terça-feira, 22 de julho de 2014
segunda-feira, 21 de julho de 2014
domingo, 20 de julho de 2014
"É UMA DITADURA DISFARÇADA", DIZ ADÉLIA PRADO - O EFEITO DITATORIAL DA CENSURA E DA MENTIRA
ADÉLIA PRADO EXPRESSA SUA TRISTEZA COM O EFEITO PT - TODOS SE CALAM - O BRASIL ESTÁ MORRENDO
http://youtu.be/_OTR_RDwNpM
ASSINE E REPASSE A PETIÇÃO CONTRA O DECRETO-GOLPE 8.243
http://citizengo.org/pt-pt/signit/8238/view
Escritora Adélia Prado denuncia a ditadura do PT e cala jornalista
http://youtu.be/86EjOiDdAzE
Ela expressa sua percepção, sua verdade, e isso a mantém no caminho da vida; mesmo percebendo que os outros não estão fazerndo o mesmo. Esse silencio geral, essa inércia é o que está matando o Brasil, pois já é efeito de uma ditadura nas mentes, interior. A verdade precisa circular, mesmo em meio as mentiras. A verdade em circulação é como um anticorpo do sistema imunológico que combate as mentiras no confronto. Mas se as pessoas baixam a cabeça, já desistiram de viver.
Aceitar o politicamente correto (paramoralismo, mentira) inibe a percepção e a atividade mental normal, que pode dar o alerta para o perigo. Depois o medo completa a obra de zumbificação.
"Se nas universidades brasileiras há uma quota de quarenta a cinqüenta por cento de alunos analfabetos funcionais, isso não se deve só a uma genérica "má qualidade do ensino", mas ao fato de que há décadas o discurso comunista e pró-comunista onipresente espalha, nas mentes dos estudantes, doses maciças de estimulação contraditória e obstáculos cognitivos estupefacientes. " Olavo de Carvalho
http://www.midiasemmascara.org/artigos/cultura/15273-2014-06-17-20-31-33.html
" A ideologia principal sucumbe à deformação sintomática, em sintonia com o estilo característico dessa doença e com o que já foi estabelecido sobre o assunto. Os nomes e conteúdos oficiais são mantidos, mas outro conteúdo, completamente diferente, é inoculado por debaixo, dando origem ao fenômeno bem conhecido da linguagem dupla, dentro do qual os mesmo nomes possuem dois significados: um para os iniciados e outro para o resto das pessoas. Esse último significado é derivado da ideologia original. O primeiro tem um significado especificamente patocrático, algo que é conhecido não somente pelos patocratas mesmos, mas também aprendido por todas aquelas pessoas que viveram por muito tempo sujeitas ao seu governo."
"A língua dupla é somente um dos muitos sintomas. Outro sintoma é a facilidade específica para produzir novos nomes que tenham efeitos sugestivos e sejam aceitos praticamente sem críticas, particularmente fora da abrangência imediata de tal sistema de governo. Nós devemos ressaltar que o caráter paramoralista e as qualidades paranóicas estão freqüentemente contidos nesses nomes. A ação de paralogismos e paramoralismos na ideologia deformada se torna compreensível para nós, baseada na informação apresentada no Capítulo IV. Qualquer coisa que ameace o governo patocrático se torna profundamente imoral."
PONEROLOGIA - PSICOPATAS NO PODER
http://conspiratio3.blogspot.com.br/search/label/PONEROLOGIA
A Espiral do silêncio - Rádio Vox
https://soundcloud.com/rvox_org/boletim-da-tarde-a-espiral-do-silencio-19062014
https://soundcloud.com/rvox_org
http://radiovox.org/
MAIS VÍDEOS:
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2014/06/videos-sobre-o-golpe-decreto-8423.html
DECRETO 8243: O QUE ESTÁ SENDO DITO NÃO É O QUE ESTÁ NO PAPEL - MENDES THAME
http://youtu.be/_e2D2QzkZzA
A forma com que a coisa é feita já nos dá as pistas de quem eles são e suas intenções. Um DECRETO, imposto de cima para baixo, não nos fala de democracia. Foi um ato ditatorial e dissimulado, e isto denuncia a verdadeira face desse projeto e de seus agentes: eles não têm apreço pela democracia e o efeito desse decreto será extinguí-la.
