sob controle comunista. 

E houve também os jovens lutadores pela liberdade da Hungria, na insurreição de 1956, muitos dos quais nada tinham conhecido além ditadura, primeiro sob os nazistas e depois sob os comunistas. Mesmo assim, eles ansiavam pela liberdade, ousavam lutar por ela e morriam tentando conquistá-la, apesar de tudo o que seus professores e os propagandistas oficiais tinham feito para retirar tais pensamentos de suas mentes. 

Como resultado, o moderno totalitarismo, em sua busca por melhores meios de escravizar seus concidadãos, tem procurado um método de controle direto da mente humana, através da ação química e física sobre o cérebro. Até muito recentemente, a discussão dessa perspectiva restringia-se ao campo  da ficção futurológica, de que é exemplo o livro "1984" de George Orwell. Mas agora acumulam-se evidências de que o controle direto da mente pode tornar-se tecnologicamente possível dentro em breve. 

No exterior, nos países onde o totalitarismo é evidente, pouco tem sido dito a respeito do controle da mente. Seus líderes, numa atitude coerente com a finalidade de seus lúgubres planos de controle físico e químico da mente humana, mantêm-se silenciosos quanto aos mesmos. Nossos cientistas ou psicólogos não fazem o mesmo. Eles, ao contrário, já falaram e fizeram o suficiente para nos darem motivos de sobra para fazê-los parar enquanto é tempo.

Ainda há tempo. Mas nós devemos saber o que eles estão fazendo aqui nos EUA e quão rapidamente se movem.

O Dr. B. F. Skinner, considerado por muitos o líder dos psicólogos da América de hoje, deu a conhecer esse novo controle da mente humana em seu livro amplamente discutido «Beyond Freedom And Dignity» ("Além da Liberdade e da Dignidade"), publicado em fins de 1971. Nesse livro, o Dr. Skinner deixa bem claro seu empenho em promover a mudança dos homens da maneira que ele considera desejável, por todos os meios que farão essa mudança a mais certa, mais difundida e aceitável, mas totalmente sem consideração para com seus direitos. De fato, como o título desse livro indica, Skinner rejeita a idéia de que os homens têm direitos, dizendo que sua liberdade e dignidade devem ser sacrificadas para formar «o novo homem», na imagem coletiva. 

As técnicas necessárias para alcançar a meta do Dr. Skinner, no processo de construção definitiva do Estado totalitário, estão agora em rápido desenvolvimento e estão sendo testadas atualmente em milhões de americanos. E estão mostrando diabólica eficiência.

O crescente uso do controle da mente em crianças de nossas escolas públicas foi trazido à luz em setembro de 1970, pelo Senador Cornelius J. Gallagher. Pesquisadores de drogas descobriram que a anfetamina — conhecida por aqueles que a usam como «speed» (velocidade) — atua em adultos e adolescentes como estimulante, mas tem efeito contrário em crianças de turmas atrasadas nas escolas, deprimindo-as e tornando-as dóceis e submissas. Com grande entusiasmo, professores e diretores de escolas públicas começaram a colaborar com "doutores interessados», dando anfetaminas — mais freqüentemente, um tipo de anfetamina contida numa droga chamada «Ritalin» — às crianças que apresentavam problemas de comportamento na escola. 

Elas são chamadas hiperativas e consideradas atacadas de «disfunção do cérebro», um distúrbio vagamente definido, desde que, como seu próprio nome indica, nenhum dano real do cérebro pode ser encontrado onde se supõe que exista. De acordo com o Senador Gallagher, pelo menos um quarto de milhão de crianças nos Estados Unidos estão sob a ação de «Ritalin» ou drogas similares contendo anfetamina.

Conquanto pareça ser realmente anormal o "comportamento hiperativo" de algumas crianças, há grandes possibilidades de que os diagnósticos desse distúrbio sejam feitos de maneira abusiva. É, acima de tudo um diagnóstico que professores e diretores incompetentes e preguiçosos podem utilizar em qualquer criança que cause problemas e que, devido às limitações desses "educadores", não possa ser controlada. Assim, esses  problemas, que devem ser longamente pensados e esclarecidos podem ser resolvidos drogando-se as crianças. TODO PAI SABE QUÃO ATIVAS AS CRIANÇAS PERFEITAMENTE NORMAIS SÃO, OU PODEM SER, QUANDO FALTAM DISCIPLINA E OS ESTÍMULOS ADEQUADOS PARA SUAS MENTES 

