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domingo, 20 de julho de 2014

Mosab Hassan Yousef - impressionante entrevista com o autor de Filho do ...

QUEM FOI O PRIMEIRO ESQUERDISTA?

ATAQUE AO CRISTIANISMO. JESUS É O ALVO EM JOGOS.

"É UMA DITADURA DISFARÇADA", DIZ ADÉLIA PRADO - O EFEITO DITATORIAL DA CENSURA E DA MENTIRA




ADÉLIA PRADO EXPRESSA SUA TRISTEZA COM O EFEITO PT - TODOS SE CALAM - O BRASIL ESTÁ MORRENDO

http://youtu.be/_OTR_RDwNpM


ASSINE E REPASSE A PETIÇÃO CONTRA O DECRETO-GOLPE 8.243
http://citizengo.org/pt-pt/signit/8238/view

Escritora Adélia Prado denuncia a ditadura do PT e cala jornalista
http://youtu.be/86EjOiDdAzE

Ela expressa sua percepção, sua verdade, e isso a mantém no caminho da vida; mesmo percebendo que os outros não estão fazerndo o mesmo. Esse silencio geral, essa inércia é o que está matando o Brasil, pois já é efeito de uma ditadura nas mentes, interior. A verdade precisa circular, mesmo em meio as mentiras. A verdade em circulação é como um anticorpo do sistema imunológico que combate as mentiras no confronto. Mas se as pessoas baixam a cabeça, já desistiram de viver.

Aceitar o politicamente correto (paramoralismo, mentira) inibe a percepção e a atividade mental normal, que pode dar o alerta para o perigo. Depois o medo completa a obra de zumbificação.

"Se nas universidades brasileiras há uma quota de quarenta a cinqüenta por cento de alunos analfabetos funcionais, isso não se deve só a uma genérica "má qualidade do ensino", mas ao fato de que há décadas o discurso comunista e pró-comunista onipresente espalha, nas mentes dos estudantes, doses maciças de estimulação contraditória e obstáculos cognitivos estupefacientes. "  Olavo de Carvalho
http://www.midiasemmascara.org/artigos/cultura/15273-2014-06-17-20-31-33.html

"  A ideologia principal sucumbe à deformação sintomática, em sintonia com o estilo característico dessa doença e com o que já foi estabelecido sobre o assunto. Os nomes e conteúdos oficiais são mantidos, mas outro conteúdo, completamente diferente, é inoculado por debaixo, dando origem ao fenômeno bem conhecido da linguagem dupla, dentro do qual os mesmo nomes possuem dois significados: um para os iniciados e outro para o resto das pessoas. Esse último significado é derivado da ideologia original. O primeiro tem um significado especificamente patocrático, algo que é conhecido não somente pelos patocratas mesmos, mas também aprendido por todas aquelas pessoas que viveram por muito tempo sujeitas ao seu governo."


"A língua dupla é somente um dos muitos sintomas. Outro sintoma é a facilidade específica para produzir novos nomes que tenham efeitos sugestivos e sejam aceitos praticamente sem críticas, particularmente fora da abrangência imediata de tal sistema de governo. Nós devemos ressaltar que o caráter paramoralista e as qualidades paranóicas estão freqüentemente contidos nesses nomes. A ação de paralogismos e paramoralismos na ideologia deformada se torna compreensível para nós, baseada na informação apresentada no Capítulo IV. Qualquer coisa que ameace o governo patocrático se torna profundamente imoral."

PONEROLOGIA - PSICOPATAS NO PODER
http://conspiratio3.blogspot.com.br/search/label/PONEROLOGIA

A Espiral do silêncio - Rádio Vox
https://soundcloud.com/rvox_org/boletim-da-tarde-a-espiral-do-silencio-19062014
https://soundcloud.com/rvox_org
http://radiovox.org/

MAIS VÍDEOS:
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2014/06/videos-sobre-o-golpe-decreto-8423.html  



DECRETO 8243: O QUE ESTÁ SENDO DITO NÃO É O QUE ESTÁ NO PAPEL - MENDES THAME 
 http://youtu.be/_e2D2QzkZzA



A forma com que a coisa é feita já nos dá as pistas de quem eles são e suas intenções. Um DECRETO, imposto de cima para baixo, não nos fala de democracia.  Foi um ato ditatorial e dissimulado, e isto denuncia a verdadeira face desse projeto e de seus agentes: eles não têm apreço pela democracia e o efeito desse decreto será extinguí-la. 