Assim, comece sua pesquisa sobre o comunismo que está por vir, a vida nos países comunistas, incluindo a Rússia e China atuais, e terá um vislumbre de seu futuro, caso as pessoas continuarem cegas para o perigo. Pesquise também em livros de dissidentes soviéticos e outros.
Andrew Lobaczewski diz, em seu livro "PONEROLOGIA: PSICOPATAS NO PODER", que cidadãos de países livres não têm condições de saber o que é a vida num sistema político fechado, totalmente controlado e governado pelo medo e a mentira, como são os sistemas comunistas. Quando ele se mudou para os EUA, surpreendeu-se com a ingenuidade dos americanos que ainda acreditam nas ideologias propagandeadas pelas esquerdas.
Comece a valorizar sua liberdade enquanto ainda a tem e não se esqueça de expressar sua verdade e sinceridade, pois não há comunismo que sobreviva a isso. Essa verdade, é o que Adélia Prado expõe acima, está definhando e isto é um grave sintoma de que a ditadura, a falsidade e a covardia já infectaram nossas cabeças.
Comunismo não sobrevive num ambiente honesto. A verdade age como um anticorpo contra a propaganda e a mentira das quais ele depende. Lobaczewski afirma que os líderes desses movimentos e governos são psicopatas e tém o cérebro diferente do ser humano normal, o que os impede de entender nossas vivéncias e até nossa linguagem plenamente. Desde muito cedo aprendendo a imitar-nos, a fingir, tornam-se astutos e especialistas no engodo. Mas sabem reconhecerem-se uns aos outros numa multidão e se organizam em associações criminosas, como a Máfia e outras. Este é dos segredos mais bem guardados por eles, pois se for conhecido de muitos, a sociedade saberá se defender.
PSICOPATAS SÃO QUASE HUMANOS - LAURA KNIGHT JADCZYK
https://www.youtube.com/watch?v=lPOk_R0NEyE
Que a verdade seja dita, pois sem ela a mentira flui livre sem obstáculos, e ficamos sem referências para pensar sobre os fatos. A verdade é um veneno para aqueles que vivem da mentira e da propaganda, e querem calar a voz discordante que se torna muito poderosa quando é apoiada pelos FATOS.
*
Tarso Genro pressiona Band para não divulgar pesquisa
http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/democracia/tarso-genro-pressiona-band-para-nao-divulgar-pesquisa/
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sábado, 19 de julho de 2014
Direito e Justiça Em Foco - Coronel Jairo Paes de Lira
.
Direito e Justiça Em Foco - Coronel Jairo Paes de Lira
Políticos, entidades e artistas unem forças contra decreto que cria conselhos populares
BRICS - DITADURA EM EXPANSÃO - NOVA ORDEM MUNDIAL SOCIALISTA
.
Putin: o novo líder bolivariano?
http://www.abim.inf.br/putin-o-novo-lider-bolivariano/#.U-kMoWPCfkM
CHINA EXPORTA INSTRUMENTOS DE TORTURA
https://www.youtube.com/watch?v=QwHQhW0qXQk
Putin: o novo líder bolivariano?
http://www.abim.inf.br/putin-o-novo-lider-bolivariano/#.U-kMoWPCfkM
CHINA EXPORTA INSTRUMENTOS DE TORTURA
https://www.youtube.com/watch?v=QwHQhW0qXQk
sexta-feira, 18 de julho de 2014
quinta-feira, 17 de julho de 2014
O RISCO DE GOLPE: O DECRETO 8.243 E O PLEBISCITO CONSTITUINTE
Escrito por Vivian Freitas
Artigos - Governo do PT
Artigos - Governo do PT
O
grande perirgo do Decreto n.º 8.243/2014 é a possibilidade de que o
propalado plebiscito sobre a Constituinte, que sequer deveria ser
realizado, seja substituído por uma mera consulta realizada através do
Sistema Nacional de Participação Social.
A publicação do Decreto n.º 8.243, de 23 de maio de 2014, pegou a população de surpresa com a criação, em silêncio, de um mecanismo de participação popular inédito no sistema jurídico – a “Política Nacional de Participação Social”, inserida em um certo “Sistema Nacional de Participação Nacional”.
