A ESPERANÇA NÃO PODE MORRER...DESISTIR NUNCA....
ANULAR O DECRETO 8243...DE DILMA....
PEÇO POR VCS....
MANDEM EMAIL PARA: dep.henriqueeduardoalves@camara.leg.br
Sugestão de texto:
Votem o PDC 1491/2014 e anulem Decreto 8.243.
A VOTAÇÃO É HOJE E É NOSSA DEMOCRACIA QUE ESTÁ EM PERIGO.
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Casca Grossa Casca Grossa
DECRETO 8.243...DIGA NÃO AO COMUNISMO...
VEJA QUEM É SEU DEPUTADO POR ESTADO E DEPOIS VÁ EM FALE COM DEPUTADO E MANDE O EMAIL....
SÓ PRECISA ESCREVER: .Votem o PDC 1491/2014 e anulem Decreto 8.243.
MESMO DILMA SANCIONADO O DECRETO 8.243..
AINDA ESTA O RECURSO NO LENGA LENGA NO CONGRESSO.
VAMOS CONTINUAR LIGANDO PARA OS DEPUTADOS FEDERAIS...
DOS 513 DEPUTADOS FEDERAIS A BANCADA DO PT E SEUS COLIGADOS SÃO DE 352 DEPUTADOS OU SEJA....
SE NÃO FOR PRESSÃO O POVO NÃO VAMOS TER VOTO PARA DERRUBAR E APROVAR NADA.
VEJA QUEM É SEU DEPUTADO POR ESTADO E DEPOIS VÁ EM FALE COM DEPUTADO E MANDE O EMAIL....
SÓ PRECISA ESCREVER ...Votem o PDC 1491/2014 e anulem Decreto 8.243.
http://www2.camara.leg.br/deputados/pesquisa
https://www.facebook.com/diassis.moura/posts/302931306555566?ref=notif¬if_t=notify_me
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Que
homem notável este Gilberto Carvalho, uma figura meio sinistra, que a
própria Dilma Rousseff mantém a contragosto no Palácio do Planalto. É
que ela não tem poder para desafiar Lula e mandar embora o seu espião.
Nesta terça, ele foi ao Senado para tentar convencer os parlamentares
que o Decreto 8.243, aquele, dos conselhos, não passa de um mero
disciplinamento da chamada participação popular, sem maiores
implicações.
É mesmo?
Se assim é, por que, então, tratar da questão por meio de um decreto,
que não pode ser emendado pelos parlamentares, em vez de um projeto de
lei, que permite que o Congresso participe do debate? Nesta terça,
Carvalho estava mansinho, falava como quem quer negociar. Há pouco mais
de uma semana, afirmou que o governo iria para a “guerra”. Sim, ele
empregou a palavra “guerra”. Há três semanas, anunciou um segundo
decreto, aí para incluir os tais conselhos no Orçamento da União. Ou por
outra: Carvalho decidiu estatizar a participação popular.
O ministro
foi ao Senado com a sua conversinha de cerca-Lourenço, afirmando que o
texto não cria nenhum conselho novo. E daí? Isso é o de menos! Mas
estabelece que os órgãos federais devem passar a operar com eles — logo,
a sua criação passa a ser uma diretriz legal. O texto é de tal sorte
autoritário que define o que é sociedade civil — uma definição exótica,
para dizer pouco — e institui uma espécie de Justiça paralela à medida
que cria uma certa “mesa de negociação” que seria encarregada de mediar
conflitos que envolvam questões sociais. Invasão de propriedade privada,
por exemplo? Nada de liminar de reintegração de posse! Antes, uma
conversinha em que invasores e invadidos sejam postos em pé de
igualdade.
O ministro
tentou fazer de conta que o assunto não tem grande importância e que
está sendo magnificado pelos adversários do PT. Ora, se não tem, por que
tanto empenho em aprova-lo, meu senhor? Permita, então, que o
Parlamento brasileiro dê a sua opinião a respeito, em vez de governar
por decreto.
Carvalho
quer dar o primeiro passo da República Bolivariana Brasileira, com o
governo federal assaltado por milícias, disfarçadas de conselhos, que
imporão no berro a sua vontade ao eleito. É uma forma de o PT se
eternizar no poder mesmo sem vencer eleições, já que esses “movimento
sociais” que formam os tais “conselhos” são meras extensões do partido.
Caia na
sua conversa quem quiser. Se e quando chegar a existir o esquema que
Carvalho tem em mente, o Congresso Brasileiro, escolhido por 140 milhões
de eleitores (em 2014), perderá prerrogativas para algumas centenas de
“conselheiros”, eleitos por ninguém, controlados pelo PT.
O golpe é escandalosamente explícito. Vade retro!