Há testemunho de aplicação de doses substanciais de "Ritalin" em crianças de escolas públicas de Omaha, Nebraska e Litlle Rock, Arkansas. Em todos os casos, o testemunho revelava uma colaboração informal mas real entre autoridades dessas escolas, pessoal médico local e clínicas envolvidas no estudo e distribuição de drogas contendo anfetaminas. O resultado dessa colaboração, de acordo com o testemunho, é induzir grande número de crianças a tomarem «Ritalin» regularmente, com forte pressão sobre os pais relutantes em concordar — incluindo ameaças de desforra contra as próprias crianças, na escola.

Considere-se o testemunho de Mrs. Daniel H. Youngs, ex~mcradora de Little Rock, Arkansas:

"A pressão foi extrema. Nós recebíamos quase que diariamente notas dos professores das crianças e chamados da escola. Afirmavam-nos que nossas crianças estavam falhando em todos os assuntos. Nós sabíamos o que eles queriam conseguir com isso, pois conhecíamos pais nas vizinhanças que submetiam suas crianças ao programa porque não podiam agüentar a pressão. Acredite-me, não era nada bom ver as personalidades de nossos filhos modificadas pelo uso de drogas...

Meu esposo e eu não tínhamos a quem recorrer. Nós sabíamos que as autoridades escolares não iriam fazer nada. A essa altura, nós sentimos que tínhamos apenas duas alternativas: deixar Arkansas eu ficar e lutar. Nós decidimos ficar e lutar. Sabíamos que havia centenas de crianças drogadas, e confiávamos que alguém, em algum lugar, nos ouviria e ajudaria a por um fim a este programa. Nós estávamos errados!" 

Mrs. Youngs pediu ajuda a nada menos que quinze autoridades e outras pessoas. Nenhuma delas pôde ou desejou fazer qualquer coisa para proteger nossas crianças. Num comunicado especial para a Saúde Pública, apontei o perigo,, do crescente uso de «Ritalin» nas crianças das classes atrasadas das nossas escolas públicas, descrevendo em detalhes um caso que me chamou a atenção, de um acontecimento que eu conheço por experiência pessoal, valendo a pena ser divulgado. Envolveu um menino de sete anos, cujos testes mostraram que ele era um por cento superior em intcligência às demais crianças do Estado de Maryland e que foi examinado, por um psiquiatra e um pediatra, que disseram ser ele perfeitamente normal. Apesar disso, devido à insistência de sua escola, aquela criança foi forçada a tomar «Ritalin» por um período de alguns meses, durante os quais não aprendeu quase nada. Quando sua mãe finalmente o transferiu para uma escola particular e tirou-lhe a droga, ele progrediu rapidamente e uma vez mais obteve resultados acima do normal. 





Como essa experiência mostra, uma breve exposição aos efeitos dessas drogas de controle da mente humana pode não causar prejuízos duradouros às crianças, embora ~o risco exista e cresça à medida que as drogas são mais freqüentemente usadas. Mas a cirurgia cerebral é irreversível. Seus efeitos são permanentes. E a cirurgia cerebral está começando a ser usada em crianças “hiperativas”, com «disfunção cerebral”. O “Washington Post”, de 12 de março de 1972, transcreveu um Relatório publicado em 1970 num periódico médico, no qual o Dr. Orlando J . Andy, Professor e Diretor de Neurocirurgia na Escola de Medicina da Universidade do Mississipi, expôs o seguinte caso:

Um menino de nove anos, com inteligência normal, foi descrito como “hiperativo”, agressivo, combativo, explosivo, destrutivo e “sadista” por seu médico. Para controlar seu comportamento e torná-lo mais maleável, ele foi operado. Foram feitas aberturas em seu crânio e introduzidos elétrodos, profundamente, em seu cérebro, para coagular ambos os lados do tálamo, o centro regulador das emoções cerebrais. 

Nove meses depois, a operação foi repetida em um só lado. Depois, disso, seu médico relatou que o comportamento do menino estava «visivelmente melhor”, estando ele apto a retornar à “Escola de Educação, Especial”. Mas seus sintomas reapareceram um ano mais tarde e ele foi submetido a uma nova operação, desta vez no fõrnice (trígono cerebral), outra parte do sistema regulador das emoções. Seu médico então, constatou «memória para acontecimentos recentes danificada», um sinal de perigo cerebral, e o menino passou a ser descrito como “muito mais irritável, negativista e combativo”. Conseqüentemente, lesões adicionais destrutivas foram feitas no local das duas primeiras operações, o tálamo. 