Parte
da imprensa logo percebeu que havia algo de errado: o Estado de São
Paulo publicou editorial com o título “Mudança de regime por decreto”,
ao passo em que Reinaldo de Azevedo, colunista da Veja, escreveu que
“Dilma decidiu extinguir a democracia por decreto. É golpe!”.
Como
nada no Brasil dos últimos tempos é tão simples quanto parece, a
questão vai muito além da inconstitucionalidade do estabelecimento de um
sistema de gestão pública impulsionado por decisões tomadas por
movimentos sociais como o MST, como o texto do decreto faz parecer.
O
grande perigo desse decreto presidencial é a possibilidade de que seja
instituída uma nova Assembleia Constituinte com base na exclusiva
vontade dos movimentos sociais, que têm demonstrado, de há muito, o
interesse em rasgar a Constituição Federal de 1988 para estabelecer a
seu bel-prazer uma nova Constituição.
Com
a perda cada vez maior do apoio popular ao PT e aos movimentos sociais –
devendo-se lembrar que, nas manifestações de junho de 2013, as
bandeiras e militantes partidários foram banidos das ruas pelos
protestantes -, é grande o risco de um resultado negativo à consulta
popular sobre a realização da Assembleia Constituinte, assim como
ocorreu na Venezuela anos atrás, quando Hugo Chávez realizou um
plebiscito com essa mesma finalidade.
Os
principais movimentos sociais do Brasil encontram-se em ebulição há
vários meses, concentrados na idéia fixa de promover uma ruptura do
sistema atual, com o estabelecimento de uma nova Constituição que atenda
aos seus anseios. Na internet, chegou-se a divulgar que o
plebiscito da reforma constitucional ocorreria na primeira semana de
setembro de 2014, antes mesmo das eleições presidenciais. Essa idéia foi
encampada pelo Partido dos Trabalhadores – PT, que a estabeleceu como
meta para ser cumprida com a maior brevidade, ao lado do controle da
mídia e da revogação da lei da anistia, conforme restou registrado na
ata do 14.º Encontro Nacional do partido [1].
Registre-se que desde 2006 o ex-presidente Lula já mencionava o seu interesse em realizar uma nova Constituinte [2],
tendo o PT registrado oficialmente em 2007 a sua intenção de realizar o
plebiscito sobre a Constituinte em 2009. Não se trata, portanto, de um
desejo recente motivado pelas manifestações de junho de 2013, como o PT e
os movimentos sociais envolvidos tentam fazer crer.
Sobre
quais seriam os principais movimentos sociais beneficiados com uma
eventual Constituinte, a resposta é fornecida por eles próprios: no
livro “Constituinte Exclusiva: Um Outro Sistema Político é Possível” [3],
elaborado por juristas vinculados a esses movimentos na tentativa de
convencer os demais juristas e a população de que seu intento não
consistiria em mero golpe, os principais apoiadores da idéia são
nominalmente citados:
“É diante desses chistes retóricos, contudo, que inúmeros movimentos sociais e organizações da esquerda brasileira, como o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, a Associação de Mulheres Brasileiras e a Central Única dos Trabalhadores,
optaram por investir suas energias na execução de um plebiscito popular
por uma constituinte exclusiva e soberana do sistema político.”
Sobre
o alcance da Constituinte que esse grupo político pretende realizar, a
intenção encontra-se explicitamente delineada no livro mencionado acima,
cuja leitura é recomendável para que se possa dimensionar o tamanho do
risco que nossa democracia enfrenta neste momento.
Um dos textos, elaborado por dois juristas, menciona a intenção de sufocar o Poder Legislativo:
“(...)
a Presidenta Dilma, no final daquele mês, propôs, em rede nacional de
televisão, a convocação de uma Constituinte Exclusiva para mudar o
sistema político pátrio. Com esta audaciosa proposta, a Presidenta
tentou viabilizar um processo popular de reformas no sistema político, tirando
o protagonismo do Parlamento (nunca é demais frisar: um Parlamento
completamente dominado pelas forças antipopulares) para as ruas.
Assim, o ciclo de um determinado modelo de democracia se encerrou. (...) Trata-se de exterminar as estruturas e as forças antipopulares, logo, antidemocráticas, que dominam a política brasileira.