Assim, comece sua pesquisa sobre o comunismo que está por vir, a vida nos países comunistas, incluindo a Rússia e China atuais, e terá um vislumbre de seu futuro, caso as pessoas continuarem cegas para o perigo. Pesquise também em livros de dissidentes soviéticos e outros. 

Andrew Lobaczewski diz, em seu livro "PONEROLOGIA: PSICOPATAS NO PODER", que cidadãos de países livres não têm condições de saber o que é a vida num sistema político fechado, totalmente controlado e governado pelo medo e a mentira, como são os sistemas comunistas. Quando ele se mudou para os EUA, surpreendeu-se com a ingenuidade dos americanos que ainda acreditam nas ideologias propagandeadas pelas esquerdas. 

Comece a valorizar sua liberdade enquanto ainda a tem e não se esqueça de expressar sua verdade e sinceridade, pois não há comunismo que sobreviva a isso. Essa verdade, é o que Adélia Prado expõe acima, está definhando e isto é um grave sintoma de que a ditadura, a falsidade e a covardia já infectaram nossas cabeças.

Comunismo não sobrevive num ambiente honesto. A verdade age como um anticorpo contra a propaganda e a mentira das quais ele depende. Lobaczewski afirma que os líderes desses movimentos e governos são psicopatas e tém o cérebro diferente do ser humano normal, o que os impede de entender nossas vivéncias e até nossa linguagem plenamente. Desde muito cedo aprendendo a imitar-nos, a fingir, tornam-se astutos e especialistas no engodo. Mas sabem reconhecerem-se uns aos outros numa multidão e se organizam em associações criminosas, como a Máfia e outras. Este é dos segredos mais bem guardados por eles, pois se for conhecido de muitos, a sociedade saberá se defender.

 PSICOPATAS SÃO QUASE HUMANOS - LAURA KNIGHT JADCZYK
https://www.youtube.com/watch?v=lPOk_R0NEyE



Que a verdade seja dita, pois sem ela a mentira flui livre sem obstáculos, e ficamos sem referências para pensar sobre os fatos. A verdade é um veneno para aqueles que vivem da mentira e da propaganda, e querem calar a voz discordante que se torna muito poderosa quando é apoiada pelos FATOS.

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Tarso Genro pressiona Band para não divulgar pesquisa
http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/democracia/tarso-genro-pressiona-band-para-nao-divulgar-pesquisa/



quinta-feira, 17 de julho de 2014

O RISCO DE GOLPE: O DECRETO 8.243 E O PLEBISCITO CONSTITUINTE


O grande perirgo do Decreto n.º 8.243/2014 é a possibilidade de que o propalado plebiscito sobre a Constituinte, que sequer deveria ser realizado, seja substituído por uma mera consulta realizada através do Sistema Nacional de Participação Social.

A publicação do Decreto n.º 8.243, de 23 de maio de 2014, pegou a população de surpresa com a criação, em silêncio, de um mecanismo de participação popular inédito no sistema jurídico – a “Política Nacional de Participação Social”, inserida em um certo “Sistema Nacional de Participação Nacional”.

Parte da imprensa logo percebeu que havia algo de errado: o Estado de São Paulo publicou editorial com o título “Mudança de regime por decreto”, ao passo em que Reinaldo de Azevedo, colunista da Veja, escreveu que “Dilma decidiu extinguir a democracia por decreto. É golpe!”.
 
Como nada no Brasil dos últimos tempos é tão simples quanto parece, a questão vai muito além da inconstitucionalidade do estabelecimento de um sistema de gestão pública impulsionado por decisões tomadas por movimentos sociais como o MST, como o texto do decreto faz parecer.
 
O grande perigo desse decreto presidencial é a possibilidade de que seja instituída uma nova Assembleia Constituinte com base na exclusiva vontade dos movimentos sociais, que têm demonstrado, de há muito, o interesse em rasgar a Constituição Federal de 1988 para estabelecer a seu bel-prazer uma nova Constituição.

Com a perda cada vez maior do apoio popular ao PT e aos movimentos sociais – devendo-se lembrar que, nas manifestações de junho de 2013, as bandeiras e militantes partidários foram banidos das ruas pelos protestantes -, é grande o risco de um resultado negativo à consulta popular sobre a realização da Assembleia Constituinte, assim como ocorreu na Venezuela anos atrás, quando Hugo Chávez realizou um plebiscito com essa mesma finalidade.