Seu médico então constatou que o paciente estava <<novamente recuperado, ajustado e mostrava melhora considerável no comportamento e memória», mas concluiu:<< intelectualmente, no entanto, o paciente está arruinado» .  

Uma primeira e superficial reação a este fato — seis investidas contra o cérebro de uma criança, tentando controlar seu comportamento — pode ser a consternação de saber que, após tudo isto, não houve “melhora”. Mas, pensando melhor, imaginamos que poderia ter sido pior se o tratamento tivesse alcançado sucesso, se tivesse sido possível “domar” essa criança por meio da destruição de seu cérebro. Pois o cérebro é o lugar onde o homem pensa e sente. É o instrumento de sua mente, como o violino é o instrumento do concertista. A destruição deliberada de parte do cérebro inevitavelmente reduz as capacidades de pensar e sentir. Certamente, tal “cura” é muito pior do que qualquer doença. 

A história completa do “retorno da lobotomia e da psicocirurgia”  foi divulgada pelo Dr. Peter R. Breggin, um membro do Corpo Docente da Escola de Psiquiatria de Washington e ex-Professor da Escola de Medicina de Harvard, em um primeiro artigo publicado pelo Senador Gallagher no “Diário do Congresso», de 24 de fevereiro de 1972. Nesse trabalho, o Dr. Breggin relatou que a horripilante operação conhecida como lobotomia pré frontal foi feita em 50.000 pessoas até 1950, tendo sido, a partir desse ano, completamente abandonada, por causa da evidência de que tendia a transformar homens e mulheres em “vegetais humanos». Mas o Dr. Breggin diz que a lobotomia está agora fazendo seu renascimento de forma mais sofisticada, envolvendo, menos drástica porém mais prolongadamente, a mutilação do cérebro, como no caso daquele menino de nove anos do Mississipi. Tal psicocirurgia não está mais limitada somente à sala de operações e ao bisturi. Têm sido desenvolvidas técnicas para enfraquecer áreas selecionadas do cérebro por meio da implantação de elétrodos ligados a uma corrente elétrica, os quais podem, quando ativados, destruir tecidos cerebrais. O Dr. Breggin, descrevendo como o “psicoterapeuta” fala com o paciente enquanto os neurocirurgiões ligam a corrente, verificando, desse modo, o efeito da destruição cerebral nas emoções do paciente, alertou:

-KO próprio paciente não pode perceber quando seu cérebro está sendo coagulado, mas o terapista pode, visto que a destruição do tecido lobo frontal é imediatamente evidenciada por uma perda progressiva de todas as funções humanas relacionadas com os lobos frontais — perspicácia, empatia, sensibilidade, consciência, julgamento, responsabilidade emocional, etc. 

Recentemente, na Inglaterra, um juiz determinou que fosse feito esse tipo de operação cerebral em um vendedor de sorvetes, como um meio de impedi-lo do <<jogo compulsivo». Somente um protesto público salvou, no último instante, aquele homem de se tornar um subumano.

De acordo com um Relatório do Dr. Robert G. Heath, Chefe do Departamento de Psiquiatria e Neurologia da Universidade Tulane, de New Orleans, publicado no «Medicai World News” “Notícias do Mundo da Medicina”, têm-se desenvolvido meios pelos quais indivíduos, com esses elétrodos implantados, podem usá~los para estimular centrais de prazer em seus próprios cérebros, acionando botões de controle, o que, naturalmente, significa que alguma outra pessoa poderia controlá-lo da mesma maneira. Eles poderiam ser implantados nas centrais de dor, como o foram nas centrais de prazer. O Dr. Breggin indubitavelmente não exagera quando diz que o potencial totalitário dessa técnica quase supera o que se possa imaginar. 