Assim,
para os lutadores e as lutadoras do povo, a lógica jurídica não deve
ser empecilho às lutas por melhores condições de vida; para a construção
de um Projeto Popular para o Brasil. Nesse sentido, vem em boa hora a
articulação nacional de organizações sociais voltada à construção de um
Plebiscito Popular em defesa de uma Constituinte Exclusiva para a
Reforma Política”.
Outro
jurista, na tentativa de afirmar que a realização de uma nova
Constituinte não precisa estar prevista na Constituição atual, decretou
que o “momento de ruptura” política havia finalmente chegado:
“O
que importa para o direito democrático, e para todos nós, é o fato de
que ele só será legítimo, ser for popular, inequivocamente, radicalmente
democrático.
Assim, inevitavelmente chegará o momento em que a sociedade mudará mais do que a constituição foi capaz de acompanhar. Neste momento a constituição se tornará ultrapassada, superada: é o momento de ruptura.
A teoria da constituição apresenta uma solução para estes problemas: o
poder constituinte originário, soberano, ilimitado do ponto de vista
jurídico (e obviamente limitado no que se refere a realidade social,
cultural, histórica, econômica) também já explicado neste texto. Este é o momento de ruptura.”
O
Decreto n.º 8.243/2014 não representa, portanto, um fim em si mesmo. A
par da inconstitucionalidade flagrante, o grande perigo da sua
existência é a possibilidade de que o propalado plebiscito sobre a
Constituinte, que sequer deveria ser realizado, seja substituído por uma
mera consulta realizada através do Sistema Nacional de Participação
Social, criado pela mencionada norma, de modo a fazer prevalecer a
vontade desses movimentos sociais, sendo já de todos conhecida a
resposta à consulta. Seria um modo de fraudar a já fraudulenta idéia de
impor a Assembleia Constituinte ao povo brasileiro. Seria um golpe de
Estado.
Notas:
Vivian Freitas é assessora jurídica.
*
MTST: não é só pelo teto, é pelo poder
Grupo abraça causas de visibilidade e se torna uma massa de pressão política – muito diferente de um movimento social
http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/mtst-nao-e-so-pelo-teto-e-pelo-poder
O QUE É VIVER NUM PAÍS COMUNISTA, SEM LEI, SEM DIREITOS: PERSEGUIÇÃO AO FALUN GONG
Perseguição ao Falun Gong determina rumos políticos na China
Responsabilização pelos crimes contra o Falun Gong atormentam os líderes chineses Por Stephen Gregory, Epoch Times
O Partido Comunista Chinês (PCC) está
travando uma guerra consigo mesmo que ele não pode reconhecer
abertamente e não sabe como terminar.
As últimas notícias de Pequim é que Zeng
Qinghong, um peso-pesado do PCC e ex-vice-presidente da China, foi
preso, segundo uma fonte bem posicionada no PCC. A prisão de alguém como
Zeng seria impensável no passado. Ele sabe onde muitos corpos estão
enterrados e é muito rico, muito poderoso e muito bem relacionado.
Zeng era membro do Comitê Permanente do
Politburo, o círculo político mais poderoso do PCC. Ele também dirigiu
os serviços de inteligência do regime chinês, administrou Hong Kong e
Macau para o PCC, e foi um patrono na indústria estatal do petróleo, que
é monopolizada pelo PCC na China.
Mas Zeng é apenas o mais recente
ex-figurão do regime a ser derrubado pelo atual líder chinês Xi Jinping.
Outros na lista de expurgo político incluem: o ex-chefe da segurança
nacional Zhou Yongkang; o outrora segundo homem nas forças militares Xu
Caihou; os ex-chefes da indústria do petróleo; e o chefe do órgão do
Partido Comunista responsável pela perseguição ao Falun Gong.
Desde que Xi Jinping se tornou
secretário-geral do PCC em novembro de 2013, mais de 400 oficiais do PCC
foram expurgados; alguns funcionários morreram durante interrogatórios e
outros cometeram suicídio enquanto o cerco se fechava em torno deles. A
imprensa mundial em grande parte cobriu esta sangria institucional sob a
rubrica de “anticorrupção”.
Embora seja verdade que a corrupção tem
sido o pretexto para acusar e condenar os funcionários do regime, a
corrupção não é a razão para a guerra interna e convulsões no PCC. As
sementes disso foram plantadas em 20 de julho de 1999, quando o então
líder chinês Jiang Zemin lançou uma campanha para erradicar a prática espiritual do Falun Gong.
