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sexta-feira, 29 de setembro de 2017

EMBAIXADA DOS EUA SOFRE ATAQUES SÔNICOS EM CUBA



#FernandaSalles - Cuba promove ataque sônico e EUA ordenam volta de diplomatas 
 https://youtu.be/GEqkMuzstQ0

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O Sinal de Moscou e o Pica-Pau Russo

Em 1952, por insistência de cientistas soviéticos, uma série de reuniões secretas foi realizada entre cientistas representantes dos Estados Unidos e da União Soviética nas instalações dos Laboratórios Nacionais Sandia, no Estado do Novo México. Essas reuniões estudaram uma proposta soviética de troca de informações referentes aos perigos biológicos e níveis de segurança de radiações eletromagnéticas – EMR. Os soviéticos possuíam de longe a maior quantidade de informações. Os cientistas americanos não estavam dispostos a acreditar nos dados apresentados pelos soviéticos sobre os perigos das radiações eletromagnéticas para a saúde. Em reuniões subsequentes, os cientistas soviéticos continuaram a salientar a seriedade desses riscos e, muito tipicamente, os americanos consideravam-nos de muito menor importância.

Aparentemente, os soviéticos decidiram aceitar a opinião de nossos cientistas porque, logo depois do último encontro de Sandia, começaram a projetar um feixe de micro-ondas contra a Embaixada dos Estados Unidos em Moscou. Passaram as quatro décadas seguintes usando os funcionários de nossa Embaixada como cobaias para suas experiências com EMR. As autoridades de Washington, DC, talvez aceitando a palavra de seus próprios cientistas, permaneceram estranhamente silenciosas com relação ao bombardeio soviético sobre a embaixada em Moscou.

Descoberto pelos americanos em 1962, o Sinal de Moscou foi investigado pela CIA. Eles trouxeram um consultor independente, o doutor Milton Zaret, e deram à sua investigação o codinome de Project Pandora. Zaret descobriu que o Sinal de Moscou era composto por diversas freqüências diferentes. Ele também se assustou ao perceber que o feixe de raios era focalizado precisamente sobre o escritório do embaixador. A intensidade do bombardeio não foi tornada pública, mas quando o Departamento de Estado finalmente admitiu a existência do Sinal de Moscou – cerca de uma década mais tarde –, foi anunciado que essa intensidade era "relativamente baixa".

O bicentenário da Revolução Americana foi celebrado a 4 de julho de 1976. Os soviéticos, por sua vez, lançaram seus próprios "fogos de artifício", começando uma série de transmissões que se tornaram conhecidas entre os radioamadores do mundo como o "Pica-Pau Russo". Parece que esse sinal provinha de um modelo primitivo de dispositivo semelhante ao HAARP, empregando um IMT. A explicação oficial do DOD é a de que se trata de um sistema de radar "além do horizonte", destinado a detectar lançamentos de mísseis inimigos. Isto é, em essência, o que o programa OTH-B - o ocupante original da propriedade em que agora se encontra o HAARP - estava destinada a ser. Esses sinais eletromagnéticos de interferência sobre as radiotransmissões encontravam-se tia faixa de 3 a 30 megahertz e, em geral, eram pulsados (ligados e desligados) em um taxa de 10 megahertz por segundo, o que dava ao sinal as batidas características que acabaram fazendo com que fosse denominado de "Pica-Pau Russo".

Em seu livro The zapping of America, publicado por W. W Norton & Co., em 1977, Paul Brodeur escreveu:

"Uma reportagem publicada no New York Times de 30 de outubro d 1976 revelou que, durante os últimos meses, um misterioso sinal de rádio de banda larga e ondas curtas vinha sendo transmitido intermitentemente pela União Soviética. O sinal era tão poderoso que interferia no rádio e nas telecomunicações de todo o mundo... O doutor Zaret esta' preocupado com o Sinal Russo...  devido ao seu potencial perigo para a saúde dos seres humanos... ficou bastante claro que um sinal codificado dessa magnitude transmitido em faixas de onda comerciais poderia ter efeito sobre o sistema nervoso central."

Ainda não está plenamente claro o motivo exato por que os soviéticos estavam usando esse sinal. Ainda que os sinais periodicamente tenham parado, o sistema parece operacional ainda hoje. Como o HAARP, poderia ter sido emitido para a consecução de grande número de possíveis objetivos. Os cientistas mais conservadores, adotando a linha oficial, afirmam que é um sistema de radar que alcança além do horizonte. Outros pesquisadores pensam que se destina a modificações ambientais, ou seja, controle do clima, com o propósito de transformá-lo em arma. Outros ainda acreditam que está sendo usado para manipulação mental de populações-alvo. Assim como ocorre com o HAARP, qualquer dessas utilizações é plenamente possível.

David Brinkley, no programa de televisão NBC Magazine transmitido em 18 de julho de 1981, mencionou o sinal do Pica-Pau Russo. Ele revelou à sua audiência que o noroeste dos Estados Unidos vinha sendo continuamente bombardeado pela União Soviética com ondas de baixa freqüência moduladas ao nível aproximado das freqüências biológicas. Enquanto estava no ar, Brinkley declarou:

"Como disse antes, acho difícil de crer. É uma coisa maluca e nenhum de nós, aqui na redação, faz a menor idéia do que isto pode significar. Mas sabemos que o governo russo vem tentando modificar o comportamento humano por meio de influências eletrônicas externas. Isso é de conhecimento público. E nós sabemos que algum tipo de transmissor russo está bombardeando este país com ondas de rádio de freqüência extremamente baixa."

Se a existência do Programa Pica-Pau parece difícil de se acreditar, deixem-me citar outra fonte que merece plena credibilidade. O doutor Andrew Michrowski, Ph.D., era especialista em Tecnologia do Ministério de Relações Exteriores Canadense e Presidente da PACE. Ele escreveu:

Desde outubro de 1976 a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas vem emitindo sinais de freqüência extremamente baixa a partir de um certo número de transmissores do tipo construído por Tesla. Suas freqüências são as mesmas dos ritmos das ondas cerebrais humanas correspondentes a estados de depressão ou de irritação. Testes cientificamente defensáveis demonstraram que os sinais da União Soviética efetivamente influenciavam os sinais das ondas cerebrais humanas. Os sinais soviéticos foram avaliados pela Agência de Proteção Ambiental — EPA (...) e considerados psicoativos (isto é, capazes de produzir respostas psicológicas e vulnerabilidade em seres humanos). A mesma agência observou que os sinais de freqüência extremamente baixa emitidos pela União Soviética podiam ser absorvidos e re-irradiados por linhas de transmissão elétrica com a potência de 60 hertz, e até mesmo serem amplificados pelas redes de canos hidráulicos. Os soviéticos estavam prestes a atingir um avanço científico pioneiro na tecnologia de novas armas que tornariam os mísseis e os bombardeiros obsoletos. Essa nova tecnologia lhes permitiria destruir até cinco cidades americanas por dia, simplesmente por meio do envio de sinais de rádio. Isso também os tornaria capazes de induzir pânico ou moléstias sobre nações inteiras."

Conforme o boletim noticioso da PACE, de julho de 1979, "pelo menos cinco instalações soviéticas estão operando simultaneamente até 24 horas por dia desde julho de 1976, com intensidade de até 40 milhões de watts."


Do livro:

"ARMAS ELETROMAGNÉTICAS: SERIA 0 PROJETO HAARP A PROXIMA AMEAÇA MUNDIAL?"

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