Os principais movimentos sociais do Brasil encontram-se em ebulição há vários meses, concentrados na idéia fixa de promover uma ruptura do sistema atual, com o estabelecimento de uma nova Constituição que atenda aos seus anseios. Na internet, chegou-se a divulgar que o plebiscito da reforma constitucional ocorreria na primeira semana de setembro de 2014, antes mesmo das eleições presidenciais. Essa idéia foi encampada pelo Partido dos Trabalhadores – PT, que a estabeleceu como meta para ser cumprida com a maior brevidade, ao lado do controle da mídia e da revogação da lei da anistia, conforme restou registrado na ata do 14.º Encontro Nacional do partido [1].

Registre-se que desde 2006 o ex-presidente Lula já mencionava o seu interesse em realizar uma nova Constituinte [2], tendo o PT registrado oficialmente em 2007 a sua intenção de realizar o plebiscito sobre a Constituinte em 2009. Não se trata, portanto, de um desejo recente motivado pelas manifestações de junho de 2013, como o PT e os movimentos sociais envolvidos tentam fazer crer.

Sobre quais seriam os principais movimentos sociais beneficiados com uma eventual Constituinte, a resposta é fornecida por eles próprios: no livro “Constituinte Exclusiva: Um Outro Sistema Político é Possível” [3], elaborado por juristas vinculados a esses movimentos na tentativa de convencer os demais juristas e a população de que seu intento não consistiria em mero golpe, os principais apoiadores da idéia são nominalmente citados:

“É diante desses chistes retóricos, contudo, que inúmeros movimentos sociais e organizações da esquerda brasileira, como o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, a Associação de Mulheres Brasileiras e a Central Única dos Trabalhadores, optaram por investir suas energias na execução de um plebiscito popular por uma constituinte exclusiva e soberana do sistema político.”

Sobre o alcance da Constituinte que esse grupo político pretende realizar, a intenção encontra-se explicitamente delineada no livro mencionado acima, cuja leitura é recomendável para que se possa dimensionar o tamanho do risco que nossa democracia enfrenta neste momento.

Um dos textos, elaborado por dois juristas, menciona a intenção de sufocar o Poder Legislativo:
“(...) a Presidenta Dilma, no final daquele mês, propôs, em rede nacional de televisão, a convocação de uma Constituinte Exclusiva para mudar o sistema político pátrio. Com esta audaciosa proposta, a Presidenta tentou viabilizar um processo popular de reformas no sistema político, tirando o protagonismo do Parlamento (nunca é demais frisar: um Parlamento completamente dominado pelas forças antipopulares) para as ruas.
Assim, o ciclo de um determinado modelo de democracia se encerrou. (...) Trata-se de exterminar as estruturas e as forças antipopulares, logo, antidemocráticas, que dominam a política brasileira.
 
Assim, para os lutadores e as lutadoras do povo, a lógica jurídica não deve ser empecilho às lutas por melhores condições de vida; para a construção de um Projeto Popular para o Brasil. Nesse sentido, vem em boa hora a articulação nacional de organizações sociais voltada à construção de um Plebiscito Popular em defesa de uma Constituinte Exclusiva para a Reforma Política”.
 
Outro jurista, na tentativa de afirmar que a realização de uma nova Constituinte não precisa estar prevista na Constituição atual, decretou que o “momento de ruptura” política havia finalmente chegado:
 
“O que importa para o direito democrático, e para todos nós, é o fato de que ele só será legítimo, ser for popular, inequivocamente, radicalmente democrático.
Assim, inevitavelmente chegará o momento em que a sociedade mudará mais do que a constituição foi capaz de acompanhar. Neste momento a constituição se tornará ultrapassada, superada: é o momento de ruptura. A teoria da constituição apresenta uma solução para estes problemas: o poder constituinte originário, soberano, ilimitado do ponto de vista jurídico (e obviamente limitado no que se refere a realidade social, cultural, histórica, econômica) também já explicado neste texto. Este é o momento de ruptura.”
O Decreto n.º 8.243/2014 não representa, portanto, um fim em si mesmo. A par da inconstitucionalidade flagrante, o grande perigo da sua existência é a possibilidade de que o propalado plebiscito sobre a Constituinte, que sequer deveria ser realizado, seja substituído por uma mera consulta realizada através do Sistema Nacional de Participação Social, criado pela mencionada norma, de modo a fazer prevalecer a vontade desses movimentos sociais, sendo já de todos conhecida a resposta à consulta. Seria um modo de fraudar a já fraudulenta idéia de impor a Assembleia Constituinte ao povo brasileiro. Seria um golpe de Estado.

Vivian Freitas é assessora jurídica.

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MTST: não é só pelo teto, é pelo poder

Grupo abraça causas de visibilidade e se torna uma massa de pressão política – muito diferente de um movimento social

http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/mtst-nao-e-so-pelo-teto-e-pelo-poder