Perseguição
De acordo com fontes oficiais do regime
chinês, havia pelo menos 70 milhões de praticantes do Falun Gong (também
conhecido como Falun Dafa) em 1999, enquanto os praticantes dizem que o
número real era superior a 100 milhões, ou 1 em cada 12 chineses.
Numa carta distribuída entre os membros
do Politburo na noite de 25 de abril de 1999, Jiang alertou que o Falun
Gong era de âmbito nacional com praticantes em todas as partes da
sociedade, incluindo quadros do PCC, membros das forças armadas e do
aparato de segurança, intelectuais, operários e camponeses.
Ele também temia o poder de atração das
crenças do Falun Gong. Jiang escreveu: “Devemos insistir na doutrinação
dos funcionários e das pessoas para que tenham uma visão correta sobre o
mundo, a vida e os valores. O marxismo, o materialismo e o ateísmo que
os membros do nosso Partido Comunista defendem não podem vencer a
batalha com o que o Falun Gong promove?”
As opiniões de Jiang não foram
amplamente compartilhadas. De acordo com fontes com acesso aos altos
oficiais do PCC, apenas Jiang entre os sete membros do Comitê Permanente
do Politburo votou por iniciar a perseguição. Jiang, no entanto,
“unificou” suas opiniões e prosseguiu independentemente de suas
objeções.
O peso total do Estado totalitário
voltou-se contra os praticantes. Propaganda difamando o Falun Gong
encheu a mídia. Locais de trabalho, escolas, prédios residenciais e
vilas foram alistados para informar e pressionar os praticantes.
Detenções em massa começaram. E com a detenção vieram a lavagem
cerebral, a tortura e os campos de trabalho forçado.
De acordo com a assessoria de imprensa
do Falun Gong, o Centro de Informações do Falun Dafa (CIFD), desde o
início da perseguição centenas de milhares de praticantes tem sido
mantidos encarcerados nos centros de detenção da China. Até à data, o
CIFD confirmou 3.769 mortes por tortura e abusos, mas, devido à
dificuldade de se obter informações da China, acredita que o número
verdadeiro seja muito maior.
Além disso, dezenas de milhares de praticantes tiveram seus órgãos retirados à força para uso em transplantes,
matando-os no processo. Não há estimativas de quantos praticantes foram
aleijados ou incapacitados pela tortura ou quantos ficaram desabrigados
ou quantas famílias foram destruídas.
Facções políticas
Jiang Zemin pensou que a campanha contra
o Falun Gong acabaria em seis meses. Ao avaliar o Falun Dafa, Jiang se
equivocou amargamente. Seu “materialismo e ateísmo” o deixaram
completamente despreparado para entender como indivíduos poderiam estar
dispostos a arriscar tudo para se manterem fieis a suas crenças mais
preciosas.
Ele também não entendeu como os
praticantes do Falun Gong poderiam ser tão persistentes e eficazes em
mudar os corações e mentes na China. No início da perseguição, Jiang
procurou usar os meios de comunicação estatais para mobilizar a nação
chinesa contra o Falun Gong. Os praticantes arriscaram suas vidas para
dizer às pessoas o que é o Falun Gong e como a perseguição tem sido
brutal. Muitas pessoas começaram a entender e muitos renunciaram a sua associação com o Partido Comunista.
Em 2002, o mandato de Jiang como chefe
do PCC chegou ao fim, com a perseguição em pleno andamento. Jiang
enfrentou um dilema. Se ele deixasse o poder e seu sucessor
interrompesse a perseguição, então Jiang poderia ser responsabilizado
pelos enormes crimes cometidos contra os praticantes do Falun Dafa. Mas
manter formalmente no poder não era uma opção.
Jiang procurou preservar seu poder por
meio de asseclas-cúmplices que compartilhavam com ele a culpa pelos
crimes da perseguição genocida ao Falun Gong. Seu pessoal controlava o
aparato de segurança pública da China e ele empilhou seus camaradas mais
fieis no Comitê Permanente do Politburo e mudou as regras do comitê
para que operasse por consenso, tirando o poder do secretário-geral.