O Dr. José Delgado, Professor de Psicologia da Universidade de Yale, mostrou-se favorável a tudo isso, em seu livro de 1969, “Physicat, Control of the Mind» (“Controle Físico da Mente”), e nos relatórios públicos posteriores. O Professor Delgado declarou:

A tese deste livro é a de que agora dispomos da tecnologia necessária para a investigação experimental das atividades mentais, e de que alcançamos um ponto crítico na evolução do homem, a partir do qual a mente pode ser usada para influenciar sua própria estrutura, funções e intenções. ... Nós podemos controlar, de uma certa distância, as funções biológicas dos organismos vivos. Gatos, macacos ou seres humanos podem ser induzidos a curvar um membro, rejeitar alimentos, ou sentir excitação emocional, sob a influência de impulsos elétricos que, ativados por ondas de rádio intencionalmente emitidas de um lugar distante, vão atuar no interior de seu cérebro. Um sistema duplo de comunicação via rádio poderia ser estabelecido entre o cérebro de um indivíduo e um computador... ansiedade, depressão e fúria poderiam ser identificados pelo computador, que acionaria o estímulo inibitório especifico» . 

O Dr. Delgado descreveu experiências nas quais o estimulo elétrico no cérebro forçou indivíduos a agirem em oposição direta à sua própria vontade. Ele previu, mais adiante, investigações dentro das funções do neurônio, relacionadas com a aplicação de eletricidade n6 cérebro, que possibilitarão a definição, em termos reais, de conceitos altamente controvertidos, tais como “liberdade”, “individualidade” e «espontaneidade», mais efetivamente do que em «discussões semânticas e ilusórias”. Visto que mais tarde ele continuou a atacar especificamente a convicção de que o indivíduo tem «o direito de desenvolver sua própria mente... enquanto permanecer independente e auto-suficiente», é evidente onde ele espera chegar com esse “esclarecimento”. 

Uma pessoa que recentemente viu e ouviu o Dr. Delgado, i,um Congresso de Ética e Tecnologia Médica, realizado em Washington, disse que não pôde evitar lembrar-se constantemente do Dr. Frankenstein, embora felizmente o Dr. Delgado não tivesse o monstro com ele... ainda. Não é de estranhar, pois, que o Dr. Breggin esteja fazendo tanto para denunciar esse perigo que cresce rapidamente e pleiteando uma legislação — federal e estadual — que proíba totalmente a psicocirurgia. Se tal legislação não for promulgada, ou até que ela o seja, ele insiste em ação direta na Justiça contra a psicocirurgia e pressão pública contra hospitais que permitem essas operações. 

O Senador Gallagher descreveu o Relatório em que o Dr. Breggin expõs as provas que reuniu como um dos documentos mais chocantes que eu já vi e propõs uma decisiva ação corretiva. Eu iria mais adiante do que ele: acredito serem inteiramente necessárias e justificadas não só as ações corretivas como as preventivas. Devem ser terminantemente proibidas tanto a mutilação do cérebro, com qualquer intenção que não seja para remover tecido claramente afetado, como tumores, como também qualquer técnica para controlar mentes pela implantação de elementos estranhos no cérebro. O verdadeiro insano talvez possa ser tratado pelos métodos tradicionais, cujos maus efeitos colaterais são usualmente reversíveis nos doentes, mas ninguém pode ser forçado a sofrer tal tratamento sem ter primeiramente uma oportunidade de ser ouvido em juízo; com a assistência de um advogado de defesa.

Não há exagero na ênfase com que se denuncia o perigo do controle direto da mente, num mundo onde há tanta gente ansiosa por usá-lo para subordinar a vontade de outros homens às suas próprias.

O efeito em nossa nação (EUA) de um programa obrigatório de controle das mentes, como o que tem sido divulgado, poderia ser tão irreversivelmente monstruoso, quanto o seu efeito num indivíduo. Ele pode extinguir não somente a liberdade, mas também o próprio anseio natural por ela. Tal perversidade é tão horrível, que repugna até mesmo pensar nela; contudo, nós devemos tè-la em nosso pensamento, por não ser mais somente uma sombra terrível no futuro, mas uma ameaça com que nos defrontamos aqui e agora.


The Review 0[ The NEWS (EUA) Março/1972.

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Extraído de

PSICOPOLITICA
TÉCNICA DE LAVAGEM CEREBRAL





Veja também:
FILHOS CONTRA OS PAIS: É O QUE QUER A LEI DA PALMADA - PROTESTO
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/07/filhos-contra-os-pais-e-o-que-quer-lei.html

CAMPANHA SÃO PAULO PELA VIDA
http://www.saopaulopelavida.com.br/

*
http://delinks.blogspot.com.br/