Ele também encheu o Comitê Militar
Central com seus aliados, assegurando que teria o controle das forças
armadas da China por muito tempo depois de sua aposentadoria. Além
disso, os aliados de Jiang controlavam os principais setores da economia
chinesa. Eles ocupavam postos-chave em cada escalão do PCC.
Estas medidas deram a Jiang uma
influência extraordinária ao longo dos 10 anos de mandato de seu
sucessor Hu Jintao. Porém, o final do mandato de Hu foi uma crise para
Jiang. Sua facção não foi capaz de manobrar em qualquer posição que
pudesse ser promovida como o próximo secretário-geral, e seus comparsas
no alto escalão foram se aposentando a partir de 2012.
Sem alguém em postos superiores, o
dilema enfrentado por Jiang em 2002 voltou de forma ainda mais forte.
Com mais de 10 anos de perseguição, Jiang e sua facção estariam à mercê
de funcionários que possivelmente não teriam nenhuma conexão com a
perseguição e poderiam agir para acabar com ela. Se o PCC oficialmente
terminasse a perseguição, os gritos de justiça e punição dos
responsáveis ressoariam por toda a China.
Os principais membros da facção de Jiang
delinearam um plano. Eles fingiriam aceitar a posse de Xi Jinping como
secretário-geral, mas logo em seguida agiriam rapidamente para
derrubá-lo.
Em março de 2012, Wang Lijun, o
braço-direito do conspirador Bo Xilai, fugiu para o consulado dos EUA em
Chengdu para salvar a própria vida. Os Estados Unidos entregaram Wang a
aliados de Hu Jintao, e, segundo fontes com conhecimento da situação,
Wang alertou sobre o golpe planejado.
Extirpando Jiang
Quando Xi Jinping assumiu o poder, ele
imediatamente lançou uma campanha “anticorrupção”. Sob o pretexto de
acabar com a corrupção, Xi começou a erradicar a facção de Jiang Zemin.
Xi sabia que, se não tomasse medidas
contra aqueles que conspiraram contra ele, ele não teria qualquer poder
no PCC. Além disso, segundo fontes no Partido Comunista, membros da
facção de Jiang agora procuram uma oportunidade para matar Xi Jinping.
Eles não podiam correr o risco de que Xi acabasse com a perseguição.
Embora Xi Jinping tenha feito uma grande
limpeza desde que assumiu o poder, derrubando aliados de Jiang um após o
outro, fontes no PCC dizem que ele não obteve segurança ou
estabilidade.
Não há facção leal a Xi como houve em
relação a Jiang, e os membros do PCC como um todo não estão
entusiasmados com Xi estar perturbando as redes de corrupção que lhes
permitiam lucrar tanto. Fontes do PCC dizem que o corpo do PCC permanece
frio em relação aos esforços de Xi.
Enquanto isso, contando os familiares,
amigos e colaboradores mais próximos dos praticantes do Falun Gong,
centenas de milhões de chineses foram prejudicados pela perseguição.
Suas vozes apenas crescem à medida que a sociedade se opõe cada vez mais
aos crimes hediondos da perseguição. Ao se voltar contra a perseguição,
a sociedade também se voltará contra o poder entrincheirado do PCC.
Xi Jinping enfrentará em breve uma
escolha. Ele pode revelar a extensão da perseguição e exigir que Jiang e
sua facção sejam responsabilizados. Se ele fizer isso, ele desencadeará
forças na sociedade chinesa e no PCC que significarão o fim do PCC,
pois não apenas os praticantes do Falun Gong mas também todos os que
sofreram nas mãos do PCC exigirão justiça. Mas Xi pelo menos teria a
chance de liderar aqueles na China que querem defender a justiça.
Ou Xi continuará seu curso atual e
prosseguirá numa posição precária e perigosa, nunca garantindo uma base
estável no PCC, mesmo que remova um rival após o outro.
*
CHINA EXPORTA INSTRUMENTOS DE TORTURA https://www.youtube.com/watch?v=QwHQhW0qXQk
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CHINA EXPORTA INSTRUMENTOS DE TORTURA https://www.youtube.com/watch?v=QwHQhW0qXQk
SOCIALISMO É CONCENTRAÇÃO DE PODER
quarta-feira, 16 de julho de 